10º ENCONTRO DE CHÁ DE MULHERES

10º ENCONTRO DE CHÁ DE MULHERES
UNIFÉ

“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade

“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade
“...a mulher precisa resgatar em Deus a sua verdadeira identidade de filha amada, capacitada pelo Espírito e chamada a uma vocação pessoal e intransferível”.

sábado, 4 de julho de 2009

BETESEBA A AS MORTES DE INOCENTES


O melhor lugar para se estar é no centro da vontade de Deus. Quando estamos cumprindo o seu propósito e fazemos o que lhe agrada, nos sentimos felizes e realizados. Nossa consciência fica tranqüila e em perfeita paz. Mas quando a realidade é o contrário, então as palavras de advertência do Senhor a Caim se tornam vivas e exortam: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.” (Gn 4.7.) O pecado é sempre nosso adversário: maltrata, rouba a paz, cauteriza a consciência, mata e destrói sentimentos, relacionamentos, vidas...

Davi era o rei de Israel. Ele tinha família, esposas, filhos; tinha servos fiéis a seu serviço, coroa e trono. Era um herói de guerra. Um homem amado por seu povo. Estimado por seu exército, com homens sob seu comando que dariam a própria vida por seu rei. Entretanto, depois de chegar ao auge de sua carreira nas guerras e de consolidar a unificação e o crescimento da nação, Davi começou a relaxar com suas obrigações como guerreiro. A Bíblia nos diz que: “Decorrido um ano, no tempo em que os reis costumam sair para a guerra, enviou Davi a Joabe [...] porém Davi ficou em Jerusalém.” (2Sm 11.1.)

Era um tempo de guerra e de conquistas, mas o rei não estava disposto a sair do palácio. Ele preferiu ficar em Jerusalém, no conforto da cidade, ao invés de enfrentar as dificuldades do campo de batalha. Davi abriu uma brecha para o pecado acenar aos seus olhos. Ele estava no lugar errado, na hora errada. A armadilha já estava preparada, e ele certamente cairia.

“Uma tarde, levantou-se Davi do seu leito e andava passeando no terraço da casa real; daí viu uma mulher que estava tomando banho; era ela mui formosa.” (2Sm 11.2.) Quantas vezes ele chegara àquele terraço e nunca vira nada que lhe chamasse a atenção. Mas, naquele dia, ali estava Bateseba se banhando, a linda esposa de Urias, um dos trinta valentes heróis do exército de Davi.

O casal não tinha filhos e morava junto ao palácio de Davi, na confortável capital do Reino. Bateseba era uma mulher muito bonita. Ao se casar com um dos heróis de Davi, ela podia ser vista pelas outras mulheres como uma “felizarda”. Talvez morasse numa linda mansão em Jerusalém. Os despojos de guerra que seu jovem marido, Urias, lhe trazia eram de grande valor. Bateseba possuía jóias, lindos vestidos, perfumes caros e escravas para servi-la. Era uma mulher realizada, na concepção de sua época. Entretanto, na ausência do marido, Bateseba se prepara para o banho sem nenhum recato, sabendo que poderia ser vista do terraço do rei.

Teria sido proposital essa atitude sua? Estaria ela preparando um cenário para conquistar o rei Davi? Percebemos que ele não a conhecia, mas perguntou quem era e desejou possuí-la, mesmo sabendo que era casada. O rei estava cego por sua beleza e pelo prazer da luxúria. Ele não pensou nas conseqüências de sua atitude. Ele não pensou no pecado contra a santidade de Deus, como o fizera o patriarca José, ao ser tentado. Ele não pensou em sua família. Ele não pensou em Deus.

E Bateseba? Como reagiu, ao ser convidada para ir ao palácio do rei, sem a companhia de seu marido, que estava na guerra? Será que não lhe passou nada pela cabeça a respeito daquele convite? Será que ela não percebeu que estava sendo observada do terraço do palácio real? Por que a Bíblia não relata qualquer palavra de Bateseba alertando o rei Davi sobre o pecado que estava para cometer? Provavelmente ela consentia e até mesmo se sentia lisonjeada com o convite real. O pecado sempre engana e traz um rótulo de felicidade e prazer, mas seu fim é amargo como o fel, e conduz à morte.

Bateseba escreve o capítulo mais amargo na vida de Davi. Ele enfrentara ursos, leões, gigantes e guerreiros sanguinários nas guerras, mas não estava preparado para enfrentar o pecado articulado entre perfumes e desejos lascivos. E, após o adultério, Davi fica sabendo que Bateseba engravidara. Ele manda chamar Urias na batalha e tenta inutilmente fazer com que ele desça à sua casa para estar com a esposa. Ele queria que o filho fosse tido como do casal. O pecado sempre quer encontrar um jeito para tapar o buraco feito. Um engano procura outro engano para parecer que está certo. Mas o pecado traz as suas conseqüências trágicas. Urias, em seu forte senso de responsabilidade e patriotismo não foi até sua esposa, pois estava em concentração de guerra.

A alternativa de Davi regularizar sua situação diante da sociedade seria matar Urias com a espada do inimigo. Ele escreveu uma carta para Joabe, seu comandante, ordenando que este colocasse Urias na frente da batalha para que fosse morto. E o plano foi executado. Urias morreu inocentemente. Morreu como herói de guerra. Davi perdeu não somente um grande guerreiro, mas, ao sepultar Urias, ele estava perdendo a sua dignidade real. Agora Davi tinha Bateseba, mas perdera a alegria da salvação (Sl 51.12). Perdera a doce comunhão com o Pai Celestial. Perdera a admiração de seus comandados, pois todos sabiam de seu crime hediondo, somente ele não se dava conta da gravidade do que fizera. E Bateseba? Ela deveria estar vivendo um grande conflito interior. O filho do adultério morreu, com poucos dias de nascido. O julgamento de Deus estava claro sobre eles.

O profeta Natã falou com Davi a palavra de Deus e trouxe-lhe a notícia do julgamento do Senhor sobre sua família. Davi se arrependeu amargamente. Podemos perceber que Bateseba também se arrependeu. Eles confessaram o seu pecado e pediram o perdão do Senhor, mas duas vidas se perderam por causa do adultério cometido. Duas vidas inocentes. O pecado traz conseqüências irreversíveis.

Mais tarde, na narrativa bíblica, encontramos Bateseba “manipulando” Davi, com relação à sucessão ao trono. Ela lembrava ao rei a promessa de que seu filho, Salomão, seria o novo soberano. E, assim, na coroação de Salomão, encontramos mais sangue derramado na família de Davi. A manipulação do marido para se alcançar os objetivos não é o método de Deus agir, mas, sim, a oração e a confiança da mulher em Deus, aleluia!

A história de Bateseba nos alerta quanto ao pecado, ao adultério, a ociosidade e a aparência do mal que devem ser evitados com todas as forças. Mas também sua história nos lembra que há perdão para todo coração que sinceramente se arrepende e abandona o pecado. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1Jo 1.9.) Deus perdoou e abençoou Bateseba, dando-lhe outros filhos do rei Davi, incluindo Salomão, que fora escolhido para reinar após seu pai.

Nunca vale a pena pecar! Portanto, passe longe do adultério, da fornicação, da sensualidade, da mentira, da manipulação, do engano... Peça ao Senhor a cada dia:“Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal...” (Mt 6.13.)

A MULHER SIRIO-FENICIA E A SUA GRANDE FÉ



“E ela disse: 'Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores'.” (Mt 15.27).

Na Fenícia dos tempos neo-testamentários morava uma mulher de origem siro-fenícia com sua filha ainda pequena. A Bíblia não nos diz o seu nome, nem se era casada, viúva ou mãe-solteira. Apenas encontramos essa mulher em grande desespero diante do quadro de sua filha estar possuída por espíritos malignos. Era fácil perceber que eram espíritos malignos que atormentavam a menina, pois não havia um diagnóstico médico preciso. As atitudes da menina não condiziam com o seu estado normal no dia-a-dia.

Aquela mulher não encontrava alívio na religião da Fenícia, ou da Síria, pois os deuses pagãos não se importavam com esse tipo de sofrimento. Ela não podia ter paz vendo a menina sendo atormentada e desejava a tranqüilidade, o bem-estar de sua filha mais do que tudo...

Quem sabe, lá na fronteira com Israel, nas regiões de Tiro e Sidom, as famosas cidades da Fenícia, aquela senhora ouvira falar de Jesus de Nazaré, o doce rabi da Galiléia, a quem os judeus chamavam: “Filho de Davi”? Quem sabe ela ouvira contar as histórias fantásticas das curas que o Senhor já operara em Israel? Da vista restaurada ao homem cego de nascença, que já tinha mais de quarenta anos de idade. Dos dez leprosos que foram curados, e que apenas um voltou para agradecer, e este era samaritano... Da multiplicação que Jesus fizera dos cinco pães e dois peixinhos para alimentar uma multidão de mais de cinco mil homens, fora as mulheres e as crianças?

Quem sabe, esta mulher ouvira alguém contar como Jesus de Nazaré era uma pessoa tão especial, que se compadecia do sofrimento das pessoas e aliviava o fardo delas? Ouvira dizer que todos traziam os seus enfermos, com todo o tipo de doenças e Ele curava a todos indistintamente. Como ele havia libertado o endemoninhado gadareno, que andava desnudo pelo cemitério e se feria com pedras, e ninguém conseguia prendê-lo – era mesmo um caso perdido... E como Jesus se encontrou com aquele homem desprezível e o libertou completamente. Os gregos da região de Decápolis, onde morava aquele homem, vieram à beira-mar e encontraram o antigo “louco do cemitério” agora vestido, assentado aos pés de Jesus e em perfeito juízo...

Quem sabe aquela mulher ouvira dizer que os judeus estavam esperando o seu “Messias” ou o “Ungido de Deus”, o “Cristo” e que Jesus de Nazaré se enquadrava no perfil daquele que viria para salvar a nação e implantar o seu Reino na terra? Os discípulos dele o chamavam de “Filho de Davi”...

Foi então que aquela mulher decidiu procurar Jesus... Ele era a resposta para as suas indagações, o remédio para o seu sofrimento. Certamente ele era o alívio para a sua dor.
Ela soube que Jesus estava bem perto de sua cidade. Parecia até que ele estava vindo ao seu encontro, e ela não poderia perder essa chance de ouro... O texto sagrado nos diz: “[...] entrando numa casa, (Jesus) não queria que alguém o soubesse, mas não pôde esconder-se; porque uma mulher, cuja filha tinha um espírito imundo, ouvindo falar dele, foi e lançou-se aos seus pés.” (Mc 7.24-25). Ela decidiu ir ao encontro do Mestre, pois sabia que a solução para o seu problema estava com ele. Ela precisava apenas de expor-lhe sua dificuldade, e isso faria, custasse o que custasse...

Mateus escreve o seu Evangelho para os judeus e nos conta alguns detalhes: “E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: 'Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada'. Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: 'Despede-a, que vem gritando atrás de nós'. E ele, respondendo, disse: 'Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel'. Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: 'Senhor, socorre-me!'.” (Mt 15.22-25).

Ela havia usado uma expressão dos judeus: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim”. Foi dessa forma que o cego Bartimeu fora atendido, e tivera a vista restaurada. Como “Filho de Davi”, Jesus certamente atenderia aos seus apelos em favor da filha. Vestida como grega, de origem siro-fenícia, com todo o sotaque estrangeiro, ela pôs-se a gritar, num gesto de desespero como o de quem não tem mais para onde ir. E Jesus não lhe respondeu. Ele continuou quieto, apesar dos discípulos lhe pedirem que a atendesse ou que fizesse alguma coisa para despedi-la.

“Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.” (Mt 15.26). O que você faria com uma resposta destas de Jesus ao seu pedido de ajuda? Como você se sentiria sendo excluída da mesa das bênçãos do Senhor? Talvez muitas de nós, mulheres sensíveis e tímidas, nos recolhêssemos de volta para casa pensando que Jesus não era tão bom como diziam... Talvez pensando: “Todos nos rejeitam, até mesmo Jesus [...]”.

Aprendemos lições preciosas com essa mulher humilde e corajosa. Ela não desistiu. Ela sabia que pesava sobre os seus ombros o bem-estar da filha. Estava disposta a pagar o preço que fosse para levar sua bênção para casa... “E ela disse: 'Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores'.” (v.27). Jesus não resistiu ao seu coração quebrantado e humilde. O seu amor aguardava que ela reconhecesse que era estrangeira e precisava chegar-se a Jesus não como uma judia, usando expressões dos judeus, mas deveria se abrir como era, gentílica, e apenas expor sua necessidade. Vale a pena se humilhar diante do Senhor. Vale a pena confiar em seu amor.

“Então respondeu Jesus, e disse-lhe: 'Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas'. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.” (Mt 15.28). Não houve em Israel uma mulher que recebesse tal elogio do Senhor. Ela ficou eternizada por sua fé e humildade. Que tal também proceder da mesma forma? “Quem se humilha será exaltado”.

RISPA A MÃE INCANSÁVEL



“Então Rispa, filha de Aiá, tomou um pano de saco, e o estendeu para si sobre uma penha, desde o princípio da ceifa, até que sobre eles caiu água do céu; e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite.” (2Sm 21.10.)

Rispa era uma mulher forte e de caráter firme. Seu nome significa “pedra quente”. Ela era filha de Aiá, cujo nome vem da mesma raiz da palavra “intocável”. Ela foi mulher do rei Saul e teve com ele dois filhos: Armoni e Mefibosete. Talvez por ser uma das esposas de Saul, Rispa e seus filhos se considerassem mesmo “intocáveis”.

Muitas mulheres pensam que sua posição social, sua riqueza, ou mesmo sua capacidade intelectual as colocam em um pedestal “intocável”. Mas isto não é verdade! Todas nós estamos sujeitas às vicissitudes (mudanças) da vida. Todas nós somos vulneráveis às tempestades e aos açoites dos vendavais que podem surgir inesperadamente em alguma curva do caminho da vida... E é nessas horas que o caráter se revela. Nosso interior torna-se exposto, como em uma vitrine, quando somos assoladas pelas provações, e quem sabe, pelas tragédias.

A Bíblia nos relata que houve três anos de fome em Israel. Foi um tempo difícil e com grandes perdas para o povo e a nação. O rei Davi então consultou ao Senhor e veio a resposta divina: “Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas.” (v.1b.) Davi chamou os gibeonitas e lhes perguntou: “O que quereis que eu vos faça? E que resgate vos darei, para que abençoeis a herança do Senhor?” E a sua resposta foi: “Não é por prata nem ouro que temos questão com Saul e com sua casa; nem tampouco pretendemos matar pessoa alguma em Israel [...] Quanto ao homem que nos destruiu e procurou que fôssemos assolados, sem que pudéssemos subsistir em limite algum de Israel, de seus filhos se nos dêem sete homens, para que os enforquemos ao Senhor, em Gibeá de Saul, o eleito do Senhor...” (v.3-6.)

Davi estava diante de dura situação: de um lado o povo de Israel, sofrendo com a seca as conseqüências da desobediência de Saul e de outro lado a dor de mandar enforcar homens da sua própria família, pois Davi era genro de Saul... Saul não respeitara a aliança feita por Josué aos gibeonitas (Js 9.15, 20-21). Quando Canaã fora conquistada pelo exército de Israel, os moradores de Gibeom vieram a Josué e, fingindo vir de uma terra muito distante (fora dos limites da “Terra Prometida”), pediram-lhe que fizesse aliança com eles: que lhes conservariam a vida e seriam um povo amigo. O líder Josué não consultou ao Senhor nessa questão, talvez por julgá-la de pouca importância; e concedeu-lhes paz e firmou aliança de proteção. Foi então que descobriu que eles eram moradores de Canaã e estavam na lista de Deus como povos para serem destruídos; mas era tarde demais, a aliança tinha sido firmada e não poderia voltar atrás...

Muitas pessoas firmam impensadamente alianças muito sérias em suas vidas: casamentos, sociedades... E depois é que vão refletir sobre o que fizeram. Então é tarde. As alianças são registradas diante do Senhor. Elas têm um peso de responsabilidade e compromisso. Não podem ser desfeitas de maneira leviana... Por isso, querida irmã, pense muito antes de se casar. Pense muito antes de romper um casamento. Pense muito antes de fazer uma sociedade com alguém. Não somente pense, mas ore ao Senhor a respeito dessas decisões. Ouça a sua voz e não caia em armadilhas, para que, mais tarde, você não venha a se arrepender.

E Davi teve de escolher sete homens da família de Saul para serem enforcados, para que a chuva pudesse novamente cair sobre a terra de Israel. Davi escolheu os cinco filhos de Merabe, netos de Saul, e os dois filhos de Rispa, sua concumbina. A Bíblia diz que foram mortos nos primeiros dias da ceifa da cevada. Seus corpos foram esquecidos pelos seus executores; foram deixados no madeiro, ao relento... Então Rispa, a mãe de Armoni e Mefibosete, “tomou um pano de saco e o estendeu para si sobre uma penha, desde o princípio da ceifa, até que sobre eles caiu água do céu” (v.10). Rispa assistiu ao milagre da chuva caindo, após a execução do castigo conseqüente da ira irrefletida de Saul e de seu “zelo” pelo Senhor, levado a efeito fora da sua suprema vontade. Rispa pôde ver o valor de uma aliança feita diante de Deus... As conseqüências do rompimento de uma palavra empenhada.

E ela, que era a “pedra quente”, firme como uma rocha, colocou pano de saco sobre a penha em frente aos cadáveres de seus filhos e os ficou guardando de dia e de noite: [...] “e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite.”(v.10.) Ao colocar ali um pano de saco e não um tapete “persa”, ou uma almofada confortável, percebe-se a dor de Rispa; sua humilhação diante de Deus em favor de seus filhos. O “pano de saco”, na Bíblia, sempre teve o significado de arrependimento e humilhação diante do Senhor.

Você pode imaginar a dor dessa mulher diante dos corpos em decomposição, dia e noite? Pode imaginar o que se passava em seu coração de mãe? Suas lágrimas e o desejo de vê-los com um sepultamento digno, pelo menos?

Ah! quantas mães como Rispa choram por seus filhos que estão mortos em seus próprios pecados... Quantas mães que colocam “panos de saco” sobre a “Rocha”, que simboliza a Palavra de Deus e suas promessas, e vigiam seus filhos “mortos”. Não seus filhos literalmente mortos, mas espiritualmente mortos. Seus filhos nas drogas, nos vícios, na prostituição, no homossexualismo, nas depravações da imoralidade, nas mais extravagantes seitas... exalando o mau cheiro do pecado; decompondo-se dia-a-dia na podridão do mundo... Mães que oram, crendo no impossível; que Deus irá ressuscitar seus filhos e lhes dará uma nova e maravilhosa vida. Elas crêem que seus filhos receberão o “toque” de vida do Espírito Santo e serão ressuscitados, aleluia! E, por isso, elas não se cansam dia e noite de vigiar... E orar... E crer... Até que o “rei” olhe para elas, tenha misericórdia e faça cessar a sua dor.

Rispa ficou em seu posto sozinha. Espantava as aves de dia e as feras de noite. Ela não tinha medo. Não saía de sua “torre de vigia”, mas esperava que o rei se compadecesse e desse um sepultamento digno de nobres aos seus filhos. Ela ficou por muitos dias ali, passaram-se mais de dois meses, e isto foi dito a Davi. Ele então “tomou os ossos de Saul e os ossos de Jônatas [...] e também os ossos dos enforcados [...] Enterraram [...] na terra de Benjamim [...] Depois disto, Deus se tornou favorável para com a terra” (v.12-14). Enquanto Davi não honrou aos que morreram pelo pecado de outro, não houve o favor, a bênção de Deus sobre a terra. E foi Rispa quem fez a mão do rei Davi trazer a bênção novamente sobre Israel.

Para você refletir:

Como você agiria estando no lugar de Rispa?

Você tem amado seus filhos e paga um preço de oração por eles?

Onde e como estão seus filhos agora?

Você, querida irmã, que talvez não seja ainda casada, não tenha filhos, pode sentir a dor de quantas pessoas estão mortas em seus pecados e precisam receber a Vida? Que tal orar por estas pessoas ao seu redor?

Você sabe o que é assentar-se em “pano de saco” sobre a Penha? Tem buscado se humilhar diante do Senhor em oração?

Você tem coragem suficiente para “enxotar” as aves de rapina e os animais (demônios e más companhias) que querem “devorar” seus filhos?

Quanto você acha que valem as lágrimas de uma mãe?

Leia estes textos e seja uma mulher intercessora: Is 54; Lc 1.39-56; 1Sm 1.1-28; 2.1-11.

A mulher samaritana e a fonte da vida

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.” (Jo 4.10).

Jesus estava indo para a Galiléia por causa da perseguição dos judeus em Jerusalém. Ele poderia passar pelo caminho do mar ou atravessar o Jordão e fazer a rota normal dos peregrinos que vinham da Galiléia para as festas em Jerusalém. Mas ele escolheu passar por Samaria, o que não era “normal” para qualquer judeu, pois estes odiavam os samaritanos e evitavam encontrá-los. O texto sagrado nos diz que “era-lhe necessário passar por Samaria” (v.4).

O seu amor, sua compaixão e a perfeita obediência ao Pai o fizeram parar em Sicar, junto ao poço de Jacó, enquanto os discípulos iam à cidade comprar comida (alimento para a viagem). João nos diz que ele estava “cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água” (v.6-7).

A Bíblia não nos fala o nome dessa mulher, apenas nos informa a sua procedência e cultura – “de Samaria”. Era quase meio-dia quando esta jovem senhora se encontrou com Jesus. Neste horário, as outras mulheres samaritanas estariam servindo a refeição para os familiares, arrumando a “cozinha”, ou ainda lavando as “louças”. Aquele não era um horário “normal” de se buscar água na fonte de Jacó. Possivelmente, aquela mulher estava evitando olhares maldosos, comentários a seu respeito e confrontos com outras mulheres da cidade.

Ela estava vivenciando o seu sexto relacionamento e não estava casada, como o fizera nas outras cinco vezes... Ela se aproximava da fonte com o seu cântaro, e vinha só... O Senhor Jesus estava ali, assentado junto à fonte, como se a estivesse esperando chegar. Ela se curvou para pegar água e então: “Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.” (v.7). Sabemos que Jesus sempre está à beira do poço de Jacó, esperando mulheres desesperançadas, frustradas e discriminadas, para lhes trazer a verdadeira alegria de viver e para mostrar-lhes a “fonte de vida eterna”.

Havia sobre aquela mulher os mais variados rótulos de discriminação. Ela era apenas uma mulher – e as mulheres eram discriminadas nos cultos, nas festas, nas assembléias. Os discípulos se admiraram de ver Jesus conversando com uma mulher, mas não lhe perguntaram nada sobre o seu diálogo com ela (v.27).

Ela era samaritana. A história dos samaritanos nos mostra que eles eram estrangeiros, vindos de outras terras além do Eufrates. Eles tinham sido enviados pela Assíria para ocuparem as terras dos israelitas derrotados. “O rei da Assíria tomou a Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala e em Habor junto ao rio de Gozã, e nas cidades dos medos [...]” (2Rs 17.6). Esses israelitas, pertencentes às doze tribos do Reino do Norte, Israel, cuja capital era Samaria, nunca mais retornaram à sua terra. E os povos estrangeiros enviados pelo rei da Assíria permaneceram ali, na terra de Israel, na região de Samaria.

Os samaritanos eram “gente de Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamate e Sefarvaim” (2Rs 17.24). E “sucedeu que, no princípio da sua habitação ali, não temeram ao Senhor; e o Senhor mandou entre eles, leões, que mataram a alguns deles”. Eles reclamaram com o rei da Assíria, que lhes mandou um sacerdote de Israel para lhes ensinar a adorar o “Deus da terra”. Este “lhes mostrou como deviam temer ao Senhor”.

“Porém cada nação fez os seus deuses, e os puseram nas casas dos altos que os samaritanos fizeram, cada nação nas cidades, em que habitava. E os de Babilônia fizeram Sucote-Benote; e os de Cuta fizeram Nergal; e os de Hamate fizeram Asima. E os aveus fizeram Nibaz e Tartaque; e os sefarvitas queimavam seus filhos no fogo a Adrameleque, e a Anameleque, deuses de Sefarvaim. Também temiam ao Senhor; e dos mais baixos do povo fizeram sacerdotes dos lugares altos, os quais lhes faziam o ministério nas casas dos lugares altos. Assim temiam ao Senhor, mas também serviam a seus deuses, segundo o costume das nações dentre as quais tinham sido transportados.”

Deste modo, o culto dos samaritanos era sincrético. Uma grande mistura de deuses e rituais diferentes dos judeus. Na reconstrução dos muros de Jerusalém por Neemias, os samaritanos se opuseram e tentaram com estratégias várias vezes impedi-los de cumprir sua missão. O ódio dos judeus pelos samaritanos era visível em suas atitudes. Entretanto, Jesus sabia que aquela mulher estaria naquela hora, naquele lugar específico e ele precisava falar-lhe, mostrar-lhe o caminho da verdadeira fonte, a que dá “água viva” e dá o sentido de viver.

Jesus lhe pediu de beber, assim como Eliézer pediu a Rebeca, no passado (Gn 24)... A mulher se assustou, dizendo: “Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?”. E o Senhor lhe respondeu: “Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.” (Jo 4.10).

É muito importante que o diálogo de Jesus com esta mulher girasse em torno de “água viva”, “água que comunicasse vida, e trouxesse bênção”, porque, no Antigo Testamento, as mulheres suspeitas de adultério deveriam tomar as “águas amaldiçoantes” dadas pelos sacerdotes (Nm 5.11-31). O texto sagrado nos mostra o que aconteceria com a mulher em adultério: “[...] a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.” (Nm 5.27).

No seu diálogo, revelando-se como o “messias prometido”, o “filho de Deus”, Jesus não recriminou e desprezou aquela mulher. Ao pedir-lhe para chamar o marido, Jesus sabia que ela estava vivendo ilegalmente com o companheiro, mas ele ofereceu-lhe uma vida nova. Uma nova oportunidade. Um recomeço. Jesus também lhe entregou uma missão: a de anunciar que ele era o Salvador, o “messias”... E ela aceitou o desafio. E se tornou a primeira missionária do Cristianismo, a anunciar entre os samaritanos de sua cidade a “boa-nova” do Evangelho. Ali estava aquele que a perdoara, mostrara o caminho e, ao invés de maldição pelo seu pecado, ele lhe oferecia “água viva” para toda a eternidade.

Por causa do pecado, há tantas mulheres discriminadas... Há tantas que estão indo ao poço de Jacó para buscar uma água que não mata a sede da alma... Há tantas que estão tentando preencher o vazio do coração com relacionamentos, casamentos, prazeres, e coisas mundanas... mas nada disso pode preencher esse vazio, somente Jesus. Somente ele tem a “água viva”. Essa água representa o Espírito Santo que vem habitar em nosso coração e flui em vida abundante.


A Renovação Da Águia
A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie.
Chega a viver 70 anos.
Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva.
Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então, a águia só tem duas alternativas:
Morrer… ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 50 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só após cinco meses vai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

A Águia
A águia, lança seus filhotes em determinada fase de seu crescimento, fora do ninho. É quando só fazem comer cerca de 70% de seu peso/dia, tem penas, e nada mais realizam!

Ela os lança fora do ninho. Sem esquecermos que seus ninhos são em altos penhascos…

Mas ao lançar, eles sem saber voar, tende apenas a cair; ela voa em volta desta queda, e quando vê que eles não tem mais forças, só para cair, não se debatem mais; lhes resgata!
Noutro dia a mesma coisa, só que com o passar de poucos dias o filhote se apercebe que a mãe não o deixará machucar-se, ele começa a ter a segurança da presença da mãe… E começa a aprender a voar… Até que alça seu primeiro vôo. Majestosa e certa que és a rainha das aves!

Não em vão…



Deus faz assim conosco, em certas ocasiões.

Lança-nos fora do ninho (quentinho aconchegante), lança-nos ainda que não sabemos como voar, como agir, mal sabemos apenas gritar…

Mas antes de nos esborracharmos, vêem e nos resgata, nos traz de volta à sua segurança.

Outra situação/adversidade vem, lança-nos do ninho, nos debatemos, gritamos, clamamos, pensamos que tudo está perdido! E Ele vêem e nos ergue, nos exalta, nos cura, nos sara, nos eleva a altura de sermos chamados dignamente de “seu filho”… Porque temos a certeza que seja qual for o problema, nós temos a solução: O SENHOR!

Não algo passageiro, nada paliativo, mas uma salvação eterna em Jesus…

Ainda que suas dores, suas lutas, seus tropeços, os espinhos, lhe pareçam intransponíveis, Ele está de mão estendida para lhe resgatar e trazer-lhe o socorro na hora certa, além de estar nos lapidando a mais preciosa das pedras!
Você é de Deus, creia e entregue a Ele todas suas lutas, sempre.

És muito importante para Deus, para mim também!

sexta-feira, 3 de julho de 2009


2009
A FORÇA DA MULHER (1)
Preconceito e discriminação. Tais palavras refletem com precisão algumas condutas, palavras e preceitos, dirigidos e relacionados com a participação da mulher na sua vida em família e em sociedade no Antigo Testamento. A mulher é forte. A prova disto encontra-se nos registros bíblicos, que nos revela a força com que superou as adversidades e a opressão de uma sociedade patriarcal e machista.

FORÇA PARA VENCER OS PRECONCEITOS

No Pentateuco (Gênesis a Deuteronômio), as mulheres são quase sempre identificadas por meio dos homens que são seus pais, maridos, filhos, etc.
- Sara, Mulher de Abraão (Gn 16)
- Rebeca, a esposa de Isaac (Gn 25)
- Tamar, a nora de Judá (Gn 38)
- Asenate, filha de potífera e mulher de José (Gn 41)
- Zípora, filha de Jetro, mulher de Moisés, mãe de Gérson (Ex 2)
- Eliseba, filha de Aminadabe, mulher de Arão(Ex 6)
- Miriam, irmã de Arão (Ex 15)
- Joquebede, a mãe de Moisés (Nm 26)

Nos Livros Históricos (Josué a Ester), além de continuarem sendo identificadas pelos homens, a quem estão ligadas, elas tornam-se anônimas;

- A concumbina anônima de Gedeão (Jz 8)
- A filha anônima de Jefté (Jz 11)
- A esposa anônima de Manuá (Jz 13-14)
- A esposa anônima de Sansão (Jz 14)
- A mãe anônima de Mica (Jz 17)
- A esposa anônima de Finéias (1Sm 4)
- A serva anônima que salvou Davi (2Sm17)
- A esposa anônima de Jeroboão (IRs 14)
- A viuva anônima de Serepta (1Rs 17)
- A sunamita anônima (2Rs 4)
- A empregada anônima e a esposa anônima de Naamã (2Rs 5)

O valor de uma mulher era geralmente associado a sua capacidade de gerar filhos. Quando isto não acontecia, eram rejeitadas pela sociedade (2Sm 6.23, etc.).

As mulheres só podiam ter um marido (1Sm 25.44), enquanto um homem podia normalmente possuir muitas mulheres (Gn 16; 25; 29; Jz 8.30; 2Sm 1.2; 1Sm 18.27;25.42-43; 2Sm5.13; 1Rs 3.1; 11.3).

As mulheres eram consideradas propriedades dos homens (Nm 31.9; Dt 21.11-13; 1Sm 14.49-50; 2 Sm 3.2-5; 1 Rs 4.11-15; 2Rs 12.2).

A Mulher não podia decidir com quem se casaria. A decisão era tomada pelos homens interessados (Jz 14.20; I Sm 25.44; 2Sm 3.15-16).

As mulheres eram as maiores vítimas da violência sexual (Gn 34.1-2; Jz 19; 2 Sm13).

Uma filha poderia ser vendida como escrava (Ex 21.7).

O pedido de divórcio era exclusividade dos homens (Dt 24.1-4), que segundo as escolas dos Rabinos Akkiba e Hillel, poderia pedi-lo por qualquer motivo, banal que fosse.

No caso de uma mulher ser estéril, poderia ceder uma escrava para dar filhos ao seu marido (Gn 16.1, 2). No caso de um marido estéril, o mesmo não acontecia.

As mulheres só herdavam propriedades e bens dos maridos ou pais, na ausência de um herdeiro masculino (Nm 27.7-8).

O voto de uma moça ou de uma mulher casada não tem validade, a não ser pelo consentimento do pai ou do marido, que podem também anulá-lo (Nm 30.4-17).

A mulher viúva, visto que não se encontrava ligada a qualquer homem, era marginalizada pela sociedade (Sl 109.9). Seus filhos, apesar de terem mãe, eram considerados órfãos (Jó 24.9).

As mulheres não comiam com os homens, mas ficavam em pé servindo-os à mesa.

Era impróprio para um israelita falar com uma mulher na rua (Jo 4.27).

No século II d.C., o Rabi Meir criou a seguinte oração “te agradeço ó Senhor, por não ter-me feito um gentio, um escravo, ou uma mulher”.

FORÇA PARA INTERFERIR NA HISTÓRIA BÍBLICA DE MANEIRA DECISIVA

Os preconceitos oriundos de uma cultura exclusivamente patriarcal e por vezes machista, não foram suficientemente capazes de ofuscar as brilhantes intervenções de mulheres, que protagonizaram vários momentos da história do povo de Deus;

- Sifrá e Puá, as parteiras corajosas (Ex 1.15-17)
- Joquebede, fé e objetivos claros (Ex 2.1-10)
- Raabe, decisão firme e certa (Js 2)
- Mical, livrando Davi da morte (1Sm 19.11-12)
- Ester, beleza, inteligência e prudência a serviço do seu povo (Livro de Ester)
- Ana, confiança e perseverança na oração (I Sm 1.10-18)

FORÇA PARA FAZER A OBRA DE DEUS

As mulheres foram, e continuam sendo usadas por Deus na realização das mais diversas atividades;

· Profetisas

- Miriam (Ex 15.20)
- Débora (Jz 4.4)
- Hulda(2Rs 22.14)

· Musicista

- Miriam (Ex 15.20)

· Líder Nacional

- Débora (Jz 4.4-9)

· Intercessoras

- Ana (1Sm 1.27) e Ana (Lc 2.36-37)

FORÇA NO DESEMPENHO DE SUAS TAREFAS COTIDIANAS

O termo “mulher virtuosa” de Provérbios 31.10ss, poderia ser traduzido por “mulher de força”, do hebraico esheth hail, conforme também Pv 12.4 e Rt 3.11.

Essa força é claramente notada, pela maneira como ela cuida;

- Dos negócios (Pv 36.13-19, 24)
- Da sua casa (Pv 36.15; 27)
- Dos seus filhos (Pv 36.21, 28)
- Do seu marido (Pv 36.11-12, 23)
- De si mesma (Pv 36.22, 25, 26)

Por fim, pegando emprestado o texto de Esdras 10.4c, fazemos a seguinte exortação: Mulher de Deus; “...Sê forte e age!”

quinta-feira, 2 de julho de 2009




SIMBOLOS DA PEDOFILIA - FIQUE ATENTO!!!

O FBI produziu um relatório em Janeiro sobre pedofilia. Nele estão colocados uma serie de símbolos usados pelos pedófilos para se identificar.
Os símbolos são, sempre, compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma maior identifica o adulto, a menor a criança.
A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores. Homens são triângulos, mulheres corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes,...) entre outros objetos.




Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações recolhidas pelo FBI durantes as suas investigações. A idéia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo. Infelizmente, é o design gráfico ao serviço do mal.
SE VC VER EM ALGUM CANTO , DENUNCIE!!!!!!!!!

quarta-feira, 1 de julho de 2009


Mulheres vivendo uma geração profética
Esse será um tempo de Deus para as mulheres dessa geração profética, no qual Ele mesmo revelará os mistérios do Seu coração, e tudo quanto Ele disser será muito forte. Nesta geração fomos privilegiados, pois o Todo Poderoso nos entregou em nossas mãos uma liderança, para capacitação dos santos, valorizando a vida das mulheres.
Muitas mulheres deixaram de ser religiosas e passaram a servir a Deus com seus talentos e dons. Por serem mais sensíveis à voz do Espírito e disponíveis na causa do Senhor, elas estão sendo destacadas por conquistarem novos territórios, alargarem suas tendas e ampliarem os seus espaços (Is. 54:1-3). À medida que as mulheres crescem espiritualmente, o Senhor as usará mais ainda.
Nós mulheres vamos apresentar as nossas razões diante de Deus. (Is. 43:26). Deus vai assumir nossa causa, pleitear por nós e nos dar a vitória. Ele é fiel para cumprir a Sua promessa e o Seu propósito em nossas vidas; porque Ele não é um homem para que minta. A palavra diz e autentica que as bênçãos do Senhor virão e apegar-se-ão a nós, sem nenhum acréscimo de dor. (Pv. 10:22 / Hb. 10:23).
É maravilhoso saber como Deus escolhe as coisas ainda que sejam simples para confundir os sábios. Muitas obras do Senhor foram feitas por mulheres de Deus a fim de cumprir o propósito do seu Reino.
Vivemos dias altamente tenebrosos pela pressão e opressão do próprio século, guiados por Lúcifer e suas organizações demoníacas, onde o pecado está cada vez mais levando vidas para o abismo; Deus com a sua infinita graça, poder, misericórdia, e grande glória tem separado para si um exército que não se atrapalha na sua função sacerdotal. Ele tem levantado um batalhão de sacerdotisas do Senhor para militarem por sua causa; verdadeiros soldados do Reino, com vidas irrepreensíveis, para saquearem o inferno, tirando dali almas perdidas e transportando para o Reino do Filho do seu Amor a fim de engrossar às fileiras dos céus (Cl. 1:13).
Mulheres talentosas cheias do Espírito Santo, com mentes renovadas, exalando o bom perfume de Cristo. Estas mulheres precisam ser reconhecidas não pelo que elas fazem ou deixam de fazer, mas pelo que elas representam e conquistaram no Reino do Espírito, mulheres valorosas, cheias de garras que reconhecem e que já receberam o cetro da autoridade para governar no meio dos inimigos (Sl 110:2). Essas mulheres são consideradas FILHAS DE SARA, por serem submissas, crentes em Cristo Jesus e cônscias dos seus afazeres, cumprindo o propósito pelo qual foram chamadas, fielmente levando a preciosa semente, e por certo voltará trazendo com sigo os seus molhos. (Sl 126)
Mulheres! Avancemos enquanto é dia e ainda sendo fortes, venceremos o Maligno.
Na visão celular recebemos um impulso para galgarmos territórios maiores ainda. Foi extremamente difícil esta conquista de novos territórios; porque as mulheres viviam debaixo de estereotipo, onde até mesmo em alguns lares os maridos não valorizavam os ministérios e a unção sacerdotal que repensavam sobre elas. A visão nos ajudou a ampliar este entendimento e nos trouxe níveis de resgates:
1) Libertação da Alma
Nos proporcionou uma mente nova, totalmente destraumatizada, onde havia influências e ingerências demoníacas que amarravam o avanço do tão importante papel da mulher na sociedade eclesial. Essa libertação foi um resgate que nos ajudou a ser líderes de multidões, no discipulado consciente e aprofundado, sem nenhuma dívida de relacionamento,pois não há mais nenhum tipo de prisão na nossa alma. (Jo 8:36 / Naum 1:7-9 / Is.61:1-3 / Lc 4:18-19).
2) A cura dos Traumas Emocionais
As mulheres por serem mais sensíveis, desde mais tenra infância tem recebido ataques do inimigo para serem usadas como figuras de sensualidade ficando escravizadas suas mentes e sentimentos,por amarras que são difíceis de serem rompidas.Pelo poder da Cruz do Calvário não existe enfermidade que não tenha remédio, Jesus,é o remédio para toda a humanidade.Ainda que algumas mulheres tenham sido marcadas na tenra infância até a fase adulta, há uma cura específica para cada faixa etária,que quando se manifesta este milagre, romperão numa desenvoltura e mostrarão uma capacidade na sua liderança e viverão realizadas como pessoa, mulher, mãe e esposa;respondendo no nível sacerdotal ministrando cura e libertação aos oprimidos e cativos do Diabo, trazendo as revelações mais profundas do Ministério das Filhas de Sara. (At 10:38; Pe 3:9).
3) Restituídas no Crédito Profético Jl 2:28
No século onde tantas vozes são confusas, autoritarismo, prepotência, orgulho, vaidade, tanta manifestação das obras da carne; Deus tem erguido uma geração de mulheres santas, que não se vendem, não se dobram, e não se misturam com as iguarias de Baal, com uma unção e caráter inegociável (I Jo 2:20,27). O Senhor restaurou a voz profética nos fazendo como verdadeiros Shofhas para emudecer os ecos tenebrosos soprados pelos comprometidos inimigos (Is 58:1 e 58:8-12).
Você mulher foi chamada nesta geração para esta geração. Faça valer os requisitos da visão, pois a promessa que Deus fez a Abraão só se cumpriu quando Deus convenceu a Sara do seu papel de esposa para cumprir o propósito da conquista de um povo. Pois Abraão tinha a promessa, mas Sara tinha o útero, e nada é gerado fora do útero.
A promessa de Deus não tem isolamento familiar. Tome posse de seu papel e da sua função, conquistando essa geração debaixo de unção profética.

Tantas coisas para fazer...

Nós mulheres temos muitas coisas para fazer e pensar, quando solteira nos preocupamos com os estudos, carreira, família e namorado, quando casada carreira, com marido e filhos, contas a pagar, fora as preocupações básicas como peso, cabelo, etc.

Analisando a historia de Marta e Maria (Lucas 11), percebemos que nossas preocupações estão "erradas", ou até mesmo, que estamos desequilibradas na medida com a qual nos preocupamos.

Nessa história, Jesus estava caminhando com seus discípulos até chegarem a casa de Marta. Como Marta tinha muitos afazeres, sua irmã Maria ficou aos pés de Jesus, ouvindo sua palavra. Marta não gostou da atitude de sua irmã e pede ajuda pra Jesus.

Observem a resposta de Jesus: "Marta, Marta!!! Você esta preocupada e inquieta com muitas coisas; todavia apenas uma é necessária. Maria escolheu boa parte e isso não lhe será tirada."

As coisas que Marta fazia eram importantes, porém não eram necessárias para o momento.

Qual tem sido nossa preocupação, com que estamos inquietas?

Se Jesus nos encontrasse hoje, de carne e osso, como nós estaríamos? Será que perceberíamos sua presença, será que daríamos tempo de parar para ouvi-lo? Afinal de contas, temos tantas coisas para fazer.

Tem um texto ainda em Lucas, que eu gosto demais, diz assim; "...não se preocupem com sua própria vida, quanto o que comer, nem com seu corpo, quanto o que vestir...observem os lírios eles não trabalham nem tecem, contudo, eu lhes digo que nem Salomão, nem todo o seu esplendor, vestiu-se se como um deles..." disse Jesus.

Que tal ter a mesma atitude de Maria, ainda hoje, vamos deixar as preocupações de lado e entender que apenas uma coisa é necessária, ficar aos pés de Jesus, ouvindo sua palavra.

Que nesse tempo Jesus encontre em nós, mulheres com esse coração, que saibam ouvi-lo e que fiquem aos seus pés, mulheres dependentes de Deus, mulheres cheias de graça e sabedoria, que toque nossa geração.

"OS TEUS OLHOS ME PERTURBAM!"

"Desvia de mim os teus olhos porque eles me perturbam." Cantares 6:6

É Cristo quem nos diz estas palavras.
Encontramos esta frase no livro de Cantares, que é uma canção de amor. Não é apenas uma coletânea de cantigas compostas por Salomão, mas seu nome no original (Shir Hashirim) indica a grandeza deste cântico: "o mais excelente cântico". Portanto, não é um cântico qualquer, mas sim um cântico sublime, perfeito, é a canção de amor de Jesus para sua Igreja e da Noiva para o seu amado.

Estamos acostumados a cantar louvores e canções de adoração a Deus nas Igrejas, mas imagina Jesus cantando uma canção de amor para você! É isto o que acontece em Cantares, Jesus está declarando seu amor por sua Igreja em forma de canção, e a igreja somos eu e você.

No capítulo 6, vemos o amado dizendo essa frase para sua amada: "desvia de mim os teus olhos porque eles me perturbam". O que Deus está nos dizendo neste versículo? A palavra perturbar usada neste versículo, no original, é a mesma usada no Sl 138.3 : “alentar”, que significa nutrir, sustentar, animar, encorajar, incentivar, entusiasmar...

Creio que Deus está nos dizendo que sempre que tiramos os nossos olhos das circunstâncias e colocamos nossos olhos nele, ELE SE PERTURBA, se apressa, se entusiasma, ganha força para agir em nosso favor e então ele move céus e terra por nós. Quando fixamos nosso olhar nele, estamos declarando nossa confiança nele e aqueles que confiam no Senhor não podem ser abalados, porque isto é promessa dele. Quando olhamos para o Senhor, ele se move, Ele sai do seu lugar para agir a nosso favor, em nossa defesa.

Imagina, Deus falando isso para você: "Ei, não me olha assim, porque assim você abala as minhas estruturas, assim você me tira do lugar...!" Isto é tremendo não é? O Senhor é sempre atraído pelo olhar da sua Igreja. Quando olhamos para ele, surge no coração dele um desejo urgente de nos responder, de responder ao nosso anseio.

Você já parou para pensar em que ou em quem você tem prestado mais atenção? Em que você está prestando atenção agora? E nas horas das crises, onde você fixa o teu olhar? Você tem prestado mais atenção ao que as circunstâncias te dizem, ao que os homens te dizem ou ao que Deus te diz na sua Palavra? Onde teus olhos estão postos? Você tem se sentido fraco, abatido, parece que as coisas não acontecem? Em que ou em quem você tem prestado atenção? A quem tem dedicado a tua atenção?

"OS TEUS OLHOS ME PERTURBAM!"

"Desvia de mim os teus olhos porque eles me perturbam." Cantares 6:6

É Cristo quem nos diz estas palavras.
Encontramos esta frase no livro de Cantares, que é uma canção de amor. Não é apenas uma coletânea de cantigas compostas por Salomão, mas seu nome no original (Shir Hashirim) indica a grandeza deste cântico: "o mais excelente cântico". Portanto, não é um cântico qualquer, mas sim um cântico sublime, perfeito, é a canção de amor de Jesus para sua Igreja e da Noiva para o seu amado.

Estamos acostumados a cantar louvores e canções de adoração a Deus nas Igrejas, mas imagina Jesus cantando uma canção de amor para você! É isto o que acontece em Cantares, Jesus está declarando seu amor por sua Igreja em forma de canção, e a igreja somos eu e você.

No capítulo 6, vemos o amado dizendo essa frase para sua amada: "desvia de mim os teus olhos porque eles me perturbam". O que Deus está nos dizendo neste versículo? A palavra perturbar usada neste versículo, no original, é a mesma usada no Sl 138.3 : “alentar”, que significa nutrir, sustentar, animar, encorajar, incentivar, entusiasmar...

Creio que Deus está nos dizendo que sempre que tiramos os nossos olhos das circunstâncias e colocamos nossos olhos nele, ELE SE PERTURBA, se apressa, se entusiasma, ganha força para agir em nosso favor e então ele move céus e terra por nós. Quando fixamos nosso olhar nele, estamos declarando nossa confiança nele e aqueles que confiam no Senhor não podem ser abalados, porque isto é promessa dele. Quando olhamos para o Senhor, ele se move, Ele sai do seu lugar para agir a nosso favor, em nossa defesa.

Imagina, Deus falando isso para você: "Ei, não me olha assim, porque assim você abala as minhas estruturas, assim você me tira do lugar...!" Isto é tremendo não é? O Senhor é sempre atraído pelo olhar da sua Igreja. Quando olhamos para ele, surge no coração dele um desejo urgente de nos responder, de responder ao nosso anseio.

Você já parou para pensar em que ou em quem você tem prestado mais atenção? Em que você está prestando atenção agora? E nas horas das crises, onde você fixa o teu olhar? Você tem prestado mais atenção ao que as circunstâncias te dizem, ao que os homens te dizem ou ao que Deus te diz na sua Palavra? Onde teus olhos estão postos? Você tem se sentido fraco, abatido, parece que as coisas não acontecem? Em que ou em quem você tem prestado atenção? A quem tem dedicado a tua atenção?

O Senhor nos diz em Provérbios: "Atentai para as minhas palavras!" Ou seja, preste atenção na minha Palavra, preste atenção em mim! Olhe pra mim! Não olhe o que está à tua volta, eu sou a solução para o teu problema.

Aprenda a viver de acordo com a nova vida que Jesus conquistou para você. E você pode viver com os olhos fixos nele. Satanás tenta desviar nossa atenção, mas ele não precisa conseguir isso, você pode derrotá-lo, Deus já lhe deu autoridade pra isso. Experimente colocar teus olhos em Deus em cada situação.

Que você cresça, cada vez mais no conhecimento de Deus e na intimidade com o teu amado. Que você se torne cada vez mais irresistível para Deus, a ponto de tirá-lo do lugar para agir a teu favor. Não desvie teu olhar dele, não tire Jesus do teu foco. Os olhos da Noiva são para o Noivo. Que o Senhor tenha sempre a oportunidade de lhe dizer: teus olhos me perturbam!
(por Josiany Maia e Cláudia Sunshine)

"A vossa palavra seja sempre com graça, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um" Cl 4:6

A Bíblia nos ensina que devemos dosar e medir o que falamos. No muito falar vêm as palavras tolas. A nossa palavra deve ser temperada, sempre analisada antes de sair de nossa boca. Nossa língua tem o poder de destruir os sonhos de um amigo, tem o poder de entristecer o coração de alguém a ponto de causar-lhe sérios danos psicológicos e complexos terríveis pelo resto da vida. A nossa língua revela mais do que pensamos a respeito de nós mesmas. Quase sempre achamos que estamos com a razão, que somos boas o suficiente para dizermos aos outros o que bem queremos, mas isto não é verdade, e mesmo que fosse, não temos o direito de achar que somos mais sábias que os outros: Pv. 3-7 “Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.”

A Bíblia nos dá uma receita de equilíbrio, através da forma como Jesus se dirigia a qualquer um que se aproximasse dele. Ele sempre tinha em sua boca uma palavra de amor e edificação. Jesus cuidava das pessoas, ministrava amor e cura a todos que vinham até Ele. Cristo jamais diminuiu alguém com algum comentário pessoal, nem apontou esse ou aquele defeito de alguém, como muitas de nós fazemos sem o menor remorso. O pior é que e mesmo percebendo que magoamos nosso irmão, não pedimos perdão depois, deixamos pra lá. Muitas pessoas sentem grande prazer em fazer críticas aos outros, acusam ou apontam suas falhas como se aquilo fosse a sua razão de viver. Como podemos receber as bênçãos que tanto pedimos a Deus, se cometemos esta falha horrível contra aqueles com quem convivemos?

Cada vez que entristecemos o coração de alguém com algum comentário, seja ele qual for, acertamos em cheio o coração de Deus também. 1 Pe 3:10 “Mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal.” Quer um conselho? vá atrás de alguém a quem já magoou com suas palavras e conserte isto o quanto antes. Alegre o coração de Deus com essa atitude nobre.

“Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem digas diante do anjo que foi erro; por que razão se iraria Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos?” Ec 5:6

“Porque quem quer amar a vida, e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, E os seus lábios não falem engano” 1Pe 3:8

"Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta." Mt 5:23
TUDO COMEÇA NO FIM
Todas as vezes que o diabo disse a alguém: É o Fim! Se na verdade era apenas o começo dos maiores dias das maiores vitórias...Vejamos:
O diabo disse a José do Egito na cisterna do deserto.''É o Fim' e Deus disse :É o começo josé ,O governo do Egito te espera.
O diabo disse para Moisés no deserto de Sim :É o Fim! E Deus disse: é o começo .Transformar-te-ei no libertador do meu povo.
O diabo disse a Ester no tempo da escravidão: É o Fim. E Deus disse: É o começo.Transformar-te -ei na rainha dos Medas e Persas .
O diabo disse a Sadraque , Mesaque e Abednego na fornalha: É o Fim. E Deus disse :É o começo.Vocês serão grandes governadores da Babilônia.
O diabo disse a Daniel na cova dos leões: É o Fim. E Deus disse: É o começo .Sua história mudará o mundo.
O diabo disse a Jonas na barriga do peixe: É o Fim. E Deus disse: É o começo. Nínive será salva através da tua pregação.
O diabo disse a João na ilha de Pátmos: É o Fim. E Deus disse: É o começo. Você escreverá o Apocalipse.
O diabo disse a Jesus ,morto na cruz: É o Fim. E Deus disse: É o começo. Todo o poder no céu e na terra, entrego nas tuas mãos .
O diabo diz para o crente no momento das maiores lutas e provações: É o Fim. Mas Deus diz:Não temas pois eu estou contigo para te livrar e te guardar e exaltar o meu nome através da tua vida .o diabo não tem poder para decretar o fim de nenhum dos eleitos de Deus... É apenas o começo !!!
O sofrimento não é o Fim ,mas o começo para todos os que crêem.
Aleluia !!! O meu Deus é Fiel independente do que eu seja
QUANDO ME AMEI
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Cuidado com o espírito de Jezabel!!!

Cuidado com o espírito de Jezabel!!!
Pare e pense!

“ Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos. “ ( Apc.2:20)
Tive um sonho muito interessante semana passada que quero compartilhar com você. “Eu me encontrava em um acampamento e via no terceiro andar de suas instalações, bem no topo, uma mulher muito bonita. Ela estava acompanhada de uma banda e cantava chamando a atenção de todos presentes. No sonho, era claro que neste acampamento estava a igreja de Jesus; Em cada quarto se encontrava uma igreja. Muitos se admiravam com a apresentação desta mulher, ela enfeitiçava, fascinava. Porém o detalhe é que ela estava nua e seduzia os seus admiradores. No sonho, eu comentava com uma amiga: ” Que estranho, esta mulher diz estar louvando a Deus, mas ela está nua.” E pensava: ” Ela chama atenção só pra si, e tira a atenção da adoração à Deus.” Acordei em minha mente com a palavra: JEZABEL.
Senti um forte espírito de intercessão pela igreja do Senhor Jesus e muito temor pelo nosso ministério. Pedi ao Senhor que nos livre de todo engano e liberte a sua igreja!
nosso ministério. Pedi ao Senhor que nos livre deste engano e liberte a sua igreja!
Biblicamente falando, o espírito de Jezabel simboliza: – Prostituição espiritual; – Adoração aos deuses desse mundo; – Rebeldia/ Insubmissão; – Perseguição aos profetas de Deus; – Anseio pelo poder.
Querida(o), Jesus condenou este espírito em sua igreja, vamos juntos contra ele e glorificar nosso amado Jesus. Só Ele merece a nossa adoração!
Abração e até a próxima!
Resumo (Atuação do Espírito de Jezabel em nossos dias):
(1) Amar mais a promessa, que o Deus que fez a promessa; (2) Se corromper pelo amor ao dinheiro (I Tm.6:10); (3) valorizar mais os dons (TER PROJEÇÃo E PODER), DO que a pessoa de jesus; (4) amar mais o seu bem estar, do que obedecer a palavra; (5) TER UM CORAÇÃO INGRATO e se AFASTAR DA ADORAÇÃO; (6) TER RAIVA DO PROFETA DE DEUS. Pr.Mailsa

segunda-feira, 29 de junho de 2009


O Ministério de Mulheres visa alcançar o maior número de mulheres aos pés do Senhor Jesus Cristo e, submissas à Sua verdade, que floresçam em seus lares, como mulheres de Deus, virtuosas, brilhando em meio a uma sociedade sem luz, sendo uma bênção para sua família.
OS 10 MANDAMENTOS DA FAMÍLIA
Faça de Jesus um hóspede do seu lar
Crie um ambiente de amor e paz.
Reserve momentos e lazer com a família.
Separe tempo para o diálogo.
Seja orientador, especialmente nos momentos díficies.
Dê bons exemplos.
Respeite as opniões contrarias as suas.
Partilhe os sentimentos e saiba ouvir.
Peça perdão e perdoe de coração.
Mantenha sempre bem humorado.
Pequenas coisas podem edificar ou destruir
Capítulo 1 - Livro "O que não é para sempre"
Ela era uma rainha, alguém muito importante, um referencial para tantos, um ícone de competência. Mas de repente, seu marido começa a se comportar dum modo insuportável, deprimente, e a bela rainha resolve “chutar o balde”. Foi como se ela tivesse rasgado suas vestes reais, atirado para longe a sua coroa, fincando uma espada sobre o trono que só lhe dava trabalho.

Imagino que Vasti, a rainha que antecedeu a Ester, foi alguém mais ou menos assim: uma pessoa como outra qualquer, capaz de jogar tudo pro alto quando se sentiu tiranizada, aborrecida por um incômodo pedido de seu marido, o rei Assuero:

Ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete eunucos que serviam na presença do rei Assuero, que introduzissem à presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a formosura dela, pois era em extremo formosa. Porém a rainha Vasti recusou vir por intermédio dos eunucos, segundo a palavra do rei; pelo que o rei muito se enfureceu e se inflamou de ira(...) Então, disse Memucã na presença do rei e dos príncipes: A rainha Vasti não somente ofendeu ao rei, mas também a todos os príncipes e a todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero. Porque a notícia do que fez a rainha chegará a todas as mulheres, de modo que desprezarão a seu marido, quando ouvirem dizer: Mandou o rei Assuero que introduzissemà sua presença a rainha Vasti, porém ela não foi. Hoje mesmo, as pequenas coisas podem edificar ou destruir princesas da Pérsia e da Média, ao ouvirem o que fez a rainha, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei; e haverá daí muito desprezo e indignação (Et 1:10-12; 16-18).

E foi deste modo que a mulher mais conceituada de todo um reino, perdeu sua posição de estimada rainha. Independentemente de Vasti ter ou não razão ao decidir não acatar o pedido do marido, ela acabou perdendo a sua nobreza, a sua majestade perante todo um reino.

É sobre isso que quero falar com você nas próximas páginas porque, de algum modo, somos majestades em nossas casas, levamos em nossos ombros a nobre insígnia que nos concede o poder de sermos mãe, esposa e mulher. E o que é ser mulher, esposa e mãe? É ser sensível, racional, perspicaz, hábil, compassiva, corajosa, ou seja, é ser tudo isso dum modo majestoso num lugar chamado lar. Para isso fomos chamadas por Deus. Mas ainda que decidir seja um direito nosso, é nesse ato que decretamos não apenas o nosso futuro, como o de muitos outros que não tiram os olhos do que dizemos e sonhamos. Pois nesse reino onde a mulher é a rainha, há pessoas sagradas que nos chamam de mãe esperando sempre, incondicionalmente, o nosso melhor.

Mas como dar o melhor de si quando o marido, em sua posição de rei, age insensivelmente, arrogante e até prepotente? Como amar alguém que se comporta mal? Aliás, ele deve ser amado? Numa hora dessas o marido não é tido como amigo, amado ou querido, ele é na verdade um inoportuno, um inconveniente, alguém que surge para tirar o sossego, porque tudo o que ele faz ou diz soa inapropriado. Pelo menos é o que acha a Rainha do Lar quando não consegue se entender com o rei da casa.

Contudo, se nessas horas pudéssemos dar uma brecada no tempo para observarmos a linha que une o passado ao presente, descobriríamos que houve um motivo para o casamento. No entanto, em algum momento o motivo ficou confuso e se perdeu. Mas ele ainda está lá, desorientado no mundo dos sentimentos, escondido num lugar secreto do coração. Digo isso porque o motivo chamado amor não pode morrer, ninguém, nenhuma
circunstância ruim é capaz de matar o imortal. Ele pode estar camuflado, perdido, aterrorizado, mas jamais morto:

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba (1 Co 13:4-8).

Sentir raiva, medo, vergonha, insegurança tem sido comum em muitos relacionamentos, contudo, ninguém pode se deixar levar pelo sentir. O aluno pode ter medo na hora de fazer uma prova difícil, mas isso não significa que ele deva deixar de fazê-la ou de continuar nos estudos caso não tire boa nota. A persistênciaé o segredo daqueles que conseguem atingir grandes alvos.

Vasti não sentiu vontade de atender a um pedido do rei. Às vezes, não sentimos vontade de perdoar, de ser gentil ou, simplesmente, não sentimos vontade de preparar o jantar para o marido que logo chegará faminto do trabalho. Então, porque não sentimos o desejo de fazer algo necessário, não faremos? Se estou com raiva e tenho vontade de gritar com meu marido, devo fazê-lo? Nestes casos, onde está o domínio próprio?

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gl 5:22-23).

De acordo com a Palavra de Deus, a mulher sábia edifica a sua casa, ou seja, ela cria virtudes em seu lar. A rainha Vasti estava, de certa forma, desafiando o rei quando recusou estar com ele e seus convidados. Alguém agora pode pensar: Mas o rei estava bêbado, todos os seus convidados estavam embriagados, ela fez muito bem em não ir! De fato ele estava bêbado, mas ele a queria por perto porque se orgulhava de ter uma linda esposa, Assuero a considerava a ponto de achar que todos os príncipes presentes sentiriam inveja dele quando a vissem. A verdade é que mesmo embriagado ele continuava sendo o seu marido, ainda que bêbado, ele a admirava. Mas Vasti não parou para pensar no assunto, nos rumores e conseqüências de sua atitude, apenas disse que não iria.

Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar (Tg 1:19).

Esta passagem bíblica é referida tanto a homens como a mulheres, entretanto, algumas mulheres ficam com a língua demasiadamente afiada quando estão zangadas, explodem e quando se dão conta das coisas que falaram, já causaram estragos demais. E a Palavra dita na hora errada é como um veneno introduzido na alma, mas pronunciada do modo certo e em tempo oportuno, evitará contendas e trará paz.

Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo (Pv 25:11).

A verdade é que a rainha Vasti fez o que tinha de fazer, organizou um banquete com todas as pompas necessárias, fez o que podia e sabia fazer e nada mais. Nada além das suas possibilidades. Quando realizamos algo que está dentro das nossas possibilidades, não estamos fazendo nada de incrível ou de excelente, estamos fazendo o que podemos, e não foi para isso que Deus nos chamou. O Senhor nos chamou para darmos o melhor, a excelência do que somos como pessoa, mas ninguém chega a este âmbito da vida sem trilhar o caminho da obediência, e obedecer a Deus significa por em prática o que a Sua Palavra diz:

Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados (Ef 4:29-32; 5:1).

Vasti tinha tudo para dar certo, seu próprio nome indica excelência, no entanto, ela perdeu o trono e tudo o que conquistara por tropeçar em seus sentimentos, por não pesar suas atitudes. Assim como Vasti, não são poucas as mulheres que têm perdido seu lugar de honra no lar por não atentarem para o que dizem ou fazem. Pequenas coisas podem edificar ou destruir, tudo depende de nossas escolhas.

Superando a si mesma (Parte I)
Capítulo 2 - Livro "O que não é para sempre"
Quando uma mulher supera a si mesma? Vasti, poderia ter se superado, mas por que não o fez? Uma pessoa só consegue superar seus limites quando coloca de lado a própria vontade, o “eu”, o desejo de reagir de acordo com as circunstâncias.

Imagine que você tenha um machucado, um ferimento, e alguém vai lá esbarra nele, sua reação imediata será reagir em defesa de si mesma, reclamando ou até insultando a pessoa que esbarrou no local de sua dor. O orgulho ferido dói, a decepção é imensamente dolorosa, a frustração, ter de lidar com o insulto ou com a falta de consideração, são situações que afligem e amarguram. Portanto, saber estar acima destas coisas é superar a si mesmo, é ter uma visão ampliada acerca das circunstâncias.

Imagino porque a rainha Vasti não atendeu a ordem do rei Assuero, ela deve ter pensado no marido e em todos os seus aliados bêbados, embriagados a ponto de mal conseguirem ficar de pé. Sendo assim, ela tinha todo o direito de recusar aparecer, afinal, o próprio Assuero fez questão de deixar que o vinho fosse servido de acordo com a vontade de seus convidados.

Dava-se-lhes de beber em vasos de ouro, vasos de várias espécies, e havia muito vinho real, graças à generosidade do rei. Bebiam sem constrangimento, como estava prescrito, pois o rei havia ordenado a todos os oficiais da sua casa que fizessem segundo a vontade de cada um (Et 1: 7,8).

Naturalmente que Assuero não estava agindo com sensatez, e sua esposa achou por bem dar uma resposta a altura. Mas a posição ocupada por Vasti diante de todo um reino, não lhe permitia aquela resposta: Não, eu não vou! Ela deveria ter ido até ele, independente de sua bebedeira, humor ou qualquer outra coisa. Sua replica repercutiu entre imponentes e importantes amigos do rei, se fosse nos dias de hoje a atitude da rainha sairia em tudo quanto é revista e jornais:

A rainha Vasti não somente ofendeu ao rei, mas também a todos os príncipes e a todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero. Porque a notícia do que fez a rainha chegará a todas as mulheres, de modo que desprezarão a seu marido (...) Hoje mesmo, as princesas da Pérsia e da Média, ao ouvirem o que fez a rainha, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei; e haverá daí muito desprezo e indignação (Et 1: 16,17,18).

A confusão estava armada e não havia mais nada que Vasti pudesse fazer.
Nos dias de hoje não é tão diferente. É fácil ser uma boa esposa se o marido for bondoso, leal, cortês, uma pessoa que sabe ouvir e compreender. Mas e quando ele chega em casa “atravessado”, tão ranzinza e mal-humorado que o tempo fecha quando ele se coloca porta-adentro. A esposa tenta puxar conversa, saber o que está acontecendo, e ele se tranca ainda mais. Então todos os sensores da mulher entram em ação e, após algum tempo neste tipo de convívio ela diz: QUERO O DIVÓRCIO!

De forma alguma é desta forma que se mantém um lar, uma família. Nesses momentos vale lembrarmos o quanto o amor está além do mero sentir, ele é uma questão de atitude, de decisão, não de emoção. Nossas emoções aguçadas pelas circunstâncias tendem a nos enganar.

A real expressão do amor vemos descrita em 1 Coríntios 13:

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (1 Co 13: 4-7).

Vasti não quis ir até Assuero, embora ele a estivesse chamando. O marido irritado após um dia de trabalho enfadonho, pode não expressar muita gentileza, ao contrário, pode ser até bem arredio, contudo, ele quer que sua esposa o aceite, fique ao seu lado, embora às vezes nem transmita esse desejo em palavras. Uma guerra silenciosa se inicia dentro de casa e começam os ferimentos: orgulho ferido, coração despedaçado, e dói a chateação, a incompreensão, até que chegam a uma completa falta de comunicação. Faltou entre o rei Assuero e a rainha Vasti, uma adequada comunicação.

É importante lembrarmos que em todos os casamentos os vales existem, são perturbadores, e possuem vários nomes: pode ser a falta de dinheiro; um desentendimento no trabalho; uma doença; ansiedades; preocupações, e a própria tentação. Mas, se nesses momentos de vale, a mulher deixa de lado o marido, achando que no fundo é isso mesmo que ele quer, ela abre mão de lutar por sua família, pelo homem a qual disse que amaria na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza.

A Palavra de Deus afirma: A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba (Pv 14: 1). E o quando uma pessoa é sábia?



Superando a si mesma (Parte II)
Capítulo 2 - Livro "O que não é para sempre"

Quem é como o sábio? E quem sabe a interpretação das coisas? A sabedoria do homem faz reluzir o seu rosto, e muda-se a dureza da sua face (Ec 8: 1).

O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro (Pv 14: 16).

O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia (Pv 15: 14).

O sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber. O coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios (Pv 16: 14 e 21).

A Palavra de Deus nos mostra que a pessoa sábia é, antes de tudo prudente no falar. É alguém com habilidade suficiente para não se deixar levar pelas emoções e ir dizendo tudo que lhe vem à tona. Entretanto, será impossível adquirir sabedoria sem antes obter o temor do Senhor:

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre (Sl 111: 10).

Esse temor é o desejo de honrar a Deus acima de todas as coisas, é querer manter um pacto, um compromisso com Ele ante todas as adversidades. Temer ao Senhor é amar os Seus princípios e, deste modo, cumprirmos a Sua vontade. E qual o desejo de Deus, de que forma cumprimos os Seus propósitos?

Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. (Mc 12: 30,31).

Não há ninguém mais próxima de uma mulher que seu marido. Portanto, devemos começar com ele a prática do amar ao próximo, independentemente das circunstâncias. O legado da esposa é o seu lar, é nele que habita o que ela possui de mais precioso. Podemos compará-lo a um reinado, onde nossas decisões influenciarão na vida das pessoas que mais amamos.

Vasti perdeu o seu reinado. O reinado aponta para um lugar de honra, de exaltação, e é exatamente isso que Deus deseja fazer em nossas vidas, nos honrar, nos elevar a alturas sublimes. Mas para que isso aconteça precisamos saber ouvir, esperar, e obedecer. Obedecer é fazer aquilo que o Senhor nos ensina com toda dedicação e prudência:

Todo prudente age com conhecimento, mas o tolo espraia a sua loucura (Pv 13: 16)
A mulher ferida
Capítulo 3 - Livro "O que não é para sempre"

Algumas mulheres depois de sofrerem certas desilusões, decepções, ficam como que machucadas na alma. O casamento torna-se um poço de ressentimento por causa do desgosto, da contrariedade, então ela resolve tratar do problema fazendo as coisas à sua maneira, embora diga que Deus está no controle. No intuito de vingança a esposa usa o nome de Deus a fim de “concertar” as coisas do seu jeito.

A pessoa magoada precisa urgentemente se submeter ao Senhor, d’outra forma não conseguirá enxergar a Sua orientação, não terá paz, tampouco resolverá o conflito, porque a mágoa conduz o indivíduo a ele mesmo, a autocomiseração, alimentando com avidez a humilhação, a vergonha, a raiva e, por fim, a depressão. Por pior que seja a ferida, não podemos nos deixar levar pela dor, mas pela vontade dAquele que disse:

Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos (Is 55: 8,9).

Há muitas mulheres talentosas, que conseguem ser excelentes donas de casa, boa mãe, mas não sabem ser amigas de seus maridos, porque o tempo todo relembram de algo ruim que ele fez ou, só consegue enxergar as falhas dele. Imagine se cada vez que tentássemos nos aproximar de Deus, Ele se lembrasse dos erros que cometemos no nosso dia-a-dia, se Ele remoesse as nossas falhas, com certeza não teríamos nenhuma comunhão com o Pai. Mas não é desse modo que Deus age conosco, ao contrário, a respeito dos nossos pecados Ele disse:

Porque serei misericordioso para com as suas iniqüidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais (Hb 8: 12).

Algumas esposas acham que enfrentar a adversidade significa deixar de lado a gentileza, a cordialidade, e passam a rebelar-se tornando-se áspera e inflexível, um tipo de mulher durona. No entanto, a Palavra de Deus exalta a mulher que sabe manter-se tranqüila, isso significa que ela possui domínio próprio:

Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus (1 Pe 3: 3,4).

Vasti soube preparar um exímio banquete, foi ótima em tudo que fez, mas não soube lidar com o marido. Ao desobedecer o rei ela o afrontou perante outros povos, visto que no banquete havia representantes de outros reinos. Algumas pessoas acham que fazendo o que querem estão se impondo ou impondo respeito, mas respeito ninguém impõe, ele se conquista através de atitudes integras, sensatas, bem pensadas. Foi como se a rainha tivesse batido com o pé no chão e dito: Não vou, pronto e acabou! Quantas vezes esposas se portam de modo obstinado, batendo o pé no chão para impor sua opinião, sua vontade. Mas não é assim que funciona um bom relacionamento, não é deste modo que se comporta uma esposa sábia e inteligente, capaz de compreender que obedecer não significa ser subjugada, de opinião irrelevante, de forma alguma!

A obediência é algo que sai do coração para apaziguar, ela não fica contradizendo porque sabe esperar a hora certa para Deus agir, é paciente porque crê acima de tudo na fidelidade do Senhor. Ela não economiza amor. A Bíblia nos ensina:

E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, (Cl 3: 23,24).

E o que é isso senão fazer as coisas com profundo e sincero amor. Entretanto, parece que algumas esposas se cansam de amar, então passam a cumprir deveres, não fazem mais nada por prazer. Arrumam a casa, cozinham, cuidam das crianças, dos filhos adolescentes e até vão a igreja com a família, mas o fazem mecanicamente. Mulheres que deixam de dar importância as pequenas coisas da vida passam a se sentir inúteis, vazias, e isso faz com que comecem a imaginar o quanto são infelizes.

Nem todos os nossos dias são tranqüilos, sossegados, em todas as épocas mulheres e homens de Deus foram afligidos, mas isso não pode roubar o significado da nossa vida. Por isso o salmista orou:

Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal (Sl 90: 15).

Precisamos entender que dias ruins, difíceis, não significam ausência de significado, ao contrário, nestes dias devemos aprender a dar sentido ao que fazemos, isso é desafiar a adversidade.

As tarefas de uma casa, embora nos pareçam monótonas, são essenciais para toda a família. Ainda que seja difícil suportar a rotina, precisamos manter-nos firmes, seguindo em frente, cientes da importância de tudo aquilo que fazemos. Deus quer que vejamos o nosso trabalho, mesmo aquele que nos parece monótono, sob a Sua perspectiva, o Seu ponto de vista. No Salmo 90, Deus nos dá exemplo de como devemos orar acerca dessas coisas:

E seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos (Sl 90: 17).

Confirmar é dar sentido, é dar veracidade, significado aquilo que fazemos. Trabalho insignificante é aquele que Deus não aprova, que não tem qualquer benefício aos que estão a nossa volta.

Embora o nome da rainha Vasti quisesse dizer excelência, ela não pôde nem chegar perto de tamanha sublimidade, porque não compreendeu que precisaria ser fiel ao seu compromisso e agir como rainha, mesmo que isso significasse fazer coisas chatas ou entediantes. É geralmente em momentos penosos, complicados, ou em meio a mesmice do dia-a-dia que nos elevamos, porque ficamos acima de nossa capacidade, dependentes de Deus, prontos para descobrir a beleza e grandeza das coisas que Ele tem preparado para aqueles que o amam.

Mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam (1 Co 2: 9).

O milagre que tocou a rainha Ester
Capítulo 4 - Livro "O que não é para sempre"

Providência de Deus é o assunto predominante do livro de Ester. A palavra, providência, vem do latim e quer dizer olhar para frente ou prever. O Deus que tudo prevê, planeja antecipadamente os Seus propósitos e nos prepara para que os realizemos. E foi exatamente esse milagre que tocou a rainha Ester, o milagre da providência.

É comum uma pessoa desejar tomar as rédeas de uma situação que não está dando certo, contudo, nem sempre sabemos que direção tomar. Nesses casos, quando não sabemos o que fazer, o melhor é esperar, porque toda decisão tomada sob o calor das emoções é precipitada.

Repare na vida da rainha Ester, ela já estava casada com o rei Assuero, quando teve de enfrentar sérios problemas que iam de encontro ao seu povo e, conseqüentemente, a ela mesma. Mas Ester não se desesperou, tampouco ficou arredia, ao contrário, ela foi tremendamente corajosa sabendo esperar a hora certa para agir; foi paciente, não se deixou levar pelo medo, ou por qualquer outro tipo de sentimento desanimador. Ester se manteve firma, crendo que Deus confirmaria a obra de suas mãos e proveria o que fosse necessário.

Muitas esposas hoje têm se precipitado na hora de falar e agir, quando a Bíblia nos ensina prudência nesses casos:

Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar (Tg 1: 19).

Lembrando que, o homem referido neste versículo diz respeito a ambos os sexos. Contudo, se uma mulher quer ser sábia deve tê-lo em mente o tempo todo. No caso da rainha Ester, ela sabia que teria de falar com o rei um assunto de extrema importância, no entanto, se dissesse na hora errada ou dum jeito inapropriado, perderia tudo o que havia conquistado até aquele momento.

Às vezes a esposa nem se dá conta do quanto já conquistou, porque possuir uma família é um bem inestimável, imprescindível, planejado pelo próprio Deus. Entretanto, algumas mulheres na hora do aperto, no instante em que o vendaval surge, tomam as rédeas da situação e esquecem de se aconselhar com o Senhor. Então começa a discórdia, a incompatibilidade, e os defeitos do outro surgem sob uma gigantesca lente de aumento chamada ponto de vista. E a mulher passa a criticar o marido, enxergando-o sob sua ótica, os defeitos e falhas dele ficam insuportáveis.

Note que a rainha Ester, ao se ver em apuros busca oração e só depois, seguindo a orientação de Deus, ela vai falar com o rei:

Então, disse Ester que respondessem a Mordecai: Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci. Então, se foi Mordecai e tudo fez segundo Ester lhe havia ordenado (Et 4: 15-17).
Ela primeiro se preparou, depois agiu. A esposa sábia prepara-se orando, refletindo na Palavra de Deus, prestando atenção aos conselhos do Senhor. A verdade é que a preparação de Ester se deu assim que ela entrou no palácio, quando ela disputou com outras mulheres a sua formosura:

E, chegando já a vez de cada moça, para vir ao rei Assuero, depois que fora feito a cada uma segundo a lei das mulheres, por doze meses (porque assim se cumpriam os dias das suas purificações, seis meses com óleo de mirra e seis meses com especiarias e com as coisas para a purificação das mulheres) (Et 2: 12).

Seis meses ela se ungiu com óleo de mirra, perfumes e ungüentos especiais usados na época para as mulheres. E mirra é um dos ingredientes do óleo da unção, é usado como perfume, é usado para purificação. Quero fazer uma analogia a essa beleza, bem como a todo tratamento que ela obteve, atentando para o que disse o apóstolo Pedro:

Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus (1 Pe 3: 3,4).

A unção do Senhor nos dá esse espírito manso e tranqüilo, então nossas ações, as palavras que saem da nossa boca, surgem como perfume agradável, capaz de dar enorme prazer ao nosso cônjuge, a toda a nossa família. Contudo, para que isso aconteça, precisamos ser, antes de tudo, imitadores de Cristo:

Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave (Ef 5: 1,2).

Esse é o conselho que a Bíblia nos dá, é o caminho para que toquemos no milagre chamado, Providência de Deus.

Repare que Ester foi sábia o suficiente para não tentar controlar por si mesma a situação, antes deixou Deus cuidar de tudo, com isso ela foi o canal abençoador de todo o povo hebreu.

Ao terceiro dia, Ester se aprontou com seus trajes reais e se pôs no pátio interior da casa do rei, defronte da residência do rei; o rei estava assentado no seu trono real fronteiro à porta da residência. Quando o rei viu a rainha Ester parada no pátio, alcançou ela favor perante ele; estendeu o rei para Ester o cetro de ouro que tinha na mão; Ester se chegou e tocou a ponta do cetro. Então, lhe disse o rei: Que é o que tens, rainha Ester, ou qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará. (Et 5: 1-3).

O mesmo Deus que cuidou da causa da rainha Ester, trata da nossa causa. Precisamos apenas crer que Ele providenciará tudo aquilo que ainda não conseguimos ver, olhando à frente, para os propósitos dEle.

O que faz a diferença
Capítulo 5 - Livro "O que não é para
sempre"

O que aconteceu na vida de Ester para que ela fosse diferente de Vasti, a rainha que a antecedeu? Por que ela foi notada de modo tão especial pelo rei? Afinal, todas aquelas mulheres tinham em comum a beleza e receberam o mesmo tipo de tratamento antes de serem apresentadas ao rei Assuero. Mas Ester possuía um diferencial, uma marca invisível que a fazia notória, um brilho que não se pode esconder, pois faz parte da pessoa que possui em sua alma a essência de seu Senhor:

Ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz (Lc 8: 16).

A unção de Deus na nossa vida nos causa esse brilho, essa marca, capaz de refletir em nós virtudes que aperfeiçoam o nosso caráter. O apóstolo Paulo chamou a essas virtudes de frutos Espírito:

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei (Gl 5: 22,23).

Lendo o livro de Ester observamos que ela se utilizou destas virtudes em varias ocasiões durante o seu casamento com o rei Assuero, entretanto, precisamos destacar o seu autocontrole, mansidão, disposição de ânimo, bondade e amor, ao fazer com que o rei libertasse o seu povo da trama maligna arquitetada por Hamã. Note com atenção alguns trechos da história:


Quando o rei viu a rainha Ester parada no pátio, alcançou ela favor perante ele; estendeu o rei para Ester o cetro de ouro que tinha na mão; Ester se chegou e tocou a ponta do cetro. Então, lhe disse o rei: Que é o que tens, rainha Ester, ou qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará. Respondeu Ester: Se bem te parecer, venha o rei e Hamã, hoje, ao banquete que eu preparei ao rei. Então, disse o rei: Fazei apressar a Hamã, para que atendamos ao que Ester deseja. Vindo, pois, o rei e Hamã ao banquete que Ester havia preparado, disse o rei a Ester, no banquete do vinho: Qual é a tua petição? E se te dará. Que desejas? Cumprir-se-á, ainda que seja metade do reino. Então, respondeu Ester e disse: Minha petição e desejo são o seguinte: se achei favor perante o rei, e se bem parecer ao rei conceder-me a petição e cumprir o meu desejo, venha o rei com Hamã ao banquete que lhes hei de preparar amanhã, e, então, farei segundo o rei me concede. Então, saiu Hamã, naquele dia, alegre e de bom ânimo; quando viu, porém, Mordecai à porta do rei e que não se levantara, nem se movera diante dele, então, se encheu de furor contra Mordecai (Et 5: 2-9;).

Disse mais Hamã: A própria rainha Ester a ninguém fez vir com o rei ao banquete que tinha preparado, senão a mim; e também para amanhã estou convidado por ela, juntamente com o rei. Porém tudo isto não me satisfaz, enquanto vir o judeu Mordecai assentado à porta do rei. Então, lhe disse Zeres, sua mulher, e todos os seus amigos: Faça-se uma forca de cinqüenta côvados de altura, e, pela manhã, dize ao rei que nela enforquem Mordecai; então, entra alegre com o rei ao banquete. A sugestão foi bem aceita por Hamã, que mandou levantar a forca (Et 5: 12-14).

Então, respondeu a rainha Ester e disse: Se perante ti, ó rei, achei favor, e se bem parecer ao rei, dê-se-me por minha petição a minha vida, e, pelo meu desejo, a vida do meu povo. Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem e aniquilarem de vez; se ainda como servos e como servas nos tivessem vendido, calar-me-ia, porque o inimigo não merece que eu moleste o rei. Então, falou o rei Assuero e disse à rainha Ester: Quem é esse e onde está esse cujo coração o instigou a fazer assim? Respondeu Ester: O adversário e inimigo é este mau Hamã (Et 7: 3-6).

Então, disse Harbona, um dos eunucos que serviam o rei: Eis que existe junto à casa de Hamã a forca de cinqüenta côvados de altura que ele preparou para Mordecai, que falara em defesa do rei. Então, disse o rei: Enforcai-o nela. Enforcaram, pois, Hamã na forca que ele tinha preparado para Mordecai. Então, o furor do rei se aplacou (Et 7:9,10).

Naquele mesmo dia, deu o rei Assuero à rainha Ester a casa de Hamã, inimigo dos judeus; e Mordecai veio perante o rei, porque Ester lhe fez saber que era seu parente. Tirou o rei o seu anel, que tinha tomado a Hamã, e o deu a Mordecai. E Ester pôs a Mordecai por superintendente da casa de Hamã (Et 8: 1,2).

Para os judeus houve felicidade, alegria, regozijo e honra (Et 8:16)


Imagine Ester sendo ótima anfitriã para com o homem que queria exterminar com o seu povo, pense no domínio próprio que ela precisou ter para não acusá-lo de imediato, já que conhecia as suas tramóias. Com certeza, “chutar o balde” era tudo o que ela gostaria de fazer naquele momento. Mas não foi o que ela fez, ao contrário, Ester manteve o domínio de suas emoções e conseguiu ser paciente. O amor que tinha para com o seu povo a fez agir assim, com sabedoria e cautela.

Podemos parafrasear o reinado de Ester ao nosso próprio reinado no lar. A esposa é rainha de sua casa e, assim como Ester, precisará ter domínio próprio, paciência, amor, enfim, as qualidades que nos são proporcionadas pelo Espírito de Deus.

Naturalmente que não é fácil falar mansamente com o marido quando o que queremos mesmo é colocar pra fora tudo o que estamos sentindo: raiva, mágoa, tristeza, coisas que de algum modo nos frustraram e que ele, o marido que é o rei em questão, não consegue ver. Então a esposa arranja seu jeito de descontar nele a sua indignação; foi o que fez a rainha Vasti quando se opôs ao rei Assuero não indo ao seu encontro. A atitude de Vasti gerou comentários em todo o reino, a ponto dela ser afastada do seu posto de rainha. Quanto a Ester, sabendo que suas atitudes definiriam não apenas o seu relacionamento com o rei, mas o futuro de todo o seu povo, foi cautelosa no falar e no agir.

A nossa situação não é diferente da de Ester, os cuidados que devemos ter são na verdade muito semelhantes. Quem é o nosso povo senão a nossa família? E, se o casal não consegue ir bem, se relacionar de modo sensato, harmonioso, logicamente que isso afetará também aos filhos.

A Igreja do Senhor é composta de famílias, de lares que necessitam estar arraigados, apegados ao corpo de Cristo, d’outro modo começam as divisões e a Igreja se enfraquece. Estou querendo dizer que, cada uma de nós, individualmente, é Igreja do Senhor, mas se nos dividimos em nossa casa dando lugar a ira, ao ressentimento, a gritaria, a vingança, perdemos o que possuímos de mais importante na vida, a nossa comunicação com Deus e, conseqüentemente, a Sua unção.

O que faz uma mulher ser realmente sábia, diferenciando-a de tantas outras também habilidosas, é a unção do Senhor, é a graça de Deus que a provê com toda sorte de bênçãos. Ainda que ela tenha defeitos, problemas, infinitas limitações, ela será uma esposa e mãe incrível, porque a graça do Senhor é o que lhe basta:

A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza (2 Co 12: 9).

A mulher que possui a graça, a unção de Deus, é aquela que vive sob a Sua direção, conseqüentemente, não erra o caminho a pessoa direcionada por Ele, antes, compreende as oportunidades que Deus lhe dá através das crises. Foi na adversidade que Ester conquistou alegria e honra para todo o seu povo:

Para os judeus houve felicidade, alegria, regozijo e honra (Et 8:16)

A crise produzida no palácio foi o propósito, a oportunidade a qual Ester se agarrou para ser usada pelo Senhor. Deus permite as crises para nos usar, para tratar conosco a fim de que sejamos autênticos canais de bênçãos


VENHA NOS FAZER UMA VISITA!

IGREJA PENTECOSTAL CASA DE ORAÇÃO


VOCÊS NÃO IMAGINAM ...

como fiquei feliz ao recebe-las no nosso 11º Encontro de chá de Mulheres Unifé.

Saibam que vocês são PESSOAS QUE ADMIRO muito,

são
REALMENTE ESPECIAIS,

e recebe-laS fez o meu dia muito mais feliz.

Tomara que a gente continue assim,

sempre trocando gestos de
AMIZADE e CONSIDERAÇÃO.

Acho que a gente deveria viver assim,

DISTRIBUINDO PALAVRAS AMIGAS

e fazendo com que o amor se alastre pelo mundo atraves da confraternização,

por isso não devemos PERDER nenhuma oportunidade

de manifestar bons sentimentos.

SEJAM ABENÇOADAS ...

Quantos cristãos, nestas eleições, quebrarão princípios bíblicos?

Um deles está no Livro de Deuteronômio 17:14,15. Lá nos diz o SENHOR: "Quando entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e a possuíres, e nela habitares, e disseres: Porei sobre mim um rei, assim com têm todas as nações que estão ao redor de mim, porás, certamente, sobre ti como rei aquele que escolher o SENHOR, teu Deus; DENTRE TEUS IRMÃOS PORÁS REI sobre ti; NÃO PODERÁS PÔR HOMEM ESTRANHO SOBRE TI, QUE NÃO SEJA DE TEUS IRMÃOS." Que não soframos as consequências de nos faltar entendimento!!!

É MUIIIIIIIIIIIIIIITO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!

É MUIIIIIIIIIIIIIIITO LINDAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
EU QUERO UMAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!




Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano


Aprovado tratado entre Brasil e Vaticano

Sex, 28 de Agosto de 2009 08:32
BRASÍLIA - Um inusitado acordo entre católicos e evangélicos permitiu a aprovação nesta quarta-feira do tratado celebrado entre o governo brasileiro e o Vaticano. Depois de quatro horas de discussão, o texto foi aprovado por votação simbólica. Ainda será votada a Lei Geral das Religiões, de interesse dos evangélicos, como compensação.
Os opositores do tratado argumentaram que trata-se de um privilégio para a Igreja Católica e que o documento fere o princípio da laicidade do Estado. Os evangélicos fizeram discursos contra, apesar do acordão para aprovação do projeto, o que só ocorreu depois de quatro horas de discussão.
- É um privilégio para apenas uma religião em detrimento às demais - disse o evangélico Takayama (PSC-PR).
O texto da Lei Geral das Religiões é uma cópia do tratado do Brasil com a Santa Sé. A única diferença é que a expressão Igreja Católica é excluída ou substituída por "todas as confissões religiosas". O tratado entre Brasil e Vaticano é um acordo internacional e não pode ser modificado pelo Congresso, que o aprova ou o rejeita na íntegra. Um dos pontos mais polêmicos envolvia o ensino religioso. Para os evangélicos, o tratado prevê que as escolas adotarão o catolicismo nessas aulas. O Ministério da Educação chegou a se pronunciar contra esse artigo, com este mesmo receio.
Antes da votação, o autor da Lei Geral, George Hilton (PP-MG), circulava tranquilo pelo plenário, certo do cumprimento do acordo.
- Já está combinado: aprovamos o deles e eles aprovam o nosso - disse Hilton.
Eduardo Cunha, ligado aos evangélicos e relator do projeto da Lei Geral das Religiões, foi o principal artífice da negociação. Ele conseguiu número de assinaturas de líderes suficientes para dar caráter de urgência ao texto. Indignado, Chico Alencar (PSOL-RJ) criticou o acordo entre católicos e evangélicos.
- É um acordo que libera de vez o mercado da fé. Uma demonstração de que amam mais o dinheiro que a Deus - disse.
Fonte: O Globo