10º ENCONTRO DE CHÁ DE MULHERES

10º ENCONTRO DE CHÁ DE MULHERES
UNIFÉ

“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade

“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade
“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade de filha amada, capacitada pelo Espírito e chamada a uma vocação pessoal e intransferível”.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O Bordão de Arão, Que Floresceu

O Bordão de Arão, Que Floresceu

Hebreus 9:4 menciona três coisas que estavam na arca da aliança no Velho Testamento. A urna de ouro contendo o maná serviu para relembrar o povo da providência de Deus durante a peregrinação no deserto. As tábuas da aliança continham os primeiros dez mandamentos falados por Deus ao seu povo quando ele lhes apareceu no monte Sinai. E o bordão de Arão que floresceu? Qual o significado deste objeto? Por algum motivo importante, Deus mandou que o cajado do primeiro sumo sacerdote de Israel fosse incluído entre as coisas sagradas na arca. Para entender esse motivo, vamos voltar à história do povo no deserto. Encontramos as informações necessárias no livro de Números, capítulos 10 a 17.

O Povo Partiu de Sinai (Números 10-12)

Depois de sair do Egito, o povo de Israel ficou quase um ano acampado em frente do monte Sinai. Lá, eles receberam as leis que Deus comunicou através de Moisés e fizeram o tabernáculo e todos os seus móveis. No segundo mês do segundo ano, Deus mandou que saíssem. Apesar de ter passado 11 meses na presença de Deus, o povo facilmente ficou descontente. Quando o povo misto que subiu com eles começou a cobiçar as comidas do Egito, os israelitas se desanimaram e se queixaram contra Deus. Moisés, também, se desanimou devido ao seu cargo pesado. Logo depois, os próprios irmãos de Moisés complicaram mais ainda a sua situação, reclamando por não ter a mesma autoridade que Deus havia dado a ele.

A Covardia dos Espiões (Números 13-14)

Do deserto de Parã, Moisés enviou 12 líderes de Israel para espiar a terra que Deus tinha prometido a eles. Eles subiram e espiaram a terra durante 40 dias. Voltaram ao acampamento e afirmaram que a terra era muito rica, como Deus prometeu. Falaram também das cidades bem fortificadas e dos homens gigantes. Em tudo isso, eles relataram os fatos. As evidências sugerem que existiam naquela região homens maiores do que Golias (veja Números 13:22,28,33; 1 Samuel 17:4 e Deuteronômio 3:11). O problema com o relatório dos espiões não foi nos fatos que comunicaram, mas sim nas conclusões às quais dez deles chegaram. Eles sentiram-se como gafanhotos fracos na presença de guerreiros fortes. Podemos até concordar com a afirmação deles: “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Números 13:31). Os israelitas não eram guerreiros (tinham saído recentemente da escravidão egípcia) e não eram fortes como os cananeus. O problema é que eles esqueceram de Deus. Sozinhos, os israelitas jamais tomariam posse da terra. Mas Deus Todo-Poderoso já tinha prometido dá-la aos descendentes de Abraão.

Os espiões covardes induziram o povo a desistir do plano de subir à terra de Canaã. Falaram de voltar para o Egito, em plena rebelião contra os líderes fiéis e contra o próprio Deus. Os homens que confiaram em Deus (Moisés, Arão, Calebe e Josué) falaram: “...é terra muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor, e não temais o povo dessa terra” (Números 14:7-9).

A diferença entre os espiões de Judá e Efraim e os das outras dez tribos era um ponto fundamental: a fé. Calebe e Josué confiaram no Senhor, e os outros temeram o inimigo. A conseqüência foi trágica. O povo percorreu o deserto durante 40 anos, até que morreram todos os homens daquela geração, menos Calebe e Josué.

Parados no Deserto (Números 15)

Imagine o desafio que Moisés enfrentou. Já foi difícil lidar com o povo quando eles iam para a terra prometida. Mas agora, eles não vão para lugar nenhum! Durante o resto de sua vida, ele teria que governar um povo rebelde parado no deserto por causa do pecado. Capítulo 15 mostra o que Moisés fez. Ele ensinou a lei de Deus ao povo, preparando uma nova geração para entrar na terra como servos fiéis ao Senhor.

Moisés se encontrou numa situação bem triste. Rodeado por moribundos, ele teria que tentar preservar a nova geração para receber a promessa. Ele ensinou e aplicou a palavra de Deus, instruindo o povo sobre ofertas, sacrifícios, pecado e castigo. Acima de tudo, ele ensinou sobre a santidade de Deus e a importância de obediência à palavra dele.

A Rebelião de Corá (Números 16)

Uma congregação parada, que não procura fazer as conquistas que Deus pede, é terra fértil para brigas e problemas internos. Foi exatamente isso que aconteceu no deserto. A congregação de Israel estava parada, e os conflitos começaram a surgir entre irmãos. Corá, um levita da família de Coate (a mesma família de Moisés e Arão) conduziu vários outros homens numa rebelião contra os líderes escolhidos por Deus. Mais de 250 homens, líderes respeitados pelo povo, participaram dessa insurreição, alegando que todas as pessoas foram santas e igualmente dignas de guiar o povo.

Deus agiu prontamente. Ele convocou uma reunião e fez abrir a terra para engolir os principais líderes da revolta, juntos com suas famílias e posses. Mais 250 homens que apoiaram a rebelião foram consumidos por fogo.

A demonstração do poder divino contra os rebeldes devia ter resolvido o problema, mas o povo de Israel demorou para aprender. A congregação murmurou contra Moisés e Arão no dia seguinte, levantando a acusação incrivelmente absurda de que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor. Que ironia! Deus matou o povo do diabo, e a multidão acusou os servos de Deus de terem matado o povo do Senhor! Deus, na sua justiça, ameaçou matar todos de uma vez, mas Arão e Moisés se puseram entre a ira de Deus e o povo pecaminoso. Mesmo assim, morreram naquele dia 14.700 pessoas por causa dessas murmurações contra Deus e seus servos escolhidos.

O Bordão de Arão (Números 17)

Parece que o problema foi resolvido até o fim do capítulo 16. Os líderes da rebelião foram mortos, e quase 15.000 pessoas que os defendiam morreram, também. Mas Deus sabia que a raiz do problema ainda não foi tirada. As atitudes rebeldes do capítulo 16 refletiram um desrespeito da autoridade que o próprio Deus deu a Moisés e Arão. Foi necessário arrancar a rebeldia pela raiz.

O Senhor mandou que os príncipes de cada tribo levassem suas varas a Moisés. Ele especificamente disse que Arão representaria a tribo de Levi. Esse fato é importante. O principal líder da rebelião foi um primo de Arão, um levita da mesma família (veja Números 16:1 e Êxodo 6:18,20,21). Entre os levitas, Deus escolheu a casa de Coate para cuidar das coisas santíssimas (Números 4:2), mas Corá não estava contente com esse papel. Ele cobiçou a posição de seu primo, e tentou assumir uma posição que Deus não lhe deu. A primeira lição que Deus ensinou no capítulo 17 foi esta: Arão deve ser respeitado como líder dos levitas.

Moisés recolheu os cajados e os pôs no tabernáculo, diante do Senhor. Deus disse que o bordão do homem escolhido floresceria. É claro que isso seria um milagre e um sinal de Deus, mostrando qual tribo foi selecionada para representar o povo na presença dele. Moisés voltou no dia seguinte e achou onze bordões normais. A vara de Arão, porém, brotou, produziu flores e deu amêndoas! Uma vara viva não faria tudo isso numa noite só, muito menos uma morta! Deus claramente afirmou a sua escolha, para acabar com a rebeldia e as murmurações do povo de Israel (17:5,10).

Lições e Aplicações

Dessa história, podemos aprender várias lições proveitosas. Entre elas:

Œ A importância da fé. Mais de 600.000 homens morreram no deserto por falta de fé. Deus ia lhes dar a terra de Canaã, mas eles não confiaram no poder dele. Viram suas próprias fraquezas e limitações, e não olharam para Deus e o seu poder. “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

 Os perigos de ser inativos. Quando a congregação de Israel deixou de cumprir sua missão, dada por Deus, ela criou um clima desagradável que cultivou brigas e murmurações. Uma igreja, hoje em dia, deve ser ativa na missão dada por Deus. Devemos divulgar as boas novas e procurar resgatar homens e mulheres do pecado. Uma congregação que não se preocupa em progredir dentro da vontade de Deus acabará se destruindo com contenções e facções.

Ž A necessidade de ensinamento contínuo. Mesmo sabendo que os pais não entrariam na terra prometida, Moisés continuou ensinando a palavra de Deus aos filhos. A preparação da nova geração exigiu trabalho árduo, pois os próprios pais não demonstraram firmeza na sua fé. A instrução na palavra de Deus exige persistência, paciência e repetição (veja 2 Pedro 1:12-15, onde Pedro fala três vezes da necessidade de lembrar seus leitores de verdades já ensinadas). Cristãos e igrejas que agradam ao Senhor hoje enfatizam o estudo da palavra dele.

 As conseqüências do pecado. O povo rejeitou a palavra verdadeira falada por Calebe e Josué, e mais de 600.000 homens morreram no deserto. Corá e seus colegas induziram outros a rebelião, e eles e suas famílias foram engolidos pela terra. 250 homens apoiaram a rebelião, e foram consumidos por fogo. A multidão murmurou, e 14.700 morreram numa praga. Todos esses casos ilustram o princípio de Romanos 6:23: “... o salário do pecado é a morte”.

 O respeito pela autoridade de Deus. O problema fundamental nesses episódios infelizes no deserto foi a falta de respeito pela autoridade de Deus. Quando Deus promete, ele cumpre (Tito 1:2). Quando ele escolhe alguém para servir, a pessoa deve cumprir seu papel (Romanos 12:3-8). Quando Deus fala, devemos escutar (João 12:47-50).

Conclusão

Quase 3.500 anos atrás, o povo escolhido por Deus atravessou o deserto de Sinai. Ao invés de fazer uma viagem relativamente fácil até a terra preparada pelo Senhor, os israelitas reclamaram, cobiçaram, praticaram idolatria e se rebelaram contra Deus. Os mesmos problemas atropelam a fé de muitas pessoas hoje, que não demonstram a firmeza espiritual para enfrentar e vencer os desafios no caminho para o céu. Do exemplo deles, e da resposta definitiva que Deus lhes deu no bordão de Arão que floresceu, podemos aproveitar algumas lições essenciais. Dos erros dos israelitas, podemos aprender como superar as tentações para alcançar o nosso alvo eterno (veja 1 Coríntios 10:1-13). Deus é fiel. Sejamos, também, fiéis!

- por Dennis Allan

Leia mais sobre este assunto:
A Missão Espiritual da Igreja
Discórdias, Dissensões e Facções: Obras da Carne



Hebreus 9:4 menciona três coisas que estavam na arca da aliança no Velho Testamento. A urna de ouro contendo o maná serviu para relembrar o povo da providência de Deus durante a peregrinação no deserto. As tábuas da aliança continham os primeiros dez mandamentos falados por Deus ao seu povo quando ele lhes apareceu no monte Sinai. E o bordão de Arão que floresceu? Qual o significado deste objeto? Por algum motivo importante, Deus mandou que o cajado do primeiro sumo sacerdote de Israel fosse incluído entre as coisas sagradas na arca. Para entender esse motivo, vamos voltar à história do povo no deserto. Encontramos as informações necessárias no livro de Números, capítulos 10 a 17.

O Povo Partiu de Sinai (Números 10-12)

Depois de sair do Egito, o povo de Israel ficou quase um ano acampado em frente do monte Sinai. Lá, eles receberam as leis que Deus comunicou através de Moisés e fizeram o tabernáculo e todos os seus móveis. No segundo mês do segundo ano, Deus mandou que saíssem. Apesar de ter passado 11 meses na presença de Deus, o povo facilmente ficou descontente. Quando o povo misto que subiu com eles começou a cobiçar as comidas do Egito, os israelitas se desanimaram e se queixaram contra Deus. Moisés, também, se desanimou devido ao seu cargo pesado. Logo depois, os próprios irmãos de Moisés complicaram mais ainda a sua situação, reclamando por não ter a mesma autoridade que Deus havia dado a ele.

A Covardia dos Espiões (Números 13-14)

Do deserto de Parã, Moisés enviou 12 líderes de Israel para espiar a terra que Deus tinha prometido a eles. Eles subiram e espiaram a terra durante 40 dias. Voltaram ao acampamento e afirmaram que a terra era muito rica, como Deus prometeu. Falaram também das cidades bem fortificadas e dos homens gigantes. Em tudo isso, eles relataram os fatos. As evidências sugerem que existiam naquela região homens maiores do que Golias (veja Números 13:22,28,33; 1 Samuel 17:4 e Deuteronômio 3:11). O problema com o relatório dos espiões não foi nos fatos que comunicaram, mas sim nas conclusões às quais dez deles chegaram. Eles sentiram-se como gafanhotos fracos na presença de guerreiros fortes. Podemos até concordar com a afirmação deles: “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Números 13:31). Os israelitas não eram guerreiros (tinham saído recentemente da escravidão egípcia) e não eram fortes como os cananeus. O problema é que eles esqueceram de Deus. Sozinhos, os israelitas jamais tomariam posse da terra. Mas Deus Todo-Poderoso já tinha prometido dá-la aos descendentes de Abraão.

Os espiões covardes induziram o povo a desistir do plano de subir à terra de Canaã. Falaram de voltar para o Egito, em plena rebelião contra os líderes fiéis e contra o próprio Deus. Os homens que confiaram em Deus (Moisés, Arão, Calebe e Josué) falaram: “...é terra muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor, e não temais o povo dessa terra” (Números 14:7-9).

A diferença entre os espiões de Judá e Efraim e os das outras dez tribos era um ponto fundamental: a fé. Calebe e Josué confiaram no Senhor, e os outros temeram o inimigo. A conseqüência foi trágica. O povo percorreu o deserto durante 40 anos, até que morreram todos os homens daquela geração, menos Calebe e Josué.

Parados no Deserto (Números 15)

Imagine o desafio que Moisés enfrentou. Já foi difícil lidar com o povo quando eles iam para a terra prometida. Mas agora, eles não vão para lugar nenhum! Durante o resto de sua vida, ele teria que governar um povo rebelde parado no deserto por causa do pecado. Capítulo 15 mostra o que Moisés fez. Ele ensinou a lei de Deus ao povo, preparando uma nova geração para entrar na terra como servos fiéis ao Senhor.

Moisés se encontrou numa situação bem triste. Rodeado por moribundos, ele teria que tentar preservar a nova geração para receber a promessa. Ele ensinou e aplicou a palavra de Deus, instruindo o povo sobre ofertas, sacrifícios, pecado e castigo. Acima de tudo, ele ensinou sobre a santidade de Deus e a importância de obediência à palavra dele.

A Rebelião de Corá (Números 16)

Uma congregação parada, que não procura fazer as conquistas que Deus pede, é terra fértil para brigas e problemas internos. Foi exatamente isso que aconteceu no deserto. A congregação de Israel estava parada, e os conflitos começaram a surgir entre irmãos. Corá, um levita da família de Coate (a mesma família de Moisés e Arão) conduziu vários outros homens numa rebelião contra os líderes escolhidos por Deus. Mais de 250 homens, líderes respeitados pelo povo, participaram dessa insurreição, alegando que todas as pessoas foram santas e igualmente dignas de guiar o povo.

Deus agiu prontamente. Ele convocou uma reunião e fez abrir a terra para engolir os principais líderes da revolta, juntos com suas famílias e posses. Mais 250 homens que apoiaram a rebelião foram consumidos por fogo.

A demonstração do poder divino contra os rebeldes devia ter resolvido o problema, mas o povo de Israel demorou para aprender. A congregação murmurou contra Moisés e Arão no dia seguinte, levantando a acusação incrivelmente absurda de que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor. Que ironia! Deus matou o povo do diabo, e a multidão acusou os servos de Deus de terem matado o povo do Senhor! Deus, na sua justiça, ameaçou matar todos de uma vez, mas Arão e Moisés se puseram entre a ira de Deus e o povo pecaminoso. Mesmo assim, morreram naquele dia 14.700 pessoas por causa dessas murmurações contra Deus e seus servos escolhidos.

O Bordão de Arão (Números 17)

Parece que o problema foi resolvido até o fim do capítulo 16. Os líderes da rebelião foram mortos, e quase 15.000 pessoas que os defendiam morreram, também. Mas Deus sabia que a raiz do problema ainda não foi tirada. As atitudes rebeldes do capítulo 16 refletiram um desrespeito da autoridade que o próprio Deus deu a Moisés e Arão. Foi necessário arrancar a rebeldia pela raiz.

O Senhor mandou que os príncipes de cada tribo levassem suas varas a Moisés. Ele especificamente disse que Arão representaria a tribo de Levi. Esse fato é importante. O principal líder da rebelião foi um primo de Arão, um levita da mesma família (veja Números 16:1 e Êxodo 6:18,20,21). Entre os levitas, Deus escolheu a casa de Coate para cuidar das coisas santíssimas (Números 4:2), mas Corá não estava contente com esse papel. Ele cobiçou a posição de seu primo, e tentou assumir uma posição que Deus não lhe deu. A primeira lição que Deus ensinou no capítulo 17 foi esta: Arão deve ser respeitado como líder dos levitas.

Moisés recolheu os cajados e os pôs no tabernáculo, diante do Senhor. Deus disse que o bordão do homem escolhido floresceria. É claro que isso seria um milagre e um sinal de Deus, mostrando qual tribo foi selecionada para representar o povo na presença dele. Moisés voltou no dia seguinte e achou onze bordões normais. A vara de Arão, porém, brotou, produziu flores e deu amêndoas! Uma vara viva não faria tudo isso numa noite só, muito menos uma morta! Deus claramente afirmou a sua escolha, para acabar com a rebeldia e as murmurações do povo de Israel (17:5,10).

Lições e Aplicações

Dessa história, podemos aprender várias lições proveitosas. Entre elas:

Œ A importância da fé. Mais de 600.000 homens morreram no deserto por falta de fé. Deus ia lhes dar a terra de Canaã, mas eles não confiaram no poder dele. Viram suas próprias fraquezas e limitações, e não olharam para Deus e o seu poder. “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

 Os perigos de ser inativos. Quando a congregação de Israel deixou de cumprir sua missão, dada por Deus, ela criou um clima desagradável que cultivou brigas e murmurações. Uma igreja, hoje em dia, deve ser ativa na missão dada por Deus. Devemos divulgar as boas novas e procurar resgatar homens e mulheres do pecado. Uma congregação que não se preocupa em progredir dentro da vontade de Deus acabará se destruindo com contenções e facções.

Ž A necessidade de ensinamento contínuo. Mesmo sabendo que os pais não entrariam na terra prometida, Moisés continuou ensinando a palavra de Deus aos filhos. A preparação da nova geração exigiu trabalho árduo, pois os próprios pais não demonstraram firmeza na sua fé. A instrução na palavra de Deus exige persistência, paciência e repetição (veja 2 Pedro 1:12-15, onde Pedro fala três vezes da necessidade de lembrar seus leitores de verdades já ensinadas). Cristãos e igrejas que agradam ao Senhor hoje enfatizam o estudo da palavra dele.

 As conseqüências do pecado. O povo rejeitou a palavra verdadeira falada por Calebe e Josué, e mais de 600.000 homens morreram no deserto. Corá e seus colegas induziram outros a rebelião, e eles e suas famílias foram engolidos pela terra. 250 homens apoiaram a rebelião, e foram consumidos por fogo. A multidão murmurou, e 14.700 morreram numa praga. Todos esses casos ilustram o princípio de Romanos 6:23: “... o salário do pecado é a morte”.

 O respeito pela autoridade de Deus. O problema fundamental nesses episódios infelizes no deserto foi a falta de respeito pela autoridade de Deus. Quando Deus promete, ele cumpre (Tito 1:2). Quando ele escolhe alguém para servir, a pessoa deve cumprir seu papel (Romanos 12:3-8). Quando Deus fala, devemos escutar (João 12:47-50).

Conclusão

Quase 3.500 anos atrás, o povo escolhido por Deus atravessou o deserto de Sinai. Ao invés de fazer uma viagem relativamente fácil até a terra preparada pelo Senhor, os israelitas reclamaram, cobiçaram, praticaram idolatria e se rebelaram contra Deus. Os mesmos problemas atropelam a fé de muitas pessoas hoje, que não demonstram a firmeza espiritual para enfrentar e vencer os desafios no caminho para o céu. Do exemplo deles, e da resposta definitiva que Deus lhes deu no bordão de Arão que floresceu, podemos aproveitar algumas lições essenciais. Dos erros dos israelitas, podemos aprender como superar as tentações para alcançar o nosso alvo eterno (veja 1 Coríntios 10:1-13). Deus é fiel. Sejamos, também, fiéis!

- por Dennis Allan

Leia mais sobre este assunto:
A Missão Espiritual da Igreja
Discórdias, Dissensões e Facções: Obras da Carne

Água em Vinho

(Jo. 2.7-10) “Disse Jesus aos serviçais: “Encham os potes com água”. E os encheram até a borda. Então lhes disse: “Agora, levem um pouco ao encarregado da festa”.Eles assim fizeram,e o encarregado da festa provou a água que fora transformada em vinho, sem saber de onde este viera, embora o soubessem os serviçais que haviam tirado a água. Então chamou o noivo e disse: “Todos servem primeiro o melhor vinho e, depois que os convidados já beberam bastante, o vinho inferior é servido; mas você guardou o melhor até agora.”(NVI).

VINHO. O sumo das uvas produzia diversas espécies de vinho. Pisadas as uvas no lagar (tanque de prensar uvas), corria o sumo (suco) para uma cuba (vasilha grande). A esse sumo chamavam "vinho novo"; e os judeus bebiam-no nesse estado; mas passado pouco tempo, principiava a fermentação. O vinho fermentado tinha diversos nomes. Algum era pouco melhor do que o vinagre, e formava a bebida comum dos operários, ou dos trabalhadores do campo durante o calor da colheita (Rt 2.14) “Na hora da refeição, Boaz lhe disse: “Venha cá! Pegue um pedaço de pão e molhe-o no vinagre”. Quando ela se sentou
junto aos ceifeiros, Boaz lhe ofereceu grãos tostados. Ela comeu até ficar satisfeita e ainda sobrou.”
(NVI). Foi este o vinho, fornecido em enormes quantidades por Salomão, para os rachadores de lenha no Líbano (2 Cr 2.10) “E eu darei como sustento a teus servos, os lenhadores, vinte mil tonéis de trigo, vinte mil tonéis de cevada, dois mil barris de vinho e dois mil barris de azeite.” (NVI). O vinagre que deram ao Salvador, quando estava na cruz (Mc 15.36) “Um deles correu, embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e deu-a a Jesus para beber. E disse: “Deixem-no. Vejamos se Elias vem tirá-lo daí.” (NVI), era provavelmente a "posca", uma mistura de vinho e água que costumavam dar aos soldados romanos; e o vinho com mirra era uma bebida estupefaciente.

A GLÓRIA DE JESUS MANIFESTA ATRAVÉS DO VINHO

Conforme já vimos, o vinho pode ser fermentado ou não, concentrado ou diluído. A resposta que cada um deve dar após uma análise, tem que ser baseada ou determinada pelos fatos contextuais (encadeamento de idéias de um escrito) e pela probabilidade moral. A posição a que este comentário dá, é a de que “Jesus fez vinho (oinos) suco de fruta integral e sem fermentação.” Os dados que se seguem apresentam fortes razões para REJEIÇÃO da opinião de que Jesus fez “vinho embriagante”, vejamos:

  1. O objetivo primordial desse milagre foi manifestar a Sua Glória (Jo. 2.11) “Este sinal miraculoso, em Caná da Galiléia, foi o primeiro que Jesus realizou. Revelou assim a sua glória, e os seus discípulos creram nele.” (NVI), de modo a despertar a fé pessoal e a confiança em Jesus como filho de Deus, Santo e Justo, que veio salvar os homens do pecado (Mt. 1.21) “Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” (NVI). Sugerir que Cristo manifestou a Sua divindade como o Filho Unigênito do Pai (Jo. 1.14) “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.” (NVI), mediante a criação milagrosa de inúmeros litros de vinho embriagante para uma festa de bebedeiras (Jo. 2.10 Nota: onde subentende-se que os convidados já tinham bebido muito) “...e disse: “Todos servem primeiro o melhor vinho e, depois que os convidados já beberam bastante, o vinho inferior é servido; mas você guardou o melhor até agora.” (NVI), e que tal milagre era extremamente importante para Sua missão Messiânica, requer um grau de desrespeito, e poucos se atreviam a tanto. Será, porém, um testemunho da honra de Deus, e da honra e glória de Cristo, crer que Ele criou sobrenaturalmente o mesmo suco de uva que Deus produz anualmente através da ordem natural criada. Portanto, esse milagre destaca a soberania de Deus no mundo natural, tornando-se um símbolo de Cristo para transformar espiritualmente pecadores em filhos de Deus. Devido a esse milagre, vemos a glória de Cristo “como a glória do Unigênito do Pai.”
  2. Contraria a revelação Bíblica quanto a perfeita obediência de Cristo a Seu Pai celestial (Jo. 4.34; Fp. 2.8,9) “Disse Jesus: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra... E, sendo encontrado em forma humana,humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome.” (NVI) supor que Ele desobedeceu ao mandamento moral do Pai: (Pv. 23.31) “Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente!” (NVI). Cristo por certo sancionou (aprovou) os textos Bíblicos que condenam o vinho embriagante como escarnecedor e alvoroçador (Pv. 20.1) “O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles.” (NVI), bem como as palavras de (Hc. 2.15) “Ai daquele que dá bebida ao seu próximo, misturando-a com o seu furor (fúria; ira exaltada), até que ele fique bêbado,para lhe contemplar a nudez.” (NVI). Veja mais: (Lv. 10.8-11; Pv. 31.4-7; Is. 28.7; Rm. 14.21) “Depois o SENHOR disse a Arão: “Você e seus filhos não devem beber vinho nem outra bebida fermentada antes de entrar na Tenda do Encontro, senão vocês morrerão. É um decreto perpétuo para as suas gerações. Vocês têm que fazer separação entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, e ensinar aos israelitas todos os decretos que o SENHOR lhes deu por meio de Moisés... Não convém aos reis, ó Lemuel; não convém aos reis beber vinho, não convém aos governantes desejar bebida fermentada, para não suceder que bebam e se esqueçam do que a lei determina, e deixem de fazer justiça aos oprimidos. Dê bebida fermentada aos que estão prestes a morrer, vinho aos que estão angustiados; para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e não mais se lembrem da sua infelicidade... E estes também cambaleiam pelo efeito do vinho, e não param em pé por causa da bebida fermentada. Os sacerdotes e os profetas cambaleiam por causa da bebida fermentada e estão desorientados devido ao vinho; eles não conseguem parar em pé por causa da bebida fermentada, confundem-se quando têm visões, tropeçam quando devem dar um veredicto... É melhor não comer carne nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa que leve seu irmão a cair.” (NVI).

O vinho fermentado é aquele que é embriagante. Comentar sobre este tipo de vinho, é fazer uma comparação verdadeira e paralela sobre o próprio termo “fermento e asmo”.
O fermento na Bíblia, é representado como símbolo da corrupção e do mal (Mt. 16.6) “Disse-lhes Jesus: “Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus.” (NVI).

A fermentação envolve “alteração, decomposição, deterioração, e, geralmente, simboliza o mal.

O vinho fermentado ou qualquer bebida alcoólica, corrompe os sentidos de uma pessoa, além do mais, o álcool escraviza e inibe qualquer reação da consciência naquele momento para o discernimento em juízo não importando a existência de regras morais estabelecidas, quer numa sociedade ou no âmbito espiritual do nosso Deus.

As ações daquele que se dá ao vinho, serão o espelho de suas convicções deturpadas e das disposições internas de um coração corrupto que não se importa em temer a Deus. Existe também uma palavra chamada “hedonismo”, que nada mais é do que considerar que o prazer individual e imediato é a finalidade da vida. Segundo a Bíblia, todos devemos dar contas de nossos atos e quando praticamos o que Deus requer e lhe agrada, não à lei que a restrinja, veja (Gl. 5.22-23) “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (sobriedade). Contra essas coisas não há lei (a lei é para os conforme: (I Tm. 1.9) “...Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes...)”(NVI) tudo o que fazemos deve ser para glorificar ao Senhor.

CONCLUSÃO

O culto que o homem deve prestar a Deus, deve ser o culto “racional”, onde todas as faculdades inerentes tais como sua capacidade de interpretar, conhecer, redargüir, discutir devem estar sóbrias, sem nenhum tipo de confusão, pois, o nosso Deus não é um Deus de confusão ou desordem (I Co. 14.33a) “Pois Deus não é Deus de desordem (ou confusão), mas de paz...” (NVI).

Nada melhor que concluir este estudo com estes versículos (Referem-se a coisas fermentadas – “do vinho fermentado”):

(Êx. 13.7) “Comam pão sem fermento durante os sete dias; NÃO HAJA NADA FERMENTADO ENTRE VOCÊS, nem fermento algum dentro do seu território.” (NVI);

(Êx. 12.15) “Durante sete dias comam pão sem fermento. No primeiro dia tirem de casa o fermento, porque QUEM COMER QUALQUER COISA FERMENTADA, do primeiro ao sétimo dia, SERÁ ELIMINADO DE ISRAEL.” (NVI);

(Mc. 8.15) “Advertiu-os Jesus: “Estejam atentos e tenham CUIDADO COM O FERMENTO dos fariseus e com o fermento de Herodes.” (NVI);

(I Co. 5.6-8) “O orgulho de vocês não é bom. Vocês não sabem que um pouco de fermento faz toda a massa ficar fermentada? Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. POR ISSO, CELEBREMOS A FESTA, NÃO COM O FERMENTO VELHO, NEM COM O FERMENTO DA MALDADE E DA PERVERSIDADE, MAS COM OS PÃES SEM FERMENTO, OS PÃES DA SINCERIDADE E DA VERDADE.” (NVI);

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

NÃO POSSO ESQUECER -CURSO FANTOCHES TURMA DO PRINTY

NÃO POSSO ESQUECER -CURSO FANTOCHES TURMA DO PRINTY

31/10/2009

Igreja Ass de Deus em Guarulhos
Local: Templo da igreja
End: Av. Mulungu, 25 jd. São João.

Horário:18:30
Contato: Neide. (11)2469-8430

sábado, 29 de agosto de 2009

LIVRO GRATUITO DE POESIAS: ÁGUAS VIVAS


LIVRO GRATUITO DE POESIAS: ÁGUAS VIVAS




Amados irmãos e leitores, é com imenso prazer que trago até vocês uma antologia poética.
ÁGUAS VIVAS é um e-book gratuito, uma antologia reunindo textos de 10 poetas evangélicos contemporâneos, apresentando autores relativamente pouco conhecidos ao lado de outros já consagrados, como o Pr. Israel Belo de Azevedo, Pr. Josué Ebenézer e o Prof. Noélio Duarte, membros Academia Evangélica de Letras do Brasil (AELB), e o bardo português João Tomaz Parreira, entre outros.Águas Vivas, mais que uma simples antologia poética, nasce como um oportuno projeto, que visa a aproximar ainda mais leitores e poetas evangélicos contemporâneos.
Por um lado divulgando a poesia evangélica e incentivando a produção de bons autores, e por outro, apresentando ao leitor um breve, mas significativo panorama da obra destes bravos bardos que têm na fé evangélica e no manejo das palavras o traço de sua união.
Tenha uma boa leitura, e sinta-se livre para compartilhar este livro eletrônico com seus amigos, irmãos e contatos, mas lembre-se: a obra não pode ser comercializada de nenhuma maneira, estando liberada sob uma licença Creative Commons.
Em ordem alfabética, os autores que compõem este livro são: Brissos Lino, Gilberto Celeti, Giovanni C. A. de Araújo, Israel Belo de Azevedo, J. T. Parreira, Josué Ebenézer, Luiz Flor dos Santos, Noélio Duarte, Sammis Reachers e Wolodymir Boruszewski (Wolô).
São 163 páginas, em formato PDF.
Você pode baixar, divulgar e compartilhar à vontade.Para baixar o livro, clique aqui:

http://poesiaevanglica.blogspot.com/2009/07/aguas-vivas-antologia-poetica-para.html

Irmãos, estejam livres para reproduzirem este post em seus blogs, e/ou disponibilizarem este livro para download direto a partir de seus blogs e sites, sejam pessoais ou institucionais, sem a necessidade de prévia autorização.
Sammis Reachers, org.
Espero que aproveitem amigos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Segredos com Deus


Aprenda a ter o Senhor como cúmplice
Existem alguns propósitos que Deus põe no coração do homem para que ele trabalhe em cima daquela promessa.
Revelar tudo que Deus põe em nosso coração a outras pessoas não é sábio.
Alguns projectos podem gerar inveja, ódio, frustração e outros sentimentos malignos naqueles que não estão na mesma fé e na mesma visão.
O livro de Provérbios 14:30 diz que a inveja é a podridão dos ossos.
Quando se tem o Senhor como cúmplice, as promessas se concretizam e os sonhos passam a ser uma realidade na vida do cristão.
Que Deus nos abençoe...
Bjs
www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com

NÃO A MENTIRA


Queridas (os) amigas(os), hoje irei falar sobre algo que muito me aborrece... A mentira!!

porque será que uma pessoa, gosta de mentir e falar da outra?

Porque e', o que esta dentro dela...
Tem pessoas, que não sabe manter sua boca fechada, e só sabe maquinar o mau, contra seu próximo.
Ela dorme, levanta , pensando em como destruir o outro !!
Pior e' que muitas das vezes essa pessoa se passa de companheiro ou de amigo...
Que vergonha!!!
Isso me faz lembrar de algo muito enterres ante... Do joio e do trigo.
O joio esta sempre junto do trigo...querendo ser como o trigo..mas e' impossível !!
A verdade sempre vai aparecer, e ela vai acabar mostrando, aquilo que realmente , ela e'.

O pecado da mentira, e' como as raposinhas.. muitos só se preocupam com OS GRANDE PECADOS, mas os maiores estragos , são feitos pelas pequenas raposas...
Você quer conhecer , uma pessoa??
Vê os frutos que ela da!!!
Beijos amigas, e fiquem vigilantes contra as raposinhas, vamos dizer NÃO a MENTIRA!!
Na fé.

domingo, 23 de agosto de 2009

Quatro passos para alcançar os meus alvos


Intro:
Todos nós temos alvos para a nossa vida. Todos querem alcançar alguma coisa.
Casar, comprar uma casa, fazer uma viagem, se formar em alguma coisa...
Temos alvos espirituais também: receber o batismo com o Espírito Santo, receber unção de Deus, crescer ministerialmente, ser um pregador, ser um cantor de nome, e muitos outros.
A Bíblia mostra homens de Deus que tinham alvos a ser alcançados e que alcançaram estes alvos.
àQual era o alvo de Moisés? Conduzir o povo para fora do Egito;
àDe Davi? Formar uma grande nação em torno de um reino;
àDe Salomão? Construir o templo;
àDe João Batista? Preparar o caminho para Jesus;
àDe Jesus? Ir ao calvário por nós...

Todos estes alcançaram seus alvos desejados porque tinham um rumo, uma direção.
Diz certo ditado popular: “Para um barco sem rumo, qualquer vento serve”.
Baseado no texto lido quero falar sobre quatro passos para nós alcançar os nossos alvos.
Evidentemente que esse texto fala de uma carta Jeremias enviou para o povo de Israel que encontrava no cativeiro da Babilônia. Mas podemos sim através desse, tirar lições para nossa vida:
1. Não se iluda (vv 8-9)
No cativeiro da Babilônia, haviam profetas mentirosos.
Você já ouviu mentiras demais, mas mesmo assim mantenha os pés no chão, cresça e amadureça.
Peça discernimento a Deus, não acredite em tudo. Há pregadores que prometem o céu aqui na Terra.
Campanhas de prosperidade, loteria evangélica, etc.; é claro que Deus quer nos dar uma vida próspera e abundante, mas a vida cristã é feita também de lutas e provas.
Antes de recebermos a coroa, ás vezes é preciso experimentar os espinhos.
Lutas, provas, tribulações, são uma maneira de Deus ensinar os crentes (Rm 5:3-4; I Pe 1:7).
Não é o céu na Terra que Deus promete em sua palavra, mas além da sua proteção e provisão, ele promete a vida eterna na glória com ele.

2. Busque prosperar (vv 5-6)
Devemos procurar alcançar coisas neste mundo em pelo menos duas áreas:
àMaterialmente: construa sua casa, plante;
àRelacionalmente: forme famílias.
Há crentes que se conformam com qualquer situação. Acham que a vida está boa demais como está:
“Meu dente caiu! Ta bom demais vou colar com Super – Bonder!”.
“Meu chinelo arrebentou! Ta bom vou grudar com ramona!”
“Minha meia furou! Ta bom é do lado de dentro do sapato mesmo!”
Meu irmão, não seja assim, procure trabalhar, estudar, crescer na sua vida. Não seja acomodado, Deus vai te ajudar, mas você precisa fazer sua parte.
Veja o que diz em Rm 12:2.
É claro que você tem que colocar Deus em primeiro lugar, mas isso não atrapalha sua vida secular lá fora.
Paulo teve de escrever aos Tessalonicenses e exortá-los porque eles estavam achando que a vinda de Jesus seria naqueles dias e então eles não queriam mais trabalhar (II Ts 2:1-2; II Ts 3:10).
Enquanto aguardamos Jesus voltar, podemos ter alvos materiais. Podemos casar estudar, formar, comprar carro, casa.

3. Busque a paz e ore pela sua cidade (vv 7)
Busque viver em paz com o próximo mesmo que ele não seja evangélico (Rm 12:18).
Jesus alcançou o seu alvo neste mundo, porque Jesus é o príncipe da paz.
Quem tem Jesus alcança os seus alvos com a paz de Deus em seu coração, orando por seu município e autoridades locais (I Pe 2:13-14; Rm 13:1).

4. Busque ao Senhor (vv 13-14)
Jesus nos ensinou que se buscarmos o seu reino em primeiro lugar, as demais coisas nos serão acrescentadas (Mt 6:33).
O mal deste século é a ansiedade. Vivemos correndo feito loucos em busca dos nossos alvos.
Mas quem busca ao Senhor, não sofre de ansiedade, pois sabe que Deus tem o melhor pra nós (Jr 29:11).

Os quatro grandes espetáculos da Bíblia
Lc 23:48

Intro:
Quero falar nesta noite sobre os quatro grandes espetáculos da Bíblia.
O que é um espetáculo?
Definição do Aurélioà Tudo o que chama a atenção; atrai e prende o olhar; representação teatral ou semelhante função; cena ridícula ou escandalosa.
Existem vários espetáculos no Mundo que atrai a atenção das multidões: Shows, Circos, Desafios, etc.
Existem espetáculos da natureza: furacões, vulcões, etc.
Mas os espetáculos que eu quero falar nesta noite não são nenhum desses. São grandes espetáculos bíblicos que chamaram a atenção do povo naquela época.

1. O Espetáculo do nascimento
Há muitos anos Israel aguardava a vinda do Messias. O profeta Isaías já havia profetizado a vinda do Messias (Is 7:14) (Is 9:6)
O nascimento de Jesus foi um grande espetáculo. Uma virgem concebeu. O rei Herodes por medo, mandou matar todas as crianças abaixo de 2 anos.
Os magos viram a estrela no Oriente e vieram a Jerusalém com presentes para adorá-lo (Mt 2:1-3).
Os anjos apareceram para os pastores que estavam no campo. Os anjos apareceram ali adorando a Deus (Lc 2:14).
O nascimento de Jesus foi um espetáculo tão grande que mudou até o calendário do Mundo.
àPara nós os salvos, o grande espetáculo não foi nem tanto Jesus ter nascido numa manjedoura;
àMas sim, o nascimento de Jesus em nossos corações;
àAté hoje os homens querem lembrar a manjedoura onde ele nasceu;
àNós lembramos o dia de seu nascimento em nosso coração.

2. O Espetáculo da crucificação
O texto lido diz que havia multidões reunidas para este espetáculo.
O homem que levantou os paralíticos, abriu olhos dos cegos, multiplicou os pães, andou sobre as águas, ressuscitou os mortos, etc.
Agora sendo crucificado pelos romanos. O calvário começou no Getsêmani onde Jesus foi traído e preso, interrogado pelos fariseus, interrogado por Pôncio Pilatos, entregue para ser açoitado pelos soldados romanos.
O chicote do soldado tinha chumbo e osso de carneiro.
Levado diante da multidão como espetáculo para ser escolhido entre ele e o homicida Barrabás.
Colocaram em sua cabeça uma coroa com 72 espinhos, entregue para ser crucificado. A cruz que ele carregou pelas ruas pesava 80 quilos. Pregado nesta cruz, multidões estavam ali vendo a morte de Jesus como um espetáculo.
Quando ele estava na cruz, houve trevas na terra das 6h ás 9h.
Quando Jesus expirou, houve um terremoto em Jerusalém, mortos foram vistos ressuscitados, e até o véu do templo que pesava 2000 quilos se rasgou de alto até a baixo. Até hoje a morte de Jesus é um espetáculo para multidões, fazem-se filmes, peças de teatro mostrando este fato ocorrido.
àPara nós os crentes, a morte de Jesus é um espetáculo também;
àMas não somente para admirar seu amor, sua bondade, humildade, obediência;
àNem tampouco para nos emocionar com seu sofrimento;
àMas é um espetáculo para nós porque ele pagou com a sua morte o preço da nossa salvação;
àO véu se rasgou nos dando direito de chegar à presença de Deus.

3. Ressurreição
O maior espetáculo do Cristianismo, base da nossa doutrina: Cristo morreu por nós, mas ao terceiro dia ressuscitou.
Que grande espetáculo:
àA pedra foi removida;
àJesus apareceu para Maria Madalena;
àApareceu para dois discípulos no caminho de Emaús;
àApareceu para os discípulos;
àApareceu para mais de 500 pessoas antes de subir para os céus.
Para nós esse espetáculo é pilar da nossa fé: que Jesus ressuscitou e está vivo e vivo para todo sempre. A morte foi derrotada por Cristo na ressurreição.

4. Espetáculo do Arrebatamento
Este espetáculo ainda está para acontecer. Acontecerá em sete milésimos de segundo. Será num abrir e fechar de olhos.
Nós os fiéis do Senhor, faremos parte deste grande espetáculo
(I Co 15:51-52). Não sei se será o Plantão Globo, ou o SBT, ou na Record News, mas todos irão anunciar o maior espetáculo de todos os tempos:

Esperando o que Deus vai fazer
Js 6:10

Intro:
Uma das grandes dificuldades nossa, como crente é no que diz respeito à fé e a impaciência.
Quando estamos enfrentando uma adversidade, ou quando buscamos algo de Deus, na maioria das vezes, nós não sabemos esperar, quando na verdade esperar, é o sinônimo de quem confia, crê e tem fé.
Nós somos imediatistas ao passo que Deus faz a coisa certa no momento certo.
Eu quero tirar hoje deste tema lições preciosas para a nossa vida de fé.
Vejamos alguns exemplos de pessoas que souberam esperar em Deus:

1. Josué em Jericó
Logo após atravessar o Jordão, a primeira cidade que Israel tinha que conquistar era Jericó.
Estrategicamente falando, era a principal cidade para o povo conquistar, agora o problema todo era a muralha da cidade: 9 metros de altura e 6 metros de largura.
A Josué Deus deu um plano detalhado, mas ao povo nada foi dito, somente que aguardassem em silêncio (Js 6:10).
Israel não tinha naquela época exército formado nem conhecimentos militares, e muito menos armas de guerra. Eles eram ex-escravos, recém saídos do deserto.
A única coisa que tinham era as PROMESSAS DE DEUS, e é isso que faz a diferença.
Durante seis dias eles rodearam a cidade de Jericó em silêncio sem entender nada. Esperando apenas a ordem de Josué.
No sétimo dia veio a ordem: “gritai”. Eles gritaram e os muros caíram por terra.
Aplicaçãoà Nem sempre Deus age de forma imediata e de forma progressiva:
àÉ nessas horas que temos que esperar confiantemente no senhor em silêncio, esperando ele agir.
àQuem sabe diante de você e suas vitórias existe uma grande muralha. Diante de seus olhos parece impossível você vencê-la.
àMas eu te digo não se desespere, não desista, não murmure, apenas confie em Deus que as muralhas vão cair por terra.
àA ordem de Josué para o povo foi rodeai a cidade em silêncio;
àA ordem de Deus para nós é rodeai as muralhas em silêncio, sem reclamar, sem murmurar.
àNão é ficar passivo, parado; rodear significa: jejuando orando, consagrando.
Enquanto Israel mais de dois milhões de pessoas rodeou a cidade por treze vezes, as estruturas das muralhas se enfraqueciam. Depois foi só gritar e o poder de Deus se manifestou e as muralhas caíram.
Enfraqueça as muralhas da sua vida com oração e jejum. Na hora certa Deus vai mandar você dar obrado da vitória e os muros irão cair. É só esperar e veremos o que Deus vai fazer.

2. Naamã o leproso
Todos nós conhecemos a história de Naamã o general da Síria, porém leproso.
Naamã depois de ouvir o que a escrava de Israel que estava em sua casa lhe disse, viajou para Israel para ser curado pelo profeta Eliseu.
Agora Naamã esperava uma operação pomposa, ritualística, cerimoniosa. Porém Eliseu o pediu o mais simples: “Vai e lava-te sete vezes no Jordão e serás purificado, sua carne será restaurada” II Rs 5:10
Existem crentes que até esperam em Deus, mas ficam esperando algo complicado. Deus vai mandar aqui um anjo ou vai fazer chover fogo. Na verdade Deus pode sim fazer tudo isso, mas Deus age de maneira simples.
O homem complica e Deus simplifica:
1. Elias saiu da caverna e esperou Deus no vento, no terremoto e no fogo, àporém Deus estava na brisa suave;
2. O paralítico de Betesda esperava um anjo que descia do cem de ano em ano, àporém Jesus veio pessoalmente no tanque;
3. O centurião pediu a cura do seu criado, àporém foi sábio e entendeu que precisava que Jesus fosse pessoalmente a sua casa.

Aplicaçãoà Continue esperando em Deus.
De maneira grandiosa e de maneira simplificada Deus vai agir na sua vida, a hora certa quem sabe é Ele.
Não murmure, não entre em pânico, aguarde e você verá o que Deus vai fazer na sua vida!


Como manter a piedade em ambientes impiedosos
Dn 6:25-28

Intro:
Por causa da presença do Diabo neste Mundo, que trabalha 24hs por dia para desviar a nossa mente e coração da presença de Deus, nunca é fácil manter um testemunho vibrante de justiça e piedade.
E há ocasiões que isso se torna ainda mais difícil uma destas ocasiões é quando estamos fora do ambiente que nos é familiar.
Ser crente dentro da igreja é muito fácil. Dar um bom testemunho mostrar-se fiel dentro da Igreja é fácil demais.
Eu queria ver isso era lá de fora, longe do olhar do pastor e dos irmãos. Talvez até num ambiente que é contrário á fé cristã.
No texto lido esta noite dez mil cativos haviam sido levados para a Babilônia. Neste grupo havia um rapaz de mais ou menos quatorze anos de idade. Este jovem havia de se tornar uma das pessoas de maior influência de sua época.
Até hoje poucas pessoas tem influenciado tantos jovens como Daniel.
Daniel era um crente termostato e não termômetro: O Termostato (é usado em geladeiras e freezers) controla a temperatura; e o termômetro é usado somente para medir a temperatura.
O crente termômetro não faz nenhuma tentativa de mudar a situação.
Daniel venceu pelo menos três testes. No capítulo 1, Daniel venceu o teste físico (Dn 1:5-8).
No capítulo 2, Daniel enfrentou o teste mental da interpretação do sonho do rei (Dn 2:16-19).
No capítulo 3, Daniel enfrentou o teste espiritual, mas agora ele não era mais o jovem de 14 anos e sim um idoso de 80 anos de idade.
Daniel havia aprendido que o sucesso depende da nossa escolha e não do acaso. Já havia passado três reinados, e Daniel permanecia firme dando um bom testemunho.
O crente fiel ele permanece. Pode cair o rei, o sistema, o reinado, tudo passa, mas o que teme a Deus este permanece (I Jo 2:17).
Mas afinal de contas, Daniel deu três passos para sustentar o seu bom testemunho.

1. Ele salvaguardou a sua reputação Dn 6:3-4
Daniel tinha uma preocupação com o seu caráter. No meio dos ímpios ele dava um bom testemunho, a ponto dos outros príncipes invejá-lo, pois o rei pensava em colocá-lo sobre eles.
E você, tem guardado a sua reputação? O que os seus vizinhos, colegas de trabalho e de escola tem dito sobre você?

2. Ele conservou suas prioridades
Acontecesse o que fosse a prioridade de Daniel era estar em oração com Deus (Dn 6:10).
Sabe porque a igreja hoje não consegue manter a piedade neste mundo impiedoso?
E porque a nossa oração, a comunhão com Deus não é a nossa prioridade. “Deus é se sobrar tempo; orar é só se der tempo; ler a Bíblia é depois; vir no culto é de vez em quando”; temos em nossa vida o trabalho como prioridade, nosso lazer, nosso descanso, e Deus fica em último lugar...
Mas veja como Jesus nos ensinou em Mt 6:33-34.

3. Daniel servia a Deus continuamente (Dn 6:18-19)
A afirmação que foi estampada em sua vida foi confirmada na sua experiência.
Não havia em Daniel nenhuma lesão porque confiou em Deus
(Dn 6:23).

Conclusão:
A grande verdade, é que a decisão determina o destino. Quando deixamos Deus ter o primeiro lugar na nossa vida, ele nos ajuda a sermos fiéis em ambientes infiéis.
Temos que ser como a garça, mesmo em ambientes sujos como os mangues, ela permanece branca e limpa.
Jamais conseguiremos ser piedosos sozinhos, mas se fizermos nossa parte, Deus nos ajudará a vencer neste mundo de pecado e impiedade.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ONDE ESTÁ JESUS...

João 20:11-18- Esse texto é lindo e fala sobre a ressurreição de Jesus. O que me chama a atenção foi a atitude de Maria Madalena, diante de coisas maravilhosas (o privilégio de ser a primeira pessoa a ver Cristo ressurreto) ela só conseguia sentir tristeza, só tinha olhos para o passado. Enquanto Maria Madalena chorava olhando para o túmulo, dava as costas para Jesus que devia estar rindo de sua falta de fé na promessa feita por Ele de que ressuscitaria.

Como você tem vivido? Para onde você tem olhado? Onde está Jesus na sua vida?

1º Quando olhamos para o passado...só focamos nas perdas

Muitos só vivem do passado, naquilo que tiveram, como eram felizes. Colecionam frustrações e derrotas, fazem tanto isso que não conseguem mais viver sem a perspectiva da desgraça rondando suas vidas. Maria Madalena estava focada no túmulo, seus olhos não se fixavam noutro lugar que não o túmulo vazio. Deus nunca se preocupou com nosso passado, mas enviou Jesus para nos dar uma perspectiva de futuro. Onde está Jesus na sua vida?

2º Quando olhamos para o passado...perdemos a perspectiva de futuro

As lágrimas derramadas muitas vezes nos impedem de notarmos a presença de Cristo nos momentos difíceis. Jesus disse que ressuscitaria, mas porque Maria Madalena não acreditou? Porque a preocupação dela era com um corpo morto, com o passado, com o que Jesus já tinha feito, sua preocupação era com a perda e não com a possibilidade de vitória. Ela se esqueceu do que Jesus veio fazer e que sua morte foi apenas o início.

3º Quando olhamos para o passado... não percebemos a presença de Jesus

Um coração pode estar repleto de Jesus e buscá-lo com dor, e apesar disso não o ver imediatamente quando ele lhe concede sua maravilhosa presença. A especialidade do Diabo é tentar nos conduzir ao total esquecimento e sentimento de abandono ou cegar nossa visão com relação a presença de Cristo em nossa vida. Maria Madalena falava com Jesus, mas achava ser somente o Jardineiro... Uma visão distorcida, humanista, racional. Hoje em dia nós não temos a sensibilidade espiritual de percebermos a presença de Jesus nas grandes aflições ou nos pequenos detalhes.

4º Quando damos as costas para o passado contemplamos a beleza de Cristo

Maria já sem perspectiva, cegada e traumatizada pela morte de Jesus, continuava de olho no túmulo vazio. Jesus deu a ela a chance do reconhecimento, falou com ela. Maria estava tão perturbada que não o reconheceu fisicamente nem o timbre de sua voz que tanto escutara. Quando o Senhor a chama pelo nome: - Maria, ela pensa...ôpa, conheço essa voz...assim como aconteceu com Paulo, as escamas lhe caíram dos olhos. Isso só aconteceu quando ela deu as costas para o túmulo e ficou de frente para Jesus.

O relacionamento agora era diferente, a perspectiva era outra ela queria tocar, abraçar Jesus,

Mas ela não deve fazê-lo. Não deve imaginar que sua ressurreição significa o retorno à vida atual e no relacionamento atual com os seus. Ela não pode nem deve buscar dele um relacionamento permanente de natureza terrena. "Não me toques." A ligação com ele há de ser muito diferente, conforme Jesus predisse aos discípulos nos discursos de despedida, muito mais íntima e próxima do que até então, a habitação de Jesus em seu coração, mas que apesar disso e justamente por essa razão não é mais um confronto terreno tangível.

Mas agora Maria deseja "segurar" o Mestre amado. Então Jesus precisa lhe dizer: "Não me segures", "solte-me". Agora ainda não é o momento de um contato com ele, que traria felicidade somente a Maria, por "reencontrar-se" com Jesus. Agora é preciso que muitas coisas aconteçam! É preciso levar a notícia aos discípulos, e justamente Maria deve ser a mensageira. Maria, solte-me e cumpra a incumbência que lhe dou!

Porém justamente nesse momento Jesus os chama de "meus irmãos", aos quais Maria deve dirigir-se. Isso representa perdão de toda a culpa e restauração da comunhão completa com eles: "Dize a meus irmãos".

"Então, saiu Maria Madalena anunciando aos discípulos: Vi o Senhor! E contava que ele lhe dissera estas coisas." Agora se cumpriu nela o que Jesus dissera a seus apóstolos em Jo 14.21; 15.10: "Aquele que tem os meus mandamentos e guarda, esse é o que me ama." O amor genuíno a Jesus não vive com sentimentos impulsivos nem com contatos físicos e reverências, mas pelo cumprimento de seu envio.

Para onde você tem olhado? Para as circunstâncias da vida? Para as perdas? Olhe para Jesus e deixe-o guiar sua vida, sendo seu Senhor e Salvador, e que Ele nos abençoe.

Abraços do amigo e pastor

SANSÃO: pensava que podia fazer o que bem entendia de sua vida

SANSÃO: pensava que podia fazer o que bem entendia de sua vida

Juízes 13.24

INTRODUÇÃO

Você viu alguém ou você mesmo já se sentiu que tinha tudo para dar certo, mas muitas coisas saíram dos trilhos e acabou dando tudo errado?

Estamos diante da história de um homem que teve um excelente começo, pois foi destinado a ser um grande homem com uma missão especial de libertador de seu povo, mas uma jornada de vida turbulenta e um fim triste. Estamos falando de Sansão.

Os principais fatos da vida de Sansão:

1 - Nasceu de forma miraculosa (Jz 13.2)

2 - Foi consagrado ao Senhor como um nazireu (13.5)

3 - Apaixonou-se por uma filistéia (14.2)

4 - Despedaçou um leão com as própria mãos (14.6)

5 - Tirou mel, comeu e deu aos seus pais da carcaça apodrecida do leão que matara (14.8,9)

6 - Casou-se com a filistéia por quem se apaixonara, mas não consumou o casamento (14.20)

7 - Na festa de casamento arrumou encrenca ao propor um enigma que só ele sabia a resposta. A esposa arrancou a resposta porque foi ameaçada de morte (14.14,15,17).

8 - Por vingança, Sansão prendeu trezentas raposas, incendiou fachos em suas caldas e pôs fogo na plantação de trigo, vinhas e olivais dos filisteus (15.4-5)

9 - Sansão se permitiu ser entregue pelos habitantes de Judá aos filisteus porque confiava em sua força (15.13)

10 - Sansão mata 1.000 filisteus com uma queixada de jumento (15.15)

11 - Procurou prostituta em Gaza (16.1)

12 - Apaixonou-se por Dalila (16.4)

13 - Mentiu duas vezes pra ela sobre sua força (16.7, 11)

14 - Sansão contou a verdade para Dalila (16.17)

15 - Sansão foi derrotado pelos filisteus (16.21)

16 - Sansão destrói o tempo de Dagom (16.30)

17 - Sansão é sepultado pelos seus parentes (16.31)

1 - SANSÃO TINHA TUDO PARA DAR CERTO

a) Nasceu de forma miraculosa

b) Foi consagrado pelos pais como nazireu de Deus

O que era um nazireu?

Um homem ou mulher consagrado ou separado para Deus que não podia fazer três coisas: tocar algo imundo, tomar bebida forte e cortar o cabelo. O voto podia ser para uma vida toda ou para um período específico.

c) Foi aceito pelo Senhor

d) O Espírito do Senhor se apoderava dele

e) Fez coisas extraordinárias


2 - O QUE ACONTECEU PARA DAR TUDO ERRADO


a) Quebrou o voto de nazireu: quando pegou mel da carcaça do leão e cortou o cabelo


b) Perdeu a noção de onde realmente vinha o poder: "O Espírito do Senhor"


c) Não viveu à altura do significado de seu voto


d) Viva sempre em conflito entre a vontade de Deus e suas paixões

-Sansão não pode ser culpado por ter sido estúpido, mas sim por ser dominado pela paixão sensual. Ela sim o levou a perder tudo, pouco a pouco.

-Sansão tinha uma paixão cega e destrutiva.


e) Não vivia contente com o que tinha em seu próprio povo

-mulheres ou coisas dos filisteus

-mito da grama mais verde

-mito da grana mais firme


f) Destruiu a sua vida deixando que os seus olhos determinassem sua conduta


g) Foi imaturo e inconseqüente nas suas relações afetivas


h) Gostava de brincar com o inimigo

-mulheres filistéias, prostituta filistéia, etc.

-Sua prepotência o impediu de perceber o perigo que corria.


i) Foi resistente aos conselhos dos pais


j) Viveu 20 anos debaixo de tensão porque se envolveu em arrogância, sensualidade e secularismo.

k) Foi abandonado por Deus e nem percebeu

-Teve os olhos vazados - CEGUEIRA

-Trabalhou como escravo num moinho de trigo - ANDOU EM CÍRCULOS

-Virou motivo de piadas - PERDEU A AUTORIDADE

-Teve que contar com um último ato de misericórdia de Deus

3 - APLICAÇÕES PARA NÓS

a) Devemos investir mais na edificação de um caráter espiritual contra um mundo de aparência.

b) Devemos investir mais na pureza da mente contra uma vida de malícia e sensualidade.

c) Evitemos a tirania do coração.

d) Resolvamos o conflito entre a vontade de Deus e as nossa paixões

e) Tomemos consciência que o chamado de Deus não nos torna pessoas infalíveis ou livres do pecado.

f) Não sacrifiquemos a fé pela satisfação de nossas paixões.

g) Apesar de Deus ter cumprido os seus propósitos de libertar o povo dos filisteus, não significa que Sansão seja inocente. Ele pagou pelos seus erros.

h) Quando fazemos de nossa vida o que bem entendemos, só deixamos nossos restos para a família.

i) Quando não cumprimos os propósitos de Deus em nossas vidas acabamos andando em círculos e às cegas.

http://jonascelestino.wordpress.com/

INOCENCIA OU IMPRUDENCIA


2 Reis 4:38-41
Um grupo de profetas estavam famintos, um deles foi buscar alimento numa época de pouco alimento, pegou uma grande quantidade, mas trouxe junto uma planta venenosa que foi misturada à comida. Esta atitude nos leva a refletir sobre a diferença entre inocência X imprudência. Hoje não somos tão inocentes apesar de ser a alegação de vários, na verdade somos imprudentes.
Somos imprudentes porque:
1º VIVEMOS HOJE A ESCASSEZ DA PALAVRA DE DEUS- (38). Existe o alimento físico que era um problema daquela época e ainda hoje para muitos, mas existe também a falta do alimento espiritual. Hoje a Palavra de Deus é algo admirado por muitos, mas conhecido por poucos. A escassez vem dos púlpitos e do pouco interesse do povo em se dedicar a conhecer aquilo que liberta, que realmente nos dá sustentabilidade para suportar os dias maus.Você faz parte de qual grupo? O grupo que tem passado fome espiritual (fome no sentido de fraqueza e não de desejo), ou daqueles que se dedicam e tem na Palavra de Deus o seu manual de regra e conduta de vida?


2º VIVEMOS O PERIGO DE MISTURAR O QUE É ESPIRITUAL COM AQUILO QUE É MUNDANO (39) O grande perigo é o de acontecer na nossa vida o que aconteceu com o profeta. Um coração cheio de boas intenções, desejoso de fazer o bem, obediente, mas sem ter o real conhecimento do perigo que se apresentava diante dele. Uns agem na inocência (o caso do profeta) outros na maldade. Falta-nos discernimento espiritual para conseguirmos separar aquilo que é venenoso, danoso, mortal, daquilo que nos edifica, nos abençoa, nos transforma. É a consequência da escassez da Palavra de Deus na nossa vida. Não existe a possibilidade da convivência das trevas com a Luz, não podemos dizer que amamos a Deus se permanecemos no pecado. Necessário é retirar de nossas vidas tudo o que é mundano, venenoso. Existe na tua vida algum veneno (pecado) que você julga não ser pecado? Saiba que corres um grande risco de sofrer pior das mortes, que é a espiritual.


3º NÃO SABER A HORA DE PARAR (40) Todos experimentaram o veneno, mas sentiram que algo estava diferente e todos começaram a gritar para Eliseu comunicando-o de que o alimento estava envenenado. Saber a hora de parar faz toda a diferença. Se existisse um profeta mais "gulosinho" talvez não desse atenção ao alerta feito e continuaria comendo e sua morte seria certa. Da mesma forma existe o "crente gulosinho" que sempre acha que pode ir mais além, mas seO Diabo age com sutileza, tenta entrar de forma suave em nosso meio transformando verdade absoluta em algo relativo. Humanamente falando não sabemos a hora de pular fora do pecado que cometemos ou estamos por cometer. Não é inocência, é imprudência. Temos que através do Espírito de Deus buscar a orientação para sair dos pecados que nos rodeiam. Você sabe a hora de parar?


4º SÓ A INTERVENÇÃO DIVINA PODE TRANSFORMAR MORTE EM VIDA (41). Para que todos não morresem de fome, precisou da intervenção do profeta Eliseu e de um ingrediente na comida para retirar dela o veneno. De forma miraculosa aquela farinha teve o poder de transformar aquela comida. Hoje nossa vida está completamente envenenada pelo pecado e precisamos da intervenção de Jesus para virar o jogo. A farinha não pode ficar de fora, se Eliseu não tivesse colocado ela na panela seria impossível todos se alimentarem. Da mesma forma Jesus precisa entrar na sua vida de forma integral para sugar todo o veneno que está circundando sua vida. Resumindo, só Jesus pode dar vida àquilo que está morto.


Não seja imprudente, busque ao Senhor enquanto se pode achar...
Com carinho do amigo e pastor

Naamã teria tudo para ser feliz por sem bem sucedido em sua profissão, mas algo lhe atormentava muito, uma enfermidade, a lepra. Naamã era poderoso por fora, mas vulnerável por dentro, hoje somos do mesmo jeito, tentamos ocultar e esconder nossas fragilidades. Naamã conseguiu oseu milagre e você também pode conseguir, o que você precisa entender é:

1º NAAMÃ TINHA SUCESSO EXTERNO, E UMA IMENSA TRISTEZA INTERNA- v.1 -Naamã, o comandante do exército da Síria, era muito respeitado e estimado pelo rei do seu país porque, por meio de Naamã, o Senhor Deus tinha dado a vitória ao exército dos sírios. Ele era um soldado valente, mas sofria de uma terrível doença da pele.

Tinha algo que seu dinheiro, conhecimento, autoridade não poderia comprar, a sua cura, ter de volta a alegria de viver. Como um leproso, vivia as severas conseqüências de sua enfermidade. Um herói nos campos de batalha, mas um leproso em casa. A lepra separa: o convívio dele não era normal com sua família, o medo do contágio. A lepra levava a perda da sensibilidade, a lepra deformava, mutilava, deixava cicatrizes profundas, a lepra era contagiosa, a lepra muitas vezes matava. Assim é o pecado em nossa vida, separa, deforma, leva a perda da sensibilidade, deixa cicatrizes profundas etc. Pensamos muito no sucesso exterior e nos esquecemos do nosso interior. Naamã, um general bem sucedido mas com uma grande crise interior. Na nossa vida também é assim, vivemos uma fortaleza exterior, mas muitas vezes uma tristeza, ou fracasso interior. Deus quer curar a lepra do pecado que vem roubando suas forças e alegria, só Jesus pode mudar sua história.

2º ELE ESCONDIA SUA FRAQUEZA ATRÁS DE SUA ARMADURA- Quando alguém olhava para Naamã, via nele uma fortaleza, um general renomado, poderoso, vitorioso, mas bastava tirar a armadura toda a sua fragilidade era exposta. Nós temos dificuldades de tirarmos a armadura do orgulho que cerca e domina nossas vidas. Mostramos nosso vigor, mas ocultamos nossas fragilidades. Fazer isso na sociedade nos tempos atuais é até aceitável, mas, fato é que muitos se relacionam com Deus vestidos com suas armaduras, achando que Deus não pode ver através delas. Deus age quando mostramos, expomos a ele com nossos lábios nossa fragilidade ou através das nossas atitudes de dependência e fé. Você tem algo escondido em sua vida? Vive vestido com a armadura do auto-engano? Jesus quer mudar sua vida devolvendo-lhe a alegria de viver.
3º PENSOU QUE AS BÊNÇÃOS DE DEUS PODERIAM SER COMPRADAS COM RIQUEZAS - 5b- Então Naamã saiu, levando uns trezentos e cinqüenta quilos de prata, e uns setenta quilos de ouro, e dez mudas de roupas finas. 6 A carta que ele levava dizia assim: "Esta carta é para apresentar Naamã, que é meu oficial. Eu quero que você o cure." Naamã levou 350 kg de prata, muito ouro e roupas finas, mas o favor de Deus não se compra, não tem preço, não é assim que Deus funciona. Deus não se compra. Eliseu o profeta de Deus não se impressionou com a mercadoria, nem sair para atender aquele homem poderoso ele saiu. Enquanto o rei de Israel se apavorou rasgando as roupas e achando que seria o fim de sua nação, Eliseu mandou que o Naamã o procurasse. No Reino de Deus as glórias pessoais não nos colocam em posição especial ou nos dá deferências no caso de uma necessidade. Naamã acostumado a ser paparicado, achou que Eliseu o receberia com honras e tudo mais, mas isso não aconteceu. Os valores do Reino são outros, a graça de Deus não é um produto que pode ser comprado. Saiba que Deus ama você do jeito que você é e Ele não está preocupado com o seu currículo, posição social, para que disso dependa sua bênção. Você acha que é possível comprar o favor de Deus?
4º O FAVOR DE DEUS NOS ALCANÇA QUANDO DECEMOS DO PEDESTAL DO ORGULHO - 11 Mas Naamã ficou muito zangado e disse: — Eu pensava que pelo menos o profeta ia sair e falar comigo e que oraria ao Senhor, seu Deus, e que passaria a mão sobre o lugar doente e me curaria! 12 Além disso, por acaso, os rios Abana e Farpar, em Damasco, não são melhores do que qualquer rio da terra de Israel? Será que eu não poderia me lavar neles e ficar curado? E foi embora muito bravo. 13 Então os seus empregados foram até o lugar onde ele estava e disseram: — Se o profeta mandasse o senhor fazer alguma coisa difícil, por acaso, o senhor não faria? Por que é que o senhor não pode ir se lavar, como ele disse, e ficar curado? As expectativas de Naamã foram frustradas, achou que teria toda a pompa, toda a atenção, mas só recebeu uma orientação, a de ir mergulhar no Rio Jordão por sete vezes. O orgulho tomou conta de seu coração e já tinha decidido ir embora, mas Deus age de várias maneiras e na maioria dos casos de forma simples. Um dos seus soldados o encorajou a obedecer a orientação do profeta e Naamã tinha que vencer seu orgulho, descer do pedestal e obedecer a orientação do profeta de Deus. Porque temos tanto dificuldade em obedecer? Porque somos tão orgulhosos? Porque somos tão sensíveis? Qualquer coisinha me magoa, fere, entristece. Deus só age quando vencemos o nosso eu interior, as nossas limitações pessoais e o obedecemos de forma incondicional. Você é orgulhoso?
5º O MILAGRE ACONTECE QUANDO NOS RENDEMOS AO ÚNICO DEUS VIVO E VERDADEIRO- V. 15 Depois ele voltou com todos os seus homens até o lugar onde Eliseu estava e disse: — Agora eu sei que no mundo inteiro não existe nenhum deus, a não ser o Deus de Israel. A salvação chegou até a vida de Naamã. Ele chegou leproso e voltou curado, chegou perdido e retornou salvo. Deus tem sempre o melhor para nossas vidas quando deixamos o orgulho de lado e agimos com sinceridade para com ele, rendendo-nos a Ele. Portanto, não impeça os milagres de Deus sobre a sua vida, coloque o orgulho de lado, exponha suas impurezas para que sejas purificado, demonstre suas fraquezas para que saias fortalecido.
Que Deus nos abençoe
Com carinho do amigo e pastor
Pedrão
pedrao@cbrio.com.br

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

INIMIGO ÍNTIMO

Dt 28.7; Sl 41.9;

Quem aqui tem amigos de verdade?
Quem aqui tem inimigos declarados?
Quem aqui já foi traído por falsos amigos?
Como dói uma traição!

Os traidores mais famosos da história
Judas Iscariotes - Galiléia – 33 d.C.

O mais famoso traidor de todos os tempos se vendeu por pouco.

Segundo a Bíblia, Judas entregou Jesus Cristo aos soldados romanos em troca de apenas 30 moedas de prata. Depois se arrependeu, tentou devolver o dinheiro e desfazer o acordo, mas já era tarde. Quando Cristo foi crucificado, Judas não suportou o peso da culpa e se suicidou.

Joaquim Silvério dos Reis - Brasil – século 18

Para livrar-se de dívidas com a Coroa Portuguesa, entregou seu amigo Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Foi assim que o líder dos inconfidentes foi enforcado e esquartejado. Valendo-se de uma espécie de delação premiada, além de ter suas dívidas perdoadas, o traidor de Tiradentes ganhou pensão vitalícia do governo português e foi até recebido por dom João VI.

Marcus Brutus - Roma – 44 A.C.

Depois de lutar pelo Império Romano, comandado pelo seu pai adotivo, Júlio César, ele se uniu a outro traidor, o general Cássio Longinus, para tomar o poder. Não bastasse a traição, Brutus planejou assassinar o pai. Ao ser golpeado, César lançou a frase: “Até tu, Brutus?” Ele chegou a montar um exército para dominar o Império Romano, mas foi derrotado por Marco Antônio. Massacrado pela culpa, se matou.

Domingos Fernandes Calabar - Brasil – século 17

Calabar era um senhor de engenho na capitania de Pernambuco e se aliou aos holandeses quando eles invadiram o Brasil. Como conhecia bem o estado, ajudou em todas as conquistas da Holanda por aqui. Há quem discuta as intenções de Calabar e defenda que ele lutou com os holandeses porque acreditava que, sem o domínio de Portugal, a pátria brasileira seria livre.

FONTE: http://folha.arcauniversal.com.br/integra.jsp?codcanal=981&cod=129535&edicao=833

FRASES SOBRE O INIMIGO ÍNTIMO

1. Só o inimigo não trai nunca. (Nelson Rodrigues)
2. O seu pior inimigo e aquele que um dia foi seu amigo, pois sabe de suas fraquezas (Sérgio Lanelli)
3. Nunca interrompas o teu inimigo enquanto estiver a cometer um erro. (Napoleão Bonaparte)
4. Não há pior inimigo que um falso amigo. (Provérbio inglês).
5. É fácil adquirir um inimigo; difícil é conquistar um amigo. (Frase judaica)
6. "Saiba entender que a inveja é a única arma inútil que o inimigo tem." (Edson Rufo).
7. Um amigo falso é igual a um inimigo oculto. (Carlos Pulga)

Quem são os nossos inimigos?

- Há inimigos visíveis, os homens: os mentirosos, os enganadores, os idólatras, os corruptos, os feiticeiros, adoradores do diabo; líderes de falsas religiões, de seitas; são todos contra nós;

- Há inimigos invisíveis, os demônios, as hostes da maldade, e seus semelhantes.
Sabemos que a Bíblia nos mostra diversos inimigos que se levantaram contra o povo de Israel ou contra os ungidos de Deus.

I. O QUE SIGNIFICA A PALAVRA: “INIMIGO”?

=> Se você consultar o dicionário irá encontrar a seguinte definição para a palavra inimigo: adversário; que é contrário; que se opõe.

=> É aquele que luta contra tudo que é de seu interesse, que se opõe contra todo o seu bem.

=> Esse é o inimigo, sujeito que quer ver o seu mau, mas a Palavra de Deus no diz que nossa luta não é contra a carne ou contra o sangue (Ef 6:13), isso significa que o nosso verdadeiro adversário e inimigo é satanás.

=> Vamos nos deter nos inimigos carnais, até porque Satanás já está derrotado.

II. VEJAMOS ALGUNS PERSONAGENS BÍBLICOS QUE TIVERAM INIMIGOS DECLARADOS E OCULTOS:

Será que os HOMENS DE DEUS da Bíblia tiveram inimigos?

a) Inimigos de Moisés:

Gente de seu povo: Datã, Abirão e Coré, Miriã e Arão (Nm 16).

Disseram que Jeová não falava só com Moisés, que Moisés não era o escolhido de Deus, mas que Deus falava também com eles, duvidaram da santidade de Moisés, se esqueceram das maravilhas que Deus fez através das mãos de Moisés, dos milagres que Jeová realizou usando a Moisés.

b) Inimigos de José: seus irmãos (Gn 37.4 ódio,11 inveja,20 assassinato, 24 cova = matar aos poucos, 25 festejam sua aparente derrota, 28 venderam = são mercenários, não valor à vida, o que importa são números, bens materiais).

c) Inimigos de Elias: 450 profetas de Baal, Jezabel

d) Inimigo de Israel: Golias (I Sm 17.45)

e) Inimigos de Daniel: 120 Presidentes e 2 Príncipes – Dn 6.4,5,24

f) Inimigos de Sadraque, Mesaque e Abedenego: os Caldeus (Dn 3.8)

g) Inimigos de Neemias: Sambalate, Tobias e Gesém (Ne 4.1,7 teus inimigos ficarão irados porque você está prosperando diante de Deus, e eles estão de mãos vazias; 6.3 estou fazendo uma grande obra;

h) Inimigos da Igreja: Saulo de Tarso (At 7.58; 8.1,3)

i) Inimigo íntimo de Jesus: Judas Iscariotes (Mt 26.25; Mc 14.10,43; Lc 22.47,48).

III. O QUE DEUS FAZ COM OS NOSSOS INIMIGOS?

=> De acordo com a Palavra de Deus se formos obedientes ao Senhor, ninguém, nem homens ou demônios, poderá prevalecer contra nós:
Dt 28.1,7.

=> No caso de José, Deus precisava de um homem que seria usado na hora certa e no tempo certo, e José precisava ser preparado, então vem os inimigos, começando por seus irmãos, que lhe jogam no poço. Os inimigos de José colaboraram para que ele se especializasse nas leis, na língua, nos costumes, na religião, em tudo que lhe seria útil.

=> Os inimigos de Gideão serviram para fazer dele um grande guerreiro vitorioso.

=> Sabe o que aconteceu com os homens que se levantaram contra Moisés? A terra se abriu e engoliu a todos os inimigos de Moisés (Nm.16:29 a 30).

No caso de Moisés, os rebeldes além de servirem de exemplo e também mostraram para o povo, a intimidade de Moisés com Jeová. Mas estes inimigos mostraram para Moises que sua palavra tinha valor diante de Deus, pois ele era íntimo de Deus, também serviram para edificar a fé de Moisés, que a cada dia crescia mais.

=> No caso de Davi, Golias foi essencial para ele, pois se não houvesse o gigante o povo nunca conheceriam aquele baixinho, ruivo de cabelos vermelhos, que virou Rei. Golias foi morto por Davi e pelo poder de Deus.
=> Saulo de Tarso se converteu ao cristianismo. E se tornou no apóstolo Paulo. De perseguidor virou a ser perseguido.

=> Judas Iscariotes, apóstolo e tesoureiro de Jesus, traidor, MORREU enforcado.

=> REPITA: Seus inimigos são degraus para você alcançar sua vitória. Creia que seu inimigo será derrotado.

CONCLUSÃO

Que coisa interessante é saber que estes e outros valentes da Bíblia tiveram os seus gigantes, os seus inimigos, também temos inimigos que querem ver nossa derrota, nossa queda.

- Há opositores do crente; Paulo pergunta: "Se Deus é por nós, quem será contra nós?". Naturalmente, há muita gente contra nós;

- Davi venceu o gigante Golias, quando não parecia haver a mínima condição (1 Sm 17);
- Elias venceu os 450 profetas de Baal e 400 profetas de Asera (1 Rs 18). Ele parecia estar só. Mas Deus estava com ele, e venceu os inimigos. Todos os profetas de Baal foram mortos.

- José foi acusado por uma mulher adúltera, vendido pelos irmãos (Gn 37, 38), mas a acusação não prevaleceu; a seu tempo, Deus o tirou do cárcere e fê-lo governador do Egito;

- Jesus foi acusado: Mt 26.59-63; mas venceu a tudo e a todos;

- Mas toda a língua que se levantar contra o crente fiel será condenada (Is 54.17).
FONTES: Alexandre Augusto / Pr. Elinaldo Renovato de Lima

INIMIGO ÍNTIMO

Dt 28.7; Sl 41.9;

Quem aqui tem amigos de verdade?
Quem aqui tem inimigos declarados?
Quem aqui já foi traído por falsos amigos?

Como dói uma traição!

Os traidores mais famosos da história

Judas Iscariotes - Galiléia – 33 d.C.

O mais famoso traidor de todos os tempos se vendeu por pouco.

Segundo a Bíblia, Judas entregou Jesus Cristo aos soldados romanos em troca de apenas 30 moedas de prata. Depois se arrependeu, tentou devolver o dinheiro e desfazer o acordo, mas já era tarde. Quando Cristo foi crucificado, Judas não suportou o peso da culpa e se suicidou.

Joaquim Silvério dos Reis - Brasil – século 18

Para livrar-se de dívidas com a Coroa Portuguesa, entregou seu amigo Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Foi assim que o líder dos inconfidentes foi enforcado e esquartejado. Valendo-se de uma espécie de delação premiada, além de ter suas dívidas perdoadas, o traidor de Tiradentes ganhou pensão vitalícia do governo português e foi até recebido por dom João VI.

Marcus Brutus - Roma – 44 A.C.

Depois de lutar pelo Império Romano, comandado pelo seu pai adotivo, Júlio César, ele se uniu a outro traidor, o general Cássio Longinus, para tomar o poder. Não bastasse a traição, Brutus planejou assassinar o pai. Ao ser golpeado, César lançou a frase: “Até tu, Brutus?” Ele chegou a montar um exército para dominar o Império Romano, mas foi derrotado por Marco Antônio. Massacrado pela culpa, se matou.

Domingos Fernandes Calabar - Brasil – século 17

Calabar era um senhor de engenho na capitania de Pernambuco e se aliou aos holandeses quando eles invadiram o Brasil. Como conhecia bem o estado, ajudou em todas as conquistas da Holanda por aqui. Há quem discuta as intenções de Calabar e defenda que ele lutou com os holandeses porque acreditava que, sem o domínio de Portugal, a pátria brasileira seria livre.

FONTE: http://folha.arcauniversal.com.br/integra.jsp?codcanal=981&cod=129535&edicao=833

FRASES SOBRE O INIMIGO ÍNTIMO

1. Só o inimigo não trai nunca. (Nelson Rodrigues)
2. O seu pior inimigo e aquele que um dia foi seu amigo, pois sabe de suas fraquezas (Sérgio Lanelli)
3. Nunca interrompas o teu inimigo enquanto estiver a cometer um erro. (Napoleão Bonaparte)
4. Não há pior inimigo que um falso amigo. (Provérbio inglês).
5. É fácil adquirir um inimigo; difícil é conquistar um amigo. (Frase judaica)
6. "Saiba entender que a inveja é a única arma inútil que o inimigo tem." (Edson Rufo).
7. Um amigo falso é igual a um inimigo oculto. (Carlos Pulga)

Quem são os nossos inimigos?


- Há inimigos visíveis, os homens: os mentirosos, os enganadores, os idólatras, os corruptos, os feiticeiros, adoradores do diabo; líderes de falsas religiões, de seitas; são todos contra nós;

- Há inimigos invisíveis, os demônios, as hostes da maldade, e seus semelhantes.
Sabemos que a Bíblia nos mostra diversos inimigos que se levantaram contra o povo de Israel ou contra os ungidos de Deus.

I. O QUE SIGNIFICA A PALAVRA: “INIMIGO”?

=> Se você consultar o dicionário irá encontrar a seguinte definição para a palavra inimigo: adversário; que é contrário; que se opõe.


=> É aquele que luta contra tudo que é de seu interesse, que se opõe contra todo o seu bem.


=> Esse é o inimigo, sujeito que quer ver o seu mau, mas a Palavra de Deus no diz que nossa luta não é contra a carne ou contra o sangue (Ef 6:13), isso significa que o nosso verdadeiro adversário e inimigo é satanás.

=> Vamos nos deter nos inimigos carnais, até porque Satanás já está derrotado.

II. VEJAMOS ALGUNS PERSONAGENS BÍBLICOS QUE TIVERAM INIMIGOS DECLARADOS E OCULTOS:

Será que os HOMENS DE DEUS da Bíblia tiveram inimigos?

a) Inimigos de Moisés:


Gente de seu povo: Datã, Abirão e Coré, Miriã e Arão (Nm 16).


Disseram que Jeová não falava só com Moisés, que Moisés não era o escolhido de Deus, mas que Deus falava também com eles, duvidaram da santidade de Moisés, se esqueceram das maravilhas que Deus fez através das mãos de Moisés, dos milagres que Jeová realizou usando a Moisés.

b) Inimigos de José: seus irmãos (Gn 37.4 ódio,11 inveja,20 assassinato, 24 cova = matar aos poucos, 25 festejam sua aparente derrota, 28 venderam = são mercenários, não valor à vida, o que importa são números, bens materiais).

c) Inimigos de Elias: 450 profetas de Baal, Jezabel

d) Inimigo de Israel: Golias (I Sm 17.45)

e) Inimigos de Daniel: 120 Presidentes e 2 Príncipes – Dn 6.4,5,24

f) Inimigos de Sadraque, Mesaque e Abedenego: os Caldeus (Dn 3.8)

g) Inimigos de Neemias: Sambalate, Tobias e Gesém (Ne 4.1,7 teus inimigos ficarão irados porque você está prosperando diante de Deus, e eles estão de mãos vazias; 6.3 estou fazendo uma grande obra;

h) Inimigos da Igreja: Saulo de Tarso (At 7.58; 8.1,3)

i) Inimigo íntimo de Jesus: Judas Iscariotes (Mt 26.25; Mc 14.10,43; Lc 22.47,48).

III. O QUE DEUS FAZ COM OS NOSSOS INIMIGOS?

=> De acordo com a Palavra de Deus se formos obedientes ao Senhor, ninguém, nem homens ou demônios, poderá prevalecer contra nós:
Dt 28.1,7.

=> No caso de José, Deus precisava de um homem que seria usado na hora certa e no tempo certo, e José precisava ser preparado, então vem os inimigos, começando por seus irmãos, que lhe jogam no poço. Os inimigos de José colaboraram para que ele se especializasse nas leis, na língua, nos costumes, na religião, em tudo que lhe seria útil.

=> Os inimigos de Gideão serviram para fazer dele um grande guerreiro vitorioso.

=> Sabe o que aconteceu com os homens que se levantaram contra Moisés? A terra se abriu e engoliu a todos os inimigos de Moisés (Nm.16:29 a 30).

No caso de Moisés, os rebeldes além de servirem de exemplo e também mostraram para o povo, a intimidade de Moisés com Jeová. Mas estes inimigos mostraram para Moises que sua palavra tinha valor diante de Deus, pois ele era íntimo de Deus, também serviram para edificar a fé de Moisés, que a cada dia crescia mais.

=> No caso de Davi, Golias foi essencial para ele, pois se não houvesse o gigante o povo nunca conheceriam aquele baixinho, ruivo de cabelos vermelhos, que virou Rei. Golias foi morto por Davi e pelo poder de Deus.
=> Saulo de Tarso se converteu ao cristianismo. E se tornou no apóstolo Paulo. De perseguidor virou a ser perseguido.

=> Judas Iscariotes, apóstolo e tesoureiro de Jesus, traidor, MORREU enforcado.

=> REPITA: Seus inimigos são degraus para você alcançar sua vitória. Creia que seu inimigo será derrotado.

CONCLUSÃO

Que coisa interessante é saber que estes e outros valentes da Bíblia tiveram os seus gigantes, os seus inimigos, também temos inimigos que querem ver nossa derrota, nossa queda.

- Há opositores do crente; Paulo pergunta: "Se Deus é por nós, quem será contra nós?". Naturalmente, há muita gente contra nós;

- Davi venceu o gigante Golias, quando não parecia haver a mínima condição (1 Sm 17);
- Elias venceu os 450 profetas de Baal e 400 profetas de Asera (1 Rs 18). Ele parecia estar só. Mas Deus estava com ele, e venceu os inimigos. Todos os profetas de Baal foram mortos.

- José foi acusado por uma mulher adúltera, vendido pelos irmãos (Gn 37, 38), mas a acusação não prevaleceu; a seu tempo, Deus o tirou do cárcere e fê-lo governador do Egito;

- Jesus foi acusado: Mt 26.59-63; mas venceu a tudo e a todos;

- Mas toda a língua que se levantar contra o crente fiel será condenada (Is 54.17).
FONTES: Alexandre Augusto / Pr. Elinaldo Renovato de Lima
O QUE FAZER QUANDO
A CRISE NOS APANHA
DE SURPRESA?
Gênesis 21.8-21

I. A CRISE MUITAS VEZES É GERADA EM MEIO À CELEBRAÇÃO DA VIDA – v. 8-9


1. O que se vê neste texto é que existe espaço no meio do sagrado para celebrar as coisas mais comuns da vida – Abraão deu um grande banquete no dia em que Isaque foi desmamado.


2. Não há nada mais comum do que crescer e ser desmamado. Mas Abraão celebra o comum. Tem tempo na sua agenda sacrossanta para dar tempo ao filho. Abraão se deleita em cada fase da vida do filho e compartilha com os outros a sua alegria.


3. Abraão não tinha uma agenda do sagrado. Tudo é sagrado. A vida para Abraão era uma liturgia. Abraão fecha a agenda e arranja tempo para celebrar o comum com a família.


4. AGORA vamos ver que existe um fio muito tênue entre o projeto da celebração da vida e o projeto de converter a vida numa coisa má, seca, árida e totalmente violenta na relação com os outros.


5. No meio do grande banquete que Abraão estava dando surgiu uma coisa que não estava agendada, que azedou a festa, que estragou a celebração: “Vendo Sara que o filho de Hagar, a egípcia, o qual era dera à luz a Abraão, caçoava de Isaque, disse a Abraão: Rejeita essa escrava e seu filho; porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho” (Gn 21:9-10).


6. Quando estava todo mundo se alegrando, Sara flagra Ismael fazendo uma brincadeira com Isaque e naquele mundo seu mundo ruiu. Surge um sentimento de agressão e aversão por Ismael e gesta, a partir daí, um dos momentos mais violentos da história de gente envolvida com o sagrado.


7. Sara ficou cheia de ira, empanturrada de ódio, e se move na direção de ser dura, cáustica. A reação de Sara provoca uma crise seríssima na vida de Hagar e de Ismael.


8. Essa é sua crise, a minha crise, a nossa crise, muitas vezes.


II. A CRISE DE SER REJEITADO – v. 10


1. Primeiro, surge a crise de se sentir descartável diante da vida – v. 10


a) “Rejeita” = Escancara o drama de se sentir uma coisa qualquer, que se usa e joga fora. A rejeição é a forma mais violenta de ferir e agredir uma pessoa. A rejeição dói muito.


• A rejeição desarticula a saúde psicológica. Provoca uma desestabilização psicossomática, joga a pessoa num poço fundo de desvalorização humana.


• Introjeta-se o sentimento de lixo, de monturo existencial, e começa a partir daí o registro do descartável diante da vida.


• Não há nada que fere mais alguém do que ser rejeitado – É o abraço que não pode ser dado; é o toque que não é aceito; é o telefone que é desligado na cara.


• Só se sente desprezado quem já foi prezado. Houve um dia que Hagar serviu para Sara. Seu útero prestou para alguma coisa. Valeu como jardim da vida. Agora ela é jogada fora.


• Exemplos:


Jovens que foram usadas e descartas.
Jovens que caíram na teia da sedução e depois abortaram o fruto da promessa do amor. Maridos rejeitados. Esposas rejeitadas. Filhos rejeitados.
Velhos rejeitados nos asilos. Empregados rejeitados por serem honestos.


2. Segundo, surge a crise de ser tratado como sujeito indefinido da históriaa) “Rejeita essa escrava” = Sara omite o nome de Hagar.


Para ela Hagar não tem nome, não tem valor. Sara só trabalha com a linguagem do desprezo humano.


Ela usa “Essa escrava”, “seu filho”; “dessa”. Ela só se dispõe a usar o nome do seu filho. “Porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho” (v. 10).


• Para Sara só tem valor e importância o seu filho. Os outros que se danem, que passem fome, que morram de sede. Os outros são descartáveis, são lixo e devem ser rejeitados.


• O nome significa a pessoa. Hagar não tinha valor para Sara. Sara tornou-se oportunista. Usa os outros quando precisa e depois coloca numa cesta de lixo. É a linguagem máxima do desvalor e do desprezo.


3. Terceiro, a crise de sentir-se sem direito, sem vez e sem voz – v. 10


a) “Rejeita essa escrava” = Hagar não tem direito de ter direito. Seus sonhos são amputados, seus projetos bombardeados.


• Porque é escrava não pode se manifestar, não pode opinar, não pode falar. Não pode expressar o que sente. Tem que se conformar. Você não tem voz. Não vem vez. Não tem direitos. Só tem o dever de ficar calado, esmagado, rejeitado.


4. Quarto, Sara mostra que a razão amior de sua rejeição absurda e cruel era a ganância financeira – v. 10


a) “Rejeita essa escra e seu filho; porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho”.


• Toda a questão tem a ver com dinheiro, com bens materiais.


Quantas disputas de família por causa de herança, de partilha de bens.


Quantas brigas entre marido e mulher, entre pais e filhos, entre irmãos por causa de dinheiro.


Quantos casamentos arruinados por causa da ganância.


• Sara vive a doença do possessivismo em tudo. Quando fala de Isaque não usa nosso filho, mas meu filho. Tudo era dela e convergia para ela.


III. A CRISE DE SE SENTIR SEM RUMO NA CAMINHADA – v. 11-14


1. Hagar saiu – v. 14b “Ela saiu...”.


• Hagar sente agora o gemido da ruptura. A morte do passado. Hagar não podia mais ficar ali. Não tinha mais espaço para ela. Por isso saiu.


• Na crise não se vê claro. Fica tudo cinzento. Faz-se um breu psicológico na vida da gente. Dá um curto-circuito na psiquê humana: “Hagar saiu andando errante pelo deserto”.


• Hagar sai na direção de um-lugar-nenhum. Sai na direção de-onde-não-se-chega. Se você não sabe aonde vai, já está perdido antes mesmo de partir.


• Hagar saiu. Cortou as raízes. Rompeu os laços. Não sabe se volta.


2. Hagar saiu andando errante – v. 14b “saiu andando errante”.


• Andar pressupõe um caminhho. Sem um caminho não se pode andar. Sem caminho não há direção. Por isso ela anda errante.


Ela está andando na direção do nada.


Ela está desgovernada na história. Não sabe se direcionar.


3. Hagar saiu andando errante pelo deserto – v. 14b “saiu andando errante pelo deserto de Berseba”.


• O deserto é perigoso. O deserto é seco, árido, ameaçador. É prenúncio de morte. Andar com um menino no deserto é algo que traz medo e grande aflição.


IV. A CRISE DE ESPERAR O QUE SÓ FAZ DESESPERAR – v. 15-16


1. Em primeiro lugar, o esgotamento dos recursos humanos diante da necessidade imediata pela permanência da vida – v.15


• Enquanto existia água, existia a luta pela sobrevivência da vida. Água significa resistência ao caos. No deserto a água é a maior riqueza. Quando acaba a água, acaba a esperança. Sem água não se caminha pelo deserto. Sem água não se chega a lugar nenhum.


• Hagar chegou ao fim do túnel, ao fundo do poço. Todos os recursos esgotaram-se. Surge o cansaço da caminhada. Já não consegue ficar de pé. Os passos estão trôpegos. Ismael já está desidratado, desmaiando de sede. O sol é implacável. As areias esbraseantes férem seus pés. O cenário é de desespero. Ela só espera o fim, a morte.


• Hagar arrasta o filho e o coloca debaixo de um arbusto. Faz daquele lugar sua UTI. Coloca Ismael no leito da morte e se afasta. E pela primeira vez ela fala.


• Mas sua fala é negativa. É pessimista: “Assim, não verei morrer o menino...” (v. 16). O Não é a sonegação de todo sonho. Ela verbaliza um futuro carimbado de desesperança.


• Ela revela sua fragilidade. Ela chora. O choro é o discurso silencioso da fragilidade, da crise que nos pegou para valer. Hagar perdeu tudo: o lar, o abrigo, o nome, o direito, a liberdade, o pão, a água, o teto, o sentido da vida, agora o filho.




2. Em segundo lugar, Hagar experimenta a crise de esperar o que só faz desesperar, porque não consegue enxergar Deus naquela situação – v. 17


• “Deus, porém, ouviu a voz do menino; e o Anjo de Deus chamou do céu a Hagar e lhe disse: Que tens Hagar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino, daí onde está”.


• Hagar chora, mas não ora. Quem olha para a vida como se fosse tragada pela morte não ora, mas só chora. Chorar sem orar é a configuração do mais alto pessimismo humano.


• Hagar não trabalhou para a reversão da situação orando (Exemplo: Pedro na prisão).




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V. A CRISE COMO UM PROJETO LIBERTADOR DE DEUS NA VIDA – v. 17-21


• A crise é uma encruzilhada: um tempo de oportunidade, de purificação, de experiência com Deus.


• Os grandes homens são formados na urdidura da crise: José, Davi, Daniel, Jeremias, Paulo, Jesus.


• Deus agenda um encontro conosco na crise: Não podemos gerenciar as desordens da nossa própria vida. Na crise Deus pode nos levantar um novo relacionamento com ele: Salmos 116:1-4.


• Vejamos quatro gestos de Deus na crise de Hagar que mudaram sua vida:
1. Deus afasta de nós o sentimento de desprezo e de rejeição – v. 17 – “... Que tens Hagar?”


• Durante toda a caminhada pelo deserto Hagar sentira-se ninguém, sem nome, sem identidade, sem direitos, sem voz.


Era apenas “essa escrava”. Era só uma coisa, uma matéria descartável.


• De repente, tudo se inverte. Existe um ALGUÉM que sabe que Hagar não é uma NINGUÉM. Deus sasber o valor de Hagar. Deus se importa com Hagar. Deus tem um arquivo vivo de Hagar.




• Deus pronuncia seu nome. Para Deus Hagar tem nome, valor. Para Deus Hagar faz diferença.


• “Que tens Hagar?” = Hagar que ficara calada até agora, sufocada, sem vez, sem voz; agora pode falar, pode desabafar. Deus quer ouvi-la. Isso é terapia divina. Ela recebe a cura da “escravização do silêncio imposto”: “O que tens?” é a carta de alforria que ela tanto precisava.


• O nome de Hagar é pronunciado do céu, num contexto de milagre = Deus mostrou que Hagar é importante para a História. É o Senhor do Universo que dá valor a ela. Para Deus Hagar tem nome, tem cor, tem voz, tem vez! Você não precisa se sentir esse, essa. Você tem valor para Deus!




2. A crise torna-se degrau da vitória porque Deus encontra conosco exatamente onde a história parecia ter chegado ao fim – v. 17,18 “Deus, porém, ouviu...”.


• O Porém faz total dirença em tudo que está acontecendo. Significa mudança radical no rumo de tudo.


• Deus intervém no caos, na crise. Este “porém”, indica que Deus chegou na crise, que acaba de tocar a campainha, acaba de bater na porta do nosso caos e que está chegando para reverter o precesso da morte em vida. Como?


a) Mudança posicional de Hagar – Ergue-te – É preciso reagir diante do caos. Sair da posição de pessimismo e derrota.


b) Mudança de atitude em relação ao filho – Levanta o rapaz – Lute pelo seu filho. Não o entregue à morte. Salva o seu filho.


c) Mudança de atitude em relação ao futuro – Farei dele uma grande nação – Hagar olhou para o futuro do seu filho e viu o fim imediato: a morte.


Deus olhou para o seu filho e viu uma grande nação!


Deus pode também mudar o seu futuro. Mesmo que você já tenha decretado falência, Deus pode fazer grandes milagres na sua vida.




3. Deus muda tudo na crise porque providencia escapes milagrosos para quem está falido de recursos – v. 19


• Deus abriu um poço no deserto. Ele converte terra seca em manancial. Ele é o Jeová-Jiré: ele abre o mar vermelho, tira água da rocha, com um toque derruba as muralhas de Jericó, abre os olhos ao cego, cura quem está com o pé na cova, faz com que a estéril seja alegre mãe de filhos, transforma dilúvios em arco-íris, vales em mananciais.4. Olhe para a crise com os olhos de Deus – v. 12,13


• A nossa crise não apanha a Deus de surpresa. Ele conhece o fim desde o começo.


• Pode ser que as coisas pareçam de ponta cabeça diante de nós: o casamento, o trabalho, a saúde, as finanças, a situação dos filhos. Mas Deus transforma o mal em bem porque ele dirige o nosso destino.


• O Deus de Hagar sempre chega na hora H.
AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes

VENHA NOS FAZER UMA VISITA!

IGREJA PENTECOSTAL CASA DE ORAÇÃO


VOCÊS NÃO IMAGINAM ...

como fiquei feliz ao recebe-las no nosso 11º Encontro de chá de Mulheres Unifé.

Saibam que vocês são PESSOAS QUE ADMIRO muito,

são
REALMENTE ESPECIAIS,

e recebe-laS fez o meu dia muito mais feliz.

Tomara que a gente continue assim,

sempre trocando gestos de
AMIZADE e CONSIDERAÇÃO.

Acho que a gente deveria viver assim,

DISTRIBUINDO PALAVRAS AMIGAS

e fazendo com que o amor se alastre pelo mundo atraves da confraternização,

por isso não devemos PERDER nenhuma oportunidade

de manifestar bons sentimentos.

SEJAM ABENÇOADAS ...

Quantos cristãos, nestas eleições, quebrarão princípios bíblicos?

Um deles está no Livro de Deuteronômio 17:14,15. Lá nos diz o SENHOR: "Quando entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e a possuíres, e nela habitares, e disseres: Porei sobre mim um rei, assim com têm todas as nações que estão ao redor de mim, porás, certamente, sobre ti como rei aquele que escolher o SENHOR, teu Deus; DENTRE TEUS IRMÃOS PORÁS REI sobre ti; NÃO PODERÁS PÔR HOMEM ESTRANHO SOBRE TI, QUE NÃO SEJA DE TEUS IRMÃOS." Que não soframos as consequências de nos faltar entendimento!!!

É MUIIIIIIIIIIIIIIITO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!

É MUIIIIIIIIIIIIIIITO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
EU QUERO UMAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!




Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano


Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Sex, 28 de Agosto de 2009 08:32
BRASÍLIA - Um inusitado acordo entre católicos e evangélicos permitiu a aprovação nesta quarta-feira do tratado celebrado entre o governo brasileiro e o Vaticano. Depois de quatro horas de discussão, o texto foi aprovado por votação simbólica. Ainda será votada a Lei Geral das Religiões, de interesse dos evangélicos, como compensação.
Os opositores do tratado argumentaram que trata-se de um privilégio para a Igreja Católica e que o documento fere o princípio da laicidade do Estado. Os evangélicos fizeram discursos contra, apesar do acordão para aprovação do projeto, o que só ocorreu depois de quatro horas de discussão.
- É um privilégio para apenas uma religião em detrimento às demais - disse o evangélico Takayama (PSC-PR).
O texto da Lei Geral das Religiões é uma cópia do tratado do Brasil com a Santa Sé. A única diferença é que a expressão Igreja Católica é excluída ou substituída por "todas as confissões religiosas". O tratado entre Brasil e Vaticano é um acordo internacional e não pode ser modificado pelo Congresso, que o aprova ou o rejeita na íntegra. Um dos pontos mais polêmicos envolvia o ensino religioso. Para os evangélicos, o tratado prevê que as escolas adotarão o catolicismo nessas aulas. O Ministério da Educação chegou a se pronunciar contra esse artigo, com este mesmo receio.
Antes da votação, o autor da Lei Geral, George Hilton (PP-MG), circulava tranquilo pelo plenário, certo do cumprimento do acordo.
- Já está combinado: aprovamos o deles e eles aprovam o nosso - disse Hilton.
Eduardo Cunha, ligado aos evangélicos e relator do projeto da Lei Geral das Religiões, foi o principal artífice da negociação. Ele conseguiu número de assinaturas de líderes suficientes para dar caráter de urgência ao texto. Indignado, Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou o acordo entre católicos e evangélicos.
- É um acordo que libera de vez o mercado da fé. Uma demonstração de que amam mais o dinheiro que a Deus - disse.
Fonte: O Globo