10º ENCONTRO DE CHÁ DE MULHERES

10º ENCONTRO DE CHÁ DE MULHERES
UNIFÉ

“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade

“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade
“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade de filha amada, capacitada pelo Espírito e chamada a uma vocação pessoal e intransferível”.

sábado, 5 de setembro de 2009

Quando um pai não disciplina o próprio filho

Quando um pai não disciplina o próprio filho

Publicado em 2/1/2006

Julio Severo: www.juliosevero.com.br
JesusSite

A questão da disciplina dentro da família encontra-se bem tratada na Palavra de Deus. E o Novo Testamento até a utiliza para demonstrar como Deus não age diferente dentro de sua própria família espiritual:

Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: “Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho”. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados. (Hebreus 12:5-11 NVI, o destaque é meu.)

Esse simples texto da Bíblia que lida com a questão da repreensão e castigo resume muito bem a essência da disciplina. O texto inteiro foi baseado no seguinte versículo de Provérbios: “Meu filho, não despreze a disciplina do SENHOR nem se magoe com a sua repreensão”. (Provérbios 3:11 NVI) O Novo Testamento fez assim uma referência bem relevante, pois não há livro em toda a Bíblia que contenha mais orientação sobre disciplina de filhos do que Provérbios.

Um pai da Bíblia que corrigia os filhos — só com palavras

Se Provérbios é um livro que explica muito bem o que é a disciplina, então todos os pais mencionados na Palavra de Deus sabiam aplicá-la? Não. Nem todos os pais da Bíblia corrigiam seus filhos. Alguns escolhiam simplesmente a correção verbal, e nada mais. O sacerdote Eli, por exemplo, criou os filhos no sacerdócio e, quando se tornaram homens, eles cometiam freqüentemente pecados contra Deus. Eles estavam até violando os sacrifícios oferecidos a Deus na casa de Deus:

Os filhos do sacerdote Eli não prestavam e não se importavam com Deus, o SENHOR. Eles não obedeciam aos regulamentos a respeito daquilo que os sacerdotes tinham o direito de exigir do povo. Assim os filhos de Eli tratavam com muito desprezo as ofertas trazidas a Deus, o SENHOR. E para o SENHOR o pecado desses moços era muito grave. (1 Samuel 2:12,13a,17 NTLH)

Eli via os pecados de seus filhos e, como todo pai bonzinho, não ficava em silêncio. Ele sempre abria a boca para dar uma bronca neles.

“Eli já estava muito velho. Ele ouvia falar de tudo o que os seus filhos faziam aos israelitas e também que eles estavam tendo relações com as mulheres que trabalhavam na entrada da Tenda Sagrada. Então Eli disse: — Por que é que vocês estão fazendo essas coisas? Todos me falam do mal que vocês estão praticando. Parem com isso, meus filhos! Eu estou ouvindo o povo do SENHOR Deus dizer coisas terríveis a respeito de vocês! Se uma pessoa peca contra outra, o SENHOR pode defendê-la. Mas quem pode defender aquele que peca contra Deus?” (1 Samuel 2:22-24,25a NTLH, o destaque é meu.)

Há pais que se calam diante de pecados horríveis dos próprios filhos, nem ousando mencionar para eles que parem seu comportamento sexual errado, mas essa fraqueza Eli não tinha. Ele apontava os erros no nariz dos filhos. No entanto, a Palavra de Deus revela claramente a reação dos filhos de Eli às repreensões do pai e a reação do Senhor à desobediência e teimosia deles: “Mas eles não ouviram o pai, pois o SENHOR havia resolvido matá-los.” (1 Samuel 2:25b NTLH)

Deus, em seu amor, faz visitações proféticas a Eli

Como sacerdotes do Senhor, tanto Eli quanto seus filhos conheciam muito bem a Palavra de Deus. Mas mesmo assim, os filhos de Eli estavam decididos a desobedecer à Palavra de Deus e ao seu próprio pai, e Eli estava decidido a não disciplinar ninguém — limitando-se no máximo a passar um sermão. Já que todos estavam assim decididos contra as ordens e conselhos da Palavra de Deus, Deus também resolveu decidir: ele decidiu que a solução para os filhos de Eli era a pena de morte.

Apesar de que Eli estava entristecendo muito a Deus pela sua falta de ação, Deus sempre demonstrou misericórdia, na esperança de que Eli pudesse se arrepender e finalmente assumir a postura de um pai que age. Através de mensagens proféticas, Deus deixou bem claro para Eli que ele queria muito mais do que só palavras. Se os filhos teimavam em desobedecer, a obrigação de Eli era, além de repreender, tomar medidas concretas. Foi nesse ponto que Deus mandou um profeta a Eli:

“Então um profeta procurou Eli e lhe deu esta mensagem de Deus, o SENHOR: —Eu me revelei ao seu antepassado Arão quando ele e a sua família eram escravos no Egito. Você sabe que eu os escolhi, entre todas as tribos de Israel, para serem meus sacerdotes, servirem no altar, queimarem incenso e usarem o manto sacerdotal na minha presença. E dei a eles o direito de ficarem com uma parte dos sacrifícios queimados no altar. Por que é que vocês olham com tanta ganância para os sacrifícios e ofertas que eu ordenei que me fossem feitos? Eli, por que você honra os seus filhos mais do que a mim, deixando que eles engordem, comendo a melhor parte de todos os sacrifícios que o meu povo me oferece? Eu, o SENHOR, o Deus de Israel, prometi no passado que a sua família e os seus descendentes me serviriam para sempre como sacerdotes. Mas agora eu digo que isso não vai continuar. Pois respeitarei os que me respeitam, mas desprezarei os que me desprezam. Olhe! Está chegando o tempo em que eu matarei todos os moços da sua família e da família do seu pai para que nenhum homem da sua família chegue a ficar velho. Você passará dificuldades e terá inveja de todas as coisas boas que vou dar ao povo de Israel, mas ninguém da sua família chegará a ficar velho. Deixarei vivo apenas um dos seus descendentes, que será meu sacerdote. Mas ele ficará cego e perderá toda a esperança. E todos os seus outros descendentes morrerão de morte violenta. Hofni e Finéias, os seus dois filhos, morrerão no mesmo dia, e isso será uma prova para você de que o que eu disse é verdade. Escolherei para mim um sacerdote fiel, e ele fará tudo o que eu quero. Darei a ele descendentes que sempre estarão a serviço do rei que eu escolher. E todos os outros descendentes de você que, por acaso, ficarem com vida terão de se curvar diante do rei para pedir dinheiro e comida e implorarão para ajudar os sacerdotes, a fim de terem alguma coisa para comer”. (1 Samuel 2:27-36 NTLH)

Deus já havia decidido que a penalidade para as ofensas que os sacerdotes Hofni e Finéias estavam cometendo era a morte. Mas como Eli não queria cumprir sua responsabilidade como pai e como supremo sacerdote de punir severamente as maldades deles, a maldição e pena de morte que estavam sobre Hofni e Finéias cairiam sobre a família inteira de Eli. Deu até usou o menino Samuel para avisar Eli:

“E o SENHOR disse: — Eu vou fazer com o povo de Israel uma coisa tão terrível, que todos os que ouvirem a respeito disso ficarão apavorados. Naquele dia farei contra Eli tudo o que disse a respeito da família dele, do começo até o fim. Eu lhe disse que ia castigar a sua família para sempre porque os seus filhos disseram coisas más contra mim. Eli sabia que eu ia fazer isso, mas não os fez parar. Por isso, juro à família de Eli que nenhum sacrifício ou oferta poderá apagar o seu terrível pecado.” (1 Samuel 3:11-14 NTLH)

Depois de tal repreensão divina, um homem sábio se prostraria diante de Deus, agradeceria sua visitação sobrenatural, pediria perdão e se comprometeria diante do Senhor a agir de acordo com a Palavra de Deus, castigando quem merecia ser castigado, mesmo que envolvesse um castigo de pena capital. Mas qual foi a reação de Eli quando Samuel lhe entregou o recado profético?

“Então Samuel contou tudo, sem esconder nada. E Eli disse: — Ele é Deus, o SENHOR. Que ele faça tudo o que achar melhor!” (1 Samuel 3:18 NTLH)

Em outras palavras, Eli quis dizer: “Se Deus quiser agir e fazer o que eu mesmo não estou fazendo, ele pode fazer o que ele quiser, mas eu não vou agir. Que Deus aja sozinho”. Como se diz, ele tirou o corpo fora — não aceitando a chance de colaborar com Deus na ordem da família de Deus e na própria família dele! Ele queria simplesmente continuar tratando seus filhos adultos do mesmo jeito que ele vinha tratando-os desde a infância: sem lhes ministrar castigo físico.

Conseqüências da negligência de um pai

Eli evitou sua responsabilidade de castigar, e as maldições sobre Hofni e Finéias se cumpriram, atingindo muito mais do que suas próprias vidas — afetando a nação inteira de Israel. Quando Israel enfrentou seus terríveis inimigos filiteus em batalha — sob a liderança “espiritual” de Hofni e Finéias —, houve grande derrota. Os israelitas descobriram, da pior forma, que estavam sem proteção espiritual:

“ — O povo de Israel fugiu dos filisteus! — respondeu o mensageiro. — Foi uma terrível derrota para nós. Além de tudo, os seus filhos Hofni e Finéias foram mortos, e os filisteus tomaram a arca da aliança. Quando ouviu falar na arca, Eli caiu da cadeira para trás, perto do portão da cidade. Ele estava muito velho e gordo. Por isso, quando caiu, quebrou o pescoço e morreu. Eli foi o líder do povo de Israel quarenta anos.” (1 Samuel 4:17-18 NTLH)

Eli não se preocupou muito com a morte dos filhos, pois ele já sabia que não havia outro destino para eles. Ele se preocupou mais com o destino da arca. Contudo, se ele tivesse agido energicamente, sua família não receberia maldição nem a arca seria tomada.

Poucos anos depois, praticamente toda a família sacerdotal de Eli foi brutalmente assassinada pelo rei Saul (cf. 1 Samuel 22), cumprindo-se assim a palavra profética dirigida a Eli: “E todos os seus outros descendentes morrerão de morte violenta”. (1 Samuel 2:33b). A teimosia de um pai em não punir a teimosia e maldade dos próprios filhos removeu a segurança espiritual que poderia proteger os netos, bisnetos e outros familiares de Eli contra a fúria cega e assassina de Saul anos depois.

O profeta Samuel, em sua infância e juventude, viu tudo o que aconteceu com Eli e seus filhos. Ele viveu no ambiente sacerdotal de Eli, mas a diferença é que Samuel não era filho de Eli.

Ana, uma esposa israelita estéril, havia orado muito a Deus pedindo um filho. Deus respondeu dando-lhe a bênção de conceber Samuel em seu ventre. Depois do nascimento de Samuel, Ana o levou à casa de Deus — onde Eli ocupava a função de supremo sacerdote — e o entregou e consagrou ao serviço de Deus, separando-se fisicamente dele. (Veja 1 Samuel 1)

Do ponto de vista humano, o menino Samuel corria o risco de sofrer o mesmo tipo de deficiência educativa que Eli havia dado a seus próprios filhos — pois os filhos de Eli não sabiam o que era castigo físico. Do ponto de vista divino, tudo o que Ana e seu marido não podiam fazer por seu filho Samuel, Deus daria. Aliás, Deus soberanamente preencheu com sua maravilhosa graça toda a deficiência e má influência de Eli na criação e educação de Samuel.

A graça de Deus não é automática

Mesmo sendo criado sem nenhum castigo físico, Samuel milagrosamente não se tornou o tipo de adulto que eram os filhos de Eli. Samuel viu que a graça de Deus que estava sobre ele o tinha livrado de toda contaminação e dano. Daí ele pode ter concluído que é possível educar crianças sem a aplicação da disciplina física. Sem dúvida alguma, a falta de dano foi obra exclusiva da graça de Deus, porém Samuel pode bem ter pensado que ele poderia “sustentar” essa obra em sua família, sem jamais precisar recorrer a uma surra. A Palavra de Deus fala muito sobre Samuel e sua integridade, mas não fala muito sobre seus filhos, e o pouco que fala revela que eles não herdaram a integridade do pai. Tudo o que a Palavra de Deus diz sobre os filhos de Samuel é:

“Quando envelheceu, Samuel nomeou seus filhos como líderes de Israel. Seu filho mais velho chamava-se Joel e o segundo, Abias. Eles eram líderes em Berseba. Mas os filhos dele não andaram em seus caminhos. Eles se tornaram gananciosos, aceitavam suborno e pervertiam a justiça”. (1 Samuel 8:1-3 NVI)

Samuel só tinha dois filhos, e eles eram corruptos — provavelmente porque o pai lhes deu a mesma educação (humanamente deficiente) que recebeu. A graça de Deus que trabalhou na vida de Samuel — sem a necessidade do uso da disciplina física — não trabalhou na vida de seus filhos. A graça de Deus não é uma bênção que nós escolhemos, nem é automática. Deus é que soberanamente escolhe e dá.

Samuel deve ter agido como sua mãe Ana, entregando seus filhos para a graça de Deus, achando que somente isso bastava. O que ele fez não é errado, mas as situações eram distintas. Na criação de Samuel, não havia um pai para discipliná-lo. Na criação dos filhos de Samuel, havia um pai para discipliná-los, porém esse pai tentou um caminho de fé que acabou não funcionando. Seu exemplo serve de lição para nós hoje. Os pais podem e devem entregar seus filhos a Deus e depender da graça de Deus, mas jamais podem deixar de cumprir os mandamentos específicos de Deus sobre educação e correção de filhos. Usar a graça de Deus como desculpa para evitar a responsabilidade da disciplina física é dar um salto no escuro — arriscando mandar os filhos para o mesmo destino e abismo de corrupção dos filhos de Samuel!

O mesmo Deus que em situações especiais concede soberanamente sua graça também orienta o seu povo sobre o método divino de castigo físico para a educação das crianças. A graça de Deus pode agir em situações em que a criança por um motivo ou outro não recebe castigo físico, principalmente na ausência dos pais, mas é arriscado e errado fechar deliberadamente os ouvidos para as orientações de Provérbios e “deixar para a graça de Deus” um trabalho e responsabilidade que Deus deu diretamente aos pais. Deus pode trabalhar quando os pais não estão presentes, exatamente como aconteceu na infância de Samuel, mas quando os pais estão presentes, eles devem agir conforme já está bem claro na Palavra de Deus.

Enquanto formos seres humanos, temos necessidades humanas. Uma dessas necessidades é disciplina, correção e castigo, que fazem parte tanto da família natural quanto da família espiritual. Para ajudar os pais na importante e difícil tarefa da disciplina, Deus nos deixou o Livro de Provérbios, que contém muitas passagens sobre o assunto.

O que a sabedoria de Deus ensinou a Salomão

O Livro de Provérbios na Bíblia foi, em grande parte, escrito por Salomão, filho de Davi. Sendo então o autor principal de Provérbios, como foi então que Salomão conseguiu escrever tanto sobre disciplina física de crianças? Foi por causa do exemplo de seu pai? Foi com o que aprendeu em seu lar na infância?

Salomão não aprendeu princípios de disciplina por experiência própria nem com o que via ao seu redor, pois no próprio lar em que cresceu ele nunca levou uma surra corretiva do pai. Por algum motivo, Davi nunca corrigia a teimosia e desobediência de seus filhos. Ele falhou nessa área. Ele foi um homem justo em muitas áreas, porém a Palavra de Deus mostra seu fracasso no desempenho de seu papel como pai. Quando seu filho Amnom estuprou a própria irmã, a maioria das versões bíblicas se limita a dizer que Davi ficou furioso quando soube da violência sexual, porém a Septuaginta revela muito mais:

“Quando soube disso, o Rei Davi ficou muito irado. Mas Davi não castigou seu filho Amnom. Ele favorecia Amnom porque ele era seu filho mais velho”. (2 Samuel 13:21 GW)

“Quando soube do que havia acontecido com Tamar, Davi ficou muito irado. Mas Amnom era seu filho mais velho e também o seu favorito, e Davi não queria fazer nada que deixasse Amnom infeliz”. (2 Samuel 13:21 CEV)

Outra passagem da Bíblia revela como Davi agia com seu filho Adonias:

Ora, toda a sua vida seu pai nunca havia sido contra ele ou lhe dito, Por que é que você fez isso? (1 Reis 1:6a BBE)

Mas seu pai nunca, nem uma só vez, o repreendeu dizendo: “Por que você agiu desse jeito?” (1 Reis 1:6a HCSB)

Seu pai o estragou na infância, jamais lhe dando, nem uma só vez, uma bronca. (1 Reis 1:6a MSG)

Talvez Davi não tenha sofrido castigos divinos tão fortes quanto os castigos que Eli recebeu porque Davi estava casado com várias mulheres e não tinha, como rei, tempo para administrar sua imensa família. Tal fraqueza pode não lhe ter custado as maldições que Eli colheu, porém não o livrou de problemas sérios com seus filhos. Seu filho Absalão, que nunca apanhou, tomou o seu trono e quase o matou, agindo com extrema violência, estuprando as concubinas do próprio pai! O caso de Absalão mostra o engano dos que acreditam que só as crianças criadas com disciplina se tornam violentas. O oposto foi verdade no caso de Absalão. Seu irmão Amnom, criado sem nunca levar uma surra, cometeu um ato violento, estuprando a própria irmã!

A chave então para não sofrer problemas semelhantes na família não é seguir a moda de hoje de evitar a disciplina física, mas adotar uma postura equilibrada: uma criança criada de modo violento ou sem castigo físico pode acabar cometendo violências, mas uma criança criada com o uso sábio da disciplina física terá muito mais chance de levar uma vida marcada por um comportamento bom e correto.

Passando toda a sua infância no lar de Davi, vendo Amnom, Absalão e Adonias em seus maus comportamentos, Salomão sabia o que era a falta de disciplina por experiência própria. Aliás, ele sofreu na própria pele as conseqüências da falta de disciplina do lar de seu pai, pois seu mimado irmão Adonias tentou tomar o governo das mãos de Salomão, e papai Davi não fez nada. O mimado Adonias estava disposto a matar Salomão para ficar com o trono.

Salomão também conhecia o caso trágico de Eli, através do que seu pai Davi lhe contava. Davi soube dos problemas internos da família de Eli através do próprio profeta Samuel, que era seu amigo. Assim, através de Davi Salomão conhecia até a situação dos filhos de Samuel.

Talvez seu pai Davi não tenha se importado muito com a falta de castigo físico com que Eli, Samuel e ele mesmo criaram seus filhos porque aquelas gerações de modo geral não educavam crianças de outro jeito. Pelo fato de que grandes líderes espirituais daquela época como Eli, Samuel e Davi não viam nada de errado com a falta de disciplina física na educação de filhos, é bem possível que em Israel a educação sem castigo físico fosse bem mais comum do que se poderia imaginar.

Provavelmente, o próprio Salomão nunca colocou em prática os princípios de disciplina de filhos que ele escreveu em Provérbios quando ele ainda era jovem, muito temente a Deus e não tinha esposa e filhos. Provérbios orienta os homens a ter somente uma esposa[1], porém Salomão teve muitas.[2] Ele desobedeceu.[3] Provérbios é o livro da Bíblia que mais ensina sobre disciplina, porém Roboão, filho de Salomão, seguiu a tradição da família de Davi de filhos mimados e maus.

Mas só porque Salomão não conseguiu obedecer significa que todos os homens de Deus também não conseguirão ter somente uma esposa e educar e corrigir os filhos conforme os excelentes princípios de Provérbios?

O que Deus fala aos pais através de Provérbios

Nas muitas orientações que escreveu sobre correção de filhos, Salomão não foi influenciado por costumes de sua família nem pela cultura ao seu redor. Ele estava sem condições de escrever com base na própria experiência, pois ele e seus irmãos não sabiam o que era receber disciplina do pai. Foi a inspiração direta de Deus que o levou a sustentar a posição não de seu pai nem de sua cultura nem de seu próprio coração, mas de Deus na questão da disciplina física. A sabedoria de Deus o capacitou a entender e ver o que mesmo seu pai e Samuel não viam. Deus, através da sabedoria de Salomão em Provérbios, ensina:

“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)

“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)

“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)

“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)

“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)

“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. (Provérbios 20:30 NVI)

“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)

“A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)

“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)

“Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. (Provérbios 22:15 CEV)

“A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. (Provérbios 22:15 GNB)

“Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13-14 RC)

“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)

“Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. (Provérbios 23:13-14 RA)

“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. (Provérbios 23:13-14 NTLH)

“Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. (Provérbios 23:13-14 NVI)

“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. (Provérbios 29:15 NTLH)

“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)

“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)

“Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. (Provérbios 29:15 GW)

Contudo, embora favoreça surras com vara, a Palavra de Deus não apóia o excesso e a violência:

“Corrija os seus filhos enquanto eles têm idade para aprender; mas não os mate de pancadas”. (Provérbios 19:18 NTLH)

“Castiga teu filho enquanto há esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma”. (Provérbios 19:18 RC)

“Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”. (Provérbios 19:18 RA)

“Corrija seus filhos antes que seja tarde demais; se você não castigá-los, você os está destruindo”. (Provérbios 19:18 CEV)

“Discipline seus filhos enquanto você ainda tem a chance; ceder aos desejos deles os destrói”. (Provérbios 19:18 MSG)

Portanto, a Palavra de Deus não aceita nenhum tipo de excesso — nem falta de disciplina, nem surras violentas que colocam a vida da criança em risco.

A falta de disciplina pode representar derrota em muitas áreas para pais cristãos negligentes, que abrem a boca para repreender e mais nada. Embora os meios de comunicação freqüente e insistentemente destaquem os abusos de pais que utilizam a violência no lugar da disciplina, não há espaço igual para alertar o público sobre os perigos da falta de disciplina. Aliás, a elite liberal e esquerdista — dona dos meios de comunicação — escolheu o radicalismo no lugar do bom senso, preferindo apoiar esforços para proibir toda forma de castigo físico em crianças, tornando a falta de disciplina a norma em toda a sociedade.

O ponto preocupante é que se a falta de disciplina em lares cristãos fortes pode provocar grandes prejuízos, o que poderia ocorrer então a uma sociedade inteira que se deixou seduzir pela propaganda enganadora de que toda disciplina física equivale à violência? A Palavra de Deus pode não ter sido escrita por especialistas em psicologia, mas uma Mente Sábia está por traz de sua orientações. Trocar essas orientações por conselhos e leis da moda podem trazer alívio e acomodação no presente, mas também o espectro de um futuro incerto e sombrio, pois não há indivíduo ou sociedade que tenha experimentado sucesso rejeitando as orientações da Palavra de Deus.

Certos entendidos da Bíblia gostam de afirmar que algumas passagens da Bíblia não são mais válidas, porque na opinião deles sua aplicação só tem relevância para a cultura e sociedade do passado. Por exemplo, se Eli e Davi utilizassem a vara para disciplinar seus filhos, esses entendidos concluiriam, conforme seus próprios desejos, que o uso da vara como instrumento de correção no lar tinha uma aplicação cultural para aquela época que hoje não mais tem. Mas a realidade é bem outra, de modo que seria muito interessante ver esses estudiosos se contorcendo para interpretar, contra seus próprios gostos, que a falta de disciplina é uma prática cultural do antigo Israel sem valor para os dias de hoje! Mas esses estudiosos não agem assim. Só quando lhes é conveniente é que eles reinterpretam a Bíblia utilizando o argumento cultural.

A disciplina e os castigos fazem parte da família espiritual e humana

Assim como Deus disciplina seus próprios filhos espirituais, ele também quer que os pais aqui na terra disciplinem seus próprios filhos.

Embora as medidas de Deus contra a teimosia, rebelião e desobediência de seu povo sejam extremamente enérgicas e duras, ele limitou as ações enérgicas dos pais à utilização da vara em casos de necessidade.

No Novo Testamento, o Senhor Jesus se utiliza de repreensões e castigos para lidar com a desobediência de algumas igrejas. Uma das igrejas recebeu a seguinte censura do Senhor:

“No entanto, contra você tenho isto: você tolera Jezabel, aquela mulher que se diz profetisa. Com os seus ensinos, ela induz os meus servos à imoralidade sexual e a comerem alimentos sacrificados aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua imoralidade sexual, mas ela não quer se arrepender. Por isso, vou fazê-la adoecer e trarei grande sofrimento aos que cometem adultério com ela, a não ser que se arrependam das obras que ela pratica. Matarei os filhos dessa mulher. Então, todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda mentes e corações, e retribuirei a cada um de vocês de acordo com as suas obras”. (Apocalipse 2:20-23 NVI)

Deus cuida de sua família espiritual, educando-a, treinando-a e castigando-a, e ele nos deixou o Livro de Provérbios a fim de que também eduquemos, treinemos e castiguemos nossos filhos. A educação de crianças de Provérbios pode ser resumida num só versículo:

“Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele”. (Provérbios 22:6 NTLH)

Com os conselhos sábios de Provérbios, os pais podem treinar seus filhos a andar no caminho do comportamento bom e certo, e até o fim da vida eles praticarão o que aprenderam e evitarão os maus comportamentos.

Ninguém é mais sábio do que Deus em matéria de criação de filhos. Nenhum livro da Bíblia fala tanto de sabedoria quanto Provérbios. E ninguém na terra foi mais sábio do que Salomão, pois sua sabedoria vinha de Deus. Assim, a sabedoria de Deus juntamente com a sabedoria de seu servo Salomão produziram os conselhos mais sábios que os pais precisam para desempenhar a responsabilidade de treinar seus filhos no bom caminho.

Os “sábios” deste mundo — que são verdadeiros tolos diante de Deus — só aceitam o que seus amigos “sábios” ensinam. Mas os verdadeiros sábios aceitam o que a Mente mais sábia do universo ensina em Provérbios.

“O tolo pensa que sempre está certo, mas os sábios aceitam conselhos.” (Provérbios 12:15 NTLH)

“Quem anda com os sábios será sábio, mas quem anda com os tolos acabará mal.” (Provérbios 13:20 NTLH)

Educação sem castigo físico: na moda desde os tempos de Eli

A propaganda da moda, que segue o método de Eli de conversar e repreender sem usar uma vara, prega que a disciplina física leva a violência aos lares e à vida dos filhos. Hofni, Finéias, Amnom, Absalão e Adonias — onde quer que eles estejam hoje — jamais concordariam com esse tipo de opinião! Eles se tornaram maus e violentos e agora estão pagando um elevado preço, sofrendo castigo eterno. Quem acha que o método de criação e educação de filhos sem castigo físico é invenção moderna superando práticas passadas, não conhece a vida de Eli e Davi. Esse método não foi inventado pelos especialistas de psicologia de hoje. Foi inspirado no coração humano e está em vigor há milhares de anos.

Assim como no caso de Salomão, que não escreveu sobre disciplina baseado nas experiências de infância que teve na casa de seu pai, o autor deste artigo e sua esposa vêm de lares onde os pais não acreditavam na eficácia dos castigos físicos. Acreditavam apenas no método de Eli, jamais tolerando que uma criança levasse uma palmadinha para corrigir atos de teimosia e rebelião. Aliás, num de nossos lares, além de abundantes revistas “especializadas” em criação de filhos com abundantes conselhos psicológicos à la Eli, havia também um manual do Dr. Benjamin Spock, responsável pela moderna rejeição em massa ao uso da disciplina física. Os livros do Dr. Spock são vendidos há mais de meio século — criando pelo menos três gerações inteiras de pais que amam e seguem suas teorias como se fossem tão ou mais sagradas do que todas as orientações do Livro de Provérbios.

Hoje, apesar de toda essa tradição em nossas famílias, acreditamos na Palavra de Deus, que está acima das experiências, tradições, modismos e opiniões humanas — até mesmo de cristãos bem intencionados que são uma bênção em muitas áreas, mas seguem os passos de Davi e Eli quando falam e ensinam sobre criação de filhos. O melhor manual de criação de filhos sempre foi e sempre será a Bíblia, e o maior mestre não é o Dr. Benjamin Spock. É o Autor da Bíblia.

É claro que Deus não aceita abusos de autoridade, porém não é certo utilizar os casos de violência e excessos para anular as orientações do Livro de Provérbios para os pais, pois a Palavra de Deus é clara que é justamente a falta da aplicação de castigos físicos que pode levar as famílias e seus filhos a destinos trágicos. Essas tragédias poderão ter um grande aumento em toda a sociedade, pois a meta do governo é proibir os pais de disciplinar os filhos. Essa proibição inevitavelmente tornará ilegal e crime obedecer às orientações de Deus em Provérbios.

Eli morreu há mais de três mil anos, mas seus seguidores hoje são muitos, principalmente entre educadores, psicólogos e defensores dos “direitos” das crianças. Se estivesse vivo, ele exigiria sua marca registrada do método que muitos psicólogos hoje arrogantemente atribuem a seus próprios conceitos. Ele diria o que é muito comum em nossos dias: “Quero meus direitos! Eu sou o pai desse método! Essa invenção pertence a mim!” Ele poderia até processar os psicólogos por lhe terem roubado a invenção da “disciplina sem castigo físico”. Bom então para os psicólogos que Eli não esteja vivo!

Brincadeiras de lado, Eli e seus filhos podem estar sofrendo castigo eterno por não reconhecerem o valor do castigo físico aqui na terra. Pai e filhos podem estar pagando o mesmo preço, por causa de seus pecados. Bem que a Palavra de Deus avisa:

“Não fique com medo de corrigir seus filhos; uma surra não os matará. Uma boa surra, aliás, pode salvá-los de algo pior do que a morte.” (Provérbios 23:13-14 MSG)


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Fonte: www.juliosevero.com.br

Versões:

BBE: Bible In Basic English (Bíblia em Inglês Básico).
GNB: Good News Bible – Second Edition.
CEV: Contemporary English Version (Versão Inglesa Contemporânea).
GW: GOD‘S WORD (Palavra de Deus). Copyright © 1995 by GOD’S WORD to the Nations Bible Society. All rights reserved.
HCSB: Holman Christian Standard Bible.
MSG: THE MESSAGE: The Bible in Contemporary Language.
NIV: New International Version.
NTLH: Nova Tradução na Linguagem de Hoje.
NVI: Nova Versão Internacional.
RA: Revista e Atualizada.
RC: Revista e Corrigida.
TB: Versão Brasileira.


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[1] Provérbios 5:15-19; Provérbios 31:2-3.
[2] Neemias 13:26.
[3] Deuteronômio 17:17,

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O urso faminto e a panela quente

O urso faminto e a panela quente "
Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo."
Esta historia nos leva a pensar...
Por muitas vezes, nos abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Coisas que precisam ser depositadas no altar de Deus pra que Ele resolva, mas te mos medo de abandoná-las, de confiá-las a Deus e isso tudo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero, de ansiedade...
Para que tudo dê certo em nossa vida, é necessário reconhecermos, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai nos dar condições de prosseguir. Precisamos aprender a confiar que tudo aquilo que nos entregamos a Deus, Ele vai ter o devido cuidado e vai resolver da melhor forma e no tempo certo.
Muitas vezes apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. Se e tão mais simples entregarmos a Deus e deixarmos que Ele resolva por nos, que Ele nos direcione, nos mostre o melhor...
Precisamos ter a coragem e a visão que o urso não teve. Precisamos tirar do nosso caminho tudo aquilo que faz nosso coração arder, colocar tudo nos braços de Deus e deixar Ele trabalhar. O urso faminto e a panela quente

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fotografias

Fotografias

Há quanto tempo você não vê um álbum de fotos de papel?
É... fotos impressas, do tempo em que ainda não havia câmera digital?
Outro dia eu tava procurando um documento em casa e achei, sem querer, uma caixa cheia de fotos de papel. Estranho, né?
Hoje a gente tem a chance de planejar a foto.
Depois da câmera digital, todo mundo sai bem na foto. Saiu ruim? Apaga.
Os olhos ficaram vermelhos? Faz outra.
O beicinho ficou esquisito? hummm, tira de novo?
Aí eu fiquei pensando como era diferente quando a gente não podia decidir se ficava ou não ficava bem na foto.
A gente levava o rolo pra revelar e aí... a surpresa!
Tudo ficava mais divertido. os flagrantes eram reais.
A tecnologia embelezou as nossas lembranças.
Retocou as nossas imperfeições. não é mesmo?
As fotos, hoje, são guardadas em arquivos virtuais...
As caixas e os álbuns desapareceram. Doido isso, né?
Aí eu peguei uma das fotos e me vi, na juventude, rindo com amigos.
O cabelo tava despenteado, a roupa amassada, a meia furada...
mas o meu sorriso tava ali...Autêntico e intacto.
Por alguns segundos imaginei se eu não deveria ter dado uma ajeitada no cabelo, mudado de roupa, escolhido um fundo melhor para aquela foto...
Depois eu pensei:
Caramba! Se eu tivesse planejado qualquer pose pra aquele momento, eu teria perdido o melhor daquela lembrança:
O meu riso, flagrado na hora da alegria, sem retoques, sem truques.
Mas vocês não acham que a vida é meio parecida com foto de papel?
Porque os momentos são únicos. Não têm volta.
O que foi torto, ficou torto. O que foi ruim, ficou ruim...
E o que foi bonito...Ficou bonito pra sempre.
Tem coisa que não dá pra mudar, mesmo.
Sendo assim, eu acho que é melhor a gente estar sempre de bem com a vida.
Porque quando o riso sair na foto, com certeza, vai guardar pra sempre um momento bom...Sem arrependimentos...Sem nenhum remendo...

Texto de Lena Gino

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O Bordão de Arão, Que Floresceu

O Bordão de Arão, Que Floresceu

Hebreus 9:4 menciona três coisas que estavam na arca da aliança no Velho Testamento. A urna de ouro contendo o maná serviu para relembrar o povo da providência de Deus durante a peregrinação no deserto. As tábuas da aliança continham os primeiros dez mandamentos falados por Deus ao seu povo quando ele lhes apareceu no monte Sinai. E o bordão de Arão que floresceu? Qual o significado deste objeto? Por algum motivo importante, Deus mandou que o cajado do primeiro sumo sacerdote de Israel fosse incluído entre as coisas sagradas na arca. Para entender esse motivo, vamos voltar à história do povo no deserto. Encontramos as informações necessárias no livro de Números, capítulos 10 a 17.

O Povo Partiu de Sinai (Números 10-12)

Depois de sair do Egito, o povo de Israel ficou quase um ano acampado em frente do monte Sinai. Lá, eles receberam as leis que Deus comunicou através de Moisés e fizeram o tabernáculo e todos os seus móveis. No segundo mês do segundo ano, Deus mandou que saíssem. Apesar de ter passado 11 meses na presença de Deus, o povo facilmente ficou descontente. Quando o povo misto que subiu com eles começou a cobiçar as comidas do Egito, os israelitas se desanimaram e se queixaram contra Deus. Moisés, também, se desanimou devido ao seu cargo pesado. Logo depois, os próprios irmãos de Moisés complicaram mais ainda a sua situação, reclamando por não ter a mesma autoridade que Deus havia dado a ele.

A Covardia dos Espiões (Números 13-14)

Do deserto de Parã, Moisés enviou 12 líderes de Israel para espiar a terra que Deus tinha prometido a eles. Eles subiram e espiaram a terra durante 40 dias. Voltaram ao acampamento e afirmaram que a terra era muito rica, como Deus prometeu. Falaram também das cidades bem fortificadas e dos homens gigantes. Em tudo isso, eles relataram os fatos. As evidências sugerem que existiam naquela região homens maiores do que Golias (veja Números 13:22,28,33; 1 Samuel 17:4 e Deuteronômio 3:11). O problema com o relatório dos espiões não foi nos fatos que comunicaram, mas sim nas conclusões às quais dez deles chegaram. Eles sentiram-se como gafanhotos fracos na presença de guerreiros fortes. Podemos até concordar com a afirmação deles: “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Números 13:31). Os israelitas não eram guerreiros (tinham saído recentemente da escravidão egípcia) e não eram fortes como os cananeus. O problema é que eles esqueceram de Deus. Sozinhos, os israelitas jamais tomariam posse da terra. Mas Deus Todo-Poderoso já tinha prometido dá-la aos descendentes de Abraão.

Os espiões covardes induziram o povo a desistir do plano de subir à terra de Canaã. Falaram de voltar para o Egito, em plena rebelião contra os líderes fiéis e contra o próprio Deus. Os homens que confiaram em Deus (Moisés, Arão, Calebe e Josué) falaram: “...é terra muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor, e não temais o povo dessa terra” (Números 14:7-9).

A diferença entre os espiões de Judá e Efraim e os das outras dez tribos era um ponto fundamental: a fé. Calebe e Josué confiaram no Senhor, e os outros temeram o inimigo. A conseqüência foi trágica. O povo percorreu o deserto durante 40 anos, até que morreram todos os homens daquela geração, menos Calebe e Josué.

Parados no Deserto (Números 15)

Imagine o desafio que Moisés enfrentou. Já foi difícil lidar com o povo quando eles iam para a terra prometida. Mas agora, eles não vão para lugar nenhum! Durante o resto de sua vida, ele teria que governar um povo rebelde parado no deserto por causa do pecado. Capítulo 15 mostra o que Moisés fez. Ele ensinou a lei de Deus ao povo, preparando uma nova geração para entrar na terra como servos fiéis ao Senhor.

Moisés se encontrou numa situação bem triste. Rodeado por moribundos, ele teria que tentar preservar a nova geração para receber a promessa. Ele ensinou e aplicou a palavra de Deus, instruindo o povo sobre ofertas, sacrifícios, pecado e castigo. Acima de tudo, ele ensinou sobre a santidade de Deus e a importância de obediência à palavra dele.

A Rebelião de Corá (Números 16)

Uma congregação parada, que não procura fazer as conquistas que Deus pede, é terra fértil para brigas e problemas internos. Foi exatamente isso que aconteceu no deserto. A congregação de Israel estava parada, e os conflitos começaram a surgir entre irmãos. Corá, um levita da família de Coate (a mesma família de Moisés e Arão) conduziu vários outros homens numa rebelião contra os líderes escolhidos por Deus. Mais de 250 homens, líderes respeitados pelo povo, participaram dessa insurreição, alegando que todas as pessoas foram santas e igualmente dignas de guiar o povo.

Deus agiu prontamente. Ele convocou uma reunião e fez abrir a terra para engolir os principais líderes da revolta, juntos com suas famílias e posses. Mais 250 homens que apoiaram a rebelião foram consumidos por fogo.

A demonstração do poder divino contra os rebeldes devia ter resolvido o problema, mas o povo de Israel demorou para aprender. A congregação murmurou contra Moisés e Arão no dia seguinte, levantando a acusação incrivelmente absurda de que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor. Que ironia! Deus matou o povo do diabo, e a multidão acusou os servos de Deus de terem matado o povo do Senhor! Deus, na sua justiça, ameaçou matar todos de uma vez, mas Arão e Moisés se puseram entre a ira de Deus e o povo pecaminoso. Mesmo assim, morreram naquele dia 14.700 pessoas por causa dessas murmurações contra Deus e seus servos escolhidos.

O Bordão de Arão (Números 17)

Parece que o problema foi resolvido até o fim do capítulo 16. Os líderes da rebelião foram mortos, e quase 15.000 pessoas que os defendiam morreram, também. Mas Deus sabia que a raiz do problema ainda não foi tirada. As atitudes rebeldes do capítulo 16 refletiram um desrespeito da autoridade que o próprio Deus deu a Moisés e Arão. Foi necessário arrancar a rebeldia pela raiz.

O Senhor mandou que os príncipes de cada tribo levassem suas varas a Moisés. Ele especificamente disse que Arão representaria a tribo de Levi. Esse fato é importante. O principal líder da rebelião foi um primo de Arão, um levita da mesma família (veja Números 16:1 e Êxodo 6:18,20,21). Entre os levitas, Deus escolheu a casa de Coate para cuidar das coisas santíssimas (Números 4:2), mas Corá não estava contente com esse papel. Ele cobiçou a posição de seu primo, e tentou assumir uma posição que Deus não lhe deu. A primeira lição que Deus ensinou no capítulo 17 foi esta: Arão deve ser respeitado como líder dos levitas.

Moisés recolheu os cajados e os pôs no tabernáculo, diante do Senhor. Deus disse que o bordão do homem escolhido floresceria. É claro que isso seria um milagre e um sinal de Deus, mostrando qual tribo foi selecionada para representar o povo na presença dele. Moisés voltou no dia seguinte e achou onze bordões normais. A vara de Arão, porém, brotou, produziu flores e deu amêndoas! Uma vara viva não faria tudo isso numa noite só, muito menos uma morta! Deus claramente afirmou a sua escolha, para acabar com a rebeldia e as murmurações do povo de Israel (17:5,10).

Lições e Aplicações

Dessa história, podemos aprender várias lições proveitosas. Entre elas:

Œ A importância da fé. Mais de 600.000 homens morreram no deserto por falta de fé. Deus ia lhes dar a terra de Canaã, mas eles não confiaram no poder dele. Viram suas próprias fraquezas e limitações, e não olharam para Deus e o seu poder. “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

 Os perigos de ser inativos. Quando a congregação de Israel deixou de cumprir sua missão, dada por Deus, ela criou um clima desagradável que cultivou brigas e murmurações. Uma igreja, hoje em dia, deve ser ativa na missão dada por Deus. Devemos divulgar as boas novas e procurar resgatar homens e mulheres do pecado. Uma congregação que não se preocupa em progredir dentro da vontade de Deus acabará se destruindo com contenções e facções.

Ž A necessidade de ensinamento contínuo. Mesmo sabendo que os pais não entrariam na terra prometida, Moisés continuou ensinando a palavra de Deus aos filhos. A preparação da nova geração exigiu trabalho árduo, pois os próprios pais não demonstraram firmeza na sua fé. A instrução na palavra de Deus exige persistência, paciência e repetição (veja 2 Pedro 1:12-15, onde Pedro fala três vezes da necessidade de lembrar seus leitores de verdades já ensinadas). Cristãos e igrejas que agradam ao Senhor hoje enfatizam o estudo da palavra dele.

 As conseqüências do pecado. O povo rejeitou a palavra verdadeira falada por Calebe e Josué, e mais de 600.000 homens morreram no deserto. Corá e seus colegas induziram outros a rebelião, e eles e suas famílias foram engolidos pela terra. 250 homens apoiaram a rebelião, e foram consumidos por fogo. A multidão murmurou, e 14.700 morreram numa praga. Todos esses casos ilustram o princípio de Romanos 6:23: “... o salário do pecado é a morte”.

 O respeito pela autoridade de Deus. O problema fundamental nesses episódios infelizes no deserto foi a falta de respeito pela autoridade de Deus. Quando Deus promete, ele cumpre (Tito 1:2). Quando ele escolhe alguém para servir, a pessoa deve cumprir seu papel (Romanos 12:3-8). Quando Deus fala, devemos escutar (João 12:47-50).

Conclusão

Quase 3.500 anos atrás, o povo escolhido por Deus atravessou o deserto de Sinai. Ao invés de fazer uma viagem relativamente fácil até a terra preparada pelo Senhor, os israelitas reclamaram, cobiçaram, praticaram idolatria e se rebelaram contra Deus. Os mesmos problemas atropelam a fé de muitas pessoas hoje, que não demonstram a firmeza espiritual para enfrentar e vencer os desafios no caminho para o céu. Do exemplo deles, e da resposta definitiva que Deus lhes deu no bordão de Arão que floresceu, podemos aproveitar algumas lições essenciais. Dos erros dos israelitas, podemos aprender como superar as tentações para alcançar o nosso alvo eterno (veja 1 Coríntios 10:1-13). Deus é fiel. Sejamos, também, fiéis!

- por Dennis Allan

Leia mais sobre este assunto:
A Missão Espiritual da Igreja
Discórdias, Dissensões e Facções: Obras da Carne



Hebreus 9:4 menciona três coisas que estavam na arca da aliança no Velho Testamento. A urna de ouro contendo o maná serviu para relembrar o povo da providência de Deus durante a peregrinação no deserto. As tábuas da aliança continham os primeiros dez mandamentos falados por Deus ao seu povo quando ele lhes apareceu no monte Sinai. E o bordão de Arão que floresceu? Qual o significado deste objeto? Por algum motivo importante, Deus mandou que o cajado do primeiro sumo sacerdote de Israel fosse incluído entre as coisas sagradas na arca. Para entender esse motivo, vamos voltar à história do povo no deserto. Encontramos as informações necessárias no livro de Números, capítulos 10 a 17.

O Povo Partiu de Sinai (Números 10-12)

Depois de sair do Egito, o povo de Israel ficou quase um ano acampado em frente do monte Sinai. Lá, eles receberam as leis que Deus comunicou através de Moisés e fizeram o tabernáculo e todos os seus móveis. No segundo mês do segundo ano, Deus mandou que saíssem. Apesar de ter passado 11 meses na presença de Deus, o povo facilmente ficou descontente. Quando o povo misto que subiu com eles começou a cobiçar as comidas do Egito, os israelitas se desanimaram e se queixaram contra Deus. Moisés, também, se desanimou devido ao seu cargo pesado. Logo depois, os próprios irmãos de Moisés complicaram mais ainda a sua situação, reclamando por não ter a mesma autoridade que Deus havia dado a ele.

A Covardia dos Espiões (Números 13-14)

Do deserto de Parã, Moisés enviou 12 líderes de Israel para espiar a terra que Deus tinha prometido a eles. Eles subiram e espiaram a terra durante 40 dias. Voltaram ao acampamento e afirmaram que a terra era muito rica, como Deus prometeu. Falaram também das cidades bem fortificadas e dos homens gigantes. Em tudo isso, eles relataram os fatos. As evidências sugerem que existiam naquela região homens maiores do que Golias (veja Números 13:22,28,33; 1 Samuel 17:4 e Deuteronômio 3:11). O problema com o relatório dos espiões não foi nos fatos que comunicaram, mas sim nas conclusões às quais dez deles chegaram. Eles sentiram-se como gafanhotos fracos na presença de guerreiros fortes. Podemos até concordar com a afirmação deles: “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Números 13:31). Os israelitas não eram guerreiros (tinham saído recentemente da escravidão egípcia) e não eram fortes como os cananeus. O problema é que eles esqueceram de Deus. Sozinhos, os israelitas jamais tomariam posse da terra. Mas Deus Todo-Poderoso já tinha prometido dá-la aos descendentes de Abraão.

Os espiões covardes induziram o povo a desistir do plano de subir à terra de Canaã. Falaram de voltar para o Egito, em plena rebelião contra os líderes fiéis e contra o próprio Deus. Os homens que confiaram em Deus (Moisés, Arão, Calebe e Josué) falaram: “...é terra muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor, e não temais o povo dessa terra” (Números 14:7-9).

A diferença entre os espiões de Judá e Efraim e os das outras dez tribos era um ponto fundamental: a fé. Calebe e Josué confiaram no Senhor, e os outros temeram o inimigo. A conseqüência foi trágica. O povo percorreu o deserto durante 40 anos, até que morreram todos os homens daquela geração, menos Calebe e Josué.

Parados no Deserto (Números 15)

Imagine o desafio que Moisés enfrentou. Já foi difícil lidar com o povo quando eles iam para a terra prometida. Mas agora, eles não vão para lugar nenhum! Durante o resto de sua vida, ele teria que governar um povo rebelde parado no deserto por causa do pecado. Capítulo 15 mostra o que Moisés fez. Ele ensinou a lei de Deus ao povo, preparando uma nova geração para entrar na terra como servos fiéis ao Senhor.

Moisés se encontrou numa situação bem triste. Rodeado por moribundos, ele teria que tentar preservar a nova geração para receber a promessa. Ele ensinou e aplicou a palavra de Deus, instruindo o povo sobre ofertas, sacrifícios, pecado e castigo. Acima de tudo, ele ensinou sobre a santidade de Deus e a importância de obediência à palavra dele.

A Rebelião de Corá (Números 16)

Uma congregação parada, que não procura fazer as conquistas que Deus pede, é terra fértil para brigas e problemas internos. Foi exatamente isso que aconteceu no deserto. A congregação de Israel estava parada, e os conflitos começaram a surgir entre irmãos. Corá, um levita da família de Coate (a mesma família de Moisés e Arão) conduziu vários outros homens numa rebelião contra os líderes escolhidos por Deus. Mais de 250 homens, líderes respeitados pelo povo, participaram dessa insurreição, alegando que todas as pessoas foram santas e igualmente dignas de guiar o povo.

Deus agiu prontamente. Ele convocou uma reunião e fez abrir a terra para engolir os principais líderes da revolta, juntos com suas famílias e posses. Mais 250 homens que apoiaram a rebelião foram consumidos por fogo.

A demonstração do poder divino contra os rebeldes devia ter resolvido o problema, mas o povo de Israel demorou para aprender. A congregação murmurou contra Moisés e Arão no dia seguinte, levantando a acusação incrivelmente absurda de que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor. Que ironia! Deus matou o povo do diabo, e a multidão acusou os servos de Deus de terem matado o povo do Senhor! Deus, na sua justiça, ameaçou matar todos de uma vez, mas Arão e Moisés se puseram entre a ira de Deus e o povo pecaminoso. Mesmo assim, morreram naquele dia 14.700 pessoas por causa dessas murmurações contra Deus e seus servos escolhidos.

O Bordão de Arão (Números 17)

Parece que o problema foi resolvido até o fim do capítulo 16. Os líderes da rebelião foram mortos, e quase 15.000 pessoas que os defendiam morreram, também. Mas Deus sabia que a raiz do problema ainda não foi tirada. As atitudes rebeldes do capítulo 16 refletiram um desrespeito da autoridade que o próprio Deus deu a Moisés e Arão. Foi necessário arrancar a rebeldia pela raiz.

O Senhor mandou que os príncipes de cada tribo levassem suas varas a Moisés. Ele especificamente disse que Arão representaria a tribo de Levi. Esse fato é importante. O principal líder da rebelião foi um primo de Arão, um levita da mesma família (veja Números 16:1 e Êxodo 6:18,20,21). Entre os levitas, Deus escolheu a casa de Coate para cuidar das coisas santíssimas (Números 4:2), mas Corá não estava contente com esse papel. Ele cobiçou a posição de seu primo, e tentou assumir uma posição que Deus não lhe deu. A primeira lição que Deus ensinou no capítulo 17 foi esta: Arão deve ser respeitado como líder dos levitas.

Moisés recolheu os cajados e os pôs no tabernáculo, diante do Senhor. Deus disse que o bordão do homem escolhido floresceria. É claro que isso seria um milagre e um sinal de Deus, mostrando qual tribo foi selecionada para representar o povo na presença dele. Moisés voltou no dia seguinte e achou onze bordões normais. A vara de Arão, porém, brotou, produziu flores e deu amêndoas! Uma vara viva não faria tudo isso numa noite só, muito menos uma morta! Deus claramente afirmou a sua escolha, para acabar com a rebeldia e as murmurações do povo de Israel (17:5,10).

Lições e Aplicações

Dessa história, podemos aprender várias lições proveitosas. Entre elas:

Œ A importância da fé. Mais de 600.000 homens morreram no deserto por falta de fé. Deus ia lhes dar a terra de Canaã, mas eles não confiaram no poder dele. Viram suas próprias fraquezas e limitações, e não olharam para Deus e o seu poder. “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

 Os perigos de ser inativos. Quando a congregação de Israel deixou de cumprir sua missão, dada por Deus, ela criou um clima desagradável que cultivou brigas e murmurações. Uma igreja, hoje em dia, deve ser ativa na missão dada por Deus. Devemos divulgar as boas novas e procurar resgatar homens e mulheres do pecado. Uma congregação que não se preocupa em progredir dentro da vontade de Deus acabará se destruindo com contenções e facções.

Ž A necessidade de ensinamento contínuo. Mesmo sabendo que os pais não entrariam na terra prometida, Moisés continuou ensinando a palavra de Deus aos filhos. A preparação da nova geração exigiu trabalho árduo, pois os próprios pais não demonstraram firmeza na sua fé. A instrução na palavra de Deus exige persistência, paciência e repetição (veja 2 Pedro 1:12-15, onde Pedro fala três vezes da necessidade de lembrar seus leitores de verdades já ensinadas). Cristãos e igrejas que agradam ao Senhor hoje enfatizam o estudo da palavra dele.

 As conseqüências do pecado. O povo rejeitou a palavra verdadeira falada por Calebe e Josué, e mais de 600.000 homens morreram no deserto. Corá e seus colegas induziram outros a rebelião, e eles e suas famílias foram engolidos pela terra. 250 homens apoiaram a rebelião, e foram consumidos por fogo. A multidão murmurou, e 14.700 morreram numa praga. Todos esses casos ilustram o princípio de Romanos 6:23: “... o salário do pecado é a morte”.

 O respeito pela autoridade de Deus. O problema fundamental nesses episódios infelizes no deserto foi a falta de respeito pela autoridade de Deus. Quando Deus promete, ele cumpre (Tito 1:2). Quando ele escolhe alguém para servir, a pessoa deve cumprir seu papel (Romanos 12:3-8). Quando Deus fala, devemos escutar (João 12:47-50).

Conclusão

Quase 3.500 anos atrás, o povo escolhido por Deus atravessou o deserto de Sinai. Ao invés de fazer uma viagem relativamente fácil até a terra preparada pelo Senhor, os israelitas reclamaram, cobiçaram, praticaram idolatria e se rebelaram contra Deus. Os mesmos problemas atropelam a fé de muitas pessoas hoje, que não demonstram a firmeza espiritual para enfrentar e vencer os desafios no caminho para o céu. Do exemplo deles, e da resposta definitiva que Deus lhes deu no bordão de Arão que floresceu, podemos aproveitar algumas lições essenciais. Dos erros dos israelitas, podemos aprender como superar as tentações para alcançar o nosso alvo eterno (veja 1 Coríntios 10:1-13). Deus é fiel. Sejamos, também, fiéis!

- por Dennis Allan

Leia mais sobre este assunto:
A Missão Espiritual da Igreja
Discórdias, Dissensões e Facções: Obras da Carne

Água em Vinho

(Jo. 2.7-10) “Disse Jesus aos serviçais: “Encham os potes com água”. E os encheram até a borda. Então lhes disse: “Agora, levem um pouco ao encarregado da festa”.Eles assim fizeram,e o encarregado da festa provou a água que fora transformada em vinho, sem saber de onde este viera, embora o soubessem os serviçais que haviam tirado a água. Então chamou o noivo e disse: “Todos servem primeiro o melhor vinho e, depois que os convidados já beberam bastante, o vinho inferior é servido; mas você guardou o melhor até agora.”(NVI).

VINHO. O sumo das uvas produzia diversas espécies de vinho. Pisadas as uvas no lagar (tanque de prensar uvas), corria o sumo (suco) para uma cuba (vasilha grande). A esse sumo chamavam "vinho novo"; e os judeus bebiam-no nesse estado; mas passado pouco tempo, principiava a fermentação. O vinho fermentado tinha diversos nomes. Algum era pouco melhor do que o vinagre, e formava a bebida comum dos operários, ou dos trabalhadores do campo durante o calor da colheita (Rt 2.14) “Na hora da refeição, Boaz lhe disse: “Venha cá! Pegue um pedaço de pão e molhe-o no vinagre”. Quando ela se sentou
junto aos ceifeiros, Boaz lhe ofereceu grãos tostados. Ela comeu até ficar satisfeita e ainda sobrou.”
(NVI). Foi este o vinho, fornecido em enormes quantidades por Salomão, para os rachadores de lenha no Líbano (2 Cr 2.10) “E eu darei como sustento a teus servos, os lenhadores, vinte mil tonéis de trigo, vinte mil tonéis de cevada, dois mil barris de vinho e dois mil barris de azeite.” (NVI). O vinagre que deram ao Salvador, quando estava na cruz (Mc 15.36) “Um deles correu, embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e deu-a a Jesus para beber. E disse: “Deixem-no. Vejamos se Elias vem tirá-lo daí.” (NVI), era provavelmente a "posca", uma mistura de vinho e água que costumavam dar aos soldados romanos; e o vinho com mirra era uma bebida estupefaciente.

A GLÓRIA DE JESUS MANIFESTA ATRAVÉS DO VINHO

Conforme já vimos, o vinho pode ser fermentado ou não, concentrado ou diluído. A resposta que cada um deve dar após uma análise, tem que ser baseada ou determinada pelos fatos contextuais (encadeamento de idéias de um escrito) e pela probabilidade moral. A posição a que este comentário dá, é a de que “Jesus fez vinho (oinos) suco de fruta integral e sem fermentação.” Os dados que se seguem apresentam fortes razões para REJEIÇÃO da opinião de que Jesus fez “vinho embriagante”, vejamos:

  1. O objetivo primordial desse milagre foi manifestar a Sua Glória (Jo. 2.11) “Este sinal miraculoso, em Caná da Galiléia, foi o primeiro que Jesus realizou. Revelou assim a sua glória, e os seus discípulos creram nele.” (NVI), de modo a despertar a fé pessoal e a confiança em Jesus como filho de Deus, Santo e Justo, que veio salvar os homens do pecado (Mt. 1.21) “Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” (NVI). Sugerir que Cristo manifestou a Sua divindade como o Filho Unigênito do Pai (Jo. 1.14) “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.” (NVI), mediante a criação milagrosa de inúmeros litros de vinho embriagante para uma festa de bebedeiras (Jo. 2.10 Nota: onde subentende-se que os convidados já tinham bebido muito) “...e disse: “Todos servem primeiro o melhor vinho e, depois que os convidados já beberam bastante, o vinho inferior é servido; mas você guardou o melhor até agora.” (NVI), e que tal milagre era extremamente importante para Sua missão Messiânica, requer um grau de desrespeito, e poucos se atreviam a tanto. Será, porém, um testemunho da honra de Deus, e da honra e glória de Cristo, crer que Ele criou sobrenaturalmente o mesmo suco de uva que Deus produz anualmente através da ordem natural criada. Portanto, esse milagre destaca a soberania de Deus no mundo natural, tornando-se um símbolo de Cristo para transformar espiritualmente pecadores em filhos de Deus. Devido a esse milagre, vemos a glória de Cristo “como a glória do Unigênito do Pai.”
  2. Contraria a revelação Bíblica quanto a perfeita obediência de Cristo a Seu Pai celestial (Jo. 4.34; Fp. 2.8,9) “Disse Jesus: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra... E, sendo encontrado em forma humana,humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome.” (NVI) supor que Ele desobedeceu ao mandamento moral do Pai: (Pv. 23.31) “Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente!” (NVI). Cristo por certo sancionou (aprovou) os textos Bíblicos que condenam o vinho embriagante como escarnecedor e alvoroçador (Pv. 20.1) “O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles.” (NVI), bem como as palavras de (Hc. 2.15) “Ai daquele que dá bebida ao seu próximo, misturando-a com o seu furor (fúria; ira exaltada), até que ele fique bêbado,para lhe contemplar a nudez.” (NVI). Veja mais: (Lv. 10.8-11; Pv. 31.4-7; Is. 28.7; Rm. 14.21) “Depois o SENHOR disse a Arão: “Você e seus filhos não devem beber vinho nem outra bebida fermentada antes de entrar na Tenda do Encontro, senão vocês morrerão. É um decreto perpétuo para as suas gerações. Vocês têm que fazer separação entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, e ensinar aos israelitas todos os decretos que o SENHOR lhes deu por meio de Moisés... Não convém aos reis, ó Lemuel; não convém aos reis beber vinho, não convém aos governantes desejar bebida fermentada, para não suceder que bebam e se esqueçam do que a lei determina, e deixem de fazer justiça aos oprimidos. Dê bebida fermentada aos que estão prestes a morrer, vinho aos que estão angustiados; para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e não mais se lembrem da sua infelicidade... E estes também cambaleiam pelo efeito do vinho, e não param em pé por causa da bebida fermentada. Os sacerdotes e os profetas cambaleiam por causa da bebida fermentada e estão desorientados devido ao vinho; eles não conseguem parar em pé por causa da bebida fermentada, confundem-se quando têm visões, tropeçam quando devem dar um veredicto... É melhor não comer carne nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa que leve seu irmão a cair.” (NVI).

O vinho fermentado é aquele que é embriagante. Comentar sobre este tipo de vinho, é fazer uma comparação verdadeira e paralela sobre o próprio termo “fermento e asmo”.
O fermento na Bíblia, é representado como símbolo da corrupção e do mal (Mt. 16.6) “Disse-lhes Jesus: “Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus.” (NVI).

A fermentação envolve “alteração, decomposição, deterioração, e, geralmente, simboliza o mal.

O vinho fermentado ou qualquer bebida alcoólica, corrompe os sentidos de uma pessoa, além do mais, o álcool escraviza e inibe qualquer reação da consciência naquele momento para o discernimento em juízo não importando a existência de regras morais estabelecidas, quer numa sociedade ou no âmbito espiritual do nosso Deus.

As ações daquele que se dá ao vinho, serão o espelho de suas convicções deturpadas e das disposições internas de um coração corrupto que não se importa em temer a Deus. Existe também uma palavra chamada “hedonismo”, que nada mais é do que considerar que o prazer individual e imediato é a finalidade da vida. Segundo a Bíblia, todos devemos dar contas de nossos atos e quando praticamos o que Deus requer e lhe agrada, não à lei que a restrinja, veja (Gl. 5.22-23) “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (sobriedade). Contra essas coisas não há lei (a lei é para os conforme: (I Tm. 1.9) “...Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes...)”(NVI) tudo o que fazemos deve ser para glorificar ao Senhor.

CONCLUSÃO

O culto que o homem deve prestar a Deus, deve ser o culto “racional”, onde todas as faculdades inerentes tais como sua capacidade de interpretar, conhecer, redargüir, discutir devem estar sóbrias, sem nenhum tipo de confusão, pois, o nosso Deus não é um Deus de confusão ou desordem (I Co. 14.33a) “Pois Deus não é Deus de desordem (ou confusão), mas de paz...” (NVI).

Nada melhor que concluir este estudo com estes versículos (Referem-se a coisas fermentadas – “do vinho fermentado”):

(Êx. 13.7) “Comam pão sem fermento durante os sete dias; NÃO HAJA NADA FERMENTADO ENTRE VOCÊS, nem fermento algum dentro do seu território.” (NVI);

(Êx. 12.15) “Durante sete dias comam pão sem fermento. No primeiro dia tirem de casa o fermento, porque QUEM COMER QUALQUER COISA FERMENTADA, do primeiro ao sétimo dia, SERÁ ELIMINADO DE ISRAEL.” (NVI);

(Mc. 8.15) “Advertiu-os Jesus: “Estejam atentos e tenham CUIDADO COM O FERMENTO dos fariseus e com o fermento de Herodes.” (NVI);

(I Co. 5.6-8) “O orgulho de vocês não é bom. Vocês não sabem que um pouco de fermento faz toda a massa ficar fermentada? Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. POR ISSO, CELEBREMOS A FESTA, NÃO COM O FERMENTO VELHO, NEM COM O FERMENTO DA MALDADE E DA PERVERSIDADE, MAS COM OS PÃES SEM FERMENTO, OS PÃES DA SINCERIDADE E DA VERDADE.” (NVI);

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

NÃO POSSO ESQUECER -CURSO FANTOCHES TURMA DO PRINTY

NÃO POSSO ESQUECER -CURSO FANTOCHES TURMA DO PRINTY

31/10/2009

Igreja Ass de Deus em Guarulhos
Local: Templo da igreja
End: Av. Mulungu, 25 jd. São João.

Horário:18:30
Contato: Neide. (11)2469-8430

sábado, 29 de agosto de 2009

LIVRO GRATUITO DE POESIAS: ÁGUAS VIVAS


LIVRO GRATUITO DE POESIAS: ÁGUAS VIVAS




Amados irmãos e leitores, é com imenso prazer que trago até vocês uma antologia poética.
ÁGUAS VIVAS é um e-book gratuito, uma antologia reunindo textos de 10 poetas evangélicos contemporâneos, apresentando autores relativamente pouco conhecidos ao lado de outros já consagrados, como o Pr. Israel Belo de Azevedo, Pr. Josué Ebenézer e o Prof. Noélio Duarte, membros Academia Evangélica de Letras do Brasil (AELB), e o bardo português João Tomaz Parreira, entre outros.Águas Vivas, mais que uma simples antologia poética, nasce como um oportuno projeto, que visa a aproximar ainda mais leitores e poetas evangélicos contemporâneos.
Por um lado divulgando a poesia evangélica e incentivando a produção de bons autores, e por outro, apresentando ao leitor um breve, mas significativo panorama da obra destes bravos bardos que têm na fé evangélica e no manejo das palavras o traço de sua união.
Tenha uma boa leitura, e sinta-se livre para compartilhar este livro eletrônico com seus amigos, irmãos e contatos, mas lembre-se: a obra não pode ser comercializada de nenhuma maneira, estando liberada sob uma licença Creative Commons.
Em ordem alfabética, os autores que compõem este livro são: Brissos Lino, Gilberto Celeti, Giovanni C. A. de Araújo, Israel Belo de Azevedo, J. T. Parreira, Josué Ebenézer, Luiz Flor dos Santos, Noélio Duarte, Sammis Reachers e Wolodymir Boruszewski (Wolô).
São 163 páginas, em formato PDF.
Você pode baixar, divulgar e compartilhar à vontade.Para baixar o livro, clique aqui:

http://poesiaevanglica.blogspot.com/2009/07/aguas-vivas-antologia-poetica-para.html

Irmãos, estejam livres para reproduzirem este post em seus blogs, e/ou disponibilizarem este livro para download direto a partir de seus blogs e sites, sejam pessoais ou institucionais, sem a necessidade de prévia autorização.
Sammis Reachers, org.
Espero que aproveitem amigos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Segredos com Deus


Aprenda a ter o Senhor como cúmplice
Existem alguns propósitos que Deus põe no coração do homem para que ele trabalhe em cima daquela promessa.
Revelar tudo que Deus põe em nosso coração a outras pessoas não é sábio.
Alguns projectos podem gerar inveja, ódio, frustração e outros sentimentos malignos naqueles que não estão na mesma fé e na mesma visão.
O livro de Provérbios 14:30 diz que a inveja é a podridão dos ossos.
Quando se tem o Senhor como cúmplice, as promessas se concretizam e os sonhos passam a ser uma realidade na vida do cristão.
Que Deus nos abençoe...
Bjs
www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com

NÃO A MENTIRA


Queridas (os) amigas(os), hoje irei falar sobre algo que muito me aborrece... A mentira!!

porque será que uma pessoa, gosta de mentir e falar da outra?

Porque e', o que esta dentro dela...
Tem pessoas, que não sabe manter sua boca fechada, e só sabe maquinar o mau, contra seu próximo.
Ela dorme, levanta , pensando em como destruir o outro !!
Pior e' que muitas das vezes essa pessoa se passa de companheiro ou de amigo...
Que vergonha!!!
Isso me faz lembrar de algo muito enterres ante... Do joio e do trigo.
O joio esta sempre junto do trigo...querendo ser como o trigo..mas e' impossível !!
A verdade sempre vai aparecer, e ela vai acabar mostrando, aquilo que realmente , ela e'.

O pecado da mentira, e' como as raposinhas.. muitos só se preocupam com OS GRANDE PECADOS, mas os maiores estragos , são feitos pelas pequenas raposas...
Você quer conhecer , uma pessoa??
Vê os frutos que ela da!!!
Beijos amigas, e fiquem vigilantes contra as raposinhas, vamos dizer NÃO a MENTIRA!!
Na fé.

domingo, 23 de agosto de 2009

Quatro passos para alcançar os meus alvos


Intro:
Todos nós temos alvos para a nossa vida. Todos querem alcançar alguma coisa.
Casar, comprar uma casa, fazer uma viagem, se formar em alguma coisa...
Temos alvos espirituais também: receber o batismo com o Espírito Santo, receber unção de Deus, crescer ministerialmente, ser um pregador, ser um cantor de nome, e muitos outros.
A Bíblia mostra homens de Deus que tinham alvos a ser alcançados e que alcançaram estes alvos.
àQual era o alvo de Moisés? Conduzir o povo para fora do Egito;
àDe Davi? Formar uma grande nação em torno de um reino;
àDe Salomão? Construir o templo;
àDe João Batista? Preparar o caminho para Jesus;
àDe Jesus? Ir ao calvário por nós...

Todos estes alcançaram seus alvos desejados porque tinham um rumo, uma direção.
Diz certo ditado popular: “Para um barco sem rumo, qualquer vento serve”.
Baseado no texto lido quero falar sobre quatro passos para nós alcançar os nossos alvos.
Evidentemente que esse texto fala de uma carta Jeremias enviou para o povo de Israel que encontrava no cativeiro da Babilônia. Mas podemos sim através desse, tirar lições para nossa vida:
1. Não se iluda (vv 8-9)
No cativeiro da Babilônia, haviam profetas mentirosos.
Você já ouviu mentiras demais, mas mesmo assim mantenha os pés no chão, cresça e amadureça.
Peça discernimento a Deus, não acredite em tudo. Há pregadores que prometem o céu aqui na Terra.
Campanhas de prosperidade, loteria evangélica, etc.; é claro que Deus quer nos dar uma vida próspera e abundante, mas a vida cristã é feita também de lutas e provas.
Antes de recebermos a coroa, ás vezes é preciso experimentar os espinhos.
Lutas, provas, tribulações, são uma maneira de Deus ensinar os crentes (Rm 5:3-4; I Pe 1:7).
Não é o céu na Terra que Deus promete em sua palavra, mas além da sua proteção e provisão, ele promete a vida eterna na glória com ele.

2. Busque prosperar (vv 5-6)
Devemos procurar alcançar coisas neste mundo em pelo menos duas áreas:
àMaterialmente: construa sua casa, plante;
àRelacionalmente: forme famílias.
Há crentes que se conformam com qualquer situação. Acham que a vida está boa demais como está:
“Meu dente caiu! Ta bom demais vou colar com Super – Bonder!”.
“Meu chinelo arrebentou! Ta bom vou grudar com ramona!”
“Minha meia furou! Ta bom é do lado de dentro do sapato mesmo!”
Meu irmão, não seja assim, procure trabalhar, estudar, crescer na sua vida. Não seja acomodado, Deus vai te ajudar, mas você precisa fazer sua parte.
Veja o que diz em Rm 12:2.
É claro que você tem que colocar Deus em primeiro lugar, mas isso não atrapalha sua vida secular lá fora.
Paulo teve de escrever aos Tessalonicenses e exortá-los porque eles estavam achando que a vinda de Jesus seria naqueles dias e então eles não queriam mais trabalhar (II Ts 2:1-2; II Ts 3:10).
Enquanto aguardamos Jesus voltar, podemos ter alvos materiais. Podemos casar estudar, formar, comprar carro, casa.

3. Busque a paz e ore pela sua cidade (vv 7)
Busque viver em paz com o próximo mesmo que ele não seja evangélico (Rm 12:18).
Jesus alcançou o seu alvo neste mundo, porque Jesus é o príncipe da paz.
Quem tem Jesus alcança os seus alvos com a paz de Deus em seu coração, orando por seu município e autoridades locais (I Pe 2:13-14; Rm 13:1).

4. Busque ao Senhor (vv 13-14)
Jesus nos ensinou que se buscarmos o seu reino em primeiro lugar, as demais coisas nos serão acrescentadas (Mt 6:33).
O mal deste século é a ansiedade. Vivemos correndo feito loucos em busca dos nossos alvos.
Mas quem busca ao Senhor, não sofre de ansiedade, pois sabe que Deus tem o melhor pra nós (Jr 29:11).

Os quatro grandes espetáculos da Bíblia
Lc 23:48

Intro:
Quero falar nesta noite sobre os quatro grandes espetáculos da Bíblia.
O que é um espetáculo?
Definição do Aurélioà Tudo o que chama a atenção; atrai e prende o olhar; representação teatral ou semelhante função; cena ridícula ou escandalosa.
Existem vários espetáculos no Mundo que atrai a atenção das multidões: Shows, Circos, Desafios, etc.
Existem espetáculos da natureza: furacões, vulcões, etc.
Mas os espetáculos que eu quero falar nesta noite não são nenhum desses. São grandes espetáculos bíblicos que chamaram a atenção do povo naquela época.

1. O Espetáculo do nascimento
Há muitos anos Israel aguardava a vinda do Messias. O profeta Isaías já havia profetizado a vinda do Messias (Is 7:14) (Is 9:6)
O nascimento de Jesus foi um grande espetáculo. Uma virgem concebeu. O rei Herodes por medo, mandou matar todas as crianças abaixo de 2 anos.
Os magos viram a estrela no Oriente e vieram a Jerusalém com presentes para adorá-lo (Mt 2:1-3).
Os anjos apareceram para os pastores que estavam no campo. Os anjos apareceram ali adorando a Deus (Lc 2:14).
O nascimento de Jesus foi um espetáculo tão grande que mudou até o calendário do Mundo.
àPara nós os salvos, o grande espetáculo não foi nem tanto Jesus ter nascido numa manjedoura;
àMas sim, o nascimento de Jesus em nossos corações;
àAté hoje os homens querem lembrar a manjedoura onde ele nasceu;
àNós lembramos o dia de seu nascimento em nosso coração.

2. O Espetáculo da crucificação
O texto lido diz que havia multidões reunidas para este espetáculo.
O homem que levantou os paralíticos, abriu olhos dos cegos, multiplicou os pães, andou sobre as águas, ressuscitou os mortos, etc.
Agora sendo crucificado pelos romanos. O calvário começou no Getsêmani onde Jesus foi traído e preso, interrogado pelos fariseus, interrogado por Pôncio Pilatos, entregue para ser açoitado pelos soldados romanos.
O chicote do soldado tinha chumbo e osso de carneiro.
Levado diante da multidão como espetáculo para ser escolhido entre ele e o homicida Barrabás.
Colocaram em sua cabeça uma coroa com 72 espinhos, entregue para ser crucificado. A cruz que ele carregou pelas ruas pesava 80 quilos. Pregado nesta cruz, multidões estavam ali vendo a morte de Jesus como um espetáculo.
Quando ele estava na cruz, houve trevas na terra das 6h ás 9h.
Quando Jesus expirou, houve um terremoto em Jerusalém, mortos foram vistos ressuscitados, e até o véu do templo que pesava 2000 quilos se rasgou de alto até a baixo. Até hoje a morte de Jesus é um espetáculo para multidões, fazem-se filmes, peças de teatro mostrando este fato ocorrido.
àPara nós os crentes, a morte de Jesus é um espetáculo também;
àMas não somente para admirar seu amor, sua bondade, humildade, obediência;
àNem tampouco para nos emocionar com seu sofrimento;
àMas é um espetáculo para nós porque ele pagou com a sua morte o preço da nossa salvação;
àO véu se rasgou nos dando direito de chegar à presença de Deus.

3. Ressurreição
O maior espetáculo do Cristianismo, base da nossa doutrina: Cristo morreu por nós, mas ao terceiro dia ressuscitou.
Que grande espetáculo:
àA pedra foi removida;
àJesus apareceu para Maria Madalena;
àApareceu para dois discípulos no caminho de Emaús;
àApareceu para os discípulos;
àApareceu para mais de 500 pessoas antes de subir para os céus.
Para nós esse espetáculo é pilar da nossa fé: que Jesus ressuscitou e está vivo e vivo para todo sempre. A morte foi derrotada por Cristo na ressurreição.

4. Espetáculo do Arrebatamento
Este espetáculo ainda está para acontecer. Acontecerá em sete milésimos de segundo. Será num abrir e fechar de olhos.
Nós os fiéis do Senhor, faremos parte deste grande espetáculo
(I Co 15:51-52). Não sei se será o Plantão Globo, ou o SBT, ou na Record News, mas todos irão anunciar o maior espetáculo de todos os tempos:

Esperando o que Deus vai fazer
Js 6:10

Intro:
Uma das grandes dificuldades nossa, como crente é no que diz respeito à fé e a impaciência.
Quando estamos enfrentando uma adversidade, ou quando buscamos algo de Deus, na maioria das vezes, nós não sabemos esperar, quando na verdade esperar, é o sinônimo de quem confia, crê e tem fé.
Nós somos imediatistas ao passo que Deus faz a coisa certa no momento certo.
Eu quero tirar hoje deste tema lições preciosas para a nossa vida de fé.
Vejamos alguns exemplos de pessoas que souberam esperar em Deus:

1. Josué em Jericó
Logo após atravessar o Jordão, a primeira cidade que Israel tinha que conquistar era Jericó.
Estrategicamente falando, era a principal cidade para o povo conquistar, agora o problema todo era a muralha da cidade: 9 metros de altura e 6 metros de largura.
A Josué Deus deu um plano detalhado, mas ao povo nada foi dito, somente que aguardassem em silêncio (Js 6:10).
Israel não tinha naquela época exército formado nem conhecimentos militares, e muito menos armas de guerra. Eles eram ex-escravos, recém saídos do deserto.
A única coisa que tinham era as PROMESSAS DE DEUS, e é isso que faz a diferença.
Durante seis dias eles rodearam a cidade de Jericó em silêncio sem entender nada. Esperando apenas a ordem de Josué.
No sétimo dia veio a ordem: “gritai”. Eles gritaram e os muros caíram por terra.
Aplicaçãoà Nem sempre Deus age de forma imediata e de forma progressiva:
àÉ nessas horas que temos que esperar confiantemente no senhor em silêncio, esperando ele agir.
àQuem sabe diante de você e suas vitórias existe uma grande muralha. Diante de seus olhos parece impossível você vencê-la.
àMas eu te digo não se desespere, não desista, não murmure, apenas confie em Deus que as muralhas vão cair por terra.
àA ordem de Josué para o povo foi rodeai a cidade em silêncio;
àA ordem de Deus para nós é rodeai as muralhas em silêncio, sem reclamar, sem murmurar.
àNão é ficar passivo, parado; rodear significa: jejuando orando, consagrando.
Enquanto Israel mais de dois milhões de pessoas rodeou a cidade por treze vezes, as estruturas das muralhas se enfraqueciam. Depois foi só gritar e o poder de Deus se manifestou e as muralhas caíram.
Enfraqueça as muralhas da sua vida com oração e jejum. Na hora certa Deus vai mandar você dar obrado da vitória e os muros irão cair. É só esperar e veremos o que Deus vai fazer.

2. Naamã o leproso
Todos nós conhecemos a história de Naamã o general da Síria, porém leproso.
Naamã depois de ouvir o que a escrava de Israel que estava em sua casa lhe disse, viajou para Israel para ser curado pelo profeta Eliseu.
Agora Naamã esperava uma operação pomposa, ritualística, cerimoniosa. Porém Eliseu o pediu o mais simples: “Vai e lava-te sete vezes no Jordão e serás purificado, sua carne será restaurada” II Rs 5:10
Existem crentes que até esperam em Deus, mas ficam esperando algo complicado. Deus vai mandar aqui um anjo ou vai fazer chover fogo. Na verdade Deus pode sim fazer tudo isso, mas Deus age de maneira simples.
O homem complica e Deus simplifica:
1. Elias saiu da caverna e esperou Deus no vento, no terremoto e no fogo, àporém Deus estava na brisa suave;
2. O paralítico de Betesda esperava um anjo que descia do cem de ano em ano, àporém Jesus veio pessoalmente no tanque;
3. O centurião pediu a cura do seu criado, àporém foi sábio e entendeu que precisava que Jesus fosse pessoalmente a sua casa.

Aplicaçãoà Continue esperando em Deus.
De maneira grandiosa e de maneira simplificada Deus vai agir na sua vida, a hora certa quem sabe é Ele.
Não murmure, não entre em pânico, aguarde e você verá o que Deus vai fazer na sua vida!


Como manter a piedade em ambientes impiedosos
Dn 6:25-28

Intro:
Por causa da presença do Diabo neste Mundo, que trabalha 24hs por dia para desviar a nossa mente e coração da presença de Deus, nunca é fácil manter um testemunho vibrante de justiça e piedade.
E há ocasiões que isso se torna ainda mais difícil uma destas ocasiões é quando estamos fora do ambiente que nos é familiar.
Ser crente dentro da igreja é muito fácil. Dar um bom testemunho mostrar-se fiel dentro da Igreja é fácil demais.
Eu queria ver isso era lá de fora, longe do olhar do pastor e dos irmãos. Talvez até num ambiente que é contrário á fé cristã.
No texto lido esta noite dez mil cativos haviam sido levados para a Babilônia. Neste grupo havia um rapaz de mais ou menos quatorze anos de idade. Este jovem havia de se tornar uma das pessoas de maior influência de sua época.
Até hoje poucas pessoas tem influenciado tantos jovens como Daniel.
Daniel era um crente termostato e não termômetro: O Termostato (é usado em geladeiras e freezers) controla a temperatura; e o termômetro é usado somente para medir a temperatura.
O crente termômetro não faz nenhuma tentativa de mudar a situação.
Daniel venceu pelo menos três testes. No capítulo 1, Daniel venceu o teste físico (Dn 1:5-8).
No capítulo 2, Daniel enfrentou o teste mental da interpretação do sonho do rei (Dn 2:16-19).
No capítulo 3, Daniel enfrentou o teste espiritual, mas agora ele não era mais o jovem de 14 anos e sim um idoso de 80 anos de idade.
Daniel havia aprendido que o sucesso depende da nossa escolha e não do acaso. Já havia passado três reinados, e Daniel permanecia firme dando um bom testemunho.
O crente fiel ele permanece. Pode cair o rei, o sistema, o reinado, tudo passa, mas o que teme a Deus este permanece (I Jo 2:17).
Mas afinal de contas, Daniel deu três passos para sustentar o seu bom testemunho.

1. Ele salvaguardou a sua reputação Dn 6:3-4
Daniel tinha uma preocupação com o seu caráter. No meio dos ímpios ele dava um bom testemunho, a ponto dos outros príncipes invejá-lo, pois o rei pensava em colocá-lo sobre eles.
E você, tem guardado a sua reputação? O que os seus vizinhos, colegas de trabalho e de escola tem dito sobre você?

2. Ele conservou suas prioridades
Acontecesse o que fosse a prioridade de Daniel era estar em oração com Deus (Dn 6:10).
Sabe porque a igreja hoje não consegue manter a piedade neste mundo impiedoso?
E porque a nossa oração, a comunhão com Deus não é a nossa prioridade. “Deus é se sobrar tempo; orar é só se der tempo; ler a Bíblia é depois; vir no culto é de vez em quando”; temos em nossa vida o trabalho como prioridade, nosso lazer, nosso descanso, e Deus fica em último lugar...
Mas veja como Jesus nos ensinou em Mt 6:33-34.

3. Daniel servia a Deus continuamente (Dn 6:18-19)
A afirmação que foi estampada em sua vida foi confirmada na sua experiência.
Não havia em Daniel nenhuma lesão porque confiou em Deus
(Dn 6:23).

Conclusão:
A grande verdade, é que a decisão determina o destino. Quando deixamos Deus ter o primeiro lugar na nossa vida, ele nos ajuda a sermos fiéis em ambientes infiéis.
Temos que ser como a garça, mesmo em ambientes sujos como os mangues, ela permanece branca e limpa.
Jamais conseguiremos ser piedosos sozinhos, mas se fizermos nossa parte, Deus nos ajudará a vencer neste mundo de pecado e impiedade.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ONDE ESTÁ JESUS...

João 20:11-18- Esse texto é lindo e fala sobre a ressurreição de Jesus. O que me chama a atenção foi a atitude de Maria Madalena, diante de coisas maravilhosas (o privilégio de ser a primeira pessoa a ver Cristo ressurreto) ela só conseguia sentir tristeza, só tinha olhos para o passado. Enquanto Maria Madalena chorava olhando para o túmulo, dava as costas para Jesus que devia estar rindo de sua falta de fé na promessa feita por Ele de que ressuscitaria.

Como você tem vivido? Para onde você tem olhado? Onde está Jesus na sua vida?

1º Quando olhamos para o passado...só focamos nas perdas

Muitos só vivem do passado, naquilo que tiveram, como eram felizes. Colecionam frustrações e derrotas, fazem tanto isso que não conseguem mais viver sem a perspectiva da desgraça rondando suas vidas. Maria Madalena estava focada no túmulo, seus olhos não se fixavam noutro lugar que não o túmulo vazio. Deus nunca se preocupou com nosso passado, mas enviou Jesus para nos dar uma perspectiva de futuro. Onde está Jesus na sua vida?

2º Quando olhamos para o passado...perdemos a perspectiva de futuro

As lágrimas derramadas muitas vezes nos impedem de notarmos a presença de Cristo nos momentos difíceis. Jesus disse que ressuscitaria, mas porque Maria Madalena não acreditou? Porque a preocupação dela era com um corpo morto, com o passado, com o que Jesus já tinha feito, sua preocupação era com a perda e não com a possibilidade de vitória. Ela se esqueceu do que Jesus veio fazer e que sua morte foi apenas o início.

3º Quando olhamos para o passado... não percebemos a presença de Jesus

Um coração pode estar repleto de Jesus e buscá-lo com dor, e apesar disso não o ver imediatamente quando ele lhe concede sua maravilhosa presença. A especialidade do Diabo é tentar nos conduzir ao total esquecimento e sentimento de abandono ou cegar nossa visão com relação a presença de Cristo em nossa vida. Maria Madalena falava com Jesus, mas achava ser somente o Jardineiro... Uma visão distorcida, humanista, racional. Hoje em dia nós não temos a sensibilidade espiritual de percebermos a presença de Jesus nas grandes aflições ou nos pequenos detalhes.

4º Quando damos as costas para o passado contemplamos a beleza de Cristo

Maria já sem perspectiva, cegada e traumatizada pela morte de Jesus, continuava de olho no túmulo vazio. Jesus deu a ela a chance do reconhecimento, falou com ela. Maria estava tão perturbada que não o reconheceu fisicamente nem o timbre de sua voz que tanto escutara. Quando o Senhor a chama pelo nome: - Maria, ela pensa...ôpa, conheço essa voz...assim como aconteceu com Paulo, as escamas lhe caíram dos olhos. Isso só aconteceu quando ela deu as costas para o túmulo e ficou de frente para Jesus.

O relacionamento agora era diferente, a perspectiva era outra ela queria tocar, abraçar Jesus,

Mas ela não deve fazê-lo. Não deve imaginar que sua ressurreição significa o retorno à vida atual e no relacionamento atual com os seus. Ela não pode nem deve buscar dele um relacionamento permanente de natureza terrena. "Não me toques." A ligação com ele há de ser muito diferente, conforme Jesus predisse aos discípulos nos discursos de despedida, muito mais íntima e próxima do que até então, a habitação de Jesus em seu coração, mas que apesar disso e justamente por essa razão não é mais um confronto terreno tangível.

Mas agora Maria deseja "segurar" o Mestre amado. Então Jesus precisa lhe dizer: "Não me segures", "solte-me". Agora ainda não é o momento de um contato com ele, que traria felicidade somente a Maria, por "reencontrar-se" com Jesus. Agora é preciso que muitas coisas aconteçam! É preciso levar a notícia aos discípulos, e justamente Maria deve ser a mensageira. Maria, solte-me e cumpra a incumbência que lhe dou!

Porém justamente nesse momento Jesus os chama de "meus irmãos", aos quais Maria deve dirigir-se. Isso representa perdão de toda a culpa e restauração da comunhão completa com eles: "Dize a meus irmãos".

"Então, saiu Maria Madalena anunciando aos discípulos: Vi o Senhor! E contava que ele lhe dissera estas coisas." Agora se cumpriu nela o que Jesus dissera a seus apóstolos em Jo 14.21; 15.10: "Aquele que tem os meus mandamentos e guarda, esse é o que me ama." O amor genuíno a Jesus não vive com sentimentos impulsivos nem com contatos físicos e reverências, mas pelo cumprimento de seu envio.

Para onde você tem olhado? Para as circunstâncias da vida? Para as perdas? Olhe para Jesus e deixe-o guiar sua vida, sendo seu Senhor e Salvador, e que Ele nos abençoe.

Abraços do amigo e pastor

SANSÃO: pensava que podia fazer o que bem entendia de sua vida

SANSÃO: pensava que podia fazer o que bem entendia de sua vida

Juízes 13.24

INTRODUÇÃO

Você viu alguém ou você mesmo já se sentiu que tinha tudo para dar certo, mas muitas coisas saíram dos trilhos e acabou dando tudo errado?

Estamos diante da história de um homem que teve um excelente começo, pois foi destinado a ser um grande homem com uma missão especial de libertador de seu povo, mas uma jornada de vida turbulenta e um fim triste. Estamos falando de Sansão.

Os principais fatos da vida de Sansão:

1 - Nasceu de forma miraculosa (Jz 13.2)

2 - Foi consagrado ao Senhor como um nazireu (13.5)

3 - Apaixonou-se por uma filistéia (14.2)

4 - Despedaçou um leão com as própria mãos (14.6)

5 - Tirou mel, comeu e deu aos seus pais da carcaça apodrecida do leão que matara (14.8,9)

6 - Casou-se com a filistéia por quem se apaixonara, mas não consumou o casamento (14.20)

7 - Na festa de casamento arrumou encrenca ao propor um enigma que só ele sabia a resposta. A esposa arrancou a resposta porque foi ameaçada de morte (14.14,15,17).

8 - Por vingança, Sansão prendeu trezentas raposas, incendiou fachos em suas caldas e pôs fogo na plantação de trigo, vinhas e olivais dos filisteus (15.4-5)

9 - Sansão se permitiu ser entregue pelos habitantes de Judá aos filisteus porque confiava em sua força (15.13)

10 - Sansão mata 1.000 filisteus com uma queixada de jumento (15.15)

11 - Procurou prostituta em Gaza (16.1)

12 - Apaixonou-se por Dalila (16.4)

13 - Mentiu duas vezes pra ela sobre sua força (16.7, 11)

14 - Sansão contou a verdade para Dalila (16.17)

15 - Sansão foi derrotado pelos filisteus (16.21)

16 - Sansão destrói o tempo de Dagom (16.30)

17 - Sansão é sepultado pelos seus parentes (16.31)

1 - SANSÃO TINHA TUDO PARA DAR CERTO

a) Nasceu de forma miraculosa

b) Foi consagrado pelos pais como nazireu de Deus

O que era um nazireu?

Um homem ou mulher consagrado ou separado para Deus que não podia fazer três coisas: tocar algo imundo, tomar bebida forte e cortar o cabelo. O voto podia ser para uma vida toda ou para um período específico.

c) Foi aceito pelo Senhor

d) O Espírito do Senhor se apoderava dele

e) Fez coisas extraordinárias


2 - O QUE ACONTECEU PARA DAR TUDO ERRADO


a) Quebrou o voto de nazireu: quando pegou mel da carcaça do leão e cortou o cabelo


b) Perdeu a noção de onde realmente vinha o poder: "O Espírito do Senhor"


c) Não viveu à altura do significado de seu voto


d) Viva sempre em conflito entre a vontade de Deus e suas paixões

-Sansão não pode ser culpado por ter sido estúpido, mas sim por ser dominado pela paixão sensual. Ela sim o levou a perder tudo, pouco a pouco.

-Sansão tinha uma paixão cega e destrutiva.


e) Não vivia contente com o que tinha em seu próprio povo

-mulheres ou coisas dos filisteus

-mito da grama mais verde

-mito da grana mais firme


f) Destruiu a sua vida deixando que os seus olhos determinassem sua conduta


g) Foi imaturo e inconseqüente nas suas relações afetivas


h) Gostava de brincar com o inimigo

-mulheres filistéias, prostituta filistéia, etc.

-Sua prepotência o impediu de perceber o perigo que corria.


i) Foi resistente aos conselhos dos pais


j) Viveu 20 anos debaixo de tensão porque se envolveu em arrogância, sensualidade e secularismo.

k) Foi abandonado por Deus e nem percebeu

-Teve os olhos vazados - CEGUEIRA

-Trabalhou como escravo num moinho de trigo - ANDOU EM CÍRCULOS

-Virou motivo de piadas - PERDEU A AUTORIDADE

-Teve que contar com um último ato de misericórdia de Deus

3 - APLICAÇÕES PARA NÓS

a) Devemos investir mais na edificação de um caráter espiritual contra um mundo de aparência.

b) Devemos investir mais na pureza da mente contra uma vida de malícia e sensualidade.

c) Evitemos a tirania do coração.

d) Resolvamos o conflito entre a vontade de Deus e as nossa paixões

e) Tomemos consciência que o chamado de Deus não nos torna pessoas infalíveis ou livres do pecado.

f) Não sacrifiquemos a fé pela satisfação de nossas paixões.

g) Apesar de Deus ter cumprido os seus propósitos de libertar o povo dos filisteus, não significa que Sansão seja inocente. Ele pagou pelos seus erros.

h) Quando fazemos de nossa vida o que bem entendemos, só deixamos nossos restos para a família.

i) Quando não cumprimos os propósitos de Deus em nossas vidas acabamos andando em círculos e às cegas.

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INOCENCIA OU IMPRUDENCIA


2 Reis 4:38-41
Um grupo de profetas estavam famintos, um deles foi buscar alimento numa época de pouco alimento, pegou uma grande quantidade, mas trouxe junto uma planta venenosa que foi misturada à comida. Esta atitude nos leva a refletir sobre a diferença entre inocência X imprudência. Hoje não somos tão inocentes apesar de ser a alegação de vários, na verdade somos imprudentes.
Somos imprudentes porque:
1º VIVEMOS HOJE A ESCASSEZ DA PALAVRA DE DEUS- (38). Existe o alimento físico que era um problema daquela época e ainda hoje para muitos, mas existe também a falta do alimento espiritual. Hoje a Palavra de Deus é algo admirado por muitos, mas conhecido por poucos. A escassez vem dos púlpitos e do pouco interesse do povo em se dedicar a conhecer aquilo que liberta, que realmente nos dá sustentabilidade para suportar os dias maus.Você faz parte de qual grupo? O grupo que tem passado fome espiritual (fome no sentido de fraqueza e não de desejo), ou daqueles que se dedicam e tem na Palavra de Deus o seu manual de regra e conduta de vida?


2º VIVEMOS O PERIGO DE MISTURAR O QUE É ESPIRITUAL COM AQUILO QUE É MUNDANO (39) O grande perigo é o de acontecer na nossa vida o que aconteceu com o profeta. Um coração cheio de boas intenções, desejoso de fazer o bem, obediente, mas sem ter o real conhecimento do perigo que se apresentava diante dele. Uns agem na inocência (o caso do profeta) outros na maldade. Falta-nos discernimento espiritual para conseguirmos separar aquilo que é venenoso, danoso, mortal, daquilo que nos edifica, nos abençoa, nos transforma. É a consequência da escassez da Palavra de Deus na nossa vida. Não existe a possibilidade da convivência das trevas com a Luz, não podemos dizer que amamos a Deus se permanecemos no pecado. Necessário é retirar de nossas vidas tudo o que é mundano, venenoso. Existe na tua vida algum veneno (pecado) que você julga não ser pecado? Saiba que corres um grande risco de sofrer pior das mortes, que é a espiritual.


3º NÃO SABER A HORA DE PARAR (40) Todos experimentaram o veneno, mas sentiram que algo estava diferente e todos começaram a gritar para Eliseu comunicando-o de que o alimento estava envenenado. Saber a hora de parar faz toda a diferença. Se existisse um profeta mais "gulosinho" talvez não desse atenção ao alerta feito e continuaria comendo e sua morte seria certa. Da mesma forma existe o "crente gulosinho" que sempre acha que pode ir mais além, mas seO Diabo age com sutileza, tenta entrar de forma suave em nosso meio transformando verdade absoluta em algo relativo. Humanamente falando não sabemos a hora de pular fora do pecado que cometemos ou estamos por cometer. Não é inocência, é imprudência. Temos que através do Espírito de Deus buscar a orientação para sair dos pecados que nos rodeiam. Você sabe a hora de parar?


4º SÓ A INTERVENÇÃO DIVINA PODE TRANSFORMAR MORTE EM VIDA (41). Para que todos não morresem de fome, precisou da intervenção do profeta Eliseu e de um ingrediente na comida para retirar dela o veneno. De forma miraculosa aquela farinha teve o poder de transformar aquela comida. Hoje nossa vida está completamente envenenada pelo pecado e precisamos da intervenção de Jesus para virar o jogo. A farinha não pode ficar de fora, se Eliseu não tivesse colocado ela na panela seria impossível todos se alimentarem. Da mesma forma Jesus precisa entrar na sua vida de forma integral para sugar todo o veneno que está circundando sua vida. Resumindo, só Jesus pode dar vida àquilo que está morto.


Não seja imprudente, busque ao Senhor enquanto se pode achar...
Com carinho do amigo e pastor

Naamã teria tudo para ser feliz por sem bem sucedido em sua profissão, mas algo lhe atormentava muito, uma enfermidade, a lepra. Naamã era poderoso por fora, mas vulnerável por dentro, hoje somos do mesmo jeito, tentamos ocultar e esconder nossas fragilidades. Naamã conseguiu oseu milagre e você também pode conseguir, o que você precisa entender é:

1º NAAMÃ TINHA SUCESSO EXTERNO, E UMA IMENSA TRISTEZA INTERNA- v.1 -Naamã, o comandante do exército da Síria, era muito respeitado e estimado pelo rei do seu país porque, por meio de Naamã, o Senhor Deus tinha dado a vitória ao exército dos sírios. Ele era um soldado valente, mas sofria de uma terrível doença da pele.

Tinha algo que seu dinheiro, conhecimento, autoridade não poderia comprar, a sua cura, ter de volta a alegria de viver. Como um leproso, vivia as severas conseqüências de sua enfermidade. Um herói nos campos de batalha, mas um leproso em casa. A lepra separa: o convívio dele não era normal com sua família, o medo do contágio. A lepra levava a perda da sensibilidade, a lepra deformava, mutilava, deixava cicatrizes profundas, a lepra era contagiosa, a lepra muitas vezes matava. Assim é o pecado em nossa vida, separa, deforma, leva a perda da sensibilidade, deixa cicatrizes profundas etc. Pensamos muito no sucesso exterior e nos esquecemos do nosso interior. Naamã, um general bem sucedido mas com uma grande crise interior. Na nossa vida também é assim, vivemos uma fortaleza exterior, mas muitas vezes uma tristeza, ou fracasso interior. Deus quer curar a lepra do pecado que vem roubando suas forças e alegria, só Jesus pode mudar sua história.

2º ELE ESCONDIA SUA FRAQUEZA ATRÁS DE SUA ARMADURA- Quando alguém olhava para Naamã, via nele uma fortaleza, um general renomado, poderoso, vitorioso, mas bastava tirar a armadura toda a sua fragilidade era exposta. Nós temos dificuldades de tirarmos a armadura do orgulho que cerca e domina nossas vidas. Mostramos nosso vigor, mas ocultamos nossas fragilidades. Fazer isso na sociedade nos tempos atuais é até aceitável, mas, fato é que muitos se relacionam com Deus vestidos com suas armaduras, achando que Deus não pode ver através delas. Deus age quando mostramos, expomos a ele com nossos lábios nossa fragilidade ou através das nossas atitudes de dependência e fé. Você tem algo escondido em sua vida? Vive vestido com a armadura do auto-engano? Jesus quer mudar sua vida devolvendo-lhe a alegria de viver.
3º PENSOU QUE AS BÊNÇÃOS DE DEUS PODERIAM SER COMPRADAS COM RIQUEZAS - 5b- Então Naamã saiu, levando uns trezentos e cinqüenta quilos de prata, e uns setenta quilos de ouro, e dez mudas de roupas finas. 6 A carta que ele levava dizia assim: "Esta carta é para apresentar Naamã, que é meu oficial. Eu quero que você o cure." Naamã levou 350 kg de prata, muito ouro e roupas finas, mas o favor de Deus não se compra, não tem preço, não é assim que Deus funciona. Deus não se compra. Eliseu o profeta de Deus não se impressionou com a mercadoria, nem sair para atender aquele homem poderoso ele saiu. Enquanto o rei de Israel se apavorou rasgando as roupas e achando que seria o fim de sua nação, Eliseu mandou que o Naamã o procurasse. No Reino de Deus as glórias pessoais não nos colocam em posição especial ou nos dá deferências no caso de uma necessidade. Naamã acostumado a ser paparicado, achou que Eliseu o receberia com honras e tudo mais, mas isso não aconteceu. Os valores do Reino são outros, a graça de Deus não é um produto que pode ser comprado. Saiba que Deus ama você do jeito que você é e Ele não está preocupado com o seu currículo, posição social, para que disso dependa sua bênção. Você acha que é possível comprar o favor de Deus?
4º O FAVOR DE DEUS NOS ALCANÇA QUANDO DECEMOS DO PEDESTAL DO ORGULHO - 11 Mas Naamã ficou muito zangado e disse: — Eu pensava que pelo menos o profeta ia sair e falar comigo e que oraria ao Senhor, seu Deus, e que passaria a mão sobre o lugar doente e me curaria! 12 Além disso, por acaso, os rios Abana e Farpar, em Damasco, não são melhores do que qualquer rio da terra de Israel? Será que eu não poderia me lavar neles e ficar curado? E foi embora muito bravo. 13 Então os seus empregados foram até o lugar onde ele estava e disseram: — Se o profeta mandasse o senhor fazer alguma coisa difícil, por acaso, o senhor não faria? Por que é que o senhor não pode ir se lavar, como ele disse, e ficar curado? As expectativas de Naamã foram frustradas, achou que teria toda a pompa, toda a atenção, mas só recebeu uma orientação, a de ir mergulhar no Rio Jordão por sete vezes. O orgulho tomou conta de seu coração e já tinha decidido ir embora, mas Deus age de várias maneiras e na maioria dos casos de forma simples. Um dos seus soldados o encorajou a obedecer a orientação do profeta e Naamã tinha que vencer seu orgulho, descer do pedestal e obedecer a orientação do profeta de Deus. Porque temos tanto dificuldade em obedecer? Porque somos tão orgulhosos? Porque somos tão sensíveis? Qualquer coisinha me magoa, fere, entristece. Deus só age quando vencemos o nosso eu interior, as nossas limitações pessoais e o obedecemos de forma incondicional. Você é orgulhoso?
5º O MILAGRE ACONTECE QUANDO NOS RENDEMOS AO ÚNICO DEUS VIVO E VERDADEIRO- V. 15 Depois ele voltou com todos os seus homens até o lugar onde Eliseu estava e disse: — Agora eu sei que no mundo inteiro não existe nenhum deus, a não ser o Deus de Israel. A salvação chegou até a vida de Naamã. Ele chegou leproso e voltou curado, chegou perdido e retornou salvo. Deus tem sempre o melhor para nossas vidas quando deixamos o orgulho de lado e agimos com sinceridade para com ele, rendendo-nos a Ele. Portanto, não impeça os milagres de Deus sobre a sua vida, coloque o orgulho de lado, exponha suas impurezas para que sejas purificado, demonstre suas fraquezas para que saias fortalecido.
Que Deus nos abençoe
Com carinho do amigo e pastor
Pedrão
pedrao@cbrio.com.br

VENHA NOS FAZER UMA VISITA!

IGREJA PENTECOSTAL CASA DE ORAÇÃO


VOCÊS NÃO IMAGINAM ...

como fiquei feliz ao recebe-las no nosso 11º Encontro de chá de Mulheres Unifé.

Saibam que vocês são PESSOAS QUE ADMIRO muito,

são
REALMENTE ESPECIAIS,

e recebe-laS fez o meu dia muito mais feliz.

Tomara que a gente continue assim,

sempre trocando gestos de
AMIZADE e CONSIDERAÇÃO.

Acho que a gente deveria viver assim,

DISTRIBUINDO PALAVRAS AMIGAS

e fazendo com que o amor se alastre pelo mundo atraves da confraternização,

por isso não devemos PERDER nenhuma oportunidade

de manifestar bons sentimentos.

SEJAM ABENÇOADAS ...

Quantos cristãos, nestas eleições, quebrarão princípios bíblicos?

Um deles está no Livro de Deuteronômio 17:14,15. Lá nos diz o SENHOR: "Quando entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e a possuíres, e nela habitares, e disseres: Porei sobre mim um rei, assim com têm todas as nações que estão ao redor de mim, porás, certamente, sobre ti como rei aquele que escolher o SENHOR, teu Deus; DENTRE TEUS IRMÃOS PORÁS REI sobre ti; NÃO PODERÁS PÔR HOMEM ESTRANHO SOBRE TI, QUE NÃO SEJA DE TEUS IRMÃOS." Que não soframos as consequências de nos faltar entendimento!!!

É MUIIIIIIIIIIIIIIITO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!

É MUIIIIIIIIIIIIIIITO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
EU QUERO UMAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!




Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano


Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Sex, 28 de Agosto de 2009 08:32
BRASÍLIA - Um inusitado acordo entre católicos e evangélicos permitiu a aprovação nesta quarta-feira do tratado celebrado entre o governo brasileiro e o Vaticano. Depois de quatro horas de discussão, o texto foi aprovado por votação simbólica. Ainda será votada a Lei Geral das Religiões, de interesse dos evangélicos, como compensação.
Os opositores do tratado argumentaram que trata-se de um privilégio para a Igreja Católica e que o documento fere o princípio da laicidade do Estado. Os evangélicos fizeram discursos contra, apesar do acordão para aprovação do projeto, o que só ocorreu depois de quatro horas de discussão.
- É um privilégio para apenas uma religião em detrimento às demais - disse o evangélico Takayama (PSC-PR).
O texto da Lei Geral das Religiões é uma cópia do tratado do Brasil com a Santa Sé. A única diferença é que a expressão Igreja Católica é excluída ou substituída por "todas as confissões religiosas". O tratado entre Brasil e Vaticano é um acordo internacional e não pode ser modificado pelo Congresso, que o aprova ou o rejeita na íntegra. Um dos pontos mais polêmicos envolvia o ensino religioso. Para os evangélicos, o tratado prevê que as escolas adotarão o catolicismo nessas aulas. O Ministério da Educação chegou a se pronunciar contra esse artigo, com este mesmo receio.
Antes da votação, o autor da Lei Geral, George Hilton (PP-MG), circulava tranquilo pelo plenário, certo do cumprimento do acordo.
- Já está combinado: aprovamos o deles e eles aprovam o nosso - disse Hilton.
Eduardo Cunha, ligado aos evangélicos e relator do projeto da Lei Geral das Religiões, foi o principal artífice da negociação. Ele conseguiu número de assinaturas de líderes suficientes para dar caráter de urgência ao texto. Indignado, Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou o acordo entre católicos e evangélicos.
- É um acordo que libera de vez o mercado da fé. Uma demonstração de que amam mais o dinheiro que a Deus - disse.
Fonte: O Globo