Mares Iluminados
"...não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua
vara e o teu cajado me consolam" (Salmos 23:4).
"É sempre nebuloso aqui?" perguntou uma senhora, passageira
de um navio a vapor, ao capitão, quando estavam atravessando
uma zona escura de um local desconhecido. "Como eu poderia
saber?" respondeu o capitão, "eu não vivo aqui". Mas existem
aqueles que se dizem discípulos de Cristo que passam a maior
parte de suas vidas infelizes em regiões de densas névoas
espirituais.
O local por onde aquele navio estava passando era sombrio e
aterrorizante. O capitão e os passageiros estavam ansiosos
para ultrapassá-lo. Queriam alcançar um lugar mais claro e
mais agradável.
Também é assim conosco. Não gostamos de lugares obscuros,
enevoados, tenebrosos. Preferimos a luz, o brilho, a
sensação de vida e liberdade. O ambiente fica mais
agradável, mais aconchegante, mais propício a uma vida
realmente feliz.
E se é assim que preferimos viver, por que insistir nos
enganos do mundo? Por que aceitar uma vida medíocre e sem
prazer? Por que não abandonar o barco da tristeza e embarcar
no navio da felicidade?
Cristo é o Caminho para uma vida cheia de regozijo e
satisfação. Ele dissipa as trevas e ilumina os mais sombrios
ambientes. Ele repreende a tristeza espiritual, promovendo
grandes momentos de verdadeiro contentamento.
Quando singramos os mares da vida abundante do Senhor, não
encontramos zonas sombrias que nos causem pavor, mas apenas
lugares iluminados por Sua graça e amor. E se o nosso navio
encontrar tempestades no seu percurso, continuaremos
tranquilos e confiantes, pois, o nosso Capitão nos levará em
segurança até o porto eterno de nossas bênçãos.
10º ENCONTRO DE CHÁ DE MULHERES
UNIFÉ
“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade
“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade de filha amada, capacitada pelo Espírito e chamada a uma vocação pessoal e intransferível”.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Calma
Na hora da tormenta
"Eis que Deus é a minha salvação; eu confiarei e não temerei
porque o Senhor, sim o Senhor é a minha força e o meu
cântico; e se tornou a minha salvação" (Isaías 12:2).
Uma senhora idosa saiu de Buffalo, em um navio, para visitar
uma filha que morava em Cleveland. Durante o percurso, uma
forte tempestade os atingiu e muitos passageiros, temendo a
morte, se reuniram em oração. Apenas a senhora idosa parecia
indiferente à situação quando assentou-se para orar junto
aos demais. Depois que a tempestade passou, alguns dos
passageiros estavam ávidos por saber o segredo de sua
tranquilidade. Eles se colocaram ao redor dela e lhe
perguntaram a razão de tão grande calma. "Bem, meus amigos
queridos", ela respondeu, "É muito simples. Eu tenho duas
filhas. Uma está morta e mora no céu. A outra vive em
Cleveland. Quando a tempestade surgiu, eu me perguntei qual
delas eu poderia visitar primeiro -- a de Cleveland ou a que
está no céu. E eu acabei deixando isto por conta do Senhor.
Eu estaria feliz em ver todas as duas".
Até que ponto temos mantido a tranquilidade diante das
circunstâncias difíceis que enfrentamos neste mundo? Temos
dominado a ansiedade, aguardando com alegria e paciência as
orientações do Senhor, aceitando Suas decisões como o que de
melhor poderia acontecer em nossas vidas ou ainda nos
mostramos apressados, buscando nossa própria vontade, mesmo
que venhamos a nos arrepender por atitudes equivocadas?
Temos sido cristãos apenas da boca para fora ou o nosso
coração confia realmente em Cristo como Senhor de nossas
vidas? Como filhos de Deus, temos obedecido à Sua Palavra ou
a buscamos apenas quando estamos em apuros e precisando de
um socorro urgente?
Quando o Senhor está em nosso coração, experimentamos calma
nas horas boas e más, na tranquilidade de um dia ensolarado
e sob as fortes intempéries da vida, nos momentos de
abundância e também de grande carências.
O que faz a diferença é Deus. Nada mais importa se eu ponho
minha confiança nEle.
"Eis que Deus é a minha salvação; eu confiarei e não temerei
porque o Senhor, sim o Senhor é a minha força e o meu
cântico; e se tornou a minha salvação" (Isaías 12:2).
Uma senhora idosa saiu de Buffalo, em um navio, para visitar
uma filha que morava em Cleveland. Durante o percurso, uma
forte tempestade os atingiu e muitos passageiros, temendo a
morte, se reuniram em oração. Apenas a senhora idosa parecia
indiferente à situação quando assentou-se para orar junto
aos demais. Depois que a tempestade passou, alguns dos
passageiros estavam ávidos por saber o segredo de sua
tranquilidade. Eles se colocaram ao redor dela e lhe
perguntaram a razão de tão grande calma. "Bem, meus amigos
queridos", ela respondeu, "É muito simples. Eu tenho duas
filhas. Uma está morta e mora no céu. A outra vive em
Cleveland. Quando a tempestade surgiu, eu me perguntei qual
delas eu poderia visitar primeiro -- a de Cleveland ou a que
está no céu. E eu acabei deixando isto por conta do Senhor.
Eu estaria feliz em ver todas as duas".
Até que ponto temos mantido a tranquilidade diante das
circunstâncias difíceis que enfrentamos neste mundo? Temos
dominado a ansiedade, aguardando com alegria e paciência as
orientações do Senhor, aceitando Suas decisões como o que de
melhor poderia acontecer em nossas vidas ou ainda nos
mostramos apressados, buscando nossa própria vontade, mesmo
que venhamos a nos arrepender por atitudes equivocadas?
Temos sido cristãos apenas da boca para fora ou o nosso
coração confia realmente em Cristo como Senhor de nossas
vidas? Como filhos de Deus, temos obedecido à Sua Palavra ou
a buscamos apenas quando estamos em apuros e precisando de
um socorro urgente?
Quando o Senhor está em nosso coração, experimentamos calma
nas horas boas e más, na tranquilidade de um dia ensolarado
e sob as fortes intempéries da vida, nos momentos de
abundância e também de grande carências.
O que faz a diferença é Deus. Nada mais importa se eu ponho
minha confiança nEle.
Feche A Porta Para Ouvir Melhor
"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos
ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se
assenta na roda dos escarnecedores" (Salmos 1:1).
Um homem entrou em uma cabine telefônica e discou o número
de um amigo. Quando seu amigo atendeu a ligação, disse a
ele: "Não consigo ouvi-lo. Fale mais alto. Eu não posso
ouvir nada". Tudo que seu amigo ouvia era o ruído do
trânsito ao fundo. "Feche a porta para que eu possa ouvir"
disse ele ao que o estava chamando.
Temos fechado a porta que nos liga às coisas enganosas deste
mundo? Temos procurado viver no mundo sem pertencer a ele?
Temos compreendido que, como filhos do Deus santo, devemos
mostrar atitudes diferentes daqueles que são carnais, para
que o nome do Senhor seja glorificado em nossas vidas?
O verdadeiro cristão sabe como deve comportar-se diante
daqueles que não têm a mesma fé. Ele aprendeu que tem uma
grande responsabilidade como luz do mundo, e que a sua luz
deve estar brilhando intensamente em toda e qualquer
situação. Ele sabe que a fonte dessa luz é Deus e que deve
estar buscando Sua presença em todos os momentos.
Para que possamos ouvir a voz de Deus, precisamos fechar a
porta para o mundo exterior a fim de não sermos distraídos
pelas tentações que nos cercam. Agindo desta maneira, não
somente teremos uma comunhão maior e melhor com o nosso
Senhor, como experimentaremos uma transformação que nos fará
viver de maneira muito mais abundante e feliz.
Quando fechamos a porta que nos conduz ao mundo e que conduz
o mundo até nós, passamos a viver no mundo sem que sejamos
influenciados por ele. E, quando nos misturamos à multidão,
não mais ouvimos o que o mundo tem a nos dizer, mas, temos
muito a dizer ao mundo, de tudo quanto ouvimos e aprendemos
do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Você mantém a porta do mundo fechada?
ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se
assenta na roda dos escarnecedores" (Salmos 1:1).
Um homem entrou em uma cabine telefônica e discou o número
de um amigo. Quando seu amigo atendeu a ligação, disse a
ele: "Não consigo ouvi-lo. Fale mais alto. Eu não posso
ouvir nada". Tudo que seu amigo ouvia era o ruído do
trânsito ao fundo. "Feche a porta para que eu possa ouvir"
disse ele ao que o estava chamando.
Temos fechado a porta que nos liga às coisas enganosas deste
mundo? Temos procurado viver no mundo sem pertencer a ele?
Temos compreendido que, como filhos do Deus santo, devemos
mostrar atitudes diferentes daqueles que são carnais, para
que o nome do Senhor seja glorificado em nossas vidas?
O verdadeiro cristão sabe como deve comportar-se diante
daqueles que não têm a mesma fé. Ele aprendeu que tem uma
grande responsabilidade como luz do mundo, e que a sua luz
deve estar brilhando intensamente em toda e qualquer
situação. Ele sabe que a fonte dessa luz é Deus e que deve
estar buscando Sua presença em todos os momentos.
Para que possamos ouvir a voz de Deus, precisamos fechar a
porta para o mundo exterior a fim de não sermos distraídos
pelas tentações que nos cercam. Agindo desta maneira, não
somente teremos uma comunhão maior e melhor com o nosso
Senhor, como experimentaremos uma transformação que nos fará
viver de maneira muito mais abundante e feliz.
Quando fechamos a porta que nos conduz ao mundo e que conduz
o mundo até nós, passamos a viver no mundo sem que sejamos
influenciados por ele. E, quando nos misturamos à multidão,
não mais ouvimos o que o mundo tem a nos dizer, mas, temos
muito a dizer ao mundo, de tudo quanto ouvimos e aprendemos
do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Você mantém a porta do mundo fechada?
Isso Não É Problema Seu
"Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta orebanho entre os lírios" (Cantares 6:3).
Um ministro perguntou a um pequeno menino, que havia aberto
o coração para o Senhor e frequentava assiduamente à igreja:
"O diabo não tenta convencê-lo de que não é um cristão?"
"Sim, às vezes". "E o que você diz quando isso acontece?"
"Eu lhe digo", respondeu o menino, "se eu sou um cristão ou
não, isso não é problema seu."
O menino de nossa ilustração, apesar de ainda muito jovem,
compreendia perfeitamente o que era ser um filho de Deus. As
coisas velhas já haviam passado e, agora, sua vida estava
nas mãos de Deus e só isso importava para ele. O diabo é
mentiroso e enganador e gosta de fazer acusações. Seu
propósito é tirar a paz do filho de Deus e levá-lo a
abandonar o Caminho. Aqueles que lhe dão ouvidos, desanimam,
perdem a motivação e, muitas vezes, entram em depressão.
O que devemos fazer em tais situações? O mesmo que o menino
-- minha vida agora pertence a Jesus e o resto não tem mais
nada a ver comigo. Se o diabo tem alguma coisa a nos acusar,
de nossa vida passada, deve procurar a Cristo que "levou
sobre Si" todos os nossos erros e pecados. Fomos libertos e
agora pertencemos a outro reino. Deixamos o reino das trevas
e passamos a viver no reino da luz. O nosso Salvador
iluminou as nossas vidas e agora iluminamos o caminho por
onde passamos.
Quantas vezes já fomos dormir com o coração triste e
abatido? Às vezes por uma palavra dura de um parente,
ferindo nossas esperanças e tentando minar nossa motivação;
outras vezes por uma crítica injusta de um amigo
insatisfeito com a nossa alegria. Na verdade, por trás de
tudo isso está o dedo do diabo, que a todo custo deseja nos
afastar de Deus e de toda a nossa felicidade.
Se você está experimentando uma situação de desânimo, seja
por que causa for, vire as costas para o diabo. Assuma a sua
posição de cristão, filho do Deus de amor, e siga em busca
de suas maravilhosas bênçãos. Deus só tem alegrias para lhe
dar. Olhe apenas para Ele e ouça apenas a Sua voz.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Mulher segundo o coração de Deus!
“Enganosa é a graça e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada” (Pv 31:30)Estudando a vida do Rei Davi e a maneira como ele se posicionava diante de Deus, pude perceber inúmeros princípios que nos aproxima de Deus com um coração quebrantado e que provoca o amor e o intimo relacionamento.Creio que para sermos “segundo o coração de Deus” precisamos:
Reconhecer a sua Palavra
Lâmpada para os meus pés é a Palavra do Senhor, depois de Jesus, A palavra de Deus é o maior presente que podemos receber de Deus.
Suportar o tratamento de Deus
O Senhor corrige aquele que ama, entendo que o livramento de Deus algumas vezes é passar pelas provações, Deus sempre esteve interessado em nos levar a níveis mais altos, Ele o fará a despeito de como tem sido a minha visão. Apenas creia...
Confiar totalmente no mover do seu Espírito
A Bíblia diz que O Senhor nos enviaria um instrutor em justiça, o Espírito Santo é o nosso instrutor, estar sensível a Ele, nos fará escolher entender o seu propósito e a obediência nos conduzirá ao todo de Deus.
Ser totalmente dependente
Quando o povo estava espalhado pelo deserto em busca da promessa, o Senhor sustentou seu povo com o maná, e havia uma restrição sobre colher a provisão para o dia, e não estocar, porque todos os dias Deus os alimentaria. Deus nos ensina a depender dele todos os dias.
Glorificar o seu nome em todo o tempo
A Bíblia nos diz que fomos criados para o louvor da sua glória, não vejo algo mais importante nesta vida que caminharmos a um nível de santidade na presença do Senhor, isso é manifesto com um coração que o louva e o ama.
Amadas!
Quando possuirmos uma visão clara do que Deus nos prometeu, não aceitando as derrotas impostas pela vida e não deixar ser dominada pelo conformismo, então estaremos caminhando em direção ao coração de Deus e certamente seremos apontadas como mulheres segundo o coração de Deus.
Cansada demais?
(1Sm 30:1-6) 1 SUCEDEU, pois, que, chegando Davi e os seus homens ao terceiro dia a Ziclague, já os amalequitas tinham invadido o sul, e Ziclague, e tinham ferido a Ziclague e a tinham queimado a fogo. 2 E tinham levado cativas as mulheres, e todos os que estavam nela, tanto pequenos como grandes; a ninguém, porém, mataram, tão-somente os levaram consigo, e foram o seu caminho. 3 E Davi e os seus homens chegaram à cidade e eis que estava queimada a fogo, e suas mulheres, seus filhos e suas filhas tinham sido levados cativos. 4 Então Davi e o povo que se achava com ele alçaram a sua voz, e choraram, até que neles não houve mais forças para chorar. 5 Também as duas mulheres de Davi foram levadas cativas; Ainoã, a jizreelita, e Abigail, a mulher de Nabal, o carmelita. 6 E Davi muito se angustiou, porque o povo falava de apedrejá-lo, porque a alma de todo o povo estava em amargura, cada um por causa dos seus filhos e das suas filhas; todavia Davi se fortaleceu no SENHOR seu Deus. Esse texto trata de uma luta fracassada emprendida por Davi, fala de 600 homens que o acompanham e quando retornam com ele ao seu acampamento o encontram em chamas e vazio. Suas mulheres e crianças foram levados cativos. Mas, principalmente fala sobre qual é a nossa reação diante do cansaço. O q fazemos quando alguns desistem? Como direcionamos nossa raiva? Até que ponto uma pessoa precisa ficar cansada para desistir da própria família, da Igreja, de Deus??? Qual a novidade aqui? Davi experimentara até esse momento um misto de rejeição, isolamento e traição. Mas Davi faz algo diferente em meio a tanta perseguição. Enquanto 600 homens que estavam com ele alimentavam a sua raiva, Davi buscou ao SEnhor. Como é essencial fazermos o mesmo. Sistemas de apoio nem sempre apóiam. Amigos nem sempre são amigos. Quando ninguém ajuda, Deus jamais se esquiva. Davi redireciona a raiva de seus homens para o verdadeiro inimigo. Deus lhe instrui a ir atrás dos amalequitas e resgatar seus familiares, que tudo lhe seria devolvido. Mas....como convencer 600 homens cansados, suados, irritados, entristecidos pelo que aconteceu, revoltados com Davi a o seguirem mais uma vez??? Esses homens mal conseguem sufocar a raiva que sentem diante das circunstâncias. Eles naõ sabem aonde o inimigo se esconde....E se não fosse o amor por seus entes queridos talvez já tivessem desistido. Na verdade....200 desistem. Os aliados de Davi chegam a um lugar chamado RIBEIRO DE BESOR. Nesse ribeiro eles encontram refrigério em meio a adversidade. Água fresca para molhar a face. Pés cansados afundados na lama fria. 200 desses homens preferem ficar e descansar.
"CONTINUEM SEM NÓS"O mundo está cheio de pessoas assim. Pessoas boas. Pessoas honestas. A Igreja tem pessoas assim. Pessoas tementes a Deus. Que há algum tempo atrás estavam cheias de determinação. Repletas de sonhos. Animadas. Mas...as perseguições, as mentiras, as fofocas, a ingratidão lhes fadigaram....hoje são pessoas cansadas...exaustas. Quantos motivos podem nos levar ao RIBEIRO DE BESOR. A perda de um filho. O fim do casamento. O desemprego. A esterilidade. A solidão. O vício. A traição.SEja qual for a causa o mundo tem sua parcela de pessoas que sentam e descansam. O que fazemos com eles? Reprendemos? Humilhamos? Deixamos que descansem, porém, contamos os minutos??? Ou FAzemos como DAvi...deixem que fiquem. Ele e os 400 restantes vão atrás dos amalequitas, e quando eles também intecionavam desistir, um egipcio vem perambulando no deserto. Sedento, cansado, abandonado. Davi o acolhe...o alimenta...e como gratidão o egipcio (ex funcionário da tropa inimiga), revela aonde estão as mulheres e crianças. Aqueles homens vão para lá e resgatam cada esposa, cada filho e o trazem de volta. Como provisão ainda carregam os despojos valiosos abandonados pelo inimigo.
Mas, o melhor ainda está por vir....Pense nas esposas que não viram seus maridos em meio a equipe de resgate? Eu acredito que no mínimo elas ficaram irritadíssimassssssssssssssss, duzentas mulheres ficaram sem ver o rosto dos seus maridos...porque eles preferiram descansar!
Ao chegarem no RIBEIRO DE BESOR, os 200 que ficaram não tinham a menor auto-estima. Sentiram-se envergonhados por desistirem....sem dizer nas esposas furiosas!
O restante da tropa lança para Davi uma bomba potencial com a seguinte pergunta:
" Então todos os maus e perversos, dentre os homens que tinham ido com Davi, responderam, e disseram: Visto que não foram conosco, não lhes daremos do despojo que libertamos; mas que leve cada um sua mulher e seus filhos, e se vá.
23 Porém Davi disse: Não fareis assim, irmãos meus, com o que nos deu o SENHOR, que nos guardou, e entregou a tropa que contra nós vinha, nas nossas mãos.
24 E quem vos daria ouvidos nisso? Porque qual é a parte dos que desceram à peleja, tal também será a parte dos que ficaram com a bagagem; igualmente repartirão. "
Davi diz...quem ficou com a bagagem. Que bagagem???? Esse não foi o trabalho deles! Eles foram preguiçosos! Desanimados! Eles não fizeram nada!!!! MAS DAVI DIGNIFICA A DECISÃO DELES. SABE PORQUE? DAVI HONROU OS SOLDADOS CANSADOS DO RIBEIRO DE BESOR. JESUS É O NOSSO DAVI. E ELE NOS HONRA. NOS ABENÇOA. VC ESTÁ CANSADO? ELE LUTA! VC ESTÁ DESANIMADA? ELE RENOVA! VC ESTÁ DECEPCIONADA? ELE RESTAURA! VC ESTÁ TRISTE? ELE ALEGRA! VC ESTÁ EXAUSTA? ELE REFRIGERA! VC QUER PARAR E DESCANSAR??? ELE LHE APRESENTA O RIBEIRO DE BESOR. TODOS NÓS EM ALGUM MOMENTO, TALVEZ, NECESSITEMOS PARAR E SIMPLESMENTE DESCANSAR ENQUANTO JESUS NOS ABENÇOA!!!! DEUS SABE DE TODAS AS SUAS ADVERSIDADES E DO SEU CORAÇÃO!!!!
O SEU VAZIO PODE SER PREENCHIDO???
Deixe-me invadir delicadamente a sua vida e soprar a poeira que ficou por aqui durante todos esses dias...
Hj eu quero compartilhar com vc algo que Deus ministrou no meu coração à cerca de um texto que está em:
2Rs 4:1"...Meu marido teu servo morreu."
Vamos fazer uma pequena pausa aqui...
Qual era a situação dessa mulher???
O que ela estava sentindo?
Havia um VAZIO doloroso em seu lar.
Você sabia que o Deus da Abundância está proporcionalmente ligado a capacidade de vazio que há em nós? Eu me recordo de uma mulher faminta que buscou auxílio em DEUS para sua FOME FÍSICA. Isso aconteceu durante o ministério de Eliseu o profeta.Assim como muitas de nós experimentamos vazios que chegam sem avisar. Com relacionamentos desfeitos. Gestações que não se realizam, com pessoas amadas que partem...com tragédias....VAZIO...imensos VAZIOS...gerados por diversas situações.....Mas, existem os VAZIOS constantes. A auto-estima baixa, murmuração, tristeza, rejeição, depressão, solidão, abandono, medo...
MAIS EU TE CONVIDO A CONTINUAR A NOSSA HISTÓRIA EM BUSCA DE RESPOSTAS...
2Rs 4:2-3 "Respondeu-lhe Eliseu: Que te hei de fazer? Dize-me o que tens em casa? Disse ela: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.Disse Eliseu: Vai, pede emprestadas vasos a todos os seus vizinhos, vasos vazios, não poucos."O profeta aconselha a viúva...Preste atenção nessa revelação espiritual de DEUS para nós!!!REÚNA O VAZIO!!!REUNA OS VASOS VAZIOS, PARA QUE VOCÊ POSSA RECEBER A QUANTIDADE MÁXIMA DE ENCHIMENTO SOBRENATURAL DE DEUS!!!"VÁ PEDIR VASOS EMPRESTADOS A TODOS OS SEUS VIZINHOS, MAS, NÃO PEÇA POUCOS. PEÇA MUIIIIIITOOOOOOS!!!!REÚNA O QUANTO DE VAZIO VC PUDER!!!A viúva e mãe desesperada não tinha idéia de que o volume do seu vazio reunido iria determinar o seu futuro. Tudo que sabia fazer era obedecer a Deus.A palavra de DEUS fala que nós somos os VASOS NA MÃO DO OLEIRO. Que eu e vc somos vasos trabalhados pelo oleiro que é Jesus. Infelizmente, muitos não entendem a linguagem profética da Bíblia. Deus quer nos encher!!!2Rs 4:4-6 " Depois entra, fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, deita o azeite em todas aqueles vasos, e põe à parte a que estiver cheia. (...)Estes lhe traziam os vasos, e ela as enchia. Cheia todas as vasilhas, disse ela a seu filho: Traze-me mais uma.Mas ele respondeu: Não há mais nenhum vaso. Então o azeite parou."Deus ama derramar a sua PLENITUDE no VAZIO do homem. O problema é que o mundo, a igreja, está lotada de PESSOAS CHEIAS.NÓS ESTAMOS DETERMINADOS A APRESENTAR A NOSSA PLENITUDE PARA QUE DEUS ENCHA!!!ESTAMOS CHEIOS DE SI, CHEIOS DE ÓDIO, DE RANCOR, DE MÁGOA, DE DECEPÇÃO, DE FALSIDADE, DE MENTIRAS, DE TRISTEZA, DE CULPA, DE FALTA DE PERDÃO, DE REMORSO, DE GANÂNCIA, DESESPERO, CHEIOS DE JUSTIÇA PRÓPRIA, DE REBELDIA, DE INDEPENDÊNCIA, DE CONHECIMENTO, DE LEI, PESSOAS TÃO CHEIAS....TÃO REPLETAS...QUE NAÕ SOBRA UM VAZIO SE QUER PARA DEUS ENCHER....JÓ talvez tenha experimentado um dos maiores vazios impostos ao homem. Em um só dia ele foi afligido de inúmeras maneiras. VC consegue imaginar o tamanho do vazio que se formou na vida dele. Porém, se vc conhece a história desse homem, sabe também como DEUS encheu e restitui cada espaço VAZIO que ali estava.Se o MILAGRE DO AZEITE DA ´VIÚVA É UMA TIPOLOGIA DO VAZIO HUMANO E COMO DEUS NOS ENCHE...ENTÃO DEUS TEM UMA REVELAÇAÕ PARA NÓS:O VOLUME DO SEU VAZIO PODE DETERMINAR O QUANTO VC PODE SER CHEIO!!!!Faça como a víuva!!! Reúna o vazio de seus familiares, de seus amigos, de seus vizinhos. Não se apresente ao Pai apenas com seu vazio. Reúna o vazio e a dor daqueles que estão ao seu redor.DEUS PRECISA QUE VC SE ESVAZIE PARA QUE ELE POSSA ENCHÊ-LO!Temos que estar desesperados por DEus. O vazio que está nos nossos estômagos espirituais deve nos impelir a buscar alimento. Infelizmente, naõ é isso que temos visto por aí....Ficamos beliscando de igreja em igreja, de religião em religião, de filosofia em filosofia, comendo uma papinha espiritual.O problema do nosso vazio está ligado a nossa dieta.Gostamos de petiscar. De pegar um pouquinho aqui, outro pouquinho ali. E quando o verdadeiro alimento é colocado na nossa frente, saímos rapidamente, em busca de algum petisco espiritual...de preferência rápido. Vá atrás do banquete!!!!Vá atrás do azeite!!!!ESVAZIE-SE PARA QUE DEUS POSSA ENCHÊ-LO.FIQUE FAMINTO PARA QUE DEUS POSSA SACIÁ-LO.Quando vc reúne o vazio ou o cria (abrindo mão da sua vontade pra viver a vontade de DEus na sua vida), vc estará se abrindo para a PLENITUDE DE DEUS.Jesus criou um imenso VAZIO dentro de si pra que a GLÓRIA DE DEUS SE MANIFESTASSE NELE.Fp 2:7 " mas (Jesus) a si mesmo se esvaziou..."CRISTO SE ESVAZIOU!!!! O QUE DIRÁ EU E VC! TEMOS QUE NOS DESPOJAR DE TODA A ARROGÂNCIA E OFERECER OS VAZIOS QUE ESTÃO EM NÓS, PRA QUE SE MANIFESTE A GLÓRIA DE DEUS NAS NOSSAS VIDAS.EU JÁ TIVE UM VAZIO QUE SE NAÕ FOSSE PREENCHIDO POR DEUS, NADA MAIS PREENCHERIA!Isso não significa necessariamente que eu teria morrido de tristeza. Talvez até estivesse de pé. Escondendo o meu vazio dos outros. Talvez de mim mesma. Até ficar não apenas vazia, mas, seca. AMARGA. ISOLADA. SOZINHA.o óleo, o azeite, derramado no vaso significa capacitação, unção para fazer o que tem de ser feito. Habilitação do céu. Separação.Plenitude.Ofereça o seu vazio e o vazio daqueles que vc ama. Experimente reunir o vazio dos seus vizinhos, da sua comunidade, do seu trabalho. Ofereça a eles a plenitude de DEus. Fale do AMOR DE DEUS POR NÓS. DO CAMINHO QUE É JESUS. FALE DO PÃO VIVO QUE DESCEU DO CÉU (QUE É CRISTO) PARA OS QUE ESTÃO FAMINTOS. COMA E BEBA DE JESUS E JAMAIS TENHA FOME OU SEDE NOVAMENTE. ESVAZIE-SE DA ABUNDÂNCIA DO PECADO, DOS PRAZERES DO MUNDO E SEJA FARTO DAS MARAVILHAS DE DEUS.O SEU VAZIO NADA PREENCHE? O SEU VAZIO É ENORME? GLÓRIA A DEUS!!!! IMAGINE SÓ, O QUE UM DEUS QUE É PLENO EM TODOS OS ASPECTOS, FARÁ COM ALGUÉM QUE ´SE SENTE TÃO VAZIO??? NÃO DÁ PRA ENCHER QUEM JÁ ESTÁ CHEIO.QUEM BELISCA MUITO NÃO SE ALIMENTA DIREITO. PARE DE BELISCAR NOS LUGARES ERRADOS E APROXIME-SE DA CEIA DO SENHOR. HÁ FARTURA E PLENITUDE NESSA MESA. E O SEU LUGAR JÁ FOI PAGO MUITO ANTES POR JESUS NA CRUZ DO CALVÁRIO.
DEUS ABENÇOE A SUA VIDA!!
Hj eu quero compartilhar com vc algo que Deus ministrou no meu coração à cerca de um texto que está em:
2Rs 4:1"...Meu marido teu servo morreu."
Vamos fazer uma pequena pausa aqui...
Qual era a situação dessa mulher???
O que ela estava sentindo?
Havia um VAZIO doloroso em seu lar.
Você sabia que o Deus da Abundância está proporcionalmente ligado a capacidade de vazio que há em nós? Eu me recordo de uma mulher faminta que buscou auxílio em DEUS para sua FOME FÍSICA. Isso aconteceu durante o ministério de Eliseu o profeta.Assim como muitas de nós experimentamos vazios que chegam sem avisar. Com relacionamentos desfeitos. Gestações que não se realizam, com pessoas amadas que partem...com tragédias....VAZIO...imensos VAZIOS...gerados por diversas situações.....Mas, existem os VAZIOS constantes. A auto-estima baixa, murmuração, tristeza, rejeição, depressão, solidão, abandono, medo...
MAIS EU TE CONVIDO A CONTINUAR A NOSSA HISTÓRIA EM BUSCA DE RESPOSTAS...
2Rs 4:2-3 "Respondeu-lhe Eliseu: Que te hei de fazer? Dize-me o que tens em casa? Disse ela: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.Disse Eliseu: Vai, pede emprestadas vasos a todos os seus vizinhos, vasos vazios, não poucos."O profeta aconselha a viúva...Preste atenção nessa revelação espiritual de DEUS para nós!!!REÚNA O VAZIO!!!REUNA OS VASOS VAZIOS, PARA QUE VOCÊ POSSA RECEBER A QUANTIDADE MÁXIMA DE ENCHIMENTO SOBRENATURAL DE DEUS!!!"VÁ PEDIR VASOS EMPRESTADOS A TODOS OS SEUS VIZINHOS, MAS, NÃO PEÇA POUCOS. PEÇA MUIIIIIITOOOOOOS!!!!REÚNA O QUANTO DE VAZIO VC PUDER!!!A viúva e mãe desesperada não tinha idéia de que o volume do seu vazio reunido iria determinar o seu futuro. Tudo que sabia fazer era obedecer a Deus.A palavra de DEUS fala que nós somos os VASOS NA MÃO DO OLEIRO. Que eu e vc somos vasos trabalhados pelo oleiro que é Jesus. Infelizmente, muitos não entendem a linguagem profética da Bíblia. Deus quer nos encher!!!2Rs 4:4-6 " Depois entra, fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos, deita o azeite em todas aqueles vasos, e põe à parte a que estiver cheia. (...)Estes lhe traziam os vasos, e ela as enchia. Cheia todas as vasilhas, disse ela a seu filho: Traze-me mais uma.Mas ele respondeu: Não há mais nenhum vaso. Então o azeite parou."Deus ama derramar a sua PLENITUDE no VAZIO do homem. O problema é que o mundo, a igreja, está lotada de PESSOAS CHEIAS.NÓS ESTAMOS DETERMINADOS A APRESENTAR A NOSSA PLENITUDE PARA QUE DEUS ENCHA!!!ESTAMOS CHEIOS DE SI, CHEIOS DE ÓDIO, DE RANCOR, DE MÁGOA, DE DECEPÇÃO, DE FALSIDADE, DE MENTIRAS, DE TRISTEZA, DE CULPA, DE FALTA DE PERDÃO, DE REMORSO, DE GANÂNCIA, DESESPERO, CHEIOS DE JUSTIÇA PRÓPRIA, DE REBELDIA, DE INDEPENDÊNCIA, DE CONHECIMENTO, DE LEI, PESSOAS TÃO CHEIAS....TÃO REPLETAS...QUE NAÕ SOBRA UM VAZIO SE QUER PARA DEUS ENCHER....JÓ talvez tenha experimentado um dos maiores vazios impostos ao homem. Em um só dia ele foi afligido de inúmeras maneiras. VC consegue imaginar o tamanho do vazio que se formou na vida dele. Porém, se vc conhece a história desse homem, sabe também como DEUS encheu e restitui cada espaço VAZIO que ali estava.Se o MILAGRE DO AZEITE DA ´VIÚVA É UMA TIPOLOGIA DO VAZIO HUMANO E COMO DEUS NOS ENCHE...ENTÃO DEUS TEM UMA REVELAÇAÕ PARA NÓS:O VOLUME DO SEU VAZIO PODE DETERMINAR O QUANTO VC PODE SER CHEIO!!!!Faça como a víuva!!! Reúna o vazio de seus familiares, de seus amigos, de seus vizinhos. Não se apresente ao Pai apenas com seu vazio. Reúna o vazio e a dor daqueles que estão ao seu redor.DEUS PRECISA QUE VC SE ESVAZIE PARA QUE ELE POSSA ENCHÊ-LO!Temos que estar desesperados por DEus. O vazio que está nos nossos estômagos espirituais deve nos impelir a buscar alimento. Infelizmente, naõ é isso que temos visto por aí....Ficamos beliscando de igreja em igreja, de religião em religião, de filosofia em filosofia, comendo uma papinha espiritual.O problema do nosso vazio está ligado a nossa dieta.Gostamos de petiscar. De pegar um pouquinho aqui, outro pouquinho ali. E quando o verdadeiro alimento é colocado na nossa frente, saímos rapidamente, em busca de algum petisco espiritual...de preferência rápido. Vá atrás do banquete!!!!Vá atrás do azeite!!!!ESVAZIE-SE PARA QUE DEUS POSSA ENCHÊ-LO.FIQUE FAMINTO PARA QUE DEUS POSSA SACIÁ-LO.Quando vc reúne o vazio ou o cria (abrindo mão da sua vontade pra viver a vontade de DEus na sua vida), vc estará se abrindo para a PLENITUDE DE DEUS.Jesus criou um imenso VAZIO dentro de si pra que a GLÓRIA DE DEUS SE MANIFESTASSE NELE.Fp 2:7 " mas (Jesus) a si mesmo se esvaziou..."CRISTO SE ESVAZIOU!!!! O QUE DIRÁ EU E VC! TEMOS QUE NOS DESPOJAR DE TODA A ARROGÂNCIA E OFERECER OS VAZIOS QUE ESTÃO EM NÓS, PRA QUE SE MANIFESTE A GLÓRIA DE DEUS NAS NOSSAS VIDAS.EU JÁ TIVE UM VAZIO QUE SE NAÕ FOSSE PREENCHIDO POR DEUS, NADA MAIS PREENCHERIA!Isso não significa necessariamente que eu teria morrido de tristeza. Talvez até estivesse de pé. Escondendo o meu vazio dos outros. Talvez de mim mesma. Até ficar não apenas vazia, mas, seca. AMARGA. ISOLADA. SOZINHA.o óleo, o azeite, derramado no vaso significa capacitação, unção para fazer o que tem de ser feito. Habilitação do céu. Separação.Plenitude.Ofereça o seu vazio e o vazio daqueles que vc ama. Experimente reunir o vazio dos seus vizinhos, da sua comunidade, do seu trabalho. Ofereça a eles a plenitude de DEus. Fale do AMOR DE DEUS POR NÓS. DO CAMINHO QUE É JESUS. FALE DO PÃO VIVO QUE DESCEU DO CÉU (QUE É CRISTO) PARA OS QUE ESTÃO FAMINTOS. COMA E BEBA DE JESUS E JAMAIS TENHA FOME OU SEDE NOVAMENTE. ESVAZIE-SE DA ABUNDÂNCIA DO PECADO, DOS PRAZERES DO MUNDO E SEJA FARTO DAS MARAVILHAS DE DEUS.O SEU VAZIO NADA PREENCHE? O SEU VAZIO É ENORME? GLÓRIA A DEUS!!!! IMAGINE SÓ, O QUE UM DEUS QUE É PLENO EM TODOS OS ASPECTOS, FARÁ COM ALGUÉM QUE ´SE SENTE TÃO VAZIO??? NÃO DÁ PRA ENCHER QUEM JÁ ESTÁ CHEIO.QUEM BELISCA MUITO NÃO SE ALIMENTA DIREITO. PARE DE BELISCAR NOS LUGARES ERRADOS E APROXIME-SE DA CEIA DO SENHOR. HÁ FARTURA E PLENITUDE NESSA MESA. E O SEU LUGAR JÁ FOI PAGO MUITO ANTES POR JESUS NA CRUZ DO CALVÁRIO.
DEUS ABENÇOE A SUA VIDA!!
MEU DESEJO PARA VOCÊ...
Creio que para muitas de nós 2009 foi um ano difícil.
Um ano de exercitar a fé. Um ano de respirar fundo mais uma vez e quem sabe contar até mil...2009 para mim foi um ano de mudanças. De restituição. De lágrimas. De esperança.Tenho sido amassada por Deus muitas e muitas vezes.
Tenho sido desafiada em quase tudo que faço. Aprendi a plantar. Aprendi a regar. Aprendi a entregar. E também aprendi a colher. E o mais importante de tudo:
-Aprendi que toda fase tem sua importância. Tudo é fundamental. Tudo é essencial. Tudo se completa. É impossível ver os frutos sem arar a terra. É impossível arar a terra, lançar a semente, regar e não ver os frutos. Nem que seja ao longe.Todo ano estabelecemos inúmeras metas. Inúmeros objetivos. Fazemos planos. Sonhamos mais alto. Idealizamos. Eu também faço assim. Determino e condiciono minhas forças e habilidades para estarem focadas no objetivo certo. Otimizando o meu tempo.
Para nós os ventos continuam tempestuosos, a maré permanece turbulenta, mas, Jesus permanece em nosso barco. Temos vivido no limite das finanças, das forças, da fé. E todos os dias a misericórdia do Senhor renasce e nos dá fôlego novo! Eu gostaria que Jesus intervisse no começo de cada adversidade. Que Ele mostrasse a saída, o escape, o milagre logo que os gigantes se levantassem. Porém, raríssimas vezes, presenciei dessa maneira. Na maioria absoluta das vezes, Jesus, opera nos 45 min. do segundo tempo. Sondando nossos corações. E sendo Fiel.
O mundo ficou de cabeça para baixo. Nunca tantos pais assassinaram seus filhos. Por “n”razões e motivos. Divórcio, seita, loucura, droga....e que diferença o motivo faz? O torna mais justo? Mais compassivo? Menos cruel? Na calada da noite políticos votam leis a favor da extinção da palavra família. Desde quando legalizar o aborto é direito humano? De quem? Meu Deus!!!!Não vou polemizar e hastear minhas bandeiras, mas, olho para 2010 com muitas interrogações. Que mundo estamos deixando. Que valores estamos plantando. Aonde enfiamos Deus?Meu pedido para Jesus no ano que se inicia????-Por favor Jesus volte logo!!!! Por que está escrito na sua palavra que antes da sua vinda, a maldade se multiplicaria de tal maneira que se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria.
Quanta infância roubada! Quanto sangue derramado de bebês inocentes. Sodoma e Gomorra!
É....não quero ser pessimista, e nem terminar esse ano....desanimada! Estou estarrecida com o que leio, vejo e ouço. Sim estou! Mas, Deus é bom!!!! Não é Ele que enfia as agulhas, que sacrifica os bebês, que atropela inocentes, que provoca acidentes, que esfaqueia, que atira, que decepciona. Somos nós!!!!Que nos esquecemos Dele. Que o Achamos ultrapassado em Tempos Modernos. Coisa de analfabeto e ignorante. Acreditar ficou DÉMODÉ!!!
Como diz a frase:-Prefiro subir quadrado, do que descer redondo!!!!
Não bebo, não uso roupa branca na virada, não como lentilha pra ter sorte, não ponho a minha fé naquilo que não pode dar vida. Se existe a possibilidade de um mundo melhor ela passa por Jesus. Apenas quando formos restaurados, tratados, edificados Nele é que teremos algo de bom para oferecer!
Que 2010 seja 10!Que seja o ano de sairmos do Egito e entrarmos na Canaã! Que seja o tempo de refrigério. De renovo! Que seja a nova chance no casamento. Na família. Nos negócios. E que todas essas coisas sejam para Glorificar a Cristo.
Encerro agradecendo a cada palavra, a cada crítica, aos pedidos de orações, as amizades sinceras, as queridas deste cantinho que sempre com palavras tão carinhosas me mandam e-mails contando o que Deus tem feito em suas vidas...como é bom ter vcs mesmo que seja virtualmente..,.
Desde que conheci a Jesus, tenho sido chamada para lançar sementes. Deus não me deu o privilégio de colhê-las, mas, de lançá-las! Raras vezes, fico sabendo se frutificaram. Mas, permaneço lançando sementes. 2010 é um tempo novo para plantar. Não importa quem vai colher. Nesse cantinho lançarei sementes de fé, de amor, de obediência, de graça, de exortação, buscando sempre estar debaixo da Vontade do Pai.
Que juntas possamos espalhar essas sementes pelo mundo!!!!Fiquem na paz,e não esqueçam de estender os olhos para Jesus. Se Ele estiver no controle, ficaremos bem!!!!!
ESTE É O TEMPO DE "LEVANTAR E EDIFICAR"... MÃOS À OBRA...PORQUE PELA FRENTE TEREMOS MTO TRABALHO!!!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Ofertas e dizimos Instrução
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/
INSTRUÇÕES SOBRE MINISTRAÇÃO DE OFERTAS E DÍZIMOS
A Ministração de Ofertas é função pastoral, e queremos, sempre que possível, seja exercida por ministros da Igreja, ou por um dos Doze. Liberamos esta função para outros levitas somente quando nenhum dos ministros da igreja estiver presente. Deus tem nos agraciado com unção especial para abençoarmos o povo, ministrando, dentro da Palavra de Deus, a forma pela qual Ele próprio estabeleceu para isto. Queremos lembrar que o culto instituído por Deus, cujo primeiro registro nós encontramos em Gênesis 4:1 a 7, constava basicamente na apresentação de ofertas diante do altar de Deus. Não existia culto sem que oferta fosse oferecida a Deus. Hoje, dentro da doutrina dos apóstolos, temos que a perfeita oferta, Jesus Cristo, já foi oferecida a Deus, mas sem que a oferta material fosse excluída do meio do povo de Deus, pois esta foi a forma que Deus estabeleceu para o suprimento de Sua casa. Damos abaixo algumas referências bíblicas que temos usado como base para ensinar ao povo sobre ofertar e dizimar, a saber:
Êxodo 23:15 - "Ninguém aparecerá diante de Mim de mãos vazias".
Êxodo 34:20b - "Ninguém aparecerá diante de Mim de mãos vazias".
O povo judeu nunca ia ao santuário de mãos vazias, mas sempre levava uma oferta de sacrifício ou oferta pacífica.
Levítico 27:30a - "Também todas as dízimas da terra, tanto do grão do campo, como do fruto das árvores, são do Senhor: santas são ao Senhor".
Números 18:21 a 24 - "Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, serviço da tenda da congregação. E nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para que não levem sobre si o pecado e morram. Mas os levitas farão o serviço da tenda da congregação, e responderão por suas faltas: estatuto perpétuo é este para as vossas gerações. E não terão eles nenhuma herança no meio dos filhos de Israel. Porque os dízimos dos filhos de Israel, que apresentam ao Senhor em oferta, dei-os por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel, nenhuma herança terão".
Deuteronômio 12:4 a 7 - "Não fareis assim para com o Senhor vosso Deus, mas buscareis o lugar que o Senhor vosso Deus escolher de todas as vossas tribos, para ali por o seu nome, a sua habitação; e para lá ireis. A esse lugar fareis chegar os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e as ofertas votivas, e as ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e das vossas ovelhas. Lá comereis perante o Senhor vosso Deus, e vos alegrareis em tudo o que puserdes a vossa mão, vós e as vossas casas, no que vos tiver abençoado o Senhor vosso Deus".
Deuteronômio 14:22 (e seguintes) - "Certamente dareis os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo".
Neemias 13:10 a 12 - "Também soube que os quinhões dos levitas não se lhes davam, de maneira que os levitas e os cantores, que faziam o serviço, tinham fugido cada um para o seu campo. Então contendi com os magistrados, e disse: Por que se desamparou a casa de Deus? Ajuntei os levitas e os cantores e os restituí a seus postos. Então todo o Judá trouxe os dízimos do grão, do vinho e do azeite aos depósitos".
Malaquias 3:10 - "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida".
Mateus 23:23 - "Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas cousas, sem omitir aquelas".
2Coríntios 9:6 e 7 - "E isto afirmo: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria".
Portanto, o dízimo é bíblico, e tem que ser trazido, obrigatoriamente, à Casa de Deus (não podendo ser administrado por conta própria). Serve para a manutenção e a expansão da obra e estabelece o princípio espiritual de que Deus fecha a boca do devorador contra a nossa vida e a nossa casa, quando praticado da forma bíblica.
DÍZIMOS E OFERTAS
Ml 3.10 "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança.
DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS.
A palavra hebraica para "dízimo" (ma\\\'aser) significa literalmente "a décima parte".
(1) Na lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 2730 nota). O dízimo era usado primariamente para cubrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que ELE lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota).
(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1 Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais; o holocausto (Lv 1: 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6 14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1 - 5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14 - 6.7; 7.1-10).
(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no Monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (ver Êx 35.80-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os concertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (S Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente generosamente às obras da reconstrução do templo ( 2 Cr 31.5-19).
(5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo de Deus reteve egoísticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag. 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou o seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-2)
A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO.
Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT.
(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.
(2) Devemos decidir, pois de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6. 19-24; 2 Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).
(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1 Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1 Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2 Co 8.14; 9.2;), para acumular tesouros no céu (Mt. 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).
(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado ( 1 Co 16.2; 2 Co 8.3,12; ver 2 Co 8.2 nota).
(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2 Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2 Co 8.1-5; 11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2 Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (ver 2 Co 8.9 nota). Para Deus, o sacrificio envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4 nota).
(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2 Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; s Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios no NT (2 Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
(7) Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1 Tm 6.19; ver 2 Co 9.6 nota).
A OFERTA QUE AGRADA A DEUS
"E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito. Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento." (Marcos 12:41-44)
As lições que se apresentam nesta história são simples e claras, qualquer um as pode captar, dispensariam comentários. Entretanto, é sábio o mestre que enfatiza bem as verdades que parecem simples, devido à tendência que temos de passar desapercebidos por elas no nosso dia a dia. Por isto precisam ser relembradas, para que não venhamos a agir opostos àquilo que sabemos ser a verdade. E se quereremos compartilhar este texto de modo a extrair as verdades nele contidas, nada melhor a fazer do que tentar responder algumas questões vitais nele contidas. Sendo assim, pensemos sobre:
Qual a diferença entre a maneira que Deus vê e a maneira que o homem vê.
Qual a relação entre \\\'o muito\\\' e \\\'o pouco\\\' para Deus. E para o homem?
Será que Deus nos observa enquanto entregamos para Ele as nossas ofertas?
Será que a oferta agradável à Deus é aquela que nos faz falta, a oferta sacrificial?
Como podemos aplicar estas lições à nossa vida, ao nosso dia a dia?
Vamos pensar primeiramente, em algo que transparece de modo latente e claro no texto, que é a diferença entre o ponto de vista humano e o ponto de vista divino. O primeiro, é voltado para o valor, a quantidade, o volume, o material, o exterior, o visível, o aparente e o que desperta louvores humanos; o outro, é voltado para o espiritual e se preocupa mais com a atitude do coração do ofertante do que com o conteúdo, e vê o despreendimento, a entrega, o sacrifício, não se preocupado com a quantidade ou o valor da oferta, mas, na atitude e no coração do ofertante.A oferta é um retrato fiel do coração do ofertante para com Deus, é um símbolo da confiança que temos nEle. Todos ofertavam para Deus, alguns são vistos e valorizados por homens, a mulher é vista e valorizada por Deus. Quem teve melhor recompensa? Em segundo lugar, podemos pensar noutro princípio aqui evidente, que é a relação entre o muito e o pouco sob estes dois pontos de vista. Na visão humana, observa-se a oferta e compara-lhe o valor, a soma, a quantia, o que se pode fazer com o dinheiro investindo na obra de Deus, assim, quanto mais se tem, mais se pode fazer. O olhar divino é diferente, Ele observa o ofertante, não a oferta, observa o sacrifício, a fé, e, ainda que economicamente a oferta nada represente, tem um valor espiritual incalculável perante os olhos de Deus, e Lhe chega como aroma suave às narinas. Quem teve mais fé nesta situação? Quem ofereceu o melhor sacrifício a Deus? Saiba, Deus merece e quer tudo, não a sobra. Ele tem prazer em observar o coração dos seus filhos no ato de ofertar. A atitude e o coração do ofertante é mais importante para Ele do que a oferta. Você se lembra de Caim? Deus o observava, e não se agradou dele, e não recebeu a sua oferta, apesar de quantitativamente falando, estar oferecendo uma oferta volumosa e expressiva. Sua vida não foi aprovada por Deus, conseqüentemente, a sua oferta não foi aceita. Aqui está em jogo o ofertante, não a oferta. Você acha que pode comprar a Deus com o seu dinheiro ou bens? Acha que pode corrompê-Lo? Acha que pode viver impiamente e compensar com ofertas? Ele não precisa disto. A oferta é apenas uma maneira de provar a nossa gratidão, é uma demonstração de que confiamos nEle para o nosso sustento, pois se somos capazes de ficar sem nada, por lhe entregar tudo, é porque temos a certeza de que Ele irá suprir e satisfazer as nossas necessidades.Será que Deus tem aceitado as nossas ofertas? Ele está a nos observar e tem prazer quando vê um filho seu mais preocupado em lhe honrar e agradar do que consigo mesmo. Quando o vê em atitude de fé, entregando aquilo que lhe fará falta, demonstrando que confia em seu cuidado. Oferta, é demonstração de fé, e se não nos fizer falta, é apenas a sobra, e Deus não aceita sobra, o homem sim. A oferta aceitável a Deus deve ser aquela que provém de um coração sincero e confiante.Como aplicar esta lição à nossa vida? Basta pensar: Você é alguém que dá a sobra para Deus, seja do tempo dedicado a Ele, seja das boas obras que faz, seja das vezes que testifica dEle a outros, seja do lugar e importância que ocupa na sua vida, mente e pensamentos, seja do dinheiro que investe em sua obra? É daqueles que vivem desonrando e desobedecendo a Deus, mas tranqüiliza a consciência quando vai à igreja de vez em quando, ou dá um bom dinheiro para compensar? Esta é a oferta de Caim, a oferta dos fariseus. Mas, é isso que Deus quer de nós? NÃO!!! E o que Deus quer de nós? Ele quer o controle total das nossas vidas, quer que dependamos dEle para viver, quer todo o nosso dinheiro, todos os nossos bens, quer a nossa família, quer estar no controle do nosso coração, quer participar das nossas decisões, quer comandar a nossa vontade e ser o centro da nossa fé e amor. Ele nos quer completos para Ele, não quer o que nos sobra. Ele quer tudo, mesmo que pareça pouco, ou quase nada. Ele não se satisfaz com menos do que isto. Ele não quer as nossas coisas, Ele nos quer, pois, tendo-nos, também terá tudo o que é nosso. Então, não é o quanto se dá para Deus que importa, mas quem dá. Ele quer exclusividade e não partilha a sua glória com ninguém.Às vezes, por nos entregar sem reservas para Ele, poderá haver conflitos de vontades, mas se cedermos a nossa pela dEle, com certeza será melhor, pois a vontade de Deus é superior, toda abrangente e melhor. Ele conhece tudo. Se confiarmos nEle será melhor.A mulher da história, não tinha marido, não tinha ninguém para lutar por ela, era pobre, e o pouco dinheiro que poderia aproveitar em seu benefício, ela deu como oferta de gratidão a Deus, em benefício da obra dEle, que tinha prioridade até sobre a sua vida. Era tudo quanto tinha, mas ela deu, e certamente não se arrependeu, nem se preocupou se as pessoas ao seu redor ficariam satisfeitas com a quantia. Seu único objetivo era agradar a Deus.E você, está disposto a deixar que Deus controle toda a sua vida? Você quer agradar a Deus? Então inspire-se nesta história. E lembre-se: Deus te quer por inteiro, e isto inclui tudo quanto você possui, mesmo que pareça não ser nada. Ele promete se revelar e se manifestar aos que se desprenderam de si mesmos e estão saltando inteiramente em seus braços, sem se preocupar que abaixo há um profundo abismo, pois confia que Ele irá amparar em Seus braços. Que a nossa vida e as nossas oferendas sejam agradáveis aos Seus olhos, e recebam dEle o louvor.
INSTRUÇÕES SOBRE MINISTRAÇÃO DE OFERTAS E DÍZIMOS
A Ministração de Ofertas é função pastoral, e queremos, sempre que possível, seja exercida por ministros da Igreja, ou por um dos Doze. Liberamos esta função para outros levitas somente quando nenhum dos ministros da igreja estiver presente. Deus tem nos agraciado com unção especial para abençoarmos o povo, ministrando, dentro da Palavra de Deus, a forma pela qual Ele próprio estabeleceu para isto. Queremos lembrar que o culto instituído por Deus, cujo primeiro registro nós encontramos em Gênesis 4:1 a 7, constava basicamente na apresentação de ofertas diante do altar de Deus. Não existia culto sem que oferta fosse oferecida a Deus. Hoje, dentro da doutrina dos apóstolos, temos que a perfeita oferta, Jesus Cristo, já foi oferecida a Deus, mas sem que a oferta material fosse excluída do meio do povo de Deus, pois esta foi a forma que Deus estabeleceu para o suprimento de Sua casa. Damos abaixo algumas referências bíblicas que temos usado como base para ensinar ao povo sobre ofertar e dizimar, a saber:
Êxodo 23:15 - "Ninguém aparecerá diante de Mim de mãos vazias".
Êxodo 34:20b - "Ninguém aparecerá diante de Mim de mãos vazias".
O povo judeu nunca ia ao santuário de mãos vazias, mas sempre levava uma oferta de sacrifício ou oferta pacífica.
Levítico 27:30a - "Também todas as dízimas da terra, tanto do grão do campo, como do fruto das árvores, são do Senhor: santas são ao Senhor".
Números 18:21 a 24 - "Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, serviço da tenda da congregação. E nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para que não levem sobre si o pecado e morram. Mas os levitas farão o serviço da tenda da congregação, e responderão por suas faltas: estatuto perpétuo é este para as vossas gerações. E não terão eles nenhuma herança no meio dos filhos de Israel. Porque os dízimos dos filhos de Israel, que apresentam ao Senhor em oferta, dei-os por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel, nenhuma herança terão".
Deuteronômio 12:4 a 7 - "Não fareis assim para com o Senhor vosso Deus, mas buscareis o lugar que o Senhor vosso Deus escolher de todas as vossas tribos, para ali por o seu nome, a sua habitação; e para lá ireis. A esse lugar fareis chegar os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e as ofertas votivas, e as ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e das vossas ovelhas. Lá comereis perante o Senhor vosso Deus, e vos alegrareis em tudo o que puserdes a vossa mão, vós e as vossas casas, no que vos tiver abençoado o Senhor vosso Deus".
Deuteronômio 14:22 (e seguintes) - "Certamente dareis os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo".
Neemias 13:10 a 12 - "Também soube que os quinhões dos levitas não se lhes davam, de maneira que os levitas e os cantores, que faziam o serviço, tinham fugido cada um para o seu campo. Então contendi com os magistrados, e disse: Por que se desamparou a casa de Deus? Ajuntei os levitas e os cantores e os restituí a seus postos. Então todo o Judá trouxe os dízimos do grão, do vinho e do azeite aos depósitos".
Malaquias 3:10 - "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida".
Mateus 23:23 - "Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas cousas, sem omitir aquelas".
2Coríntios 9:6 e 7 - "E isto afirmo: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria".
Portanto, o dízimo é bíblico, e tem que ser trazido, obrigatoriamente, à Casa de Deus (não podendo ser administrado por conta própria). Serve para a manutenção e a expansão da obra e estabelece o princípio espiritual de que Deus fecha a boca do devorador contra a nossa vida e a nossa casa, quando praticado da forma bíblica.
DÍZIMOS E OFERTAS
Ml 3.10 "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança.
DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS.
A palavra hebraica para "dízimo" (ma\\\'aser) significa literalmente "a décima parte".
(1) Na lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 2730 nota). O dízimo era usado primariamente para cubrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que ELE lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota).
(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1 Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais; o holocausto (Lv 1: 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6 14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1 - 5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14 - 6.7; 7.1-10).
(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no Monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (ver Êx 35.80-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os concertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (S Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente generosamente às obras da reconstrução do templo ( 2 Cr 31.5-19).
(5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo de Deus reteve egoísticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag. 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou o seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-2)
A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO.
Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT.
(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.
(2) Devemos decidir, pois de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6. 19-24; 2 Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).
(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1 Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1 Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2 Co 8.14; 9.2;), para acumular tesouros no céu (Mt. 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).
(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado ( 1 Co 16.2; 2 Co 8.3,12; ver 2 Co 8.2 nota).
(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2 Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2 Co 8.1-5; 11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2 Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (ver 2 Co 8.9 nota). Para Deus, o sacrificio envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4 nota).
(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2 Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; s Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios no NT (2 Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
(7) Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1 Tm 6.19; ver 2 Co 9.6 nota).
A OFERTA QUE AGRADA A DEUS
"E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito. Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento." (Marcos 12:41-44)
As lições que se apresentam nesta história são simples e claras, qualquer um as pode captar, dispensariam comentários. Entretanto, é sábio o mestre que enfatiza bem as verdades que parecem simples, devido à tendência que temos de passar desapercebidos por elas no nosso dia a dia. Por isto precisam ser relembradas, para que não venhamos a agir opostos àquilo que sabemos ser a verdade. E se quereremos compartilhar este texto de modo a extrair as verdades nele contidas, nada melhor a fazer do que tentar responder algumas questões vitais nele contidas. Sendo assim, pensemos sobre:
Qual a diferença entre a maneira que Deus vê e a maneira que o homem vê.
Qual a relação entre \\\'o muito\\\' e \\\'o pouco\\\' para Deus. E para o homem?
Será que Deus nos observa enquanto entregamos para Ele as nossas ofertas?
Será que a oferta agradável à Deus é aquela que nos faz falta, a oferta sacrificial?
Como podemos aplicar estas lições à nossa vida, ao nosso dia a dia?
Vamos pensar primeiramente, em algo que transparece de modo latente e claro no texto, que é a diferença entre o ponto de vista humano e o ponto de vista divino. O primeiro, é voltado para o valor, a quantidade, o volume, o material, o exterior, o visível, o aparente e o que desperta louvores humanos; o outro, é voltado para o espiritual e se preocupa mais com a atitude do coração do ofertante do que com o conteúdo, e vê o despreendimento, a entrega, o sacrifício, não se preocupado com a quantidade ou o valor da oferta, mas, na atitude e no coração do ofertante.A oferta é um retrato fiel do coração do ofertante para com Deus, é um símbolo da confiança que temos nEle. Todos ofertavam para Deus, alguns são vistos e valorizados por homens, a mulher é vista e valorizada por Deus. Quem teve melhor recompensa? Em segundo lugar, podemos pensar noutro princípio aqui evidente, que é a relação entre o muito e o pouco sob estes dois pontos de vista. Na visão humana, observa-se a oferta e compara-lhe o valor, a soma, a quantia, o que se pode fazer com o dinheiro investindo na obra de Deus, assim, quanto mais se tem, mais se pode fazer. O olhar divino é diferente, Ele observa o ofertante, não a oferta, observa o sacrifício, a fé, e, ainda que economicamente a oferta nada represente, tem um valor espiritual incalculável perante os olhos de Deus, e Lhe chega como aroma suave às narinas. Quem teve mais fé nesta situação? Quem ofereceu o melhor sacrifício a Deus? Saiba, Deus merece e quer tudo, não a sobra. Ele tem prazer em observar o coração dos seus filhos no ato de ofertar. A atitude e o coração do ofertante é mais importante para Ele do que a oferta. Você se lembra de Caim? Deus o observava, e não se agradou dele, e não recebeu a sua oferta, apesar de quantitativamente falando, estar oferecendo uma oferta volumosa e expressiva. Sua vida não foi aprovada por Deus, conseqüentemente, a sua oferta não foi aceita. Aqui está em jogo o ofertante, não a oferta. Você acha que pode comprar a Deus com o seu dinheiro ou bens? Acha que pode corrompê-Lo? Acha que pode viver impiamente e compensar com ofertas? Ele não precisa disto. A oferta é apenas uma maneira de provar a nossa gratidão, é uma demonstração de que confiamos nEle para o nosso sustento, pois se somos capazes de ficar sem nada, por lhe entregar tudo, é porque temos a certeza de que Ele irá suprir e satisfazer as nossas necessidades.Será que Deus tem aceitado as nossas ofertas? Ele está a nos observar e tem prazer quando vê um filho seu mais preocupado em lhe honrar e agradar do que consigo mesmo. Quando o vê em atitude de fé, entregando aquilo que lhe fará falta, demonstrando que confia em seu cuidado. Oferta, é demonstração de fé, e se não nos fizer falta, é apenas a sobra, e Deus não aceita sobra, o homem sim. A oferta aceitável a Deus deve ser aquela que provém de um coração sincero e confiante.Como aplicar esta lição à nossa vida? Basta pensar: Você é alguém que dá a sobra para Deus, seja do tempo dedicado a Ele, seja das boas obras que faz, seja das vezes que testifica dEle a outros, seja do lugar e importância que ocupa na sua vida, mente e pensamentos, seja do dinheiro que investe em sua obra? É daqueles que vivem desonrando e desobedecendo a Deus, mas tranqüiliza a consciência quando vai à igreja de vez em quando, ou dá um bom dinheiro para compensar? Esta é a oferta de Caim, a oferta dos fariseus. Mas, é isso que Deus quer de nós? NÃO!!! E o que Deus quer de nós? Ele quer o controle total das nossas vidas, quer que dependamos dEle para viver, quer todo o nosso dinheiro, todos os nossos bens, quer a nossa família, quer estar no controle do nosso coração, quer participar das nossas decisões, quer comandar a nossa vontade e ser o centro da nossa fé e amor. Ele nos quer completos para Ele, não quer o que nos sobra. Ele quer tudo, mesmo que pareça pouco, ou quase nada. Ele não se satisfaz com menos do que isto. Ele não quer as nossas coisas, Ele nos quer, pois, tendo-nos, também terá tudo o que é nosso. Então, não é o quanto se dá para Deus que importa, mas quem dá. Ele quer exclusividade e não partilha a sua glória com ninguém.Às vezes, por nos entregar sem reservas para Ele, poderá haver conflitos de vontades, mas se cedermos a nossa pela dEle, com certeza será melhor, pois a vontade de Deus é superior, toda abrangente e melhor. Ele conhece tudo. Se confiarmos nEle será melhor.A mulher da história, não tinha marido, não tinha ninguém para lutar por ela, era pobre, e o pouco dinheiro que poderia aproveitar em seu benefício, ela deu como oferta de gratidão a Deus, em benefício da obra dEle, que tinha prioridade até sobre a sua vida. Era tudo quanto tinha, mas ela deu, e certamente não se arrependeu, nem se preocupou se as pessoas ao seu redor ficariam satisfeitas com a quantia. Seu único objetivo era agradar a Deus.E você, está disposto a deixar que Deus controle toda a sua vida? Você quer agradar a Deus? Então inspire-se nesta história. E lembre-se: Deus te quer por inteiro, e isto inclui tudo quanto você possui, mesmo que pareça não ser nada. Ele promete se revelar e se manifestar aos que se desprenderam de si mesmos e estão saltando inteiramente em seus braços, sem se preocupar que abaixo há um profundo abismo, pois confia que Ele irá amparar em Seus braços. Que a nossa vida e as nossas oferendas sejam agradáveis aos Seus olhos, e recebam dEle o louvor.
“O PERFIL DA MULHER CRISTÔ
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/
Texto Base: I Timóteo 2: 9-15.
9 – Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos,
10 – Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.
11 – A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição.
12 – Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.
15 – Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação.
Esse texto ensina três lições à mulher cristã.
a) A postura e apresentação da mulher na Igreja. (VS. 9,10).
b) A autoridade da mulher na igreja. (Vs. 11,12).
c) O comportamento da mulher, como mulher (fêmea). (Vs. 15).
Estas três lições descrevem o perfil da mulher cristã:
1) A postura e apresentação da mulher na igreja.
Palavra chave: “honesto”.
a) Traje Honesto. Honrado, digno, decente.
A postura da mulher deve ser de “MULHER HONESTA”. Honesta significa digna, descente, não faladeira, que não entra em bate boca, nem contendas, que não diz palavrões, recatada. Seu traje deve ser diferente do traje das rameiras desonestas. O traje, ou seja, a roupa de uma pessoa, seja mulher ou homem, faz parte da própria pessoa, revelando seus sentimentos e sua personalidade. Por isso, a mulher cristã, deve ter postura de cristã, mostrando honestidade em tudo inclusive em seu traje.
Com “PUDOR” Sentimento de vergonha, de mal-estar, gerado pelo que pode ferir a decência.
2) A autoridade da mulher na igreja.
Palavra chave “modéstia”.
a) Com “MODÉSTIA” Simplicidade.
Tal simplicidade refere-se a uma conduta respeitosa e submissa à sua liderança, tendo em honra a todos, principalmente àquelas que antes de si, sejam promovidas.
Se unidas as três qualidades: HONESTIDADE, PUDOR E MODÉSTIA, a lição é que: “a mulher se comporte com decência tendo o cuidado de não se expor à vergonha”. Assim, a autoridade da mulher na igreja ou mesmo na sociedade não precisa ser reprimida ou proibida; porque a honestidade, o pudor e a modéstia da mulher cristã farão que ela conquiste respeito e confiança que lhes darão respeitosa autoridade.
Analisadas as duas primeiras lições, concluímos que a autoridade da mulher cristã, bem como de qualquer cristão, na igreja, é conquistada, atendendo, da sua liderança, a convocação ao trabalho e se dedicando ao exercício de suas tarefas com persistente vida de “honestidade, pudor e modéstia”.
3) O comportamento da mulher, como mulher.
Palavra chave, “pudor”.
a) Dar a luz filhos.
Desconsiderados os meios de concepção artificial, a mulher só pode conceber um filho pela relação íntima com um homem. Essa relação e a criação dos filhos devem ser com PUDOR E MODÉSTIA para que ela não se exponha à vergonha e conseqüentes escândalos.
No versículo 15, a expressão, “se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação”, infere-se que a mulher cristã não conceberá filho, enquanto solteira, nem por traição, quando casada. Esse comportamento pudico aliado à honestidade e a modéstia, dará à mulher cristã autoridade ao falar, quer seja aconselhando, exortando ou disciplinado.
Texto Base: I Timóteo 2: 9-15.
9 – Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos,
10 – Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.
11 – A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição.
12 – Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.
15 – Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação.
Esse texto ensina três lições à mulher cristã.
a) A postura e apresentação da mulher na Igreja. (VS. 9,10).
b) A autoridade da mulher na igreja. (Vs. 11,12).
c) O comportamento da mulher, como mulher (fêmea). (Vs. 15).
Estas três lições descrevem o perfil da mulher cristã:
1) A postura e apresentação da mulher na igreja.
Palavra chave: “honesto”.
a) Traje Honesto. Honrado, digno, decente.
A postura da mulher deve ser de “MULHER HONESTA”. Honesta significa digna, descente, não faladeira, que não entra em bate boca, nem contendas, que não diz palavrões, recatada. Seu traje deve ser diferente do traje das rameiras desonestas. O traje, ou seja, a roupa de uma pessoa, seja mulher ou homem, faz parte da própria pessoa, revelando seus sentimentos e sua personalidade. Por isso, a mulher cristã, deve ter postura de cristã, mostrando honestidade em tudo inclusive em seu traje.
Com “PUDOR” Sentimento de vergonha, de mal-estar, gerado pelo que pode ferir a decência.
2) A autoridade da mulher na igreja.
Palavra chave “modéstia”.
a) Com “MODÉSTIA” Simplicidade.
Tal simplicidade refere-se a uma conduta respeitosa e submissa à sua liderança, tendo em honra a todos, principalmente àquelas que antes de si, sejam promovidas.
Se unidas as três qualidades: HONESTIDADE, PUDOR E MODÉSTIA, a lição é que: “a mulher se comporte com decência tendo o cuidado de não se expor à vergonha”. Assim, a autoridade da mulher na igreja ou mesmo na sociedade não precisa ser reprimida ou proibida; porque a honestidade, o pudor e a modéstia da mulher cristã farão que ela conquiste respeito e confiança que lhes darão respeitosa autoridade.
Analisadas as duas primeiras lições, concluímos que a autoridade da mulher cristã, bem como de qualquer cristão, na igreja, é conquistada, atendendo, da sua liderança, a convocação ao trabalho e se dedicando ao exercício de suas tarefas com persistente vida de “honestidade, pudor e modéstia”.
3) O comportamento da mulher, como mulher.
Palavra chave, “pudor”.
a) Dar a luz filhos.
Desconsiderados os meios de concepção artificial, a mulher só pode conceber um filho pela relação íntima com um homem. Essa relação e a criação dos filhos devem ser com PUDOR E MODÉSTIA para que ela não se exponha à vergonha e conseqüentes escândalos.
No versículo 15, a expressão, “se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação”, infere-se que a mulher cristã não conceberá filho, enquanto solteira, nem por traição, quando casada. Esse comportamento pudico aliado à honestidade e a modéstia, dará à mulher cristã autoridade ao falar, quer seja aconselhando, exortando ou disciplinado.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
lei da mordaça!
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/

O deputado Walter Brito Neto (PRB-PB), que integra a Frente da Família e Apoio à Vida, participou do ato contra o PLC 122/06 realizado ontem no Congresso Nacional e defende a rejeição do projeto, por considerá-lo uma violação à Constituição Federal.
"Os padres, as lideranças religiosas, os pastores não podem ter a sua palavra cerceada por um projeto desses, porque ele acaba desrespeitando a liberdade de expressão e também a liberdade religiosa. É importante a união de todos os religiosos neste momento para que possamos preservar um direito garantido pela Constituição", ressaltou.
O vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), pastor Silas Malafaia, considera o projeto “uma afronta à democracia”. “No estado democrático ninguém está imune à crítica”, afirmou.
Segundo o texto da Carta em Favor da Liberdade de Expressão, Liberdade Religiosa e contra a Pedofilia, entregue à Presidência do Senado a proposta, caso aprovada, colocará integrantes de entidades religiosas de todo Brasil sob o risco de serem presos se fizerem afirmações contrárias ao homossexualismo.
O projeto passa a considerar crime de preconceito os motivados por questões de gênero e orientação sexual, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão. Para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais, o projeto de lei prevê detenção de um a três anos.
Opinião diferente não é discriminação
Na avaliação do deputado Miguel Martini (PHS-MG), também integrante da Frente da Família, padres, pastores e outros líderes religiosos podem defender opiniões contrárias ao homossexualismo, e isso não necessariamente caracteriza discriminação à orientação sexual.
"As pregações de padres e pastores são pregações de fé. O projeto está, na verdade, discriminando quem não pensa como os homossexuais", disse. "Querem calar a boca dos cristãos. Nós amamos os homossexuais, mas não amamos o homossexualismo e não vamos aceitar que sejamos discriminados em nome de convicções religiosas."
Muitos manifestantes que estiveram no Congresso Nacional para protestar contra a aprovação do PLC 122/06 traziam faixas com os dizeres: “Vão rasgar a Bíblia? A Bíblia é homofóbica? Não queremos mordaça aos cristãos!”
PL 122/06: manifestantes se opõem ao projeto, mas não às pessoas
Deputados federais, senadores e pastores de diversas igrejas evangélicas, integrantes da Frente Nacional Evangélica, consideram que, a pretexto de combater a homofobia, o PLC 122/06 fere a liberdade de manifestação religiosa e o direito à livre manifestação do pensamento.
Isso porque criminalizaria "toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferindo o direito constitucional que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social"
“Não se trata aqui da pessoa ter liberdade de ser o que gostaria de ser. Se ela quer ser homossexual, que seja; se quer se juntar com alguém, que se junte. Mas eu não preciso aceitar isso”, disse o pastor Fadi Faraj, do Ministério da Fé.
No entendimento dele, o projeto suprime o direito à opinião do indivíduo e confere mais direitos a uns cidadãos do que a outros. “Eu tenho minha opinião e não gostaria de ver meu filho recebendo educação que considero inadequada dentro de uma escola. Não gostaria de ver nossa liberdade constitucional violentada por eu ter que engolir algo em que eu não acredito”, afirmou.
"Achamos que o problema da discriminação não atinge só os homossexuais, mas também os negros, as mulheres, até mesmo nós evangélicos. O projeto de lei dá poderes ditatoriais a uma minoria. Se um funcionário for dispensado de uma empresa, por exemplo, pode alegar homofobia e o dono da empresa vai ser preso por crime hediondo, inafiançável. Queremos trazer um projeto para proteger todas as minorias", disse o deputado Rodovalho (DEM-DF), da Igreja Sara Nossa Terra.
Proteção ou privilégio?
Os líderes evangélicos foram recebidos pelo senador Magno Malta (PR-ES), que também é contra a aprovação da proposta. Segundo ele, qualquer um que criticar ou rejeitar alguém para emprego ou transação comercial em virtude da “opção sexual” poderá ser preso.
Em discurso na tribuna do Senado, Magno Malta disse que ele e seus colegas se opõem ao projeto, mas "não às pessoas". Ele disse que alegar a necessidade da lei “porque estão matando homossexuais na rua" é uma distorção. "Matar não pode em nenhuma circunstância! Aqueles que têm disposição de matar, continuarão matando, independentemente de lei ou não, porque a mente criminosa será sempre a mente criminosa", alegou.
Para o senador, "o projeto cria um império homossexual no Brasil, uma casta diferenciada que não foi dada aos negros nem está nos estatutos do índio, do idoso ou do deficiente físico"
Relatora do projeto no Senado, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) criticou a mobilização dos evangélicos. "Infelizmente alguns religiosos utilizam discurso político para tentar ludibriar as pessoas crentes e tementes a Deus. Há que se observar aí mais uma postura de intolerância, pois em qualquer religião há diversidade dos seres humanos", afirmou.
Veja quais são as penas previstas em lei
Principais pontos da nova lei:
Constrangimento intimidatório de ordem moral, filosófico ou psicológico - 1 a 3 anos de prisão
Injúria (ofender reputação, dignidade ou decoro) - 1 a 3 anos de prisão
Dispensa direta ou indireta de empregado homossexual - 2 a 5 anos de prisão
Impedir ou proibir permanência em estabelecimento público ou privado aberto ao público - 1 a 3 anos de prisão
Recusa de recrutamento de candidato homossexual- 3 a 5 anos de prisão
Impedir hospedagem em hotel, motel ou pousada - 3 a 5 anos de prisão
Impedir aluguel ou venda de imóveis a homossexual - 2 a 5 anos de prisão
Impedir manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público - 2 a 5 anos de prisão
Efeitos da condenação: prisão, pagamento de multa de até 10 mil Ufir e suspensão de funcionamento do estabelecimento por três meses
Fonte: Agência Senado; Via Missão Portas Abertas.
Veja também:
Liberdade religiosa em risco
Senado realiza enquete sobre lei de homofobia. Vote!
Postado por Igreja Evangélica Pentecostal "O Brasil Para Cristo" de Piracicaba às 14:55
Marcadores: Brasil, Perseguição

O deputado Walter Brito Neto (PRB-PB), que integra a Frente da Família e Apoio à Vida, participou do ato contra o PLC 122/06 realizado ontem no Congresso Nacional e defende a rejeição do projeto, por considerá-lo uma violação à Constituição Federal.
"Os padres, as lideranças religiosas, os pastores não podem ter a sua palavra cerceada por um projeto desses, porque ele acaba desrespeitando a liberdade de expressão e também a liberdade religiosa. É importante a união de todos os religiosos neste momento para que possamos preservar um direito garantido pela Constituição", ressaltou.
O vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), pastor Silas Malafaia, considera o projeto “uma afronta à democracia”. “No estado democrático ninguém está imune à crítica”, afirmou.
Segundo o texto da Carta em Favor da Liberdade de Expressão, Liberdade Religiosa e contra a Pedofilia, entregue à Presidência do Senado a proposta, caso aprovada, colocará integrantes de entidades religiosas de todo Brasil sob o risco de serem presos se fizerem afirmações contrárias ao homossexualismo.
O projeto passa a considerar crime de preconceito os motivados por questões de gênero e orientação sexual, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão. Para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais, o projeto de lei prevê detenção de um a três anos.
Opinião diferente não é discriminação
Na avaliação do deputado Miguel Martini (PHS-MG), também integrante da Frente da Família, padres, pastores e outros líderes religiosos podem defender opiniões contrárias ao homossexualismo, e isso não necessariamente caracteriza discriminação à orientação sexual.
"As pregações de padres e pastores são pregações de fé. O projeto está, na verdade, discriminando quem não pensa como os homossexuais", disse. "Querem calar a boca dos cristãos. Nós amamos os homossexuais, mas não amamos o homossexualismo e não vamos aceitar que sejamos discriminados em nome de convicções religiosas."
Muitos manifestantes que estiveram no Congresso Nacional para protestar contra a aprovação do PLC 122/06 traziam faixas com os dizeres: “Vão rasgar a Bíblia? A Bíblia é homofóbica? Não queremos mordaça aos cristãos!”
PL 122/06: manifestantes se opõem ao projeto, mas não às pessoas
Deputados federais, senadores e pastores de diversas igrejas evangélicas, integrantes da Frente Nacional Evangélica, consideram que, a pretexto de combater a homofobia, o PLC 122/06 fere a liberdade de manifestação religiosa e o direito à livre manifestação do pensamento.
Isso porque criminalizaria "toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferindo o direito constitucional que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social"
“Não se trata aqui da pessoa ter liberdade de ser o que gostaria de ser. Se ela quer ser homossexual, que seja; se quer se juntar com alguém, que se junte. Mas eu não preciso aceitar isso”, disse o pastor Fadi Faraj, do Ministério da Fé.
No entendimento dele, o projeto suprime o direito à opinião do indivíduo e confere mais direitos a uns cidadãos do que a outros. “Eu tenho minha opinião e não gostaria de ver meu filho recebendo educação que considero inadequada dentro de uma escola. Não gostaria de ver nossa liberdade constitucional violentada por eu ter que engolir algo em que eu não acredito”, afirmou.
"Achamos que o problema da discriminação não atinge só os homossexuais, mas também os negros, as mulheres, até mesmo nós evangélicos. O projeto de lei dá poderes ditatoriais a uma minoria. Se um funcionário for dispensado de uma empresa, por exemplo, pode alegar homofobia e o dono da empresa vai ser preso por crime hediondo, inafiançável. Queremos trazer um projeto para proteger todas as minorias", disse o deputado Rodovalho (DEM-DF), da Igreja Sara Nossa Terra.
Proteção ou privilégio?
Os líderes evangélicos foram recebidos pelo senador Magno Malta (PR-ES), que também é contra a aprovação da proposta. Segundo ele, qualquer um que criticar ou rejeitar alguém para emprego ou transação comercial em virtude da “opção sexual” poderá ser preso.
Em discurso na tribuna do Senado, Magno Malta disse que ele e seus colegas se opõem ao projeto, mas "não às pessoas". Ele disse que alegar a necessidade da lei “porque estão matando homossexuais na rua" é uma distorção. "Matar não pode em nenhuma circunstância! Aqueles que têm disposição de matar, continuarão matando, independentemente de lei ou não, porque a mente criminosa será sempre a mente criminosa", alegou.
Para o senador, "o projeto cria um império homossexual no Brasil, uma casta diferenciada que não foi dada aos negros nem está nos estatutos do índio, do idoso ou do deficiente físico"
Relatora do projeto no Senado, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) criticou a mobilização dos evangélicos. "Infelizmente alguns religiosos utilizam discurso político para tentar ludibriar as pessoas crentes e tementes a Deus. Há que se observar aí mais uma postura de intolerância, pois em qualquer religião há diversidade dos seres humanos", afirmou.
Veja quais são as penas previstas em lei
Principais pontos da nova lei:
Constrangimento intimidatório de ordem moral, filosófico ou psicológico - 1 a 3 anos de prisão
Injúria (ofender reputação, dignidade ou decoro) - 1 a 3 anos de prisão
Dispensa direta ou indireta de empregado homossexual - 2 a 5 anos de prisão
Impedir ou proibir permanência em estabelecimento público ou privado aberto ao público - 1 a 3 anos de prisão
Recusa de recrutamento de candidato homossexual- 3 a 5 anos de prisão
Impedir hospedagem em hotel, motel ou pousada - 3 a 5 anos de prisão
Impedir aluguel ou venda de imóveis a homossexual - 2 a 5 anos de prisão
Impedir manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público - 2 a 5 anos de prisão
Efeitos da condenação: prisão, pagamento de multa de até 10 mil Ufir e suspensão de funcionamento do estabelecimento por três meses
Fonte: Agência Senado; Via Missão Portas Abertas.
Veja também:
Liberdade religiosa em risco
Senado realiza enquete sobre lei de homofobia. Vote!
Postado por Igreja Evangélica Pentecostal "O Brasil Para Cristo" de Piracicaba às 14:55
Marcadores: Brasil, Perseguição
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Idolatria Gospel
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/
Qualquer cristão que tem o mínimo de conhecimento bíblico entende que Deus odeia a idolatria. Em 1 Coríntios 6:9 Deus alerta que os idólatras não herdarão o Reino dos céus. Em outra parte das escrituras lemos: “Não terás outros deuses diante de mim”. (Êxodo 20:3). Podemos ficar horas e horas citando trechos bíblicos acerca da mesma verdade: Deus quer estar em primeiro lugar de nossas vidas. Aqueles que querem ser verdadeiros adoradores deverão ter olhos para um só Deus. Isto é uma verdade inquestionável.
Também é verdade que a Igreja precisa ter modelos, precisa ter exemplos de vida com Deus, exemplos em todas as áreas de liderança, pastoral, nas artes, missões etc. A estas pessoas chamamos de referenciais. Paulo era um referencial de sua época: “Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam”. (Filipenses 3:17). Precisamos ter líderes que nos dirijam, que nos abençoem, que nos ajudem a chegar aos níveis já alcançados por eles, que nos dêem um norte em Deus.
Referenciais têm um enorme poder de influência sobre as pessoas como um todo. É por isso que quando algum destes referenciais cai em pecado, muitas pessoas caem em desilusão e os mais fracos tendem a abandonar a fé. Em geral, o povo é abalado quando um líder ou um referencial de grande influência comete falhas em público. E quanto maior a “bomba”, maior é o estrago. A Bíblia alerta: “Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado...” (2 Coríntios 6:3).
Um erro grandioso que a Igreja de hoje tem cometido e sofrido sérias conseqüências é o pecado da idolatria. E fazemos isso dando uma série de boas desculpas esfarrapadas. Por exemplo, quando quero idolatrar meu cantor gospel preferido, exaltando-o sobre as alturas, falo às pessoas que ele é um grande homem de Deus, um referencial para mim. Aí faço desta pessoa meu ídolo, tendo em casa um altar para ele, com todos os seus CDS e livros, com todos os seus artigos escritos, com uma foto autografada, uma camisa do fã-clube e outros apetrechos que farão parte do meu devocional a este ídolo. Assim a pessoa acaba se tornando um idólatra, tornado seu próprio irmão na fé num deus. Atenção: Adorar também significa “devotar a vida”.
Não há outras palavras para se dizer uma verdade dura que já está sendo ecoada no Brasil: a Igreja brasileira fez de seus referenciais grandes ídolos como o bezerro de ouro erguido pelo povo de Israel no deserto (Êxodo 32:4). Isto nós fizemos e por isso estamos pagando um preço tão caro. A Lei da Semeadura está valendo ainda hoje. A Igreja plantou idolatria, vai colher coisa ruim, maldição, destruição. Disto não duvidamos.
A Idolatria Evangélica Gospel Brasileira permitiu este show de horrores:
- Ídolos gospel que não “ministram” por menos de 15, 20, 30 mil reais.
- Ídolos gospel que decidiram por loucura própria fazer uma lista de exigências que nem Jesus, Paulo ou João fizeram quando exerciam seu ministério: hotéis 5 estrelas, frutas tropicais, água mineral de marcas específicas, dezenas de seguranças, carro blindado... e outras coisas que não vou pôr aqui pois não vão acreditar em mim.
- Ídolos gospel que são indiferentes e preconceituosos com certas cidades, regiões, raças, e condição espiritual. Por exemplo: tem gente que não “ministra” em certos lugares porque há muita frieza espiritual, eles só querem “ministrar” em lugares que já estão “avivados”.
- Ídolos gospel que se isolam da liderança espiritual de sua igreja para não precisar responder a ninguém sobre seus trambiques e pecados. Aparentemente chegaram num nível tão alto que não precisam mais de pastor e de igreja para acompanhá-los, agora podem caminhar sozinhos. Por isso temos visto tanto insubmissão e rebeldia em “ministério grande”.
Quem é o responsável por este show de horrores? Quem é o culpado? Penso que o culpado somos todos nós que fazemos parte da igreja pois temos alimentado nossos ídolos. Damos a eles o que eles pedem, e é por isso que as exigências aumentam a cada dia. Enquanto pagamos 25 mil reais pra um irmão cantar num evento, deixamos missionários morrerem de fome aqui no Brasil e lá fora. E ainda dizemos: se o missionário passa fome é porque está em desobediência. Quanta hipocrisia!
A coisa está tão feia que ninguém pode denunciar os pecados da igreja. Se alguém se levanta contra essa pouca vergonha dos absurdos cachês e exigências, dos pecados escondidos, da rebeldia contra os pastores, da idolatria escrachada, da tietagem é rapidamente apedrejado pelos idólatras daquele determinado “deus gospel”. É igualzinho no Velho Testamento: “não desrespeite o meu deus que eu não desrespeito o seu”.
Meus irmãos não me entendam mal. Não me interpretem mal. Estou aqui tecendo pesadas críticas contra a idolatria. Estou denunciando o pecado, não o pecador! É disso que tenho nojo, e é contra este terrível pecado que temos que lutar. Se a Igreja não acordar colherá frutos tenebrosos. Se sabemos da existência de um Deus verdadeiro, se conhecemos o seu amor, e o trocamos deliberadamente por outros deuses, vamos pagar caro por isso. Aliás, já estamos pagando caro por isso!
Deixe-me fazer algumas perguntas que atualmente tem feito meu coração doer: - Quanto Jesus cobrou para exercer seu ministério e morrer na cruz por nós? Qual foi o cachê que Paulo cobrou para ser aprisionado junto com Silas nas piores prisões da época? Quais foram as exigências de nossos irmãos que morreram recentemente na China por não negarem o Evangelho? Quanta glória Jesus quis tomar para si quanto o chamaram de bom mestre? Quantas viagens Paulo negou por não atenderem suas exigências?
Precisamos urgentemente de referenciais que apontem para Deus. Precisamos de mártires. Precisamos de humildade, simplicidade e pureza de espírito. Precisamos nos arrepender. Precisamos saber que “...o viver é Cristo, e o morrer é lucro”. (Filipenses 1:21)
Quanto aos ídolos de ouro que levantamos... não precisamos deles!
"Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes". (Gênesis 35:2)
Qualquer cristão que tem o mínimo de conhecimento bíblico entende que Deus odeia a idolatria. Em 1 Coríntios 6:9 Deus alerta que os idólatras não herdarão o Reino dos céus. Em outra parte das escrituras lemos: “Não terás outros deuses diante de mim”. (Êxodo 20:3). Podemos ficar horas e horas citando trechos bíblicos acerca da mesma verdade: Deus quer estar em primeiro lugar de nossas vidas. Aqueles que querem ser verdadeiros adoradores deverão ter olhos para um só Deus. Isto é uma verdade inquestionável.
Também é verdade que a Igreja precisa ter modelos, precisa ter exemplos de vida com Deus, exemplos em todas as áreas de liderança, pastoral, nas artes, missões etc. A estas pessoas chamamos de referenciais. Paulo era um referencial de sua época: “Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam”. (Filipenses 3:17). Precisamos ter líderes que nos dirijam, que nos abençoem, que nos ajudem a chegar aos níveis já alcançados por eles, que nos dêem um norte em Deus.
Referenciais têm um enorme poder de influência sobre as pessoas como um todo. É por isso que quando algum destes referenciais cai em pecado, muitas pessoas caem em desilusão e os mais fracos tendem a abandonar a fé. Em geral, o povo é abalado quando um líder ou um referencial de grande influência comete falhas em público. E quanto maior a “bomba”, maior é o estrago. A Bíblia alerta: “Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado...” (2 Coríntios 6:3).
Um erro grandioso que a Igreja de hoje tem cometido e sofrido sérias conseqüências é o pecado da idolatria. E fazemos isso dando uma série de boas desculpas esfarrapadas. Por exemplo, quando quero idolatrar meu cantor gospel preferido, exaltando-o sobre as alturas, falo às pessoas que ele é um grande homem de Deus, um referencial para mim. Aí faço desta pessoa meu ídolo, tendo em casa um altar para ele, com todos os seus CDS e livros, com todos os seus artigos escritos, com uma foto autografada, uma camisa do fã-clube e outros apetrechos que farão parte do meu devocional a este ídolo. Assim a pessoa acaba se tornando um idólatra, tornado seu próprio irmão na fé num deus. Atenção: Adorar também significa “devotar a vida”.
Não há outras palavras para se dizer uma verdade dura que já está sendo ecoada no Brasil: a Igreja brasileira fez de seus referenciais grandes ídolos como o bezerro de ouro erguido pelo povo de Israel no deserto (Êxodo 32:4). Isto nós fizemos e por isso estamos pagando um preço tão caro. A Lei da Semeadura está valendo ainda hoje. A Igreja plantou idolatria, vai colher coisa ruim, maldição, destruição. Disto não duvidamos.
A Idolatria Evangélica Gospel Brasileira permitiu este show de horrores:
- Ídolos gospel que não “ministram” por menos de 15, 20, 30 mil reais.
- Ídolos gospel que decidiram por loucura própria fazer uma lista de exigências que nem Jesus, Paulo ou João fizeram quando exerciam seu ministério: hotéis 5 estrelas, frutas tropicais, água mineral de marcas específicas, dezenas de seguranças, carro blindado... e outras coisas que não vou pôr aqui pois não vão acreditar em mim.
- Ídolos gospel que são indiferentes e preconceituosos com certas cidades, regiões, raças, e condição espiritual. Por exemplo: tem gente que não “ministra” em certos lugares porque há muita frieza espiritual, eles só querem “ministrar” em lugares que já estão “avivados”.
- Ídolos gospel que se isolam da liderança espiritual de sua igreja para não precisar responder a ninguém sobre seus trambiques e pecados. Aparentemente chegaram num nível tão alto que não precisam mais de pastor e de igreja para acompanhá-los, agora podem caminhar sozinhos. Por isso temos visto tanto insubmissão e rebeldia em “ministério grande”.
Quem é o responsável por este show de horrores? Quem é o culpado? Penso que o culpado somos todos nós que fazemos parte da igreja pois temos alimentado nossos ídolos. Damos a eles o que eles pedem, e é por isso que as exigências aumentam a cada dia. Enquanto pagamos 25 mil reais pra um irmão cantar num evento, deixamos missionários morrerem de fome aqui no Brasil e lá fora. E ainda dizemos: se o missionário passa fome é porque está em desobediência. Quanta hipocrisia!
A coisa está tão feia que ninguém pode denunciar os pecados da igreja. Se alguém se levanta contra essa pouca vergonha dos absurdos cachês e exigências, dos pecados escondidos, da rebeldia contra os pastores, da idolatria escrachada, da tietagem é rapidamente apedrejado pelos idólatras daquele determinado “deus gospel”. É igualzinho no Velho Testamento: “não desrespeite o meu deus que eu não desrespeito o seu”.
Meus irmãos não me entendam mal. Não me interpretem mal. Estou aqui tecendo pesadas críticas contra a idolatria. Estou denunciando o pecado, não o pecador! É disso que tenho nojo, e é contra este terrível pecado que temos que lutar. Se a Igreja não acordar colherá frutos tenebrosos. Se sabemos da existência de um Deus verdadeiro, se conhecemos o seu amor, e o trocamos deliberadamente por outros deuses, vamos pagar caro por isso. Aliás, já estamos pagando caro por isso!
Deixe-me fazer algumas perguntas que atualmente tem feito meu coração doer: - Quanto Jesus cobrou para exercer seu ministério e morrer na cruz por nós? Qual foi o cachê que Paulo cobrou para ser aprisionado junto com Silas nas piores prisões da época? Quais foram as exigências de nossos irmãos que morreram recentemente na China por não negarem o Evangelho? Quanta glória Jesus quis tomar para si quanto o chamaram de bom mestre? Quantas viagens Paulo negou por não atenderem suas exigências?
Precisamos urgentemente de referenciais que apontem para Deus. Precisamos de mártires. Precisamos de humildade, simplicidade e pureza de espírito. Precisamos nos arrepender. Precisamos saber que “...o viver é Cristo, e o morrer é lucro”. (Filipenses 1:21)
Quanto aos ídolos de ouro que levantamos... não precisamos deles!
"Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes". (Gênesis 35:2)
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
"SERVINDO A DEUS COM PROPÓSITO"
NESTE ENCONTRO VOCÊ NÃO PODE FALTAR... MULHERES UNIFÉ EM AÇÃO COM DETERMINAÇÃO DE SERVIR AO SENHOR JESUS!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
AMOR É UMA ATITUDE
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/
AMOR É UMA ATITUDE
[...] o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações. 1 João 3:18Como nunca o mundo vive uma pluralidade religiosa, onde a ênfase no rótulo da denominação é maior do que a vivência do verdadeiro amor cristão. Em muitas cidades não é necessário andar muitos metros para se encontrar um templo religioso, mas nem sempre são notórias as atitudes de amor pelo próximo dos “fiéis”…A religiosidade dos “religiosos” é como uma indumentária muito adornada, que esconde um corpo morto. Os mesmos que desfilam com a cruz pendurada no peito, nunca provaram do amor de Cristo dentro do coração e muitos que sobrem e descem com a Bíblia debaixo do braço, talvez pouco compartilharam o amor com os outros.Há quem se preocupe mais com o final de semana “santificado”, do que com o dia-a-dia na presença de Deus de fato… Bom, mas o que fazer com essa problemática geral? Se não podemos mudar o mundo a fora, mudemos o mundo dentro de nós mesmos.Pois a lei inteira se resume em um mandamento só: “Ame os outros como você ama a você mesmo.” Gálatas 5:14No amor de Cristo,Michael Cyrus
[...] o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações. 1 João 3:18 NTLH
Como nunca o mundo vive uma pluralidade religiosa, onde a ênfase no rótulo da denominação é maior do que a vivência do verdadeiro amor cristão. Em muitas cidades não é necessário andar muitos metros para se encontrar um templo religioso, mas nem sempre são notórias as atitudes de amor pelo próximo dos “fiéis”…
A religiosidade dos “religiosos” é como uma indumentária muito adornada, que tenta esconder um corpo morto. Os mesmos que desfilam com a cruz pendurada no peito, nunca provaram do amor de Cristo dentro do coração e muitos que sobem e descem com a Bíblia debaixo do braço, talvez pouco compartilharam o amor com os outros.
Há quem se preocupe mais com o final de semana “santificado”, do que com o dia-a-dia na presença de Deus de fato… Bom, mas o que fazer com essa problemática geral? Se não podemos mudar o mundo a fora, mudemos o mundo dentro de nós mesmos.
Pois a lei inteira se resume em um mandamento só: “Ame os outros como você ama a você mesmo.” Gálatas 5:14 NTLH
No amor de Cristo,
AMOR É UMA ATITUDE
[...] o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações. 1 João 3:18Como nunca o mundo vive uma pluralidade religiosa, onde a ênfase no rótulo da denominação é maior do que a vivência do verdadeiro amor cristão. Em muitas cidades não é necessário andar muitos metros para se encontrar um templo religioso, mas nem sempre são notórias as atitudes de amor pelo próximo dos “fiéis”…A religiosidade dos “religiosos” é como uma indumentária muito adornada, que esconde um corpo morto. Os mesmos que desfilam com a cruz pendurada no peito, nunca provaram do amor de Cristo dentro do coração e muitos que sobrem e descem com a Bíblia debaixo do braço, talvez pouco compartilharam o amor com os outros.Há quem se preocupe mais com o final de semana “santificado”, do que com o dia-a-dia na presença de Deus de fato… Bom, mas o que fazer com essa problemática geral? Se não podemos mudar o mundo a fora, mudemos o mundo dentro de nós mesmos.Pois a lei inteira se resume em um mandamento só: “Ame os outros como você ama a você mesmo.” Gálatas 5:14No amor de Cristo,Michael Cyrus
[...] o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações. 1 João 3:18 NTLH
Como nunca o mundo vive uma pluralidade religiosa, onde a ênfase no rótulo da denominação é maior do que a vivência do verdadeiro amor cristão. Em muitas cidades não é necessário andar muitos metros para se encontrar um templo religioso, mas nem sempre são notórias as atitudes de amor pelo próximo dos “fiéis”…
A religiosidade dos “religiosos” é como uma indumentária muito adornada, que tenta esconder um corpo morto. Os mesmos que desfilam com a cruz pendurada no peito, nunca provaram do amor de Cristo dentro do coração e muitos que sobem e descem com a Bíblia debaixo do braço, talvez pouco compartilharam o amor com os outros.
Há quem se preocupe mais com o final de semana “santificado”, do que com o dia-a-dia na presença de Deus de fato… Bom, mas o que fazer com essa problemática geral? Se não podemos mudar o mundo a fora, mudemos o mundo dentro de nós mesmos.
Pois a lei inteira se resume em um mandamento só: “Ame os outros como você ama a você mesmo.” Gálatas 5:14 NTLH
No amor de Cristo,
PALAVRAS TÊM PODER
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A morte e a vida estão no poder da língua… Provérbios 18:21
Experimente hoje fazer ecoar no seu dia toda a carga de positividade através da sua voz. Ainda que as circunstâncias te mostrem o pior, ainda que tudo não esteja correndo bem… Não verbalize maldição para o seu viver.
Chame a existência o que não existe, tudo o que fizer, pense e aja com positividade. habitue-se a ponderar suas palavras… Saiba que tudo o que sai da sua boca tem um poder muito mais abrangente do que você pensa.
Por isso hoje, abençoe vidas, abençoe o seu trabalho, abençoe a sua casa, abençoe os seus vizinhos e tudo o que encontrar pela frente… Pois todas as situações cooperam para o nosso crescimento. Você pode, o poder está na sua boca!
A morte e a vida estão no poder da língua… Provérbios 18:21
Experimente hoje fazer ecoar no seu dia toda a carga de positividade através da sua voz. Ainda que as circunstâncias te mostrem o pior, ainda que tudo não esteja correndo bem… Não verbalize maldição para o seu viver.
Chame a existência o que não existe, tudo o que fizer, pense e aja com positividade. habitue-se a ponderar suas palavras… Saiba que tudo o que sai da sua boca tem um poder muito mais abrangente do que você pensa.
Por isso hoje, abençoe vidas, abençoe o seu trabalho, abençoe a sua casa, abençoe os seus vizinhos e tudo o que encontrar pela frente… Pois todas as situações cooperam para o nosso crescimento. Você pode, o poder está na sua boca!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Para rir: A Causa do Apagão 15/11/2009
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/
Um cinegrafista amador registrou a causa do apagão do dia 11 de Novembro de 2009 que afetou 18 Estados no Brasil:
Um cinegrafista amador registrou a causa do apagão do dia 11 de Novembro de 2009 que afetou 18 Estados no Brasil:
A Última Tarefa
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/
Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é apto para ocupar um local.
O termo Não Alcançado ou Não Evangelizado surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não tem conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação. Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não lêem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.
O que se requer para evangelizar estes grupo de povos não alcançados ?
Oração, iniciativa e treinamento adequado entre outras coisas. Não existe um manual com respostas prontas ou receitas mirabolantes, (muito embora existam procedimentos comuns) pois cada grupo não alcançado, possui barreiras e problemas únicos a serem vencidos. Para cada um destes existem estratégias e oportunidades específicas a serem buscadas, antes que o alcance efetivo seja posto em ação. São oportunidades e estratégias percebidas principalmente no lugar de oração, e lá vencidas em primeira instância. Estes grupos permanecem não alcançados ou ocultos porque são verdadeiramente difíceis de se alcançar, do contrário a tarefa já teria sido terminada. Por outro lado uma intervenção maior por parte das igrejas se faz necessária, investindo em iniciativas missionárias voltadas ao alcance destes grupos. Parcerias entre agências e igrejas acabam surgindo como resposta a esta lacuna de influência que encontramos na história da Igreja.
Hoje o número exato dos grupos de povos não alcançados varia de acordo com as definições. Podem ser categorizados em mega ou mini povos, povos minoritários, povo etnolingüístico, povo sócioeconômico etc. O Movimento AD 2000 considerava não alcançado, o povo com uma população superior a 10.000 pessoas, o que incluiria nesta categoria no Brasil, apenas os ribeirinhos amazônicos. Outras , pelo menos, 130 diferentes tribos ficariam de fora, e cerca de 50 delas nunca foram de fato contatados ainda pelo homem branco. Estima-se no mundo todo mais de 10.000 grupos.
A lista de quem são os inalcançados é imensa, e passa por todos os continentes, grandes metrópoles, vilarejos, aldeias e tribos. Eles não estão apenas em lugares isolados como a maioria de nós imagina. Algumas vezes é possível encontrar grupos inteiros, isolados por barreiras idiomáticas ou culturais. Quem sabe, num lugar bem próximo a você que lê este texto agora.
Entretanto os propósitos de Deus para as nações são imutáveis e verdadeiros. Elas estarão representadas no grande dia diante do trono. Precisamos orar e alcançar estes povos, pois esta foi a ordem Jesus : fazer discípulos de todas as nações. Que assim seja.
Fontes: Manual de Intercessão, Prá Midia publicações, p.14-1998 - Revista IDE - nº 22, p. 06 - 1999.
Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é apto para ocupar um local.
O termo Não Alcançado ou Não Evangelizado surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não tem conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação. Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não lêem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.
O que se requer para evangelizar estes grupo de povos não alcançados ?
Oração, iniciativa e treinamento adequado entre outras coisas. Não existe um manual com respostas prontas ou receitas mirabolantes, (muito embora existam procedimentos comuns) pois cada grupo não alcançado, possui barreiras e problemas únicos a serem vencidos. Para cada um destes existem estratégias e oportunidades específicas a serem buscadas, antes que o alcance efetivo seja posto em ação. São oportunidades e estratégias percebidas principalmente no lugar de oração, e lá vencidas em primeira instância. Estes grupos permanecem não alcançados ou ocultos porque são verdadeiramente difíceis de se alcançar, do contrário a tarefa já teria sido terminada. Por outro lado uma intervenção maior por parte das igrejas se faz necessária, investindo em iniciativas missionárias voltadas ao alcance destes grupos. Parcerias entre agências e igrejas acabam surgindo como resposta a esta lacuna de influência que encontramos na história da Igreja.
Hoje o número exato dos grupos de povos não alcançados varia de acordo com as definições. Podem ser categorizados em mega ou mini povos, povos minoritários, povo etnolingüístico, povo sócioeconômico etc. O Movimento AD 2000 considerava não alcançado, o povo com uma população superior a 10.000 pessoas, o que incluiria nesta categoria no Brasil, apenas os ribeirinhos amazônicos. Outras , pelo menos, 130 diferentes tribos ficariam de fora, e cerca de 50 delas nunca foram de fato contatados ainda pelo homem branco. Estima-se no mundo todo mais de 10.000 grupos.
A lista de quem são os inalcançados é imensa, e passa por todos os continentes, grandes metrópoles, vilarejos, aldeias e tribos. Eles não estão apenas em lugares isolados como a maioria de nós imagina. Algumas vezes é possível encontrar grupos inteiros, isolados por barreiras idiomáticas ou culturais. Quem sabe, num lugar bem próximo a você que lê este texto agora.
Entretanto os propósitos de Deus para as nações são imutáveis e verdadeiros. Elas estarão representadas no grande dia diante do trono. Precisamos orar e alcançar estes povos, pois esta foi a ordem Jesus : fazer discípulos de todas as nações. Que assim seja.
Fontes: Manual de Intercessão, Prá Midia publicações, p.14-1998 - Revista IDE - nº 22, p. 06 - 1999.
TEMOS POR LUTAS PASSADO.....
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a vida de cada crente verdadeiro, particularmente, que deseja, viver uma vida de consagração. A o mesmo assunto é enfocado pelo Apóstolo Paulo: Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(II Tm 3.12). (Confirme isto lendo a galeria dos heróis da fé – Hebreus 11).
Ai de nós, se nesta guerra espiritual, o comandante, Senhor Jesus Cristo, não estivesse conosco, através do seu Substituto em nós, que nos leva a manter a fé, a confiança, levando-nos à vitória cabal.
Na vida espiritual em que vivemos, no meio de um mundo conturbado e materialista , precisamos possuir u’a mente espiritual e pedir ao Pai o dom de discernimento de espíritos para perceber a maneira sutil em que o nosso inimigo nos ataca e tenta penetrar dentro das igrejas, com a finalidade de quebrar a comunhão dos santos e atingir indiretamente o coração amoroso do Senhor. E, isto nos impede de atingir os objetivos principais: expandir “o reino.” Não se engane, é o adversário que tem semeado contendas, divisões, espírito de politicagem, maledicência contra lideranças. Muitas vezes, membros de igrejas nem percebem como se tornam instrumentos nas mãos do mal e parece que desconhece o sentido de Efésios 6.12, quando o apóstolo nos adverte quanto a nossa luta espiritual, que “não é contra a carne e o sangue…” (as pessoas). “Vigiai e orai…!!!”
O Senhor Jesus contava parábolas, que somente os que possuíam mente espiritual podiam entender? (Mateus 13. 10 – 16) – Veja o contexto em I Coríntios 2. – Portanto, abramos os nossos olhos espirituais e entendamos: “Temos por lutas passado…” – Não estamos isentos delas – O inimigo não deve nos usar, somos soldados de Cristo. Jesus é o nosso comandante. “A união faz a força.” – E que o hino 381 e o Salmo 133, continue sendo uma realidade na vida desta igreja centenária e você, particularmente, coloque Eclesiastes 9.8 em evidência em sua vida e aí, sim, estaremos prontos para “O dia da Sua gloriosa Vinda”, que está bem próxima. “Guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa,” mano!!! Shalom Adonai!!!
a vida de cada crente verdadeiro, particularmente, que deseja, viver uma vida de consagração. A o mesmo assunto é enfocado pelo Apóstolo Paulo: Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(II Tm 3.12). (Confirme isto lendo a galeria dos heróis da fé – Hebreus 11).
Ai de nós, se nesta guerra espiritual, o comandante, Senhor Jesus Cristo, não estivesse conosco, através do seu Substituto em nós, que nos leva a manter a fé, a confiança, levando-nos à vitória cabal.
Na vida espiritual em que vivemos, no meio de um mundo conturbado e materialista , precisamos possuir u’a mente espiritual e pedir ao Pai o dom de discernimento de espíritos para perceber a maneira sutil em que o nosso inimigo nos ataca e tenta penetrar dentro das igrejas, com a finalidade de quebrar a comunhão dos santos e atingir indiretamente o coração amoroso do Senhor. E, isto nos impede de atingir os objetivos principais: expandir “o reino.” Não se engane, é o adversário que tem semeado contendas, divisões, espírito de politicagem, maledicência contra lideranças. Muitas vezes, membros de igrejas nem percebem como se tornam instrumentos nas mãos do mal e parece que desconhece o sentido de Efésios 6.12, quando o apóstolo nos adverte quanto a nossa luta espiritual, que “não é contra a carne e o sangue…” (as pessoas). “Vigiai e orai…!!!”
O Senhor Jesus contava parábolas, que somente os que possuíam mente espiritual podiam entender? (Mateus 13. 10 – 16) – Veja o contexto em I Coríntios 2. – Portanto, abramos os nossos olhos espirituais e entendamos: “Temos por lutas passado…” – Não estamos isentos delas – O inimigo não deve nos usar, somos soldados de Cristo. Jesus é o nosso comandante. “A união faz a força.” – E que o hino 381 e o Salmo 133, continue sendo uma realidade na vida desta igreja centenária e você, particularmente, coloque Eclesiastes 9.8 em evidência em sua vida e aí, sim, estaremos prontos para “O dia da Sua gloriosa Vinda”, que está bem próxima. “Guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa,” mano!!! Shalom Adonai!!!
Um Breve Relato Sobre a Música Sacra
http://www.missionariafatimaribeirounife.blogspot.com/
Música Sacra
Introdução
Falando sobre o tema da música sacra nos dias atuais, imagina-se logo a música que é feita nos cultos, a música evangélica tocadas nas rádios, mídia em geral e que acabam sendo cantadas dentro da igreja, e também a música composta há muitos anos atrás, por compositores famosos eruditos para celebrar os cultos e missas na Igreja Católica Universal. Mas pensando melhor e esquadrinhando o assunto a tratar, deve-se começar por sua história, até chegar ao resultado do que esse tema significa em mente e de que forma pode-se resgatar o que tem se perdido do seu contexto.
Em que é preciso pensar quando se diz que uma coisa é sacra? Procurando no dicionário o significado da palavra “sacra”, é encontrado significado como: sagrado (XIMENES, 1954, pág. 836). Então pode-se imaginar, por exemplo, a Bíblia Sagrada, que é referente à coletânea de livros sacros, escritos por homens inspirados por Deus, que é e contém a palavra de Deus, que é sacra, ou sagrada, que no dicionário diz: “relativo à religião ou às coisas divinas, intocáveis, que não deve ser violado” (XIMENES, 1954, pág. 837). A Bíblia fala sobre coisas sagradas se referindo as coisas santas ou santificadas, em Levítico 22.3, quando Deus ordena referente a comer coisas santificadas, e em Números 4.19 quando se refere a tocar em coisas santíssimas. Mas o que significa dizer que uma música é sacra? Quem a santificou?
A música sacra na história
Desde a antiguidade na história dos povos sempre existiu uma relação muito próxima entre a Música e a Religião. Em alguns livros de história da música é falado em civilizações que utilizavam a música em seus cultos, independente qual religião fosse, dentre eles: os egípcios, babilônicos, chineses, fenícios e persas. Mas quando se fala de música sacra, podemos nos inspirar no povo hebreu, porque sua história está toda relatada na Bíblia, que é o livro histórico dos cristãos, e que nos relata a respeito de como a música era usada nessa época. Entretanto, mais tarde, quando a história não é mais escrita na Bíblia, a música continuou a ser desenvolvida e é relatada em muitos livros de história da música.
Fazendo um apanhado da história da música sacra nesses livros, um professor de História da Música do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (STBSB) chamado Ruy Wanderley, escreveu artigos em uma antiga revista “Louvor Perene”, que os transformou em um livro chamado: História da Música Sacra (WANDERLEY, 1977). Neste livro ele resume os períodos da História da Música em:
Período
Séculos
Principais Compositores
Antiguidade remota Até o séc. 6 a.C. Hebreus, egípcios, etc.
Antiguidade clássica Do séc. 6 a.C. até o séc. 4 Gregos, romanos, cristãos primitivos.
Idade média Séc. 4 ao séc. 15 Gregório, Leoninus, Dufay
Renascença Século 16 Lutero, Palestrina, Orlando di Lasso
Barroco Século 17 e 18 Schütz, Bach, Vivaldi
Classicismo Fim do séc. 18 Mozart, Haydn
Romantismo Séc. 19 Mendelssonhn, Brahms
Contemporâneo Séc. 20 Stravinsky, Villa-Lobos
Atual Séc. 21 ?
Antiguidade remota
A música que era utilizada nos cultos nos períodos da Antiguidade é relatada em algumas passagens bíblicas como: na saída do povo hebreu do Egito com Moisés, ao atravessarem o Mar Vermelho e cantando cânticos de vitória com a voz de Miriam (Ex. 15.1-18), o cântico de Débora e Baraque (Juízes 5.2-31), música instrumental quando Davi levou a arca para Jerusalém (I Cr. 15.16), na dedicação do templo de Jerusalém com Salomão (2 Cr. 5) entre muitos textos. No Salmo 150 é feita uma relação de muitos instrumentos utilizados e no Novo Testamento também são mencionados os hinos e cânticos espirituais, “da presença de instrumentos de sopro nas festas e do hino que antecedeu a ida de Cristo ao Monte das Oliveiras” (WANDERLEY, 1977, p.1).
Eles utilizavam a música nos cultos com instrumentos musicais, coros, grupos dos Levitas, cantores, e canto congregacional, como é relatado. Cantavam em coro (MCCOMMON, 1995, p. 28) “Um coro é escolhido para sair cantando um salmo de louvor “vestidos de ornamentos sagrados”, a fim de guiar o exército”. (II Cr. 20.14-22)
“Então toda a congregação adorava, e os cantores cantavam, e os trombeteiros tocavam tudo…. E o rei Ezequias e os príncipes ordenavam aos levitas que louvassem ao Senhor com as palavras de Davi, e de Asafe, o vidente. E eles cantaram louvores com alegria, e se inclinaram e adoraram.” (II Crônicas 29.27-30)
No novo testamento, “Jesus não fez nenhuma crítica ao culto no Templo e ao uso da música” (MCCOMMON, 1995, p. 30) e Paulo encoraja o povo ao uso da música em Efésios 5.19 quando diz: “Falando entre vós em Salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração.” E em Colossenses 3.16 que diz: “A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações.”
Na Bíblia sagrada, segundo Bill H. Ichter, dos 66 livros, 44 referem-se à música. “É significativo observar que a música é mencionada não somente no primeiro livro da Bíblia como também no último. Há na Bíblia 575 referências à música ou ao cântico. Somente Salomão escreveu mil e cinco cânticos”. (MCCOMMON, 1995, p.9)
Pode-se então notar que dentre os versículos mencionados acima, a música era utilizada como: encorajamento para a batalha, canções de vitória, gratidão, louvor e adoração, e também ensino e admoestação.
Antiguidade Clássica
Nesse período se encontra algumas características importantes na maneira de cantar segundo relata Ruy Wanderley:
“- O canto era sempre em uníssono;
- não havia acompanhamento instrumental algum (os instrumentos foram proibidos por serem considerados profanos e pagãos. O órgão só começou a ser usado no século 7, embora seu uso tenha sido no ocidente, oficializado no século 9;
- somente homens adultos e meninos cantavam (Na Síria as mulheres participavam de algumas antífonas, ao lado das crianças).
- as melodias tinham poucas variações de altura, raramente ultrapassavam a oitava, eram bastante planas;
- os ritmos eram inteiramente dependentes dos textos (latinos ou gregos, conforme o lugar), a melodia acompanhava as acentuações das frases poéticas; às vezes poderia haver várias notas para a mesma sílaba, caracterizando o estilo melismático, em oposição ao silábico (uma nota para cada sílaba) e o salmódico (várias sílabas para a mesma nota).” (WANDERLEY, 1977, p. 2).
Porém essa maneira ficou difícil para a congregação acompanhar, tornando possível somente para coros preparados. Então no século 2, as “Constituições Apostólicas determinaram que um solista entoaria os Salmos e as congregações responderiam apenas com trechos fáceis: Améns, Aleluias, etc.” (WANDERLEY, 1997, p.3). Por esse motivo o canto congregacional se afasta dos cultos por muitos séculos, e os coros bem treinados começam a surgir com monges e clérigos, cantando em coros alternados (canto antifônico), cânones ou alternados com solistas. E a liturgia da igreja começa a ser organizada e São Gregório funda a Primeira escola de música sacra, “Schola Cantorum”, “que preparava líderes que iriam dirigir a música nas várias igrejas. (WANDERLEY, p.3). E a liturgia cristã toma uma forma de culto regular chamada Missa, que era formada de partes fixas chamadas Ordinário, assim destribuídas:
1.Kyrie Eleison, palavras gregas que significam: “Tem piedade, Senhor”.
2.Glória in Excelsis, baseado inicialmente no cântico dos anjos.
3.Credo, afirmação de fé do Concílio de Nicéia, em 325.
4.Sanctus, baseado em Isaías 6, Benedictus, entrada triunfal.
5.Agnus Dei, “Cordeiro de Deus”. (WANDERLEY, p.4)
Mais tarde os cristãos passaram a cantar em 2 vozes, uma melodia e um
“Discante”, e mais tarde ainda passaram a cantar em 3, 4, 5 e mais vozes, mas sempre sem dissonância, e seu ritmo preferido eram os de compassos ternários, por considerarem perfeitos conforme o exemplo da Trindade.
Nos séculos 12 e 13, a música profana ganha um espaço grande com o aparecimento dos trovadores que cantavam e tocavam músicas baseadas em poesias com letras falando sobre o amor, paixões e romances.
Período da Idade Média
Nesse período é que na “Missa de Notre Dame”, composta para vozes mistas podem ser encontrados acompanhamentos de instrumentos musicais já adotados pela igreja como: alaúdes, flautas, violas, etc. Mas era proibido cantar em intervalos de 5ª. E poemas são musicados, porém há muita confusão, porque algumas músicas lembravam muito músicas obcenas. Porém, esse período foi de transição para a Renascença.
Renascença
O período da Renascença foi muito importante na história da música sacra por causa da Reforma Protestante no século 16. Mudanças eclesiásticas foram feitas e, portanto a música também acompanhou essa mudança se caracterizando entre música católica e música protestante.
Isso se deu pelo fato de que Martin Lutero era poeta e também um músico que se preocupava com a música da nova igreja que surgia, então a congregação voltou a participar dos cultos, resgatando o canto congregacional abolido séculos atrás. Além de traduzir a Bíblia para o Alemão, os cantos eram traduzidos também, e de forma mais fácil que os motetos e missas complexas, usando então o estilo coral a quatro vozes, como conhecemos em nossos hinários nos dias de hoje. Os textos dos hinos eram feitos pelo próprio Lutero como conhecemos: “Castelo Forte é nosso Deus” (323 CC) dentre outros, e as melodias eram trazidas de diversas fontes como hinos gregorianos e até canções polulares e que eram hamonizadas. Porém Lutero não desprezou os trabalhos dos compositores para coros e orquestras, e o órgão ganhou força em acompanhamento do canto coral e prelúdios.
Em Concílio de Trento resolveram determinar alguns elementos para orientar a música sacra, como: pureza, clareza, qualidade superior, misticismo e perfeição técnica.
Barroco
No Período Barroco surgem as formas musicais dramáticas como: Óperas, Oratórios, Cantatas e a Paixão. Explicando cada uma:
Ópera > uma história fictícia dramática encenada e com conteúdo profano.
Oratório > era uma produção dramática, sem representação cênica, com uma história bíblica.
Cantata > podia ser com assunto sacro ou profano, mas sem representação cênica e menor que o oratório.
Paixão > era uma dramática com os personagens da história da paixão de Cristo, que mais tarde se tornou um oratório.
Vários compositores deixaram músicas deste período, porém os mais importantes e mais conhecidos são: J.S. Bach e G.F. Handel, que viveram no mesmo período, porém em países diferentes. Bach era Luterano e se dedicava aos serviços da igreja na região onde vivia, enquanto Handel viajava bastante.
Clássico
O Período Clássico foi o menor de todos na história da música, por se tratar de pouco mais de 50 anos de história, porém marcado por uma transição com grande importância. “O termo clássico tem o mesmo sentido dos ideais da Grécia antiga: objetividade, clareza da forma e respeito a determinados princípios estruturais.” (WANDERLEY, p. 21). Alguns historiadores referem-se parte desse período como Rococó para outras artes, porém as principais características musicais desse período são:
- Melodia mais clara e, em geral, na voz superior;
- Estilo homofônico predominante, ou seja, cantados ao mesmo tempo, e harmonia apoiando a melodia, cadências concisas nos finais das músicas.
- Frases musicais mais curtas e mais claras;
- Surgimento da dinâmica moderna: crescendo e decrescendo, etc.
- Instrumentação mais metodizadas, mais cuidado orquestral, combinações sonoras mais rigorosas, como nas orquestras modernas.
- O piano substitui o cravo, o quarteto de cordas é fixado na orquestra, a flauta transversal substitui a flauta-doce, o violoncelo substitui a viola da Gambá na orquestra e Mozart dá atenção ao clarinete em especial.
- Surge a Forma-sonata, que foi a aquisição mais importante da música neste período e que caracterizava a maioria das peças, sejam, duos, trios, quartetos, quintetos, sinfonias, serenatas, etc.
Os principais compositores dessa época foram Mozart, e Haydn que era um mestre-capela e que cuidava da música na igreja.
Romântico
Dentre outros compositores do período romântico se destaca L. V. Beethoven que nasceu e se formou no período clássico, porém rompe com o espírito formal e “vai dar vazão à tempestade de emoções que há muito queriam liberdade e ser” (WANDERLEY, p.35), se tornando o primeiro romântico da história da música. “Abre, dessa forma, as portas da expressão pessoal emotiva, que desconhece os limites da forma e faz da música um meio de comunicação, verdadeiro sentido da palavra, descrevendo a natureza, homenageando heróis, exaltando a alegria e a fraternidade, e confidenciando aos timbres as paixões, dúvidas, felicidade, desespero, ânsia e tormento.”
Dentre os períodos que se passaram, o romantismo é o mais tem permanecido, com seu individualismo, nacionalismo, exacerbação, da emotividade, cultivo da dor, da tristeza, alegria, etc. A literatura musical, como nos hinários que temos, estão cheios de música romântica, compostas por muitos compositores.
A Música sacra no Brasil
A música sacra chegou ao Brasil pelos jesuítas que a utilizavam a fim de evangelizar os índios nativos com lições de contar, cantar e tanger. Mas o período mais importante da música no Brasil foi com a chegada do D. João VI que era de família de músicos e apreciava a boa música. Este encontrou o padre José Maurício Garcia, que compôs muitas peças para a música sacra de nosso país. Muito tempo de história mais tarde, temos compositores famosos do Brasil, como Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos que compôs muitas peças sacras. Villa-Lobos influenciado pelo movimento nacionalista, que cultivava o amor à pátria e resgate da música folclórica, apoiou o canto orfeônico nas escolas do país, muito importante para o canto congregacional nas igrejas. Apartir daí, a música sacra com composições locais, com ritmos folclóricos e regionais passam a ser valorizados, assim como seus instrumentos. A música erudita, se torna mais elitizada, dando espaço para a música popular.
Nos dias atuais
Além disso, a música do século 20 é marcada pelo avanço tecnológico, gravações, a invenção da música eletrônica, a invenção da fita magnética. Muitos instrumentos eletrônicos começaram a tomar espaço, como os sintetizadores, órgãos eletrônicos, violões, guitarras e baixos elétricos, que imitam quase que perfeitamente o instrumento acústico. Porém nas igrejas cristãs, somente no final do século 20 é que foram introduzidas nos cultos de algumas igrejas mais liberais, visto que muitos líderes tratavam a bateria, por exemplo, como um instrumento satânico, como aconteceu com outros instrumentos na antiguidade.
Em igrejas Batistas, por exemplo, foi elaborado um hinário com várias composições de estrangeiros traduzidos para o português, no hinário Cantor Cristão, que mais tarde foram acrescentadas músicas de compositores nacionais, com acordes e melodias nacionais. Os cânticos sempre existiram e eram cantados principalmente por jovens, não sendo permitidos nos cultos tradicionais por muito tempo, por precaução de falsas teologias. Por tal conflito de gerações, uma equipe de professores de seminários, pastores e músicos, elaboraram um novo hinário, com músicas corrigidas em sua teologia e contexto atual, e com músicas e cânticos muito cantados nas igrejas, chamando de Hinário Para o Culto Cristão.
A gravação de discos e fitas começou a existir, e muitos cantores profanos e sacros, que tinham uma condição melhor gravavam seus LPs e se tornavam conhecidos e famosos, e o processo tecnológico cresceu de tal forma, que todos começaram a querer ser famosos e ter sua vida estável através de concursos e festivais de música, e depois com a gravação de CDs. Hoje é muito fácil ser um cantor popular sem muitos recursos ou mesmo sem muito talento, pois a arte se tornou algo relativo. Porém, em meio a tanta música existente em nos dias atuais sendo divulgadas por meio de mídias, e muitas dessas tem entrado nas igrejas e sido cantadas em nossos dias sem muito rigor na sua essência teológica ou até mesmo artística, ou seja, deixado-nos levar pela concepção de que o que é feito pra Deus, se for de bom coração, Ele aceitará. Isto implica em deixar que outros, que não concordam com sua doutrina, lhe ensinem coisas dubiosas muitas vezes.
Pensando dessa forma, pode-se retornar a indagação: o que é a música sacra na atualidade? Que efeito a música evangélica atual tem feito na vida do cristão atual? De que forma essa música sacra deve ser utilizada dentro da igreja para uma melhor eficácia? Que lições se pode tirar da história da música para que haja um maior crescimento do objetivo maior do cristão?
Enfim, este é um tema a ser pensado em grupo tanto por músicos profissionais ou músicos práticos, para que se resgate a música dos valores e objetivos mais sensatos, afim de cumprirmos com o a ordem do nosso Mestre maior que é fazer discípulos, não somente musicais, mas discípulos firmados na palavra de Deus através de uma teologia consciente cantada em nossos hinos e cânticos.
Referências:
McCOMMON, Paul. A Música na Bíblia. Tradução de Paulo de Tarso Prado Cunha. Rio de Janeiro, JUERP, 1995.
PAULA, Isidoro Lessa de. A Música no Crescimento da Igreja. In: Série Ministério de Música Cristã, Nº 7. Rio de Janeiro, JUERP, 1992.
WANDERLEY, Ruy Carlos Bizarro. História da Música Sacra. São Paulo: Redijo, 1977.
XIMENES, Sérgio. Minidicionário Ediouro da Língua Portuguesa. 2ª Edição reformada. São Paulo, Ediouro, 2000.
Música Sacra
Introdução
Falando sobre o tema da música sacra nos dias atuais, imagina-se logo a música que é feita nos cultos, a música evangélica tocadas nas rádios, mídia em geral e que acabam sendo cantadas dentro da igreja, e também a música composta há muitos anos atrás, por compositores famosos eruditos para celebrar os cultos e missas na Igreja Católica Universal. Mas pensando melhor e esquadrinhando o assunto a tratar, deve-se começar por sua história, até chegar ao resultado do que esse tema significa em mente e de que forma pode-se resgatar o que tem se perdido do seu contexto.
Em que é preciso pensar quando se diz que uma coisa é sacra? Procurando no dicionário o significado da palavra “sacra”, é encontrado significado como: sagrado (XIMENES, 1954, pág. 836). Então pode-se imaginar, por exemplo, a Bíblia Sagrada, que é referente à coletânea de livros sacros, escritos por homens inspirados por Deus, que é e contém a palavra de Deus, que é sacra, ou sagrada, que no dicionário diz: “relativo à religião ou às coisas divinas, intocáveis, que não deve ser violado” (XIMENES, 1954, pág. 837). A Bíblia fala sobre coisas sagradas se referindo as coisas santas ou santificadas, em Levítico 22.3, quando Deus ordena referente a comer coisas santificadas, e em Números 4.19 quando se refere a tocar em coisas santíssimas. Mas o que significa dizer que uma música é sacra? Quem a santificou?
A música sacra na história
Desde a antiguidade na história dos povos sempre existiu uma relação muito próxima entre a Música e a Religião. Em alguns livros de história da música é falado em civilizações que utilizavam a música em seus cultos, independente qual religião fosse, dentre eles: os egípcios, babilônicos, chineses, fenícios e persas. Mas quando se fala de música sacra, podemos nos inspirar no povo hebreu, porque sua história está toda relatada na Bíblia, que é o livro histórico dos cristãos, e que nos relata a respeito de como a música era usada nessa época. Entretanto, mais tarde, quando a história não é mais escrita na Bíblia, a música continuou a ser desenvolvida e é relatada em muitos livros de história da música.
Fazendo um apanhado da história da música sacra nesses livros, um professor de História da Música do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (STBSB) chamado Ruy Wanderley, escreveu artigos em uma antiga revista “Louvor Perene”, que os transformou em um livro chamado: História da Música Sacra (WANDERLEY, 1977). Neste livro ele resume os períodos da História da Música em:
Período
Séculos
Principais Compositores
Antiguidade remota Até o séc. 6 a.C. Hebreus, egípcios, etc.
Antiguidade clássica Do séc. 6 a.C. até o séc. 4 Gregos, romanos, cristãos primitivos.
Idade média Séc. 4 ao séc. 15 Gregório, Leoninus, Dufay
Renascença Século 16 Lutero, Palestrina, Orlando di Lasso
Barroco Século 17 e 18 Schütz, Bach, Vivaldi
Classicismo Fim do séc. 18 Mozart, Haydn
Romantismo Séc. 19 Mendelssonhn, Brahms
Contemporâneo Séc. 20 Stravinsky, Villa-Lobos
Atual Séc. 21 ?
Antiguidade remota
A música que era utilizada nos cultos nos períodos da Antiguidade é relatada em algumas passagens bíblicas como: na saída do povo hebreu do Egito com Moisés, ao atravessarem o Mar Vermelho e cantando cânticos de vitória com a voz de Miriam (Ex. 15.1-18), o cântico de Débora e Baraque (Juízes 5.2-31), música instrumental quando Davi levou a arca para Jerusalém (I Cr. 15.16), na dedicação do templo de Jerusalém com Salomão (2 Cr. 5) entre muitos textos. No Salmo 150 é feita uma relação de muitos instrumentos utilizados e no Novo Testamento também são mencionados os hinos e cânticos espirituais, “da presença de instrumentos de sopro nas festas e do hino que antecedeu a ida de Cristo ao Monte das Oliveiras” (WANDERLEY, 1977, p.1).
Eles utilizavam a música nos cultos com instrumentos musicais, coros, grupos dos Levitas, cantores, e canto congregacional, como é relatado. Cantavam em coro (MCCOMMON, 1995, p. 28) “Um coro é escolhido para sair cantando um salmo de louvor “vestidos de ornamentos sagrados”, a fim de guiar o exército”. (II Cr. 20.14-22)
“Então toda a congregação adorava, e os cantores cantavam, e os trombeteiros tocavam tudo…. E o rei Ezequias e os príncipes ordenavam aos levitas que louvassem ao Senhor com as palavras de Davi, e de Asafe, o vidente. E eles cantaram louvores com alegria, e se inclinaram e adoraram.” (II Crônicas 29.27-30)
No novo testamento, “Jesus não fez nenhuma crítica ao culto no Templo e ao uso da música” (MCCOMMON, 1995, p. 30) e Paulo encoraja o povo ao uso da música em Efésios 5.19 quando diz: “Falando entre vós em Salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração.” E em Colossenses 3.16 que diz: “A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações.”
Na Bíblia sagrada, segundo Bill H. Ichter, dos 66 livros, 44 referem-se à música. “É significativo observar que a música é mencionada não somente no primeiro livro da Bíblia como também no último. Há na Bíblia 575 referências à música ou ao cântico. Somente Salomão escreveu mil e cinco cânticos”. (MCCOMMON, 1995, p.9)
Pode-se então notar que dentre os versículos mencionados acima, a música era utilizada como: encorajamento para a batalha, canções de vitória, gratidão, louvor e adoração, e também ensino e admoestação.
Antiguidade Clássica
Nesse período se encontra algumas características importantes na maneira de cantar segundo relata Ruy Wanderley:
“- O canto era sempre em uníssono;
- não havia acompanhamento instrumental algum (os instrumentos foram proibidos por serem considerados profanos e pagãos. O órgão só começou a ser usado no século 7, embora seu uso tenha sido no ocidente, oficializado no século 9;
- somente homens adultos e meninos cantavam (Na Síria as mulheres participavam de algumas antífonas, ao lado das crianças).
- as melodias tinham poucas variações de altura, raramente ultrapassavam a oitava, eram bastante planas;
- os ritmos eram inteiramente dependentes dos textos (latinos ou gregos, conforme o lugar), a melodia acompanhava as acentuações das frases poéticas; às vezes poderia haver várias notas para a mesma sílaba, caracterizando o estilo melismático, em oposição ao silábico (uma nota para cada sílaba) e o salmódico (várias sílabas para a mesma nota).” (WANDERLEY, 1977, p. 2).
Porém essa maneira ficou difícil para a congregação acompanhar, tornando possível somente para coros preparados. Então no século 2, as “Constituições Apostólicas determinaram que um solista entoaria os Salmos e as congregações responderiam apenas com trechos fáceis: Améns, Aleluias, etc.” (WANDERLEY, 1997, p.3). Por esse motivo o canto congregacional se afasta dos cultos por muitos séculos, e os coros bem treinados começam a surgir com monges e clérigos, cantando em coros alternados (canto antifônico), cânones ou alternados com solistas. E a liturgia da igreja começa a ser organizada e São Gregório funda a Primeira escola de música sacra, “Schola Cantorum”, “que preparava líderes que iriam dirigir a música nas várias igrejas. (WANDERLEY, p.3). E a liturgia cristã toma uma forma de culto regular chamada Missa, que era formada de partes fixas chamadas Ordinário, assim destribuídas:
1.Kyrie Eleison, palavras gregas que significam: “Tem piedade, Senhor”.
2.Glória in Excelsis, baseado inicialmente no cântico dos anjos.
3.Credo, afirmação de fé do Concílio de Nicéia, em 325.
4.Sanctus, baseado em Isaías 6, Benedictus, entrada triunfal.
5.Agnus Dei, “Cordeiro de Deus”. (WANDERLEY, p.4)
Mais tarde os cristãos passaram a cantar em 2 vozes, uma melodia e um
“Discante”, e mais tarde ainda passaram a cantar em 3, 4, 5 e mais vozes, mas sempre sem dissonância, e seu ritmo preferido eram os de compassos ternários, por considerarem perfeitos conforme o exemplo da Trindade.
Nos séculos 12 e 13, a música profana ganha um espaço grande com o aparecimento dos trovadores que cantavam e tocavam músicas baseadas em poesias com letras falando sobre o amor, paixões e romances.
Período da Idade Média
Nesse período é que na “Missa de Notre Dame”, composta para vozes mistas podem ser encontrados acompanhamentos de instrumentos musicais já adotados pela igreja como: alaúdes, flautas, violas, etc. Mas era proibido cantar em intervalos de 5ª. E poemas são musicados, porém há muita confusão, porque algumas músicas lembravam muito músicas obcenas. Porém, esse período foi de transição para a Renascença.
Renascença
O período da Renascença foi muito importante na história da música sacra por causa da Reforma Protestante no século 16. Mudanças eclesiásticas foram feitas e, portanto a música também acompanhou essa mudança se caracterizando entre música católica e música protestante.
Isso se deu pelo fato de que Martin Lutero era poeta e também um músico que se preocupava com a música da nova igreja que surgia, então a congregação voltou a participar dos cultos, resgatando o canto congregacional abolido séculos atrás. Além de traduzir a Bíblia para o Alemão, os cantos eram traduzidos também, e de forma mais fácil que os motetos e missas complexas, usando então o estilo coral a quatro vozes, como conhecemos em nossos hinários nos dias de hoje. Os textos dos hinos eram feitos pelo próprio Lutero como conhecemos: “Castelo Forte é nosso Deus” (323 CC) dentre outros, e as melodias eram trazidas de diversas fontes como hinos gregorianos e até canções polulares e que eram hamonizadas. Porém Lutero não desprezou os trabalhos dos compositores para coros e orquestras, e o órgão ganhou força em acompanhamento do canto coral e prelúdios.
Em Concílio de Trento resolveram determinar alguns elementos para orientar a música sacra, como: pureza, clareza, qualidade superior, misticismo e perfeição técnica.
Barroco
No Período Barroco surgem as formas musicais dramáticas como: Óperas, Oratórios, Cantatas e a Paixão. Explicando cada uma:
Ópera > uma história fictícia dramática encenada e com conteúdo profano.
Oratório > era uma produção dramática, sem representação cênica, com uma história bíblica.
Cantata > podia ser com assunto sacro ou profano, mas sem representação cênica e menor que o oratório.
Paixão > era uma dramática com os personagens da história da paixão de Cristo, que mais tarde se tornou um oratório.
Vários compositores deixaram músicas deste período, porém os mais importantes e mais conhecidos são: J.S. Bach e G.F. Handel, que viveram no mesmo período, porém em países diferentes. Bach era Luterano e se dedicava aos serviços da igreja na região onde vivia, enquanto Handel viajava bastante.
Clássico
O Período Clássico foi o menor de todos na história da música, por se tratar de pouco mais de 50 anos de história, porém marcado por uma transição com grande importância. “O termo clássico tem o mesmo sentido dos ideais da Grécia antiga: objetividade, clareza da forma e respeito a determinados princípios estruturais.” (WANDERLEY, p. 21). Alguns historiadores referem-se parte desse período como Rococó para outras artes, porém as principais características musicais desse período são:
- Melodia mais clara e, em geral, na voz superior;
- Estilo homofônico predominante, ou seja, cantados ao mesmo tempo, e harmonia apoiando a melodia, cadências concisas nos finais das músicas.
- Frases musicais mais curtas e mais claras;
- Surgimento da dinâmica moderna: crescendo e decrescendo, etc.
- Instrumentação mais metodizadas, mais cuidado orquestral, combinações sonoras mais rigorosas, como nas orquestras modernas.
- O piano substitui o cravo, o quarteto de cordas é fixado na orquestra, a flauta transversal substitui a flauta-doce, o violoncelo substitui a viola da Gambá na orquestra e Mozart dá atenção ao clarinete em especial.
- Surge a Forma-sonata, que foi a aquisição mais importante da música neste período e que caracterizava a maioria das peças, sejam, duos, trios, quartetos, quintetos, sinfonias, serenatas, etc.
Os principais compositores dessa época foram Mozart, e Haydn que era um mestre-capela e que cuidava da música na igreja.
Romântico
Dentre outros compositores do período romântico se destaca L. V. Beethoven que nasceu e se formou no período clássico, porém rompe com o espírito formal e “vai dar vazão à tempestade de emoções que há muito queriam liberdade e ser” (WANDERLEY, p.35), se tornando o primeiro romântico da história da música. “Abre, dessa forma, as portas da expressão pessoal emotiva, que desconhece os limites da forma e faz da música um meio de comunicação, verdadeiro sentido da palavra, descrevendo a natureza, homenageando heróis, exaltando a alegria e a fraternidade, e confidenciando aos timbres as paixões, dúvidas, felicidade, desespero, ânsia e tormento.”
Dentre os períodos que se passaram, o romantismo é o mais tem permanecido, com seu individualismo, nacionalismo, exacerbação, da emotividade, cultivo da dor, da tristeza, alegria, etc. A literatura musical, como nos hinários que temos, estão cheios de música romântica, compostas por muitos compositores.
A Música sacra no Brasil
A música sacra chegou ao Brasil pelos jesuítas que a utilizavam a fim de evangelizar os índios nativos com lições de contar, cantar e tanger. Mas o período mais importante da música no Brasil foi com a chegada do D. João VI que era de família de músicos e apreciava a boa música. Este encontrou o padre José Maurício Garcia, que compôs muitas peças para a música sacra de nosso país. Muito tempo de história mais tarde, temos compositores famosos do Brasil, como Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos que compôs muitas peças sacras. Villa-Lobos influenciado pelo movimento nacionalista, que cultivava o amor à pátria e resgate da música folclórica, apoiou o canto orfeônico nas escolas do país, muito importante para o canto congregacional nas igrejas. Apartir daí, a música sacra com composições locais, com ritmos folclóricos e regionais passam a ser valorizados, assim como seus instrumentos. A música erudita, se torna mais elitizada, dando espaço para a música popular.
Nos dias atuais
Além disso, a música do século 20 é marcada pelo avanço tecnológico, gravações, a invenção da música eletrônica, a invenção da fita magnética. Muitos instrumentos eletrônicos começaram a tomar espaço, como os sintetizadores, órgãos eletrônicos, violões, guitarras e baixos elétricos, que imitam quase que perfeitamente o instrumento acústico. Porém nas igrejas cristãs, somente no final do século 20 é que foram introduzidas nos cultos de algumas igrejas mais liberais, visto que muitos líderes tratavam a bateria, por exemplo, como um instrumento satânico, como aconteceu com outros instrumentos na antiguidade.
Em igrejas Batistas, por exemplo, foi elaborado um hinário com várias composições de estrangeiros traduzidos para o português, no hinário Cantor Cristão, que mais tarde foram acrescentadas músicas de compositores nacionais, com acordes e melodias nacionais. Os cânticos sempre existiram e eram cantados principalmente por jovens, não sendo permitidos nos cultos tradicionais por muito tempo, por precaução de falsas teologias. Por tal conflito de gerações, uma equipe de professores de seminários, pastores e músicos, elaboraram um novo hinário, com músicas corrigidas em sua teologia e contexto atual, e com músicas e cânticos muito cantados nas igrejas, chamando de Hinário Para o Culto Cristão.
A gravação de discos e fitas começou a existir, e muitos cantores profanos e sacros, que tinham uma condição melhor gravavam seus LPs e se tornavam conhecidos e famosos, e o processo tecnológico cresceu de tal forma, que todos começaram a querer ser famosos e ter sua vida estável através de concursos e festivais de música, e depois com a gravação de CDs. Hoje é muito fácil ser um cantor popular sem muitos recursos ou mesmo sem muito talento, pois a arte se tornou algo relativo. Porém, em meio a tanta música existente em nos dias atuais sendo divulgadas por meio de mídias, e muitas dessas tem entrado nas igrejas e sido cantadas em nossos dias sem muito rigor na sua essência teológica ou até mesmo artística, ou seja, deixado-nos levar pela concepção de que o que é feito pra Deus, se for de bom coração, Ele aceitará. Isto implica em deixar que outros, que não concordam com sua doutrina, lhe ensinem coisas dubiosas muitas vezes.
Pensando dessa forma, pode-se retornar a indagação: o que é a música sacra na atualidade? Que efeito a música evangélica atual tem feito na vida do cristão atual? De que forma essa música sacra deve ser utilizada dentro da igreja para uma melhor eficácia? Que lições se pode tirar da história da música para que haja um maior crescimento do objetivo maior do cristão?
Enfim, este é um tema a ser pensado em grupo tanto por músicos profissionais ou músicos práticos, para que se resgate a música dos valores e objetivos mais sensatos, afim de cumprirmos com o a ordem do nosso Mestre maior que é fazer discípulos, não somente musicais, mas discípulos firmados na palavra de Deus através de uma teologia consciente cantada em nossos hinos e cânticos.
Referências:
McCOMMON, Paul. A Música na Bíblia. Tradução de Paulo de Tarso Prado Cunha. Rio de Janeiro, JUERP, 1995.
PAULA, Isidoro Lessa de. A Música no Crescimento da Igreja. In: Série Ministério de Música Cristã, Nº 7. Rio de Janeiro, JUERP, 1992.
WANDERLEY, Ruy Carlos Bizarro. História da Música Sacra. São Paulo: Redijo, 1977.
XIMENES, Sérgio. Minidicionário Ediouro da Língua Portuguesa. 2ª Edição reformada. São Paulo, Ediouro, 2000.
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VENHA NOS FAZER UMA VISITA!
IGREJA PENTECOSTAL CASA DE ORAÇÃO
APAIXONADA POR JESUS E ELE POR MIM
VOCÊS NÃO IMAGINAM ...
como fiquei feliz ao recebe-las no nosso 11º Encontro de chá de Mulheres Unifé.
Saibam que vocês são PESSOAS QUE ADMIRO muito,
são REALMENTE ESPECIAIS,
e recebe-laS fez o meu dia muito mais feliz.
Tomara que a gente continue assim,
sempre trocando gestos de AMIZADE e CONSIDERAÇÃO.
Acho que a gente deveria viver assim,
DISTRIBUINDO PALAVRAS AMIGAS
e fazendo com que o amor se alastre pelo mundo atraves da confraternização,
por isso não devemos PERDER nenhuma oportunidade
de manifestar bons sentimentos.
SEJAM ABENÇOADAS ...
como fiquei feliz ao recebe-las no nosso 11º Encontro de chá de Mulheres Unifé.
Saibam que vocês são PESSOAS QUE ADMIRO muito,
são REALMENTE ESPECIAIS,
e recebe-laS fez o meu dia muito mais feliz.
Tomara que a gente continue assim,
sempre trocando gestos de AMIZADE e CONSIDERAÇÃO.
Acho que a gente deveria viver assim,
DISTRIBUINDO PALAVRAS AMIGAS
e fazendo com que o amor se alastre pelo mundo atraves da confraternização,
por isso não devemos PERDER nenhuma oportunidade
de manifestar bons sentimentos.
SEJAM ABENÇOADAS ...
Quantos cristãos, nestas eleições, quebrarão princípios bíblicos?
Um deles está no Livro de Deuteronômio 17:14,15.
Lá nos diz o SENHOR:
"Quando entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e a possuíres, e nela habitares, e disseres: Porei sobre mim um rei, assim com têm todas as nações que estão ao redor de mim, porás, certamente, sobre ti como rei aquele que escolher o SENHOR, teu Deus;
DENTRE TEUS IRMÃOS PORÁS REI sobre ti;
NÃO PODERÁS PÔR HOMEM ESTRANHO SOBRE TI,
QUE NÃO SEJA DE TEUS IRMÃOS."
Que não soframos as consequências de nos faltar entendimento!!!
É MUIIIIIIIIIIIIIIITO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
EU QUERO UMAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!
Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano
Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano
Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano
Sex, 28 de Agosto de 2009 08:32
BRASÍLIA - Um inusitado acordo entre católicos e evangélicos permitiu a aprovação nesta quarta-feira do tratado celebrado entre o governo brasileiro e o Vaticano. Depois de quatro horas de discussão, o texto foi aprovado por votação simbólica. Ainda será votada a Lei Geral das Religiões, de interesse dos evangélicos, como compensação.
Os opositores do tratado argumentaram que trata-se de um privilégio para a Igreja Católica e que o documento fere o princípio da laicidade do Estado. Os evangélicos fizeram discursos contra, apesar do acordão para aprovação do projeto, o que só ocorreu depois de quatro horas de discussão.
- É um privilégio para apenas uma religião em detrimento às demais - disse o evangélico Takayama (PSC-PR).
O texto da Lei Geral das Religiões é uma cópia do tratado do Brasil com a Santa Sé. A única diferença é que a expressão Igreja Católica é excluída ou substituída por "todas as confissões religiosas". O tratado entre Brasil e Vaticano é um acordo internacional e não pode ser modificado pelo Congresso, que o aprova ou o rejeita na íntegra. Um dos pontos mais polêmicos envolvia o ensino religioso. Para os evangélicos, o tratado prevê que as escolas adotarão o catolicismo nessas aulas. O Ministério da Educação chegou a se pronunciar contra esse artigo, com este mesmo receio.
Antes da votação, o autor da Lei Geral, George Hilton (PP-MG), circulava tranquilo pelo plenário, certo do cumprimento do acordo.
- Já está combinado: aprovamos o deles e eles aprovam o nosso - disse Hilton.
Eduardo Cunha, ligado aos evangélicos e relator do projeto da Lei Geral das Religiões, foi o principal artífice da negociação. Ele conseguiu número de assinaturas de líderes suficientes para dar caráter de urgência ao texto. Indignado, Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou o acordo entre católicos e evangélicos.
- É um acordo que libera de vez o mercado da fé. Uma demonstração de que amam mais o dinheiro que a Deus - disse.
Fonte: O Globo







